Operação Lei-Seca tem apoio da Polícia Rodoviária e de Polícia Militar


A Operação Lei Seca, na noite de ontem (30), nas quatro pistas da Avenida Brasil, na altura do bairro  Irajá, Zona Norte, teve o apoio de 25 policiais do Batalhão de Polícia Rodoviária da Polícia Militar (BPRv) e 35 agentes da Operação Lei Seca. A previsão era vistoriar cerca de 300 veículos durante a madrugada, sobretudo os que saem em direção a Via Lagos e Costa Verde.
Segundo o coordenador da Operação Lei Seca, major Marco Andrade,- Este é um grande trabalho realizado pelo Governo do Estado para garantir a segurança dos motoristas nas saídas da cidade para a festividade do Réveillon. A ideia é proporcionar que as pessoas peguem as estradas de uma forma segura, principalmente nesta via, a principal da cidade  – explicou.


Lançada em 19 de março de 2009 pela Secretaria de Governo, a Operação Lei Seca é uma campanha educativa e de fiscalização, de caráter permanente, que abrange os bairros da capital do Rio de Janeiro e municípios da Região Metropolitana (Niterói, São Gonçalo e Maricá) e da Baixada Fluminense.
O militar Marcelo Queiroz, de 42 anos, disse que a Operação Lei Seca é importante, pois evita a morte de várias pessoas no trânsito.
"Acredito que o consumo de bebida alcóolica seja o maior fator de acidentes. Temos que colaborar para que esta ação se estenda em todo o Estado. Todos têm o dever de fazer a sua parte", ressaltou.
Se após realizar o teste do bafômetro o motorista for pego dirigindo com 0,1 miligrama de álcool por litro de ar expelido (mg/l) dos pulmões, o indivíduo recebe multa de R$ 957,70 e tem suspenso o direito de dirigir por um ano. Se apresentar nível acima de 0,3 mg/l, pode sofrer detenção de seis meses a três anos, receber multa de R$ 957,70 e pode até ser proibido de dirigir.
Pela segunda vez parado em uma operação, o motorista Jeferson Roque, diz achar essencial que as pessoas se conscientizem, pois a iniciativa não é contra a bebida e sim contra a mistura nociva e fatal de direção com o álcool.
"Se beber, pegue um táxi, um ônibus ou carona com amigos. Há como se divertir sem expor a vida de ninguém a risco", finalizou.

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