O resumo dos principais jornais desta segunda-feira

O Globo



Manchete: G-7 acena com dinheiro para acalmar as bolsas

Agência de risco S&P ameaça rebaixar nota dos EUA de novo 



O grupo das sete maiores economias do mundo se comprometeu a assegurar recursos para os mercados e reafirmou sua confiança de que os EUA cumprirão sua meta de reduzir o déficit a médio prazo, Hoje, as bolsas mundiais vão mostrar sua reação ao rebaixamento, pela agência de classificação de risco Standard&Poor's na última sexta-feira, da nota dos EUA. A cotação do ouro avançou mais de 2% no pregão eletrônico e a Bolsa de Tóquio abriu em queda de 1,5%, enquanto os ministros de Finanças e presidentes de BCs do G-7 discutiam a crise. O diretor-gerente da S&P ameaçou os EUA com novo rebaixamento, num prazo de seis meses a dois anos. (Págs. 1 e 19)


Planalto blinda PMDB

O Palácio do Planalto entrou na blindagem do ministro Wagner Rossi, atingido por denúncias de corrupção na Agricultura. Governo dá voto de confiança ao ministro, agindo em relação ao PMDB de forma diferente à dispensada ao PR na crise dos Transportes. (Págs. 1 e 3)





Amorim quer sair do Haiti

O novo ministro da Defesa, Celso Amorim, defendeu a retirada das tropas brasileiras que estão em missão de paz no Haiti desde 2004. Seu ponto de vista foi manifestado na primeira reunião com os principais comandantes militares do país, que concordaram com o ministro. (Págs. 1 e 5)



Chamas e fúria em Londres

Jovens enfrentam polícia na sede das Olimpíadas de 2012



Conflitos sociais se somaram à lista dos problemas de segurança em Londres, sede das Olimpíadas de 2012, que já enfrenta o escândalo da escuta telefônica e cortes no orçamento da polícia. Nos piores distúrbios sociais desde a década de 80, jovens atacaram a polícia, incendiaram prédios e carros e saquearam lojas no fim de semana em bairros pobres do Norte da capital britânica. (Págs. 1 e 25)


Teresópolis: 3 prefeitos em 4 dias

Dois dias depois de empossado, o prefeito de Teresópolis, Roberto Pinto, morreu vítima de um infarto na madrugada de ontem. Marcada pela tragédia das chuvas e casos de corrupção, a cidade ganhou o terceiro prefeito em menos de uma semana: é Arlei de Oliveira Rosa - que já tem dois processos contra ele tramitando na Justiça. (Págs. 1 e 9)



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Folha de S. Paulo



Manchete: Países do G20 decidem manter títulos dos EUA

Banco Central Europeu indica que intervirá no mercado para conter crise



Os países do G20, grupo das 20 maiores economias do planeta, não pretendem desfazer-se de títulos do Tesouro norte-americano, apesar da decisão da agência de classificação de risco Standard & Poor's de rebaixar a nota desses papéis. 

Ao menos dois terços da dívida dos EUA com países estrangeiros estão nas mãos do G20, que realizou uma teleconferência de seus ministros da Economia e presidentes de bancos centrais. (Págs. 1 e Mundo)

Crise abala poder de influência dos EUA, diz professor de Harvard. (Págs. 1 e A12)


Foto legenda: Londres em chamas

Saques e conflitos em protesto contra a morte de um homem pela polícia, em Tottenham, um dos bairros mais pobres da capital inglesa, resultaram em pelos menos 55 pessoas presas no final de semana. (Págs. 1 e Mundo A15)



Ministro usa funcionários de estatal em seu gabinete

O ministro Wagner Rossi (Agricultura), que neste final de semana perdeu seu número dois após acusações de lobby, tem usado em seu gabinete funcionários não concursados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). 



