Ilhas no Pacífico já estão em 2012


Um espetáculo de fogos de artifício, que durou cerca de 12 minutos, recebeu o Ano Novo na baía de Sydney, ante mais de um milhão de pessoas, abrindo as celebrações no mundo pela chegada de 2012.
A Austrália foi um dos primeiros países a entrar em 2012. O céu de Sydnei ficou iluminado. A tradicional queima de fogos em Harbour Bridge também reuniu milhares de pessoas.O show foi desenhado por Marc Newson. Assim como o que costuma acontecer em Copacabana, os fogos são extremamente diversificados em cores e formatos.  
Na Nova Zelândia, a chuva, que causou a cheia de alguns rios, obrigou o cancelamento dascelebrações previstas para Wellington e a festa ficou apenas para Auckland. No Japão, o final do ano foi marcado pelo luto, em memória da tragédia de Fukushima, pelo que as familias aproveitaram o dia para ir aos templos; o mesmo aconteceu nas Filipinas, onde a tempestade tropical Washi causou 1.250 mortos em dezembro; 73.000 filipinos estão desabrigados e vivem em centros de acolhimento.
A Europa fechará um ano marcado pelo questionamento da própria moeda comum e pela ameaça de recessão, sem estar convencida de que o próximo será melhor.
Os festejos europeus começam na Rússia, com um castelo de fogos de artifício na Praça Vermelha de Moscou e um grande espetáculo retrô de música dos anos 70 e 90, retransmitido em telões, recordando as festas celebradas no passado, na praça Lubianka, em frente aos escritórios da então KGB.
Na Finlândia, o centro de Helsinque, que faz 200 anos, apresenta-se todo iluminado, numa extensão de três quilômetros.
Em Paris, dezenas de milhares de pessoas, aguardam as comemorações nos Champs Elysées e aos pés da Torre Eiffel.
Os italianos preparam-se para um grande concerto na avenida do Foro Imperial de Roma. Em Veneza, um castelo de fogos de artifíciao vai iluminar o Grande Canal.
Londres dará as boas-vindas a seu ano olímpico com os tradicionais fogos sobre o rio Tâmisa, ao qual se seguirão as 12 badaladas do Big Ben. As estrelas de 2011, os príncipes William e a duquesa de Cambridge, vão se despedir do ano no palácio do Balmoral, na Escócia, junto com o restante da família real.
Na Holanda, Amsterdã quer este ano reinstaurar uma tradição: pouco antes da meia-noite, um casal de bonecos de 14 metros de altura e com roupas tradicionais, vão trocar um beijo.


Do outro lado do Atlântico, espera-se um milhão de pessoas na Times Square, em Nova York, para assistir a uma tradição centenária: a descida, à meia-noite, durante 60 segundos, de uma bola de cristal colorida. Este ano, a encarregada de lançr a bola será a cantora Lady Gaga.
Mas, para assistir à cerimônia, será preciso passar por detectores de metais.
Na América Latina, parte das antigas colônias espanholas celebram a chegada do Ano Novo como na Espanha, comendo 12 uvas ao soar da meia-noite.
Também há outras tradições, "mais locais": dois milhões de brasileiros e turistas vestidos de branco assistirão, em Copacabana, no Rio de Janeiro, à chuva de fogos de artifício, lançando ao mar flores brancas, vermelhas ou amarelas, em oferenda a Iemanjá, para que sejam cumpridos os desejos de paz, amor e dinheiro.
Com AFP

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