Frase do dia

“O amor é tudo”
(Jesus Cristo)







sábado, 6 de agosto de 2011

Em Cabo Frio, homem tem 100% do corpo queimado e morre em hospital de Búzios


Ele foi encontrado amarrado e queimado. O corpo não foi identificado e será encaminhado para o IML de Cabo Frio

Um homem morreu depois de ter 100% do corpo queimado em Cabo Frio. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, a vítima foi resgatada na estrada nova que liga Cabo Frio a Búzios, próximo ao Condomínio dos Pássaros, e deu entrada no Hospital Rodolpho Perissé, em Búzios, por volta das 7h15 da manhã. Além das queimaduras, o homem teve traumatismo craniano e não resistiu aos ferimentos.

O corpo ainda não foi identificado, mas o homem parece ter entre 40 e 45 anos. O corpo será encaminhado ao IML de Cabo Frio e o caso será investigado pela delegacia de Búzios.

Intertv

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Crea-RJ alerta para nova catástrofe na região serrana do Rio

Relatório será entregue ao Ministério Público para forçar prefeituras a tomar providências
Sérgio Vieira
região serrana

Crea-RJ afirma que Campo Grande, em Teresópolis, está abandonada pelo Poder Público


O relatório preliminar do Crea-RJ (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Rio de Janeiro) sobre a inspeção das áreas atingidas na tragédia das chuvas de janeiro nas cidades de Teresópolis e Nova Friburgo, na região serrana do Estado do Rio de Janeiro, revela que nenhuma grande providência foi tomada para evitar que novos deslizamentos em áreas de risco ocorram se houver chuvas intensas, que devem ocorrer já a partir de outubro de 2011.

Lei Maria da Penha completa cinco anos

Desde 2006, governo registrou mais de 434 mil relatos de violência contra mulher

Criada para tornar mais rigorosa à pena contra quem agride mulheres, a Lei Maria da Penha completa neste domingo (7) cinco anos em vigor. Hoje (5), o governo comemorou a data com um evento no Rio e apresentou os avanços em relação às políticas públicas para a mulher.
Dados que foram divulgados no evento sobre o serviço 180, a central de atendimento sobre violência contra a mulher do governo federal, indicam que, desde abril de 2006, quando o serviço foi criado, até junho deste ano, foram registrados 1,952 milhão de atendimentos, dos quais 434.734 (22,3%) relatos de violência contra a mulher à Lei Maria da Penha.
Entre os registros estão violência física, violência psicológica, violência moral, violência patrimonia, violência sexual, cárcere privado e tráfico de mulheres.
Somente no primeiro semestre deste ano, foram 293.708 atendimentos, sendo 30,7 mil relatos de violência contra a mulher.
A expectativa do governo federal é que a validação da lei no Supremo Tribunal Federal (STF) a torne mais eficiente para o combate à violência contra a mulher. Juízes chegaram a afirmar que a norma fere a Constituição e a igualdade entre homens e mulheres. Desde 2007, tramita no STF um pedido feito pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que a Corte declare a lei constitucional. A ação foi proposta pelo ex-presidente Lula para evitar brechas e uniformizar o entendimento da Justiça sobre a lei.
A ministra da Secretaria das Mulheres, Iriny Lopes, afirmou em entrevista que a expectativa do governo é “positiva” em relação à manifestação da mais alta Corte brasileira.
“É um presente que o STF dará não só às mulheres, mas à sociedade. É responsabilidade passar paz e confiança para essas mulheres que são agredidas perante os filhos. Nossa expectativa é positiva porque um agressor impetrou um habeas corpus no STF, e o voto do relator já indicava que não havia inconstitucionalidade na lei”, afirmou a ministra.


