Grevistas dos Correios terão pausa descontada do salário, diz ministro


Bernardo afirma que paralisação pode manchar imagem da empresa e pede mutirões


Os funcionários dos Correios que estão em greve desde a última quarta-feira (14) poderão ter os dias parados descontados do salário, afirmou nesta segunda-feira (19) o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
- Não podemos confundir greve com férias. Quem não trabalha não pode ser pago.
Ainda segundo Bernardo, o atraso na entrega de correspondências e encomendas por causa da greve dos funcionários dos Correios poderá prejudicar a imagem da empresa. 
A determinação é que os serviços essenciais sejam mantidos, mesmo que seja preciso a formar mutirões entre os funcionários. 
- Greve é uma coisa absolutamente normal, e temos que encarar como tal. É claro que pode prejudicar imagem dos Correios, mas temos que trabalhar para resolver isso.

Apesar da paralisação, Bernardo cobrou da direção da empresa que encontre uma forma de entregar as correspondências em tempo hábil.
- Mesmo com a greve temos que manter as atividades essenciais. Eu lembrei ao Wagner [Pinheiro, presidente dos Correios] que temos uma empresa monopolista, então não podemos simplesmente coletar correspondências e engavetar, temos que fazer esforço para entregar.

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