Crime da mega-sena: ‘Traí o Renné porque ele não tinha ereção’


Viúva de milionário confessa que teve relacionamento sexual com motorista
Principal acusada da morte de Renné Senna, o lavrador que em 2005 ganhou R$ 52 milhões na Mega-Sena, e viúva do milionário, Adriana Almeida, afirmou ontem durante o julgamento do crime no Fórum de Rio Bonito que traiu a vítima. A ex-cabeleireira disse que mantinha um relacionamento paralelo com o motorista Robson Andrade porque ela sentia desejo e não era satisfeita por Renné, que sofria de disfunção erétil.
"Eu traí o René com o Robson no final do ano de 2006, já que René estava com problemas em manter a ereção. Eu traí por carência, apenas por satisfação sexual. René era ciumento, mas não desconfiava do caso.
Adriana afirmou ainda que o marido nunca desconfiou que ela tivesse amante e negou que pensasse em deixar Renné para viver com Robson, contrariando o depoimento do motorista, na terça-feira.
A promotora Priscila Naegelle Vaz, responsável pela acusação do júri da morte de Renné, vai pedir a absolvição de três dos quatro acusados pelo crime. O Ministério Público (MP) sustentará a inocência dos PMs, Marco Antônio Vicente e Ronaldo Amaral e da personal trainer, Janaína Oliveira. A promotora pedirá apenas a condenação de Adriana, acusada de ser a mandante do assassinato. Mesmo assim, todos ainda podem ser condenados A sentença deve ser proferida hoje.
Meia Hora

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