Políticos terão 30 dias para se filiar a novos partidos

Tribunal esclareceu dúvidas sobre criação de novas siglas, como o PSD, de Kassab
 
Política Aflora
 
Na noite de ontem (2), o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) esclareceu dúvidas que surgiram sobre a criação de novos partidos, principalmente após o lançamento do PSD (Partido Social Democrático) pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM).
Sem citar especificamente o caso do PSD, o TSE decidiu que as pessoas que deixarem seus atuais partidos para criar uma nova legenda não estarão cometendo infidelidade partidária. De acordo com o TSE, a saída de uma sigla para adesão a outra criada é justa causa para a desfiliação e não coloca em risco o mandato do político.

Os ministros também decidiram que a filiação somente pode valer após o registro e aprovação definitivo do estatuto do partido pelo TSE. Antes disso, segundo os ministros, o grupo é, no máximo, uma associação.
O TSE tomou a decisão ao analisar uma consulta do deputado Guilherme Campos (DEM-SP). Os ministros resolveram que para concorrer nas eleições os políticos têm de se filiar ao partido com pelo menos um ano de antecedência ao pleito. O partido também tem de ser registrado no TSE no mínimo um ano antes. Após o TSE aprovar a criação do partido, as pessoas têm o prazo de 30 dias para se filiarem sem correr o risco de serem consideradas infiéis.

Dilma acha um erro esperar e Palocci deve falar hoje
03/06/2011 08h01
AE
São Paulo
Pressionado pela presidente Dilma Rousseff a dar explicações sobre o crescimento de seu patrimônio e sem apoio do PT, o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, tentará hoje contornar a ruidosa crise política com uma manifestação pública. Dilma disse ontem a Palocci que é "um erro" ele esperar o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) para rebater as denúncias porque o desgaste já atinge o governo. A situação de Palocci, acusado de multiplicar o patrimônio em 20 vezes durante quatro anos, é considerada gravíssima tanto pelo Planalto como por petistas. Sua permanência no cargo depende dos esclarecimentos e do fim das acusações.
A Executiva Nacional do PT, reunida ontem, lavou as mãos e não produziu nenhuma linha em defesa de Palocci. "Não entramos no mérito da questão. O ministro me disse que vai se manifestar sobre suas consultorias", afirmou o presidente do PT, Rui Falcão. "O assunto Palocci é do governo, não é do PT", emendou o secretário de Comunicação, deputado André Vargas (PR), indicando que o chefe da Casa Civil foi abandonado à própria sorte.
No Planalto, o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, admitiu que a crise envolvendo Palocci é delicada. Ressalvou, no entanto, que ele "continua firme"e dará explicações sobre a origem de seu patrimônio. Até a noite de ontem, não estava definido se Palocci concederia uma entrevista ou faria um pronunciamento. A ideia era a de que ele falasse ao Jornal Nacional, da TV Globo. "A presidente conversou com Palocci e disse que era importante ele se manifestar. A gente enfrenta crises com maturidade e transparência. Não perdemos o nosso norte", insistiu Carvalho. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Itamar Franco, com leucemia, responde bem ao tratamento quimioterápico

1/6/2011 15:41,  Por Redação, com agências de notícias - de São Paulo
Itamar
O ex-presidente e hoje senador Itamar Franco (PPS-MG) tem respondido bem ao tratamento médico
O senador Itamar Franco (PPS-MG) responde bem ao tratamento quimioterápico que vem recebendo no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. De acordo com boletim divulgado nesta quarta-feira pelo hospital, os médicos não consideram ainda a possibilidade de submeter o senador mineiro a um transplante de medula. Itamar foi diagnosticado com leucemia no dia 21 de maio.
Itamar está internado desde o último dia 21 de maio, e a equipe médica descartou, no momento, a realização de um transplante de medula óssea para tratar da doença.
“O Hospital Israelita Albert Einstein informa que o Senador Itamar Franco permanece internado em seu Centro de Oncologia e Hematologia, na Unidade Morumbi, onde realiza tratamento médico de uma leucemia desde o dia 21 de maio. O senador está tolerando muito bem o tratamento quimioterápico e neste momento a equipe médica não considera o transplante de medula”, diz o boletim.
Segundo a assessoria do senador mineiro, “a doença foi diagnosticada bem no início” e Itamar Franco passa bem. Em virtude do tratamento, o senador do PPS seguiu recomendações médicas e pediu licença de 30 dias das atividades no Senado.
O senador segue internado no Centro de Oncologia e Hematologia do hospital e afastado das atividades no Senado Federal.
Leia a íntegra do boletim médico
“O Hospital Israelita Albert Einstein informa que o Senador Itamar Franco permanece internado em seu Centro de Oncologia e Hematologia, na Unidade Morumbi, onde realiza tratamento médico de uma leucemia desde o dia 21 de maio.
O Senador está tolerando muito bem o tratamento quimioterápico e neste momento a equipe médica não considera o transplante de medula.
O Hospital Israelita Albert Einstein fornecerá boletins semanais à imprensa ou assim que haja alguma nova informação.
Nacional
ERRADICAÇÃO DA MISÉRIA
Governo em busca dos pobres do país
Objetivo é retirar 16,2 milhões de brasileiros da extrema pobreza
03/06/2011 09h14
DIVULGAÇÃO
Foto: DIVULGAÇÃO
Ao lançar ontem (2) o Plano Brasil sem Miséria, principal eixo da política social do governo federal, a presidenta Dilma Rousseff disse que a pobreza nunca foi olhada como deveria pelos governantes que a antecederam, à exceção do ex-presidente Lula, único que citou como preocupado com a questão da miséria no país.
O Plano Brasil sem Miséria articula e amplia programas já existentes, como o Bolsa Família, que passa a atender mais 1,3 milhão de crianças e adolescentes, e inaugura o que o governo vem chamando de “busca ativa”, para identificar famílias que não são ainda atingidas por ações. O objetivo do programa é retirar 16,2 milhões de brasileiros da condição de extrema pobreza até 2014.
“Foram precisos mais de quatro séculos para que o combate à pobreza se convertesse de fato em política prioritária de governo”, afirmou Dilma.
Plano custará R$ 20 bi por ano
O orçamento anual do Plano Brasil Sem Miséria será de R$ 20 bilhões. Na primeira fase, os recursos virão do Tesouro Nacional, no entanto, a ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, afirmou que estados e organizações não governamentais também devem investir no programa.
O Plano Brasil Sem Miséria tem como objetivo a elevação da renda familiar per capita das famílias que vivem com até R$ 70 por mês, além da ampliação do acesso aos serviços públicos, às ações de cidadania e às oportunidades geradas por políticas e projetos públicos.
Da Redação do Alô Brasília

Comentários