Família de Amy Winehouse planeja centro de desintoxicação com nome da cantora


Londres (Inglaterra) - A família da cantora britânica Amy Winehouse deseja abrir um centro de desintoxicação com o nome da artista para ajudar jovens drogados sem recursos, informou nesta segunda-feira o jornal "The Times".



De acordo com o periódico, Mitch Winehouse, pai da falecida artista, se reunirá com representantes do Governo britânico a fim de buscar apoio para o centro, com o qual pretende combater a falta de vagas em outros estabelecimentos públicos de reabilitação de toxicômanos.
 
Amy Winehouse foi encontrada morta em seu apartamento de Londres no último dia 23 de julho após uma longa trajetória de dependência de drogas e álcool.
 
Embora tenha tentado se reabilitar várias vezes, a cantora continuou, segundo a imprensa, consumindo até o fim de seus dias - apesar de a Polícia ainda não ter estabelecido a causa oficial de sua morte à espera dos resultados dos testes toxicológicos.

No encontro com funcionários do Ministério do Interior e deputados da Câmara dos Comuns, o pai de Amy estará acompanhado dos representantes de sua filha, Raye Cosbert e Trenton Harrison-Lewis, e de Sarah Graham, uma antiga cocainômana reabilitada e especialista em dependência química.
 
"Não sabíamos que (a morte da cantora) ia acontecer, mas esperamos que sirva para mostrar à população que a dependência é algo que pode matar as pessoas quando são muito jovens e que não se deve esperar até que seja tarde demais", declarou Sarah ao "The Times" O projeto de Mitch Winehouse é fornecer tratamento para aqueles jovens viciados que não podem se tratar em uma clínica particular.
 
"Como país rico que somos, deveríamos nos permitir um centro de desintoxicação para gente jovem, e pensamos que não corresponde às organizações de beneficência apoiá-lo em sua totalidade", acrescentou Sarah.

A morte de Amy Winehouse disparou as vendas de seus dois únicos trabalhos, colocando seu segundo disco, "Back to Black", no número um entre os mais vendidos na semana passada no Reino Unido.

EFE

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