As manchetes dos principais jornais desta quinta-feira



O Estado de S.Paulo
Ministro ataca bancos por não apoiarem fusão no varejo
O Globo
Cabral diz que vai 'rever conduta' e agora defende código de ética
Valor Econômico
Governo dá sinal verde à operação Diniz-Carrefour
Correio Braziliense
Consumidor paga, mas luz e telefone pioram
Estado de Minas
1.666 passagens de risco
Zero Hora
Reforma brasileira - Planalto amarra pacote para mudar previdência
Brasil Econômico
Governo quer pressa para banda larga, mas empresas resistem

 

The New York Times (EUA)
Grécia aprova medidas rígidas na economia
Le Monde (França)
O apelo solene de Lagarde aos gregos
El País (Espanha)
Grécia evita o caos na zona do euro ao aprovar duros cortes
O Globo

Manchete: Cabral diz que vai 'rever conduta' e agora defende código de ética
Governador nega beneficiar empresas e misturar público com privado

Ao romper um silêncio de quase duas semanas desde que vieram à tona suas delicadas relações com empresários que têm direta ou indiretamente negócios com o Estado do Rio, o governador Sérgio Cabral afirmou ontem, em entrevista à rádio CBN, que assume o compromisso de rever sua conduta e até propôs a elaboração de um código de ética para governantes. Ele se defendeu das críticas de beneficiar empreiteiras e disse que jamais misturou assuntos públicos e privados. ''Vamos construir um código juntos, estabelecer os limites. Tem um código nacional e deve ter nos estados. Adoro Direito Comparado", disse. (págs. 1 e 14)


Direito Comparado

A legislação estadual já condena o servidor que receber vantagem econômica na forma de presentes. A lei 8.429, de 1992, prevê que o servidor deve recusar ofertas "de quem tenha interesse, direto ou indireto, que possa ser atingido ou amparado por ação ou omissão decorrente das atribuições do agente público". (Págs. 1 e 15)
Dilma cede à base e libera emendas
Sob pressão, a presidente Dilma cedeu e prorrogou o pagamento das emendas dos restos a pagar de 2009 - um custo de R$ 4,6 bi. A equipe econômica foi contra. Mas a ministra Ideli Salvatti avisou que seria quase impossível controlar a base no Congresso. (Págs. 1 e 3)
Pão de Açúcar na mira dos investidores
As ações do Pão de Açúcar movimentaram ontem 26,2% do total da Bolsa de São Paulo, chegando a R$ 1,7 bi. O valor é quatro vezes o da véspera. Para analistas, o Casino, sócio de Abílio Diniz, estaria comprando para ganhar força. (Págs. 1, 25,26, Míriam Leitão e editorial "Mais um desvio de função do BNDES")
Guerra ao terror deve custar aos EUA US$ 4,4 trilhões (Págs. 1 e 34)

Asfixia grega
Em meio a violentos protestos nas ruas de Atenas, o premier grego, George Papandreou, obteve vitória no Parlamento com a aprovação, por 155 votos a favor e 138 contra, do plano de austeridade de 28 bilhões de euros. As medidas incluem privatizações, redução do funcionalismo, corte de salários e criação de impostos. Com isso, União Europeia e FMI vão liberar 12 bilhões de euros ao país. Mas, para analistas, o risco de calote só foi adiado, já que o país não tem como pagar sua dívida. (Págs. 1 e 28)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Hacker violou e tenta vender e-mails de Dilma
Mensagens da época da campanha foram oferecidas à oposição e ao jornal

Um hacker invadiu o correio eletrônico pessoal de Dilma Rousseff (PT) durante a campanha do ano passado e copiou cerca de 600 e-mails recebidos pela então candidata, relatam Rubens Valente e Matheus Leitão.

Localizado em Taguatinga (DF), o rapaz de 21 anos, que se identificou apenas como "Douglas" e disse estar desempregado, tentou vender os arquivos para políticos do DEM e do PSDB, mas não obteve sucesso. (Págs. 1 e Poder A4)
BC aumenta a projeção de inflação; juros devem subir
O Banco Central deverá fazer elevações adicionais da taxa básica de juros para levar a inflação de volta à meta. A avaliação foi feita por economistas após o BC ter revisto para cima as projeções para os preços.