A manobra desfalcou setores da principal estatal do setor agrícola. Rossi diz que levou os funcionários para "auxiliá-lo". (Págs. 1 e Poder A4)

Saber: Bolsa Família não melhora nota em SP, diz estudo. (Págs. 1 e C9)



Chilenos vão às ruas em apoio a estudantes

Cerca de 10 mil chilenos saíram ontem em marcha de apoio aos protestos estudantis, em Santiago, e contra a repressão policial da última semana, informa o enviado Lucas Ferraz. Pesquisa indica que 80% aprovam as demandas dos estudantes. (Págs. 1 e Mundo A13)



Ao menos 50 civis morrem em ação militar na Síria (Págs. 1 e Mundo A15)



Entrevista da 2ª - Gustavo Franco

Economista vê 'exaustão fiscal global' na crise 



O economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central, afirma que existe uma "exaustão fiscal global" em razão dos "déficits e dívidas enormes". 

Em entrevista a Eleonora de Lucena, disse que o Brasil deve ficar "quieto e prudente, pois nossos números fiscais não estão muito diferentes daqueles dos países com problemas". (Págs. 1 e Poder A16)


Editoriais

Leia "Limpeza na cidade", sobre o novo modelo proposto pela Prefeitura de São Paulo, e "Miséria na prosperidade", acerca de dados socioeconômicos. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo



Manchete: BC europeu decide comprar títulos para evitar contágio

Após reunião de emergência, Banco Central anuncia 'intervenção decisiva' para proteger Itália e Espanha



Em uma manobra de emergência, os Bancos Centrais europeu e de 17 países prometem fazer hoje uma "intervenção decisiva" para proteger Itália e Espanha da turbulência financeira global, informam os correspondentes Andrei Netto e Jamil Chade. O custo para rolar as dívidas italiana e espanhola deve disparar após o rebaixamento das notas de títulos dos Estados Unidos, na sexta-feira - o que aumentou suspeitas sobre a capacidade de países ricos honrarem compromissos. Autoridades que participam de fóruns com o G7 e G20 correram contra o relógio ontem para anunciar medidas antes da abertura das bolsas asiáticas. Além de comprar títulos da Itália e da Espanha, elas pretendem injetar liquidez para evitar uma paralisia de créditos entre bancos comerciais. Para investidores, o anúncio pode ter vindo tarde demais. (Págs. 1 e Economia B1 a B10) 

Previsão negativa

O presidente do comitê de rating soberano da agência Standard & Poor's, John Chambers, disse ontem a um programa da TV ABC que a nota de crédito dos Estados Unidos tem "uma chance em três” de sofrer um novo rebaixamento nos próximos 6 a 24 meses. (Págs. 1 e B5)  

'Brasil terá de cortar juros se crise piorar'

Se a crise da dívida dos países ricos se agravar, o Brasil precisará baixar juros e segurar gastos do setor público, diz o economista Pérsio Arida. (Págs. 1 e B6)


Dilma defende ministro, mas oposição cobra 'faxina'

A presidente Dilma Rousseff divulgou ontem uma nota para reiterar confiança no ministro da Agricultura, Wagner Rossi, após a publicação de denúncias contra assessores da pasta. A oposição cobrou da presidente uma "faxina" no ministério nos mesmos moldes da realizada na área de transportes. A manifestação pública do Planalto é mais um sinal de que a crise política que envolve o governo há quase três meses deve se arrastar nos próximos dias. (Págs. 1 e Nacional A4)


Foto legenda: Londres em chamas

Manifestantes revoltados com a morte de um homem negro pela Scotland Yard protestaram e provocaram incêndios ao norte da cidade. (Págs. 1 e Internacional A10)



Massacre amplia isolamento da Síria

Na véspera da chegada à Síria de diplomatas brasileiros, repressão a protestos deixa 42 mortos. Para o rei saudita Abdullah II, violência é "inaceitável". (Págs. 1 e Internacional A9 e A10)



Correios em baixa

Empresas aproveitam expansão do e-commerce para ganhar da estatal mercado de entregas expressas. (Págs. 1 e Negócios)



Invadir faixa de pedestre já pode render multa (Págs. 1 e Cidades C1)



Fim do vestibular não é fim do mérito, diz Haddad (Págs. 1 e Vida A14)



Gilberto Kassab

A quem interessa atacar o PSD? 



