Resumo dos jornais nesta quinta-feira, 6 de outubro


O Globo
Manchete: Saúde é a que menos ganha com arrecadação recorde

Aumento de gastos do setor é de apenas R$ 1,6 bilhão este ano

No momento em que o governo discute a criação de imposto para custear os gastos com saúde, as contas públicas do país mostram que estas despesas foram as que menos avançaram na área social. Apesar da arrecadação recorde - até agosto, a receita da União cresceu 18,8%, aumentando em R$ 84,3 bilhões, ante o mesmo período do ano passado -, os recursos da área de saúde cresceram só 4,5%, recebendo mais R$ 1,6 bilhão. A maior fatia ficou com a economia para pagamento de juros da dívida pública: R$ 40,1 bilhões, quase 50% do que entrou a mais nos cofres federais nos oito primeiros meses do ano. Para o economista Amir Khair, o governo Dilma tem que acelerar os gastos com saúde. "É uma área muito sensível e precária", diz. (Págs. 1 e 23) 

Crise global se agrava e protestos se alastram

Com o agravamento da crise, os protestos se alastraram. O movimento "Ocupem Wall Street" ganhou a adesão de sindicalistas e estudantes numa passeata em Nova York, contra o desemprego, as grandes corporações, a ajuda do governo a bancos e os cortes na área social. O dia também foi de protestos em Atenas, contra medidas de austeridade do governo. Na Europa, as bolsas subiram. (Págs. 1 e 26) 

Míriam Leitão

Com uma crise que se desdobra em ondas de aflições desde 2008, já é hora de as autoridades pensarem no fim do capitalismo como o conhecemos. (Págs. 1 e 24) 

Apesar das fraudes, Bolsa Pesca aumenta

Mesmo com irregularidades no pagamento do seguro-defeso, o governo crescerá para R$ 1,6 bilhão o gasto com a Bolsa Pesca, aumentando também o número de beneficiados. PPS e PSDB pedem investigação. (Págs. 1, 9 e editorial "Não faltam bolsas e escasseia fiscalização") 

Correios: acordo fracassa e a greve continua

Apesar do acordo fechado anteontem no TST pelo comando nacional dos trabalhadores dos Correios para encerrar a greve, que já completou 22 dias, a paralisação vai continuar. Até a noite de ontem, 30 dos 35 sindicatos da categoria haviam rejeitado o acordo com a estatal. (Págs. 1 e 24) 

Macaco move objeto virtual com a mente

O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, da Universidade de Duke, nos EUA, conseguiu que macacos movessem objetos virtuais à distância a partir de um chip sem fio instalado em seus cérebros. A tecnologia pode ajudar paraplégicos a andar. (Págs. 1 e 36) 

Talibãs apostam em tecnologia e mudam imagem (Págs. 1 e 34)
Jovem ganha meia-passagem até para lazer

O Estatuto da Juventude aprovado ontem na Câmara prevê que estudantes de 15 a 29 anos terão meia-passagem para qualquer finalidade, até turismo, no transporte intermunicipal e interestadual. Este gasto será bancado com subsídios, sem aumento de tarifa. O projeto, que garante ainda a meia-entrada, vai agora para o Senado. (Págs. 1 e 3) 

Meia-entrada federal pode complicar acordos da Copa (Págs. 1 e Caderno Esportes)
Jovens negros morrem mais de moto no Rio

Homens jovens, negros e pobres são as principais vítimas de acidentes fatais com motos no Rio, repetindo o mesmo fenômeno que já ocorre com os homicídios. A constatação é de pesquisa do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes que será apresentada hoje. (Págs. 1 e 14)

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Folha de S. Paulo
Manchete: Steve Jobs, da Apple, morre aos 56 anos

Câncer no pâncreas mata o empresário que reiventou celular, tablet e o jeito de ouvir música

Steve Jobs, cofundador da Apple - empresa mais valiosa do mundo -, morreu na Califórnia, aos 56. Ele havia deixado o comando da companhia em agosto para tratar um câncer de pâncreas. 
Desde que reassumiu o comando da companhia, em 1997, cargo do qual fora destituído dois anos antes, o americano elevou as ações da Apple de um patamar de US$ 5 para mais de US$ 370. (Págs. 1 e Mundo A12)
Análise - Nelson de Sá
Ele criou a era do empresário que é a face da empresa. (Págs. 1 e Mundo Al3)

Estado paga por obra que ninguém sabe a que serve

A partir de uma emenda do deputado Dilmo dos Santos (PV), o governo Geraldo Alckmin liberou R$ 150 mil para a construção de um barracão na cidade de Lourdes (541 km a noroeste de São Paulo) que nem o prefeito sabe como usará. A obra está em fase inicial.

O deputado, que tem base em Piracicaba - a 400 km do local da obra -, não teve nenhum voto em Lourdes. (Págs. 1 e Poder A4)

Foto-legenda: A greve continua

Funcionários dos Correios votam, em São Paulo, para manter a paralisação; maioria dos sindicatos rejeitou proposta feita pela empresa. (Págs. 1 e Mercado B4)
USP entra para o ranking mundial das 200 melhores

A USP está entre 200 melhores do mundo no ranking Times Higher Education, como adiantou a Folha.com. Entre 2010 e 2011, passou da 232ª para a 178ª posição. 

A Unicamp caiu da 248ª para a 286ª posição. O Instituto Tecnológico da Califórnia tomou a liderança de Harvard. (Págs. 1 e Cotidiano C12)

Fechado, Center Norte diz que agora instalou drenos para gás

Horas após ter sido interditado, o shopping Center Norte, em São Paulo, anunciou ter concluído, em uma semana, o sistema para drenar o gás metano de seu subsolo, o que era cobrado pela Cetesb desde 2004. 

O prefeito Gilberto Kassab, que visita hoje o local, pode pôr fim à interdição, se um novo laudo técnico atestar que não há mais risco de explosão. (Págs. 1 e Cotidiano C1 e C3)

Ricardo Melo: Tucanos arrepiam as penas ao ouvir falar de CPIs

Os tucanos, que controlam a Assembleia e o governo estadual, arrepiam as penas ao ouvir falar de CPIs em seu poleiro. Com a palavra, o Ministério Público. (Págs. 1 e Opinião A2)

Nicolelis faz símio ter sensação em braço (Págs. 1 e Ciência C17)

Nobel de Química é de 'cristal que não deveria existir' (Págs. 1 e Ciência C17)

Assessor demitido no Transporte vai para Senado (Págs. 1 e Poder A10)

Sarah Palin diz que não vai disputar as eleições dos EUA (Págs. 1 e Mundo A15)
Editoriais

Leia "Os limites das greves", sobre paralisações de servidores, e "A ofensiva de Piñera", acerca de projeto do presidente do Chile contra protestos. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo
Manchete: Alckmin cobra deputado que denunciou venda de emendas

Barbiere, que comparou colegas da Assembleia a 'camelôs', deve dizer tudo o que sabe, afirma governador

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), cobrou explicações do deputado estadual Roque Barbiere (PTB) sobre as denúncias de venda de emendas ao Orçamento na Assembleia. “E eu entendo que ele (Barbiere) tem o dever, como homem público, de apontar o que sabe”. Anteontem, o deputado afirmou que seus colegas atuam como "camelôs" e disse ter alertado o governo paulista sobre as irregularidades. Alckmin negou: "Ele não citou um caso para ninguém". O governador disse que o caso “está sendo averiguado com rapidez e rigor" e que as informações sobre as emendas liberadas já foram publicadas pelo governo na internet. "E tudo está transparente." (Págs. 1 e Nacional A4) 
Orlando Morando 
Líder do PSDB na Assembleia
“Ficar acusando e não dar nomes não é coisa de quem quer apurar". (Pág. 1) 

Bancos da UE precisam de até € 200 bilhões

O FMI informou ontem que os bancos da Europa precisam de uma injeção de até € 200 bilhões, que deveriam ser obtidos "por meio de soluções privadas". Mas a saída pode vir do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (Feef). Segundo a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, os países da zona do euro poderão recorrer ao Feef para recapitalizar os bancos, caso não consigam fazer isso sozinhos. (Págs. 1 e Economia B1 e B3) 
Foto-legenda: Center Norte deve reabrir amanhã