Pelas novas estimativas, nem com o aumento nos juros previsto para julho a inflação alcançará o centro da meta em 2012 (4,5%). Esse patamar seria atingido apenas no fim do primeiro semestre de 2013. (Págs. 1 e Poder A10)
Grupo Casino compra US$ 1 bi em ações do Pão de Açúcar
O grupo Casino comprou em Bolsa nos últimos dias mais de US$ 1 bilhão em ações do Pão de Açúcar. Com isso, passou a deter mais que o dobro da fatia de Abílio Diniz e, se a fusão ocorrer, vai ter influência decisiva na nova empresa.

José Carlos Dias, advogado do Casino, disse que o plano de Abílio para se unir ao Carrefour, com apoio do BTG Pactual e do BNDES, equivale a um "golpe de Estado corporativo". (Págs. 1 e Mercado)
Chávez cancela cúpula latina por razões de saúde
Devido ao "tratamento sumamente estrito" de Hugo Chávez em Havana, o governo da Venezuela cancelou cúpula dos países da América do Latina e do Caribe, marcado para terça.

O comunicado deu fôlego às especulações sobre a gravidade do estado de saúde do presidente, que se recupera de cirurgia feita há 20 dias em Cuba. (Págs. 1 e Mundo A14)
Senado quer tirar mandato de político que criar partido (Págs. 1 e A12)

Jornalista é indiciado pela PF após se negar a revelar sua fonte (Págs. 1 e A13)

Parlamento grego aprova plano que arrocha economia
Sob a pressão de manifestações populares contrarias ao arrocho econômico, o Parlamento grego aprovou um duro pacote de medidas, exigência do FMI e da União Europeia para liberar empréstimos ao país.

Para especialistas, a Grécia evitou o "suicídio", mas continua na UTI. (Págs. 1 e Mundo A18)
Clóvis Rossi: Na rua, população expressa a opinião sem intermediário (Págs. 1 e Opinião A2)

Editoriais
Leia "Fusão inexplicável", sobre negociação entre o Pão de Açúcar e o Carrefour, e "Os males do SUS", acerca de plano para melhorar o sistema de saúde. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Ministro ataca bancos por não apoiarem fusão no varejo
BNDES atua no caso Pão de Açúcar-Carrefour porque setor bancário privado ‘não faz sua parte', diz Pimentel

Diante das reações negativas em relação à participação do BNDES numa possível fusão entre a grupo Pão de Açúcar e a parte brasileira do Carrefour, o ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento) decidiu atacar as bancos privados. “Tudo seria resolvido se o setor financeiro privado do Brasil fizesse a papel dele, que é financiar o capital brasileiro. Como ele não faz isso, a BNDES tem de atuar”. O BNDES informou anteontem que poderá participar com até R$ 4,5 bilhões na transação. O banco não comenta a assunto, alegando sigilo bancário, mas quer que o negócio seja visto como um investimento. O setor de alimentos teme o poder de pressão que a rede varejista resultante da fusão terá para negociar contratos. Já, as entidades de defesa do consumidor projetam aumento dos preços. (Págs. 1 e Economia B15 a B17)


Casino mostra força

O grupo francês Casino deve anunciar hoje que comprou mais um lote relevante de ações do Pão de Açúcar. Com isso, o sócio de Abílio Diniz quer mostrar que não pretende abrir mão da empresa. (Págs. 1 e Economia B17)
Foto legenda: Saúde de Chávez adia cúpula
Foto distribuída pelo governo cubano mostra Fidel Castro e Hugo Chávez, que se recupera em Cuba de cirurgia: a Venezuela adiou a cúpula da Comunidade dos Estados da América Latina e do Caribe, o que aumentou as especulações sobre a saúde do presidente. (Págs. 1 e Internacional A14)
Fifa se irrita ao perder poder sobre obras
A decisão da Câmara de reduzir o poder da Fifa na definição dos gastos da Copa no Brasil irritou a entidade, relata Jamil Chade. Para a federação, que teve esse poder no Mundial da África do Sul e no da Alemanha, a medida fere o acordo para que o País sedie a competição. (Págs. 1 e Esportes E1)
Câmara aprova pacote de ajuda ao Corinthians (Págs. 1 e Esportes E2)