O PSD nascerá e agirá como um partido nacional. Não por arregimentar lideranças em todo o Brasil, mas pela decisão de ter um projeto de País. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)



Notas & Informações

Os escolhidos do governo



Setores industriais beneficiados desde a chegada do PT ao poder ganham mais incentivos. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense



Manchete: BC da Europa intervém para evitar sangria global



Depois que a agência Standard & Poor´s rebaixou, pela primeira vez na história, a nota da dívida dos EUA, o Banco Central Europeu decidiu comprar títulos italianos e espanhóis para tentar acalmar os mercados. (Págs. 1 e 7)


Foto legenda: Militares unidos...

Na véspera da posse do novo ministro da Defesa, Celso Amorim, mulheres de militares fizeram protesto durante a troca da Bandeira Nacional, na Praça dos Três Poderes. Foi recado estridente do que querem as Forças Armadas: aumento de recursos e reaparelhamento dos três ministérios. (Págs. 1 e 3)


Quem manda: Os oito ministros de Dilma

Entre os ministros que ficaram no governo Dilma Rousseff, quatro são mais próximos da presidente: Gilberto Carvalho, Helena Chagas, Gleisi Hoffmann e Ideli Salvatti. E ainda há outros quatro muito bem cotados com a chefe. (Págs. 1 e 2)



As Farc estão de volta

Passados três anos das duras derrotas impostas pelo governo colombiano, a guerrilha muda de estratégia sob o comando de uma geração mais instruída e que veio da militância urbana. (Págs. 1 e 16)



Apagão deixa cidades do DF às escuras por até sete horas (Págs. 1 e 22)



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Valor Econômico



Manchete: CNJ enfrenta esquemas de corrupção nos Estados

Desvios de verbas, vendas de sentenças, contratos irregulares, nepotismo e favorecimento na liberação de precatórios são problemas comuns no Judiciário em todas as regiões do país. Há desde tribunais que usam dinheiro público para contratar serviços de degustação do café tomado pelos juízes até saques de milhões em sentenças negociadas pelos próprios magistrados. Em pouco mais de dois anos de inspeções realizadas nos Estados, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) descobriu casos de pagamento de 13º salário a servidores exonerados, desvio de verbas de tribunal para a maçonaria, pagamento de jeton a médico de tribunal, associações de mulheres de magistrados administrando serviços judiciais, esquemas de empréstimos consignados fraudulentos envolvendo juízes e até sorteios de relatores de processos totalmente direcionados, com apenas um juiz concorrendo.



"Há muitos problemas no Judiciário e eles são de todos os tipos e de todos os gêneros", afirmou ao Valor a ministra Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça. (Págs. 1, A6 e A7)


G20 age para evitar pânico no mercado

Num esforço para tentar evitar uma segunda-feira desastrosa nos mercados financeiros, os países do G-20, que reúne as maiores economias desenvolvidas e emergentes, após discussões telefônicas, informaram que não vão alterar a gestão de suas reservas internacionais por causa do rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos pela agência Standard & Poor's. O G-7, que reúne EUA, Alemanha, Japão, França, Grã-Bretanha, Canadá e Itália, também reiterou que tomará "qualquer ação necessária para estabilizar os mercados financeiros". No mesmo sentido, o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, divulgou comunicado confirmando que o banco decidiu intervir ativamente nos mercados comprando títulos da dívida pública da Itália e Espanha para conter a força do contágio na zona euro e atenuar o pânico que toma proporções globais. Até agora, o BCE insistia que a responsabilidade principal para agir contra a crise era dos governos nacionais.



Quase US$ 5 trilhões da dívida americana estão nas mãos países do G-20, incluindo bancos centrais. O Brasil, membro do grupo, quarto maior credor dos EUA, com US$ 211 bilhões, concordou que não há razões para vender títulos americanos, apesar do rebaixamento. (Págs. 1, A11, C1, C2 e C8)

Para Armínio, Europa preocupa mais do que os Estados Unidos

A situação na Europa "é um tanto precária", pode gerar "pânico financeiro" e conduzir as economias para uma recessão global. São opiniões do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, da Gávea Investimentos. Ele disse ao Valor que o rebaixamento da nota dos EUA "reforça o clima de medo", mas observou que a economia americana é mais dinâmica e, portanto, lá a crise é mais administrável do que na Europa e no Japão.