Supremo
O julgamento de um habeas corpus, em março deste ano, foi uma amostra de como a atual composição do plenário do Supremo vê a Lei Maria da Penha. Por unanimidade, os ministros negaram o recurso de Cedenir Balbe Bertolini, condenado a prestar serviços à comunidade por ter dado empurrões em sua companheira.
Ele recorreu ao STF porque, de acordo com a legislação de processo criminal, é possível pedir suspensão do processo em casos de pena mínima de um ano. Mas a Lei Maria da Penha impede a concessão desse tipo de benefício aos agressores de mulheres.
“Estamos aguardando a votação. Não se trata só de punir. A lei é muito abrangente. A lei já alterou a sociedade, ela ficou muito conhecida e pode até ter um caráter pedagógico”, disse a ministra Iriny Lopes.
Durante o julgamento, todos os ministros defenderam a validade da lei e lembraram a desigualdade que marca os casos de violência contra as mulheres. “[A lei], além de constitucional, é extremamente necessária porque é no seio da família que infelizmente se dá as maiores violências e as maiores atrocidade”, afirmou o ministro Dias Toffoli na ocasião.
“Todas às vezes em que uma de nós é atingida, todas as mulheres do mundo são. É a autoestima que vai abaixo. É esta mulher que não tem mais condições de cumprir seu papel com dignidade e estamos falando da dignidade humana”, declarou no julgamento a ministra Cármen Lúcia.
Diante dos ataques à Lei Maria da Penha, em junho de 2010, o então procurador-geral da República, Roberto Gurgel, também ajuizou uma ação pedindo que o Supremo defina uma contradição que provoca distúrbios na interpretação da lei.
A Lei Maria da Penha permite que o processo contra o agressor seja extinto se a mulher retirar queixa. Mas o ex-procurador pede que o Supremo interprete a lei de forma a não permitir que a queixa seja desfeita e, com isso, garanta “resposta a um quadro de impunidade de violência doméstica contra a mulher”. As duas ações são de relatoria do ministro Marco Aurélio Mello.

Balanço dos cinco anos
Para a ministra Iriny Lopes, o serviço 180 ajuda na eficácia da lei. “O crescimento da utilização do serviço é contínuo nos últimos quatro anos. Cada vez mais o 180 é utilizado pela confiabilidade no serviço e garantia de anonimato de quem denuncia. As mulheres se sentem seguras e encorajadas ao usarem o 180”, disse Iriny.

Perfil da mulher que denuncia

A secretaria levantou o perfil da mulher que entra em contato com o serviço. Segundo dados da pasta, a maioria é parda (46%), tem entre 20 e 40 anos (64%), cursou parte ou todo o ensino fundamental (46%), convivem com o agressor há mais de dez anos (40%) e 87% das denúncias são feitas pela própria vítima.
O balanço registrou que 59% das vítimas declararam não depender financeiramente do agressor e, em 72% das situações, os agressores são os maridos das vítimas. Os números mostram, ainda que 65% dos filhos presenciam a violência e 20% sofrem violência junto com a mãe.
O estado de São Paulo lidera o ranking de procuras pelo 180 com 44, 4 mil atendimentos, seguido pela Bahia com 32 mil. Em terceiro lugar aparece Minas Gerais com 23,4 dos registros.

Desafios
Para a ministra Iriny Lopes, além da manifestação do STF, o desafio da lei é ampliar as redes de proteção nos Estados, como instalações de abrigos, delegacias e tratamento das vítimas.
 “A casa-abrigo é o fim da linha. É quando a mulher corre riscos dentro de casa e precisa ir para lá. Tem lugar no Brasil que não tem, por exemplo. Quando seremos vitoriosas? Quando estas casas virarem bibliotecas, pinacotecas. Por enquanto, precisamos ampliar a rede”, defendeu a ministra.
Com a Lei Maria da Penha, foram criados cerca de 50 juizados pelo país especializados em violência doméstica. Mas ainda não estão instalados nos Estados de Sergipe, Paraíba e Rondônia. A ministra disse à reportagem que esteve na Paraíba e discutiu a instalação de juizados no Estado, mas ponderou que a decisão depende do Judiciário e governos estaduais.
Desde a criação da Maria da Penha, 110,9 mil processos de 331,7 mil foram sentenciados. Foram decretadas 1.577 prisões preventivas, 9.715 prisões em flagrante e 120.99 audiências designadas, segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), divulgados em março deste ano.
Do restante, foram 93.194 medidas protetivas, 52.244 inquéritos policiais e 18.769