Base aliada paralisa votações e faz ameaças (Págs. 1 e Nacional A4)

Cabral admite 'rever conduta' no cargo
Doze dias após o acidente que expôs suas relações pessoais com empresários, o governador do Rio, Sérgio Cabral, disse ontem que nunca misturou sua vida privada com a pública, mas admitiu "rever" sua conduta. "Vamos construir um código juntos, estabelecer os limites." (Págs. 1 e Nacional A12)
Dora Kramer
O erro é de origem

Congresso e governo perdem a razão quando usam a emenda como objeto de chantagem ou numa tentativa de afirmação de autoridade. (Págs. 1 e Nacional A6)
Notas & Informações
A ‘missão heróica' dos aloprados

Mercadante constrói uma teoria estapafúrdia no caso do dossiê. (Págs. 1 e A3)
Foto legenda - Grécia: fúria e pacote
Confrontos se intensificaram em Atenas após o parlamento grego aprovar plano de austeridade, que trouxe alívio ao mercado (Págs. 1 e Economia B1 e B3)
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Correio Braziliense

Manchete: Consumidor paga, mas luz e telefone pioram
O brasileiro tem motivos para reclamar dos serviços de energia elétrica e de telefonia fixa. Apesar dos constantes apagões, o consumidor vai pagar este ano R$ 18 bilhões em encargos embutidos na conta de luz. É um aumento acima de 10% em relação ao ano passado. Essas contribuições representam 11% do valor cobrado a cada mês, mas o usuário desconhece a destinação dos recursos. Especialistas preveem para 2011 um recorde de interrupções no fornecimento de energia. A insatisfação também atinge o setor de telefonia fixa. Nos primeiros quatro meses do ano, a Anatel registrou 192 mil reclamações. São comuns histórias como a de Adriana Damasceno. Desde 2009, a dona de casa enfrenta problemas com a empresa que insiste em bloquear o telefone para forçá-la a mudar de plano. Já registrei reclamações na Anatel e no Procon, mas o máximo que acontece é o telefone voltar a funcionar por 24 horas. No dia seguinte, o problema volta. Já não sei mais o que fazer", lamenta. (Págs. 1, 17 e 18)
Foto legenda: A marcha da anistia
Cerca de 400 bombeiros do Rio de Janeiro vieram a Brasília pressionar pela aprovação da anistia aos militares presos após a invasão do quartel da corporação no início do mês. Eles estiveram na Câmara Legislativa e protestaram em frente ao Congresso e ao Palácio do Planalto. Na Câmara dos Deputados, há três projetos de lei prevendo o perdão, que já foi aprovado pela Assembleia Fluminense. Eles também reivindicam aumento salarial. (Págs. 1 e 10)
Para acalmar aliados, Dilma prorroga validade de emendas (Págs. 1, 3 e 4)

Culinária
Cardápio do Congresso destaca pratos regionais (Págs. 1 e Gastronomia, 26)
Ciência
O legado da vaca vitória e o futuro da clonagem (Págs. 1 e 39)
Dívida: Obama já admite o risco de dar um calote inédito
Em meio à disputa com a oposição para aprovar o aumento do limite de endividamento do país, o presidente Barack Obama diz que os Estados Unidos têm até 2 de agosto para chegar a um acordo e evitar um caos econômico. (Págs. 1 e 20)
América Latina: Cúpula é suspensa devido à saúde de Chávez
Governo venezuelano decide suspender a primeira reunião dos países latino-americanos e caribenhos, marcada para os dias 5 e 6 na própria Venezuela. Estado de saúde do coronel, que foi operado há 20 dias, é cercado de mistério. (Págs. 1 e 25)
Funcionalismo: União infla gasto com pessoal, mas investimento cresce só 1%
Apesar da promessa de conter as despesas, governo federal já desembolsou, nos cinco primeiros meses do ano, R$ 73,2 bilhões com salários, 11,2% a mais que o registrado no mesmo período de 2010. Em contrapartida, investimentos cresceram apenas 1%. (Págs. 1 e 12)
A hora da capacitação
Eventos como a Copa de 2014 vão exigir melhor preparo profissional dos brasileiros. Estudo mostra que o Mundial vai gerar 3,6 milhões de empregos, principalmente na hotelaria. Mas fique atento à qualificação. (Págs. 1 e Suplemento Especial)
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Valor Econômico