Armínio não acredita que os EUA entrarão numa espiral de rebaixamento. Medidas concretas para colocar o país de volta aos eixos, porém, só podem ser esperadas para depois das eleições de novembro de 2012. "Em alguns anos eles revertem isso", afirmou. (Págs. 1 e C2)

Foto legenda: Dependência vantajosa

A crise na Europa e nos EUA deixa indefinidos os preços dos minérios e o diretor da Vale, José Carlos Martins, lembra que depender da China, nesse cenário, "não é um mau negócio". (Págs. 1 e B8)



Um padrão de escritórios fora da ordem

Um novo conceito de prédios comerciais começa a se destacar na paisagem paulistana. Inspirados no modelo de trabalho do Vale do Silício, na Califórnia, os novos escritórios fogem do lugar-comum, têm arquitetura arrojada, verde em abundância, pé direito duplo com mezanino e espaços externos. Fora dos padrões das grandes incorporadoras, que apostam na escala, ainda são empresas pequenas que investem nesse modelo. A primeira delas foi a Idea!Zarvos, que estreou na Vila Madalena, já entregou mais três prédios e tem outros quatro em obras. "A resistência inicial está sendo vencida e encontramos nosso espaço", diz Rodrigo Marcondes Ferraz, do escritório de arquitetura FGMF, que tem feito projetos nessa linha. (Págs. 1 e B7)


Empresário e auditor são condenados por corrupção

O empresário Ricardo Nunes, sócio da Ricardo Eletro, foi condenado em primeira instância a três anos e quatro meses de reclusão por corrupção ativa. Ele foi acusado de ter pago propina a um auditor da Receita Federal do Brasil em São Paulo. O auditor, Einar de Albuquerque Pismel Júnior, foi condenado a quatro anos de prisão e está preso desde setembro do ano passado, quando foi pego em flagrante deixando a sede da Ricardo Eletro na capital paulista com R$ 50 mil e US$ 4 mil em espécie. Nunes e Albuquerque já recorreram da sentença ao Tribunal Regional Federal (TRF) da 3ª Região.



O processo contra o empresário e o auditor foi aberto na Justiça a pedido do Ministério Público Federal, que denunciou ambos por crime de corrupção ativa e corrupção passiva, respectivamente. De acordo com a sentença do juiz Hélio Egydio Nogueira, da 9ª Vara Federal Criminal de São Paulo, Albuquerque e outros auditores fiscais lotados em São Paulo já vinham sendo investigados pela corregedoria da Receita diante de indícios de patrimônio incompatível com salários. (Págs. 1 e A2)


Pessoa física já tirou R$ 4,5 bi da bolsa no ano

Escaldados pela crise e assustados com a queda do Ibovespa, que já chega a 23,6% em 2011, os investidores pessoa física já retiraram R$ 4,5 bilhões do mercado acionário neste ano, considerando as aplicações menos os resgates. O comportamento dos pequenos investidores contrasta com o movimento realizado pelos investidores estrangeiros, que acumulam no ano saldo positivo de R$ 422,3 milhões até dia 3.



Há grande dose de medo nos mercados, mas nada que aconteceu nas duas últimas semanas altera a perspectiva moderadamente otimista para as ações, afirma Bob Doll, da BlackRock. "Se os investidores acreditam, como nós, que os EUA vão evitar a recessão, então continuar em ativos de risco faz sentido." (Págs. 1 e D2)

Câmara presidida por Gerdau acompanhará área de transportes (Págs. 1 e A5)





Sem pressa para crescer

Perto a se tornar a maior rede de supermercados de capital nacional do país com o controle do Pão de Açúcar pelo Casino em 2012 -, a gaúcha Zaffari planeja, com cautela, seu crescimento. (Págs. 1 e B1)





Firaxis aposta em redes sociais

A Firaxis, dona do Civilization, que vendeu mais de dez milhões de cópias nos últimos 20 anos, leva seu game para as redes sociais e desafia a líder Zynga, dona do FarmVille e Empires & Allies. (Págs. 1 e B2)