Estacionamento vazio no primeiro dia de fechamento do Center Norte, em São Paulo: o shopping, que nos últimos dias instalou 10 drenos para dar vazão ao gás metano existente no subsolo, passa hoje por inspeção da Prefeitura e do governo do Estado e deve ser liberado para reabrir. (Págs. 1 e Cidades C1 e C3) 
Em experiência, mente age sem ajuda do corpo

Pela primeira vez, neurocientistas conseguiram realizar uma comunicação bidirecional entre o cérebro de um primata e uma máquina. Dois macacos resos moveram com o pensamento um cursor na tela de um computador e sentiram a textura – virtual - dos objetos exibidos. "A ação da mente não estaria mais confinada ao organismo humano", diz o brasileiro Miguel Nicolelis, líder da pesquisa publicada na revista Nature. (Págs. 1 e Vida A18) 
Para Brasil, crise líbia "não está resolvida"

O assessor da Presidência Marco Aurélio Garcia disse que a situação na Líbia "ainda não está resolvida" e que os rebeldes também estariam praticando crimes. O Brasil está cauteloso quanto ao futuro governo, disse ele. (Págs. 1 e Internacional Al2) 
Proposta é rejeitada e Correios mantêm greve (Págs. 1 e Economia B7)

"Dilma vive dilema de Hamlet"

Fernanda Montenegro avalia Dilma diante da corrupção, fala da crise na cultura e comenta sua nova peça. (Págs. 1 e Caderno 2)

Cultura
"O ministério parece estar inativo há muito tempo. Falta consenso."
Dilma
"Não é afoita ou histriônica e gosto de saber que não tem experiência política.”

Eugênio Bucci

Judiciário em transe

Nos últimos dias, as placas tectônicas que serviam de alicerce ao edifício da Justiça no Brasil começaram a trepidar em público. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2) 

Fernando Reinach

Pela segregação 

Quando se trata de preservar a biodiversidade e produzir alimentos, a segregação é melhor que a convivência, segundo estudos. (Págs. 1 e Vida A20) 

Notas & Informações

O novo susto na Europa

O sinal de alarme parece ter soado com suficiente estridência para fazer os governos se mexer. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense
Manchete: Steve Jobs 1955-2011: Depois dele, o mundo nunca mais foi o mesmo

Gênio da Apple revolucionou o jeito de as pessoas usarem o celular, ouvirem música e navegarem na internet. (Págs. 1 e Suplemento Especial)
Crise já ameaça os empregos do Natal

Alta do dólar afeta o movimento do comércio no país. Com isso, o Natal deste ano no Brasil deve ser menos aquecido que em 2010, com oferta menor de produtos importados. Lojistas falam até em reduzir o número de contratações temporárias, antes estimadas em 130 mil. (Págs. 1 e 14) 
Por que o Brasil não votou contra Líbia e Síria?

O governo brasileiro se recusa a parecer amigo dos EUA e da Europa. Mas, ao abster-se na ONU, mostra não ter coragem de bater de frente. Diz defender os direitos humanos, mas alinha-se com os ditadores que gostam de atirar em manifestantes. (Págs. 1, 4 e 23) 
Dilma e a “amiga" Hillary

Sofia – Primeiro-ministro Boyko Borisov revela confidência feita por secretária de Estado dos EUA, que afirmou sentir “inveja da Bulgária por ter a presidente do Brasil como amiga”. (Págs. 1 e 2) 
Saúde investiga morte de criança por bactéria

Menina de 10 anos sentiu-se mal no sábado, com dores na garganta, febre, diarréia e vômito. Médicos do Hospital Alvorada Taguatinga e especialistas da Secretaria de Saúde do DF estão intrigados, Nenhum medicamento ministrado foi capaz de deter a infecção. Ela morreu na terça-feira. E a causa da morte ainda é um mistério. (Págs. 1 e 31) 

Saúde

Pesquisa em macacos comprova a existência do sexto sentido. (Págs. 1 e 25)
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Valor Econômico
Manchete: Instabilidade de moedas dá alto retorno a fundos

Os fundos multimercados, carteiras de maior risco que buscam ganhos em todos os tipos de aplicações, ressuscitaram em setembro. Depois de meses com rentabilidades pífias, a alta de 18,14% do dólar ante o real e a queda dos juros no mercado futuro trouxeram oportunidades aos gestores de recursos, que aproveitaram para ir à forra.

Os números mostram que quatro das seis categorias de multimercados acompanhadas pela Anbima conseguiram, na média, superar em setembro a variação do Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI), o juro interbancário que serve de referencial para as aplicações mais conservadoras. Muitas carteiras conseguiram rentabilidades tão atraentes que apenas setembro deve salvar o desempenho de todo o ano. Foi o caso do fundo da Vinci Partners, o Vinci FICFI Multimercado, que ganhou 7,34% em setembro e já acumula 14,02% no ano. Outro, o Fram Capital Amundsen, rendeu 4,15% em setembro e 11,15% no ano. (Págs. 1, D1 e D2)

Foto-legenda: Alvo estratégico

A Eletrobras deve enfrentar concorrentes de peso na disputa pela compra de 21,5% da EDP. Para a estatal brasileira, o negócio é estratégico, diz seu presidente, José da Costa Carvalho. (Págs. 1 e B1)
Preço do etanol assusta o governo

A presidente Dilma Rousseff convocou reunião de emergência para a próxima segunda-feira, segundo apurou o Valor, para discutir a elevação do preço do etanol em pleno auge da colheita da cana-de-açúcar. O governo está preocupado com o impacto na inflação. O preço médio na bomba subiu 28% em 12 meses até setembro e pode levar ao rompimento do teto da meta de inflação neste ano, de 6,5%.

A solução para o problema, até o momento, foi importar etanol de milho dos EUA, mas a disparada do dólar encareceu essa opção. A ameaça de taxar as exportações de açúcar ficaram na retórica. As iniciativas para estimular a produção de cana e a construção de novas usinas ainda patinam. O governo avalia, como uma solução paliativa, a redução da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre o etanol e medidas de desoneração da cadeia produtiva.(Págs. 1 e A3)

País terá centro para alerta de desastres naturais

Antes das chuvas de verão, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação pretende inaugurar um centro nacional de alerta de desastres naturais para prever o risco de deslizamentos de encostas e inundações em 25 cidades brasileiras. Em um primeiro momento, o Cemaden, como foi batizado, trabalhará com as cidades que já têm mapeadas as áreas de risco, mas a ideia é chegar a mil municípios no futuro.

As hipóteses de desastres naturais serão ampliadas e o centro passará a examinar também o risco de incêndios em ecossistemas do Norte e Centro-Oeste, danos provocados pela erosão costeira, a ocorrência de vendavais ou quebras de safras de subsistência no Nordeste em razão das secas. (Págs. 1 e A16)

FMI pode comprar títulos soberanos da zona do euro

Novas iniciativas surgiram ontem como parte dos esforços para conter as crises gêmeas bancária e das dívidas soberanas na Europa. A Alemanha apresentou uma proposta para encorajar as autoridades nacionais da zona do euro a anunciar medidas de proteção caso seus bancos enfrentem dificuldades. Um funcionário graduado do Fundo Monetário Internacional (FMI) disse que o órgão poderá ajudar a amparar os bônus dos países da zona do euro com problemas.

Membros do governo alemão esperam que uma demonstração coordenada das autoridades da zona do euro de que possuem planos contingenciais para seus bancos venha a acalmar os mercados em seus temores de uma crise bancária na região. (Págs. 1, C1, C2, C7 e C8)

Indústrias vão investir R$ 3,4 bi em energia eólica

As indústrias eletrointensivas pretendem investir cerca de R$ 3,4 bilhões na construção de novos parques eólicos, com capacidade para gerar até 1.000 megawatts. O interesse é especialmente grande entre seis empresas: Alcoa, Camargo Corrêa Cimentos, CSN, MPX, Vale e Votorantim. Todas iniciaram estudos sobre o tema.

