Sábado tem sabor de 'Papo de Samba?'

As baianidades ...


... de James Jefferson



Comentei aqui na semana passada que a Telma vive pegando no meu pé, desde que aceitei escrever algo sobre samba na excelente revista eletônica Visão Laflora e como afirmam por aí que feitiço pode virar contra o feiticeiro, venho pagando com a mesma moeda.

Se alguém aí ainda não sabe, além de fabricante de gaiola, bebedor de cachaça e tocador de violão, sou editor do jornal eletrônico Agora Cabo Frio, www.agoracabofrio.com, e venho também pegando no pé da Teresinha Semblano, minha cara-metade e responsável pelas receitas publicadas no referido, e excelente, site de notícias.




Toda semana é a mesma coisa:

-Tetê, cadê a receita?







Aproveitando a deixa, quero de uma vez desmitificar a velha história de que baiano é preguiçoso.


Vocês já viram como dá trabalho preparar um vatapá, um acarajé, um abará,  um sarapatel, ou mesmo um angu à baiana, inexistente nas bandas de lá?
Alguém aí já percebeu como o baiano é festeiro todos os dias da semana?

Tem festa prá Yemanjá, prá Yansã, Santa Luzia, Conceição, a festa do Senhor do Bonfim começa na quinta feira, com a lavagem do adro da igreja e vai até a meia noite de domingo, quando todos os festeiros se deslocam para comemorar a Segunda Feira Gorda da Ribeira, Lapinha, Rio Vermelho, Pituba, e por aí vai até chegar a Festa de Arembepe.

Vocês acham que tanta festa não cansa?
Vocês acham que ainda não tem Carnaval, os Festejos Juninos, e as Micaretas do interior?

Não quero aqui causar inveja, e peço encarecidamente que o querido leitor pense duas vezes e faça uma análise sobre o nosso comportamento aparentemente preguiçoso.

E para comprovar, como dá trabalho preparar uma receita da rica culinária da boa terra, acesse o link http://www.youtube.com/watch?v=lFjx2PVqga8&NR=1

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