ONU Mulheres seleciona jornalista ...

... para ministrar curso de gênero, raça e etnia

A ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres seleciona, até o dia 30 de maio de 2011, profissional com graduação em Jornalismo para ministrar o Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas e administrar blog e redes sociais relacionados ao curso. Faça aqui o download do termo de referência com informações sobre a vaga e do formulário Personal History Form para candidatura.

A iniciativa está programada para acontecer em oito cidades: Maceió (AL); Manaus (AM); Fortaleza (CE), Belém (PA), Recife (PE), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS). Cada curso deverá ser realizado pelo período de dois dias, com uma carga horária total de oito horas. Podem participar da seleção jornalistas diplomados/as com conhecimento avançado das temáticas gênero, raça e etnia, por meio da comprovação de experiência profissional ou acadêmica na área, produção de publicações ou reportagens sobre o tema, ou pela participação em eventos com foco em gênero, raça e etnia; experiência comprovada em redação (veículos de comunicação); e disponibilidade para viagens.

O curso será ministrado baseado em plano pedagógico fornecido pela ONU Mulheres, por meio do Programa Interagencial para a Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia e do Programa Regional de Gênero, Raça, Etnia e Pobreza, e pela FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas, assim como outros materiais pedagógicos tais como matérias ilustrativas e vídeos.

Cooperação – ONU Mulheres e FENAJ
O Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas é uma das ações previstas no Memorando de Entendimento firmado entre a ONU Mulheres e a FENAJ no 34º Congresso Nacional dos Jornalistas.

São os termos da esfera de cooperação: apoio da ONU Mulheres à realização de ações da FENAJ para o enfrentamento do racismo, sexismo e etnocentrismo; especialização de jornalistas nas temáticas de gênero, raça e etnia; incentivo à criação de instâncias organizativas de gênero e raça nos sindicatos de jornalistas com a finalidade de implementar políticas de combate ao racismo, ao sexismo e ao etnocentrismo e promoção da igualdade; realização do censo do jornalismo brasileiro; adoção da autodeclaração étnicorracial nas fichas sindicais; apoio às políticas focalistas.


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