Mais uma mulher morta, mais um jogador de futebol envolvido


Mãe diz que jogador da Portuguesa agrediu sua filha há 2 semanas

A mãe de Flávia de Lima, 16 anos, que morreu na madrugada do último domingo (6) após cair do prédio onde morava, na Vila Carrão, zona leste de São Paulo, Luara Adriana de Lima, 38 anos, afirmou na terça-feira (9) que o atacante da Portuguesa Rafael Silva, namorado da vítima, a agrediu duas semanas antes da morte da filha. Segundo ela, o jogador costumava ficar agressivo quando bebia. Luara disse que chegou a ir à delegacia, mas não registrou queixa.
De acordo com a mãe, foi ela quem chamou a polícia, após a filha ter ligado para ela. "O Rafael estava bêbado, batendo nela. Quando cheguei no prédio, a polícia já estava lá. Fomos para o 10º Distrito Policial e o escrivão falou se não era melhor resolver isso em família. Não houve omissão da polícia, mas fomos nós que não quisemos levar o caso adiante", disse.


Segundo a mãe, quando retornou ao apartamento, a cena era de destruição. "Não parecia apartamento. Havia várias garrafas de uísque quebradas, de vodca, que minha filha quebrou, irritada pelas bebedeiras dele. A mesa estava quebrada, havia marca dos pés dele na porta. Ele estava transtornado. Dizia que queria comer gillete.
De acordo com a mãe, a família não acredita em suicídio. "Não acredito que a minha filha tenha se matado. Não guardo sentimento nenhum dentro de mim. Não estou acusando ninguém. Não acredito que ele tenha feito isso, mas também não acredito que ela tenha se matado. Descarto plenamente. Isso não foi um acidente. Ontem enterrei minha filha e hoje quem está morta sou eu", afirmou.
Na segunda-feira, Rafael prestou depoimento por cerca de seis horas à polícia. Ele afirmou que, durante uma discussão, a namorada tentou se atirar pela janela de um dos quartos, mas foi segurada por ele. Em seguida, com parte da roupa rasgada, ela teria corrido até a sacada e de lá caiu de uma altura de cerca de 50 m.
Após as testemunhas serem ouvidas, o caso será encaminhado para a 5ª Seccional de Polícia (Leste), que ficará encarregada das investigações. A perícia tem 30 dias para concluir a investigação.



Entrevista - Maria da Penha



“A Justiça Brasileira ainda é machista”

Uma das maiores personagens da luta pelos direitos da mulher é a farmacêutica Maria da Penha Maia Fernandes. Há 28 anos, ela foi vítima da agressão do marido e quase morreu. Desde então, tem dedicado sua vida à combater a violência contra a mulher. Sancionada em 07 de agosto de 2006, a Lei 11.340 - que protege vítimas de violência doméstica -  recebe o nome de Lei Maria da Penha em sua homenagem.
Aos 71 anos de idade — boa parte deles dedicados à punição de seu agressor, o ex-marido com quem viveu por sete anos e com quem teve três filhos — ela afirma que se orgulha dos anos de luta.

Algum dia você imaginou que daria tanto seu tempo a uma causa social como a da violência contra a mulher?
Esse resultado foi fruto de muita luta pra questão de punir meu agressor. Ele continuava utilizando recursos, até mesmo fora do prazo, que contribuíram para a quase prescrição do crime. Ele só foi preso por conta da pressão internacional. Faltando três anos para o crime prescrever, eu tive contato com a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos). Houve uma decisão contrária ao Brasil e só assim mudaram as leis do país.

