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Apelando: Após decisão do STF, jornais e revistas estampam beijo gay em suas capas

Izabela Vasconcelos Os jornais O Globo (RJ) e O Caxiense (RS) estamparam um beijo gay em suas capas de sábado (7/5), após o reconhecimento da ...




Izabela Vasconcelos

Os jornais O Globo (RJ) e O Caxiense (RS) estamparam um beijo gay em suas capas de sábado (7/5), após o reconhecimento da união entre pessoas do mesmo sexo, pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O carioca O Globo publicou uma capa em que o casal aparece encoberto por uma sombra, já o Caxiense mostrou uma imagem mais nítida do casal, que abrangeu toda a capa.
Na cidade interiorana de Caxias do Sul houve receio de que a capa não fosse bem recebida, mas o jornal não recebeu reclamações. “Acreditávamos que nossos leitores, por estarem acostumados à ousada proposta do jornal, aprovariam a capa. Entretanto, não tínhamos como prever de que maneira reagiriam leitores menos assíduos”, disse o editor-chefe Felipe Boff.
Em 2008, a direção de arte da revista Época chegou a elaborar uma capa com um beijo gay entre dois militares, sobre a polêmica história dos sargentos do Exército Laci Marinho de Araújo e Fernando de Alcântara de Figueiredo, que assumiram sua homossexualidade. Segundo a revista, assim como em outras edições, várias capas foram criadas, e a direção optou pela imagem considerada mais adequada para a publicação.

Jornalista acusa roteiristas da Globo de plagiar protagonista da série Macho Man
Izabela Vasconcelos
A jornalista Ticiana Azevedo, co-autora do livro Cuidado: Seu Príncipe Pode Ser uma Cinderela (editora Best-Seller), ao lado de Consuelo Dieguez, acusa os roteiristas Fernanda Young e Alexandre Machado, da série Macho Man (TV Globo), de plagiar de seu livro o personagem principal da trama, vivido pelo ator Jorge Fernando.

Na série, o rapaz que deixa de ser homossexual após levar uma pancada na cabeça. Segundo Ticiana,  um dos capítulos de seu livro conta uma história muito parecida: um homem que se torna heterossexual, depois de bater a cabeça.

"É uma semelhança total, um plágio descarado do personagem central. Desenvolveram o personagem a partir da história que está no livro", disse Ticiana, que ressaltou: "Acredito que a TV Globo não sabia do plágio antes de receber a notificação".

Apesar de ter notificado a TV Globo pelo suposto plágio dos roteiristas, a jornalista revelou que não pretende mover uma ação judicial contra a emissora da família Marinho. "Pensei em fazer alguma coisa, consultei um advogado, mas vi que não vai valer a pena", explicou.

Procurada pela reportagem, a Globo informou que a série é original e encomendada aos roteiristas. “A série “MACHO MAN” é uma obra original criada sob encomenda da TV GLOBO aos autores Fernanda Young e Alexandre Machado.”

Após derrota, técnico do Paysandu parte para agressão e chama radialista de bandido
Da Redação
A recente eliminação do Paysandu durante a disputa do segundo turno do Campeonato Paraense fez com que o treinador Sergio Cosme perdesse o controle emocional e tentasse agredir o radialista Dinho Menezes, da Rádio Clube do Pará. O episódio ocorreu no sábado (7/5) à noite, quando a delegação do Paysandu chegou ao hotel onde estava hospedada.
Acompanhado de um colega de profissão, Menezes dirigia-se ao restaurante do estabelecimento, mas teve sua passagem obstruída pelo técnico Cosme. “Ele disse que eu era um bandido e vagabundo; ele se preparou para me agredir com um soco, quando o auxiliar técnico Maurício Matos disse que não era pra ele fazer o que estava pensando”, explicou o radialista.
"Elogios"
Depois deste primeiro encontro, o treinador do Paysandu voltou a perseguir o radialista no restaurante do hotel. Sem entender o que estava acontecendo, o jornalista Cláudio Guimarães, colega de Menezes, perguntou a Cosme o que estava acontecendo. Com tom de ironia na fala, o técnico respondeu que “só estava fazendo alguns elogios ao radialista”.
O jornalista Dinho Menezes afirmou que há tempos não faz criticas ao trabalho de Cosme, embora a equipe, apelidada de “Papão da Curuzu”, tenha encarado em pouco tempo as eliminações da Copa do Brasil e do estadual.

A Voz das Comunidades. Estudante lança site sobre as favelas do Rio de Janeiro
Da Redação
O estudante Renê Silva Santos, 17, lançou na sexta-feira (6/5) o site Voz das Comunidades, que tem o propósito de divulgar notícias sobre as favelas cariocas. O portal serve como uma expansão do @VozdaComunidade, perfil no Twitter mantido pelo adolescente que ganhou destaque em novembro do ano passado, após a divulgação de detalhes da ação policial para a ocupação do Complexo do Alemão, na zona norte da capital fluminense.

No microblog, Renê possui mais de 50 mil seguidores, que acompanham o dia a dia da comunidade que até 2010 foi controlada por traficantes. Com o perfil no Twitter, o jovem também consegue promover ações sociais, como a  campanha lançada no mês passado, na qual foram arrecadados recursos que resultaram na doação de 950 ovos de páscoa e 400 caixas de bombom para as crianças do Alemão.

Agora, com o lançamento do portal, o estudante pretende dar espaço a outras comunidades cariocas. “A ideia é contar com cerca de 20 voluntários que vão passar informações e fazer matérias do que acontece nas comunidades”, disse Renê, em entrevista à Folha de S. Paulo.

Oficina aborda funcionalidades do Facebook como ferramenta de comunicação
Da Redação
Nesta sexta-feira (13/5), o Comunique-se organizará a oficina online de Comunicação no Facebook. O objetivo da aula é entender as funcionalidades da rede social, especialmente como um serviço de comunicação e relacionamento.
Além desta abordagem, o curso tratará das características oferecidas pelo Facebook para divulgar marcas, estreitar contatos, promover discussões, entre outras possibilidades.
Visite a página da Escola de Comunicação do Comunique-se para outras informações.


Facebook tira do ar perfil da Marcha da Maconha no Rio
Da Redação
A Rádio Legalize, uma das principais organizadoras da Marcha da Maconha, teve seu perfil, que contava com 4 mil amigos, deletado no Facebook. Raoni Sarraf Teixeira, dono do perfil, não entende o que aconteceu, mas acredita que as mesmas pessoas que invadiam a página com críticas tenham denunciado o endereço ao Facebook. Segundo ele, perfis de defensores da legalização da maconha também têm sido eliminados da rede.

"Acho que pode ter sido tipo um "cala boca" para não divulgarmos o evento. Estávamos promovendo o concurso da Musa da Marcha e postamos fotos do avião que sobrevoou a orla com um cartaz do evento. Há algum tempo uma pessoa vinha nos cutucando todos os dias, com ameaças e xingamentos bobos. Acho que ela pode ter denunciado o perfil", afirmou.

A assessoria do Facebook informou que a empresa não avalia casos individuais, mas segue as normas do documento Direitos e Responsabilidades. As denúncias feitas por usuários são avaliadas por profissionais da empresa, que decidem pela manutenção ou exclusão da página.
As informações são de O Globo.

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