Manchete: Governo dá sinal verde à operação Diniz-Carrefour
Setores do governo deram sinais favoráveis à fusão entre Pão de Açúcar e Carrefour no Brasil, com apoio de R$ 3,9 bilhões do BNDES. O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, disse que a operação é estratégica para o país pela possibilidade de ampliar o mercado internacional para produtos nacionais.

A presidente Dilma Rousseff foi informada previamente da operação. Segundo fontes do Palácio do Planalto, pediu "cautela", mas não se opôs ao envolvimento do BNDES no negócio. O banco deve participar por meio do BNDESPar, seu braço de participações acionárias. Dessa forma, não haveria empréstimo subsidiado. (Págs. 1, D1, D3 e D4)
Irrigação vai exigir US$ 1 tri até 2050
A demanda sem precedentes por alimentos e as mudanças climáticas exigirão investimentos de US$ 1,12 trilhão em irrigação agrícola e preservação de solos em países em desenvolvimento até 2050. A projeção consta do primeiro relatório da FAO, agência da ONU, sobre a situação de terras e água para alimentação e agricultura no mundo, que será publicado no fim do ano. Para a FAO, em 2050 o aumento da população e da renda exigirão uma produção de alimentos 70% superior à de 2009. Mais de 80% do crescimento da oferta deverá vir da maior produtividade das terras hoje exploradas e da intensificação da irrigação. Os investimentos para desenvolvimento e gestão da irrigação são calculados em US$ 960 bilhões - US$ 24 bilhões por ano. A FAO sugere que os governos cobrem por serviços ambientais na agricultura e usem o mercado de créditos de carbono como fonte adicional de financiamento. (Págs. 1 e B14)
EDF volta a investir no Brasil
Quinze anos depois de participar da privatização do setor elétrico brasileiro e cinco anos após vender a Light, a Electricité de France (EDF) busca novas oportunidades no país. O presidente-executivo e do conselho de administração da companhia, Henri Proglio, admite que tem interesse no complexo de hidrelétricas do Tapajós, projetos de energias renováveis, térmicas a gás e nucleares e na oferta de serviços. "A intenção agora é compensar a nossa relativa ausência do mercado com uma presença mais importante", diz Proglio. Controlada pelo Estado Francês, a EDF tem a térmica Norte Fluminense, com capacidade de gerar 860 megawatts (MW), e planeja outra térmica a gás no Rio, de 600 MW. (Págs. 1 e B11)
A tensa cordialidade da fronteira
Há uma tensa cordialidade entre brasileiros e argentinos ligados à operação do maior complexo aduaneiro rodoviário da América Latina, nas cidades fronteiriças de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, e Paso de Los Libres, em Corrientes, na Argentina.

A desconfiança mútua, alimentada pelos desentendimentos comerciais entre Brasília e Buenos Aires e por rivalidades históricas, atrapalha as negociações e contribui para manter burocracias que dificultam o trânsito de mercadorias. (Págs. 1 e A16)

Perda de eleitores aumenta a resistência do PT a Marta
A perda de eleitores da senadora Marta Suplicy (PT) nos últimos dez anos representa hoje o principal obstáculo às suas pretensões de conquistar o apoio do PT para concorrer à Prefeitura de São Paulo nas eleições de 2012. Em dez anos, Marta passou de um patamar de 38,1% dos votos na capital, na disputa em que se elegeu prefeita, para os 26,4% do ano passado, quando conquistou uma vaga para o Senado. Todos os petistas bem posicionados no partido em São Paulo, inclusive ex-colaboradores da senadora, citam de cor esses números para justificar a resistência à sua pré-candidatura.

A avaliação no PT é que a senadora teria feito pouco esforço nos últimos tempos para reduzir sua rejeição na cidade. Ao encampar bandeiras como o combate à homofobia e a defesa da união estável de pessoas do mesmo sexo, Marta não só não reduziu a rejeição que acumulou nos tempos de prefeita como se afastou de setores da base religiosa, que foram conquistados pela presidente Dilma Rousseff nas eleição de 2010. (Págs. 1 e A10)
Argentina raciona gás à indústria
A onda de frio, com temperaturas próximas de zero grau, levou o governo da Argentina a suspender o fornecimento de gás natural para mais de 300 indústrias. O corte ameaça o ritmo de expansão do setor, que foi de 12% de janeiro a maio, na comparação com igual período de 2010. A queda das temperaturas fez disparar o consumo de gás para calefação nas residências. A estagnação da produção e o esgotamento da rede de dutos obrigou o governo a suspender o abastecimento às indústrias, como já fez em quatro dos últimos cinco invernos.

A demanda residencial no auge da estação pode alcançar 90 milhões de metros cúbicos por dia. Mas a demanda total chega a 170 milhões. Só a indústria consome normalmente 48 milhões de m³/dia. A oferta, porém, está limitada a 130 milhões de m³ - 102 milhões de produção própria, até 21 milhões de gás liquefeito importado em navios e 7 milhões provenientes da Bolívia. (Págs. 1 e A13)
Mineradora chinesa entra em disputa com a Vale por cobre na África (Págs. 1 e B10)

Infraestrutura precária pode reduzir operação da United Continental no país, diz Smisek (Págs. 1 e B3)

Alimentos 'longa vida'
A sueca Tetra Pak inaugura hoje uma fábrica dentro do Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul (SP). Na unidade serão desenvolvidas soluções para o uso de embalagens acartonadas na indústria de alimentos. (Págs. 1 e B9)
Alcoa reforça geração própria
Neste ano, a Alcoa vai destinar R$ 119 milhões a projetos de geração de energia elétrica no Brasil, equivalentes a 25% dos investimentos previstos para 2011. Com isso, a companhia vai atender 70% de suas necessidades de energia. (Págs. 1 e B9)
Enfil foca o saneamento básico
Até agora voltada ao tratamento de efluentes e poluição atmosférica em grandes empresas, a Enfil Soluções Ambientais pretende disputar contratos de saneamento básico nas cidades. O foco inicial serão municípios fluminenses de até 450 mil habitantes. (Págs. 1 e B11)
Moratória da soja ameaçada
A aprovação do novo Código Florestal pelo Congresso ameaça sepultar a "moratória da soja", acordo assinado por tradings, produtores e organizações ambientais para impedir desmatamentos na região amazônica. (Págs. 1 e B13)
Regiões Metropolitanas/Recife
Atraídos pelo Complexo Industrial Portuário de Suape, os investimentos privados mudaram a economia da Região Metropolitana do Recife. O desafio, agora, é eliminar os bolsões de pobreza que ainda existem em seus 14 municípios. (Pág. 1)
África do Sul aberta à carne suína
Em troca da reabertura do mercado sul-africano às exportações de carne suína, o Brasil retirou dois questionamentos técnicos que pressionavam os sul-africanos na OMC e abrandou exigências impostas às importações de vinho do país. (Págs. 1 e B14)
Ideias
Ribamar Oliveira

Projeto de LDO para 2012, enviado pelo governo Dilma ao congresso, prevê déficit nominal zero em 2014. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Eduardo Augusto Guimarães

Não faz sentido adotar a Selic como indexador nos contratos de refinanciamento das dívidas dos Estados. (Págs. 1 e A15)
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Estado de Minas