O que aconteceu naquele dia, em 1983?
Eu estava dormindo, acordei com um tiro. Não vi quem atirou. Mas depois foi descoberto que ele tinha sido o autor dessa tentativa de homicídio. O julgamento demorou oito anos. Ele foi condenado, mas saiu da prisão por conta de recursos. O segundo julgamento demorou mais quatro anos. Novamente, condenado. Foi nesse intervalo entre um julgamento e outro que eu fui atrás pra provar que não fazia sentido uma pessoa que cometeu um crime como esse estar em liberdade.

Com o tempo, é possível imaginar que você tenha ganhado forças pra lutar contra isso. Mas, naquele primeiro momento...
Eu não criei forças pra lutar. Não existia nada que favorecesse a mulher. Pra se ter uma ideia, só em 1985 foi criada a primeira Delegacia da Mulher. Não existia essa visibilidade. Não existia um aparato legal. Se você quisesse sair de casa, perdia até o direito de voltar.

E como conseguiu a separação definitiva?
Depois de quase assassinada, fiquei quatro meses no hospital e, quando saí, fiquei em cárcere privado. Só então eu pedi a separação de corpos e consegui sair da companhia dele. Voltei a morar com meus pais. O comportamento dele (ex-marido) mudou depois que ele conseguiu ser naturalizado brasileiro. Para ser naturalizado, ele contou com o casamento e os filhos. No momento em que ele conseguiu, mudou a maneira de ser.

De 1983 pra 2006, quando foi criada a lei, são muitos anos. O que te fez insistir?
Eu me sentia muito mal. Não sabia como responder para meus amigos e familiares. Quem não conhece a Justiça, pensa que o Poder Judiciário é justo. Mas existem juízes e juízes. Desembargadores e desembargadores. A conduta deles está muito ligada à cultura. Eles se criaram e se educaram numa cultura machista. O homem pode tudo e a mulher não pode nada. Ainda hoje é assim, mas isso tem que ser mudado.

Nunca mais casou depois?
E você acha que dá tempo? (Risos). A causa é muito abrangente.

Isso não te faz sentir arrependimento?
Não, porque eu acho que isso é uma coisa muito importante. Quando eu comecei a tomar conhecimento do que é a violência de gênero, vi que era uma coisa aberrante. Nossos descendentes precisam ter um futuro com a garantia da não-violência.

Você ainda encontra, hoje em dia, muitas mulheres que te procuram, que vêm te cumprimentar?
Em todo lugar onde eu vou. Sempre tem alguém querendo contar alguma coisa. Isso é muito importante, saber que você está ajudando.

Cinco anos depois, muita coisa mudou?
O que a gente percebe é que apenas nas grandes cidades — com algumas exceções, claro — é que a lei está implementada. Ainda falta muito. As cidades pequenas ainda não têm estrutura de atendimento.

A história ainda se repete?
Claro. A mulher tem vontade de sair daquela vida de violência. Muitas vezes ela tem a informação, mas não tem onde denunciar no seu município.

Você tem três netos, ainda crianças. O que diria para as duas meninas se tivesse que deixar uma mensagem pra elas agora?
Que elas não permitam que nenhum homem as maltrate.
Fonte: Terra Magazine

Número de homicídios cresce na Região dos Lagos


O aumento do número de homicídios e de roubos de veículos em Búzios, Cabo Frio e demais cidades da Região dos Lagos, no primeiro semestre deste ano, acionou o sinal de alerta na Secretaria de Segurança. Na contramão do estado, que tem registrado queda no número de homicídios a Região dos Lagos teve aumento de 11,7% neste primeiro semestre, em comparação com 2010. Foram 116 mortes de janeiro a junho de 2011, contra 102 nos mesmos meses do ano passado. De acordo com a socióloga Elizabete Sussekind, essa mudança pode ter relação com a instalação das UPPs.
"Eu acredito que um aumento substancial e significativo como 11% tenha relação com algum tipo de atividade que esteja sendo realizada pela Secretaria de Segurança, no caso a instalação de UPP's. De fato, esses criminosos devem estar fugindo para determinadas áreas e uma delas é a Região dos Lagos", afirmou.
Nesta quinta-feira (04), delegados e comandantes de companhias da PM de Búzios, Cabo Frio, