Em Campos, retirada de óleo vazado pela Chevron é "muito difícil", diz presidente do Ibama



Os danos causados pelo vazamento de petróleo no campo do Frade, na bacia de Campos, litoral fluminense, só serão mensurados depois de uma análise de dano ambiental a ser concluída apenas com o fim do derrame. É essa a avaliação feita nesta terça-feira (22) pelo presidente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais), Kurt Trennepohl. Segundo ele, os especialistas estão retirando “muito mais volume de água que de petróleo” da região.


Maurício Savarese 
Neste momento, especialistas tentam diluir a camada de óleo do oceano com um jateamento de água. Ainda assim, Trennepohl não deu previsão sobre quando o problema terá sido completamente resolvido. “Quando a mancha sumir, não significa que o óleo sumiu. Nas condições que o óleo está, os técnicos reconhecem que o recolhimento do óleo é muito difícil”, disse.

Comentários