Os investimentos devem ocorrer até 2020, segundo a Abiape, associação que representa os autoprodutores de energia. O planejamento das empresas que geram eletricidade para consumo próprio indica a intenção de ampliar a capacidade em 6 mil MW. Um sexto disso seria por meio de eólicas, alternativa até então ignorada pelos grandes da indústria pesada. (Págs. 1 e A2)

Brasil vende foguetes para Suécia e Alemanha

O Brasil se transformou em um dos principais fornecedores de foguetes de sondagem - veículos suborbitais que podem transportar experimentos científicos a altitudes superiores à atmosfera por períodos de até 20 minutos. O Centro Aeroespacial Alemão e a estatal sueca Swedish Space Corporation compraram 21 motores-foguete do veículo de sondagem VSB-30, utilizado com sucesso em mais de 11 lançamentos no Brasil e na Suécia. O negócio, segundo o diretor do Instituto de Aeronáutica e Espaço, responsável pelo desenvolvimento dos foguetes de sondagem, brigadeiro Francisco Carlos Melo Pantoja, está avaliado em 3 milhões.

O interesse dos europeus pelos foguetes de sondagem brasileiros, desenvolvidos com a ajuda alemã, envolve outros modelos. Segundo o presidente da Swedish Space, Lars Persson, a missão espacial Shefex II, que levará um veículo hipersônico europeu, será feita pelo foguete brasileiro VS40 M, mais potente e veloz que o VSB-30. (Págs. 1 e B10)

Consolidação e serviços integrados

Claro, Embratel e Net, ligadas à América Movil, lançaram ontem a oferta combinada de serviços de telefonia fixa, celular, banda larga e TV por assinatura. Hoje, a Telefônica anuncia o início de sua operação fixa fora de São Paulo, com infraestrutura da Vivo. (Págs. 1 e B3) 
Gávea entra na OOG

A Gávea Investimentos, gestora de recursos do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, assumiu participação de 5% na Odebrecht Óleo e Gás (OOG). O valor do aporte não foi divulgado. (Págs. 1 e B8)
Proteção para máquinas

Até agosto, o déficit comercial do setor de máquinas e equipamentos somam US$ 12,13 bilhões. O setor negocia medidas de proteção com o governo e a expectativa é que medidas sejam anunciadas em cerca de dez dias. (Págs. 1 e B9)
Renault aumenta a produção

A Renault vai investir R$ 1,5 bilhão em sua fábrica de São José dos Pinhais para elevar a capacidade de produção dos atuais 280 mil para 380 mil carros por ano. A meta é alcançar 8% de participação no mercado brasileiro de automóveis até 2016. (Págs. 1 e B9)
Parceria imobiliária

Cyrela e GPA Malls & Properties, braço imobiliário do grupo Pão de Açúcar, lançam em novembro empreendimento residencial e comercial na zona oeste de São Paulo, com investimento de R$ 340 milhões. (Págs. 1 e B10) 
Licitação dos caças

Boeing recebe delegação de empresários brasileiros em busca de apoio a seu F-18 Super Hornet na disputa pela venda de 36 caças à FAB, contrato estimado em até US$ 8 bilhões. (Págs. 1 e B10) 
Paraguai pede ajuda contra aftosa

O Paraguai solicitou ontem ao Comitê Veterinário Permanente do Mercosul o envio de especialistas em saúde animal dos países vizinhos para atuarem no combate ao foco de aftosa em seu território. As exportações seguem suspensas. (Págs. 1 e B13)
Competitividade reduzida

A elevação dos salários e a valorização do câmbio nos últimos anos eliminaram a possibilidade do Brasil se transformar em plataforma internacional dos grandes fabricantes de máquinas agrícolas, afirma o CEO mundial da americana AGCO, Martin Richenhagen. (Págs. 1 e B13)
Solução caseira

Com o mercado restrito para captações no exterior em consequência da crise, empresas brasileiras começam a recorrer ao mercado de capitais local, que até agora tem se mostrado mais resistente ao aumento da aversão ao risco. (Págs. 1 e C1) 

Ideias

Alexandre Schwartsman

Desenrolar da cena política na Europa indica que restará ao BCE exercer o papel de emprestador de última instância. (Págs. 1 e A15)

Ideias

Carlos Viana de Carvalho

Crise, inflação acima da meta e troca de comando dificultam antever as futuras decisões do BCE sobre a taxa de juros. (Págs. 1 e Al5)
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Estado de Minas
Manchete: Se beber, não fale alto. Senão...