Segurança biométrica

O interesse das companhias em reforçar a segurança e evitar fraudes tem estimulado as vendas de equipamentos biométricos no país. Empresas do setor preveem crescimento de pelo menos 30% neste ano. (Págs. 1 e B3)

Voos alienígenas

A cautela de TAM e Gol em acelerar a expansão de seus voos ao exterior, a valorização do real e a corrida por viagens internacionais fazem avançar as empresas aéreas estrangeiras no país. Em 2010, já ficaram com 77% dos passageiros entre Brasil e Europa. (Págs. 1 e B4)





União Química amplia portfólio

A União Química, um dos principais laboratórios farmacêuticos de capital nacional do Brasil, lança neste mês o primeiro produto de sua nova divisão de dermocosméticos. Até o início de 2012, a linha ganhará mais cinco produtos. (Págs. 1 e B6)



Parceria eólica

A indiana Suzlon, uma das cinco maiores fabricantes de equipamentos para energia eólica do mundo, fechou acordo com a Aeris para produzir pás de aerogeradores na fábrica da empresa brasileira que está sendo finalizada no Ceará. (Págs. 1 e B8)





Biotecnologia canavieira

Egressos da CanaVialis, Luis Cláudio Rubio e Sizuo Matsuoka voltam ao segmento da biotecnologia canavieira com a criação da Vignis, que desenvolve variedade destinada a fornecer biomassa para a geração de energia. (Págs. 1 e B11)



Economia Verde

Mineração e indústria de base enfrentam desafio duplo na transição para a economia verde no Brasil: enquanto precisam investir para compensar passivos ambientais, enfrentam concorrência de países que não tem compromisso com a responsabilidade socioambiental, diz Franklin Feder, da Alcoa. (Págs. 1 e Caderno Especial)



Muito além do pão de queijo

Susie Fiuza é uma quituteira que investiu em seus dotes culinários ao abrir uma fábrica de congelados - mas não de pães de queijo, e sim de cookies. Agora ela começa a ganhar mercados pelo Brasil. (Págs. 1 e B6)


Ações de emergentes em queda

O Índice MSCI Emergentes, que reúne uma carteira com as principais ações dessas economias, apresenta queda de 9,58% neste ano, enquanto o MSCI Mundial, indicador de referência para os países desenvolvidos, cai 6,72%. (Págs. 1 e D3)



Ideias

Renato Janine Ribeiro



Por enquanto, Dilma está indo bem na tarefa de por ordem no ministério. Depois, terá de mostrar para quê. (Págs. 1 e A6) 


Ideias

Mansueto Almeida



Fazer mais do mesmo nos levará a aumento da carga tributária, maior déficit em conta corrente e real mais valorizado. (Págs. 1 e A11)

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Estado de Minas



Manchete: Mortes no Peru - Famílias exigem empenho do governo na apuração

Parentes do engenheiro mineiro Mário Bittencourt e do geólogo paulista Mário Guedes querem que as autoridades brasileiras interfiram para esclarecer a morte deles, enquanto trabalhavam na selva, no Norte do Peru, no projeto de uma hidrelétrica. O Itamaraty prometeu fazer o que estiver ao seu alcance. Como o Estado de Minas revelou ontem, o MP peruano abriu investigação de assassinato contra dois moradores da região, suspeitos de oferecer água envenenada aos brasileiros. Um engenheiro daquele país que acompanhava os brasileiros disse ao jornal que essa água foi a única coisa que ingeriram durante o trabalho de campo. As famílias apontam negligência da Leme Engenharia por enviar os dois profissionais, sem escolta, a uma área de conflito, na qual haviam ocorrido confrontos e mortes por causa das usinas, repudiadas pelos nativos. Procurada, a Leme não se manifestou. (Págs. 1 e 19)


Perigo muda só de lugar

O novo e moderno Viaduto das Almas na BR-040, em Itabirito, que substituiu o estreito pontilhão em curva, no qual as tragédias eram frequentes, não trouxe a segurança esperada. Os acidentes agora se sucedem nas alças de acesso. Segundo especialistas, são curvas mal construídas, com estreitamento de pista, falta de visibilidade e de controle de velocidade. (Págs. 1, 17 e 18)