Manchete: 1.666 passagens de risco
Uma semana depois da colisão entre um trem e um ônibus escolar que matou três pessoas e deixou de luto a cidade de Entre Rios de Minas, na Região Central, levantamento do Estado de Minas mostra que há 1.666 passagens de nível espalhadas pelo estado em que tragédias como aquela podem se repetir. Especialistas alertam que as travessias são perigosas, independentemente do fluxo de veículos. Para piorar, em grande parte delas a sinalização é precária. As concessionárias afirmam que a colocação de cancelas e sinais eletrônicos é de responsabilidade dos municípios e propõem ação conjunta para evitar acidentes. (Págs. 1 e 28)
Salários: Negociações mais difíceis por reajuste
Depois de um 2010 em que a maioria das categorias conseguiu bons ganhos na esteira do crescimento, os primeiros acordos deste ano sentem o baque do freio imposto à economia pela alta de juro e encarecimento do crédito. (Págs. 1 e 16)
Justiça: Indenização pelo golpe dos contêineres
Juiz manda a Brasil Container ressarcir os prejuízos de 10 vítimas do esquema de pirâmide posto em prática em 2009. É o desfecho de um dos cerca de 80 processos contra a empresa. (Págs. 1 e 19)
Privilégio: Servidores recebem duas férias por ano
Mais de 2,6 mil funcionários do Tribunal de Justiça de Minas são os únicos do país a ter duas férias, com bonificação, a cada ano, graças a uma liminar obtida no Supremo. (Págs. 1 e 9)
Foto legenda: Sem perder a ternura
Filha do mito Che Guevara, Aleida participou de encontro de movimentos sociais em BH. Ela faz defesa veemente do regime cubano e prega a continuidade do “processo revolucionário” iniciado pelo pai. (Págs. 1 e 8)
Base aliada: Dilma prorroga liberação de emendas para conter rebelião (Págs. 1 e 3)

Crise: Grécia faz corte drástico de gastos e eleva impostos (Págs. 1 e 22)

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Jornal do Commercio

Manchete: UPE admite usar Enem (Pág. 1)

Oposição critica participação do BNDES em fusão (Pág. 1)

Parlamento da Grécia aprova plano polêmico (Págs. 1)

Doença de Chavéz cancela encontro na Venezuela (Pág. 1)

Conselheiros de Noronha cobram visita de Eduardo (Pág. 1)

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Zero Hora

Manchete: Reforma brasileira - Planalto amarra pacote para mudar previdência
Governo pretende encaminhar proposta ao Congresso no segundo semestre. (Págs. 1, 4 e 5)

Projeto prevê fim do fator previdenciário (Pág. 1)

Aumenta tempo de contribuição feminina (Pág. 1)

Proposta reduz pensões por morte (Pág. 1)
Risco de ações põe mudanças em xeque
Juristas divergem sobre medida do Piratini que igualou percentual, mas diferenciou descontos. (Págs. 1, 6, 8 e 10)
Reeleição no Cpers prevê novos embates com Piratini
Rejane de Oliveira venceu eleição para sindicato no primeiro turno. (Págs. 1 e 38)
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Brasil Econômico

Manchete: Governo quer pressa para banda larga, mas empresas resistem
Impasse pode levar presidente Dilma Rousseff a negociar diretamente com empresários

A presidente Dilma Rousseff volta do Paraguai com a missão de dar continuidade às definições do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), lançado por Lula no ano passado, para ampliar o acesso à internet rápida no Brasil — uma das principais bandeiras de seu governo. Companhias afirmam, porém, que o valor estabelecido pelo governo não paga os custos operacionais. (Págs. 1 e 4)
Inflação seguirá acima da meta até 2012, diz BC
Relatório do Banco Central prevê taxa de 5,8% neste ano e de 4,8% em 2012, ambas acima da meta de 4,5%. Demanda aquecida e indexação são problema. (Págs. 1 e 12)
Vale corre risco de perder 3 mil hectares no Pará
Ministério Público paraense entrou com ação civil para suspender a licença ambiental do terreno no Ibama, no Porto Espadarte. (Págs. 1 e 18)
Casino articula revide a Diniz na Bovespa
Em meio à discussão de fusão com Carrefour, volume de negócios com ações do Pão de Açúcar é o maior do Ibovespa. Especula-se que até Casino, presidido por Jean-Charles Naouri, vem comprando papéis preferenciais. (Págs. 1 e 30)
Empresas da construção civil enfrentam o dilema de correr contra o tempo para honrar o prazo de entrega das obras e, ao mesmo tempo, cumprir com as normas desustentabilidade ambiental. Leia no Especial Economia Sustentável que circula com esta edição.

Natal deve movimentar 2014 o maior volume de verbas da sua história, como mostra o Especial Natal, que circula com esta edição. (Pág. 1)

OSS que cuida da gestão de hospitais em São Paulo pede apoio de Alckmin para não quebrar (Págs. 1 e10)

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