MP exige da Prefeitura de BH medidas para evitar que barulho dos bares perturbe os vizinhos

Por considerar que o Executivo tem sido omisso em relação à poluição sonora, a Promotoria de Defesa do Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo enviou comunicado cobrando o cumprimento da Lei do Silêncio e do Código de Posturas. Entre as ações recomendadas para as casas noturnas, que são responsáveis por 55% das reclamações por ruído acima dos limites, estão a implantação de tratamento acústico, restrição do horário de funcionamento e de permanência de mesas na calçada e o oferecimento de estacionamento coberto. Se nada surtir efeito, o estabelecimento sofreria interdição. (Págs. 1, 21 e 23)

Na Europa: Visita para marcar força entre os ricos

O enviado especial à Bulgária, Paulo Silva Pinto, mostra a recepção a Dilma Rousseff no país. Visita à terra natal de seu pai tem como objetivo consolidar a força da presidente na Europa. Em discurso, Dilma disse que as nações desenvolvidas estão em uma encruzilhada, por não conseguirem equilibrar ajustes fiscais e estímulos ao crescimento. (Págs. 1 e 3)

Projeto veta batismo de ruas pelos vereadores (Págs. 1 e 10)

Paralisação: Sindicato rejeita proposta e greve dos Correios continua (Págs. 1 e 18)

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Jornal do Commercio
Manchete: Guerra às cinquentinhas

Comitê Estadual de Prevenção aos Acidente de Moto anunciou que, a partir de agora, motos de 50 cilindradas serão paradas nas blitz e quem estiver sem capacete ou habilitação será notificado e terá o veículo apreendido. (Págs. 1 e Cidades 2)

Cerca de 8 mil empregos sobrando

Mais da metade das vagas temporárias de Natal, ainda não foram preenchidas, segundo pesquisa da Fecomércio. A maioria delas é para vendedor, mas há oportunidade para caixa, estoquista e repositor. (Págs. 1 e Economia 1)
Foto-legenda: Greves (Págs. 1 e Economia 4)

Estado reforça sua estrutura contra o crack (Págs. 1 e Cidades 1)

Mais uma eleição sem reforma política (Págs. 1 e 6)

Planos de saúde "pagam" ao SUS R$ 76,1 milhões (Págs. 1 e Economia 4)

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Zero Hora
Manchete: Sem reforma, país já tem 29 partidos

Presidente do TSE diz que proliferação de siglas cria“hiperpartidarismo”. (Págs. 1, 6 e 10)

Novo prazo: Secretário promete hidrovia para dia 27

Depois de 30 anos, travessia Porto Alegre-Guaíba está mais perto de sair do papel. (Págs. 1 e 37)

Bulgária: O encontro de Dilma com as origens

Presidente fará uma rápida visita a Gabrovo, cidade onde seu pai nasceu, em 1900. (Págs. 1 e 12)

Dos 15 aos 29: Meia-entrada para jovens é aprovada

Senado vota proposta que prevê ainda meia-passagem. (Págs. 1 e 32)

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Brasil Econômico
Manchete: Armínio Fraga se une à Odebrecht

A Gávea, fundo de investimento do ex-presidente do Banco Central, compra participação na empresa de petróleo e gás do grupo baiano para reduzir riscos de outros negócios sujeitos à crise mundial. (Págs. 1 e 4)
Na contramão, Oracle vai do software para o hardware

Mark Hurd, presidente mundial da companhia, revela ao BRASIL ECONÔMICO sua estratégia para crescer em todas as pontas do mercado corporativo. (Págs. 1 e 18)
NET, Claro e Embratel juntam serviços em um só pacote

As três operadoras pertencentes ao magnata mexicano Carlos Slim vão oferecer um combo que inclui telefonia fixa, móvel, internet e tevê paga. (Págs. 1 e 19)
Alta do dólar reforça tendência de estouro da meta de inflação (Págs. 1 e 30)

Dilma pede, na Europa, que saída da crise evite exclusão social (Págs. 1 e 38)

Disposição europeia para ajudar bancos anima as bolsas

Recapitalização é estimada em € 200 bilhões, montante considerado pequeno por investidores. (Págs. 1 e 32)
De carona

Gigante da área química, a Lanxess, de Axel Heitmann, vai instalar duas fábricas para atender montadoras. (Págs. 1 e 20)
Biocombustível decola

Companhias aéreas inauguram rotas cujas aeronaves utilizam querosene de aviação “verde”. (Págs. 1 e 14)

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