Mercados reabrem sob tensão extrema

No primeiro dia de negócios depois do rebaixamento da nota de crédito dos EUA, mercados do Ocidente se mobilizam para tentar não despencar, como ocorreu ontem nos pregões do Oriente Médio. O G-20 fez teleconferência para discutir a crise. E o BC europeu anunciou compra de títulos de países endividados. (Págs. 1 e 10)





Orçamento: Verba pública financia até banho de descarrego. (Págs. 1 e 5)





Emprego: Sobram vagas com salários que chegam a R$ 16 mil. (Págs. 1 e 11)



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Jornal do Commercio



Manchete: Prova de fogo para a Zona Sul

Hoje é o primeiro dia útil após a liberação das novas faixas do Viaduto Capitão Temudo e da rota de retorno a Boa Viagem via Capitão Rebelinha. Expectativa é de trânsito mais livre na hora de picos. (Págs. 1 e 10)

BC europeu lança ofensiva pra impedir colapso

Autoridade europeia deve comprar títulos da Espanha e da Itália para evitar quebradeira. Mercado amanhece tenso após rebaixamento da dívida americana. (Págs. 1 e 7)



Atirador mata sete pessoas em Ohio, EUA (Págs. 1 e 6)



Aposentadoria e licença travam pauta do STF (Págs. 1 e 5)



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Zero Hora





Manchete: BC europeu intervém para tentar estancar crise na Zona do Euro

Reuniões de emergência emitiram socorro a endividados do continente para acalmar mercados que têm hoje um forte teste. (Págs. 1, 4 e 5)


Nova visão: Projeto de Tarso prevê abono a greves do magistério

Entre prioridades a serem enviadas à Assembleia, está anistia à paralisação no governo Yeda. (Págs. 1 e 6)



Mais imóveis: Licenças desamarram edificações

Ritmo de “Habite-se” acelera construção civil na Capital. (Págs. 1 e 16)

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Brasil Econômico



Manchete: Rebaixamento da dívida dos EUA eleva tensão nas bolsas mundiais

Líderes do G-20 reafirmam confiança nos títulos americanos e Banco Central Europeu garante compra de bônus da Espanha e Itália



A redução da nota de risco dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos pela agência Standard & Poor’s (S&P) provocou nova onda de incertezas sobre as bolsas mundiais. Tel Aviv, única a funcionar no domingo, teve o pregão suspenso logo após a abertura, com queda superior a 6%. Tóquio deu largada no mercado asiático em baixa de 1,57%. O G-7 emitiu comunicado na noite de ontem afirmando que tomará as medidas necessárias para manter a liquidez no sistema financeiro. (Págs. 1 e 4)

Usiminas investe em modernização para reagir à mudança de cenário

Wilson Brumer, presidente da siderúrgica, afirma não acreditar mais nas margens de lucro que foram obtidas antigamente e reconhece como um desafio a meta estabelecida de atingir R$ 50 bilhões em valor de mercado em 2015. Mas confia na reformulação interna e aposta na avaliação positiva das ações da companhia. (Págs. 1 e 18)



Das pistas de corrida de Fórmula 1 a investidor de empresas no Brasil

A gestora europeia Genii, dona da escuderia Lotus Renault, se une à brasileira WWI, em portfólio de US$ 10 bilhões. Foco são setores automobilístico, imobiliário, telecomunicações, tecnologia da informação e energia. (Págs. 1 e 28)



Parque tecnológico de Santos começa a funcionar em outubro

Diagnóstico dos planos de marketing e tecnologia já está pronto. Empreendimento no litoral paulista é estratégico para a exploração do pré-sal. (Págs. 1 e 10)

Apesar da fraca cotação do dólar, a fabricante de motores MWM planeja elevar 13% as exportações neste ano, diz seu presidente, José Eduardo Luzzi (Págs. 1 e 20)



Medição eletrônica e campanhas de conscientização ajudam Ampla a reduzir furto de energia e evitar perdas de R$ 300 milhões (Págs. 1 e 22)



Banco do Brasil rumo à Colômbia

Além da abertura de escritório, banco estuda compra de instituição colombiana. (Págs. 1 e 30)

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