Bombeiros e professores se reúnem em frente ao Palácio Laranjeiras


Polícia Militar e o CET Rio acompanhavam a manifestação

Valdemar Jr. / Internauta do R7
protesto
Bombeiros e professores se reunem para protestas em frente à Alerj nesta quarta-feira (4)


Bombeiros e professores grevistas estavam reunidos em frente ao Palácio Guanabara, em Laranjeiras, na zona sul do Rio de Janeiro, na noite desta quarta-feira (3). Segundo informações do Centro de Operações, o trânsito está intenso na rua Pinheiro Machado, nos dois sentidos. A lentidão estava afetando até o túnel Santa Bárbara, no sentido zona sul, e o elevado Santiago Dantas, no sentido zona norte. A Polícia Militar e o CET Rio acompanhavam a manifestação.

Durante a tarde, os manifestantes fizeram um protesto nas escadarias da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), no centro do Rio. Os funcionários da rede estadual de educação se juntaram aos militares logo após decidirem manter a paralisação da classe.

O movimento do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro voltou a se reunir na Alerj no inicio desta tarde, dia em que completou dois meses da invasão do Quartel Central, que culminou com a prisão de cerca de 430 bombeiros e dois PMs.
Mesmo com a anistia de todos os presos, os protestantes não decidiram parar com as reivindicações de melhorias salariais e de trabalho.

Reajuste salarial de 5,58%

A Alerj aprovou em junho o aumento salarial de 5,58% para todos os bombeiros, policiais civis e militares e inspetores de Segurança do Estado. A categoria, no entanto, diz que o valor oferecido é muito menor do que o governo pode pagar.

Além do reajuste salarial, a Alerj aprovou também o projeto de lei que permite o uso do Funesbom (Fundo Especial do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro) com despesa de pessoal. O fundo é fruto do recolhimento de taxas de incêndio, pagos pela população.
A intenção da proposta é permitir o seu uso para pagamento de “remuneração especial por mérito, por capacitação, pelo exercício de encargos extraordinários, por lotação e por desempenho”, como explicou o governador Sérgio Cabral na sua justificativa.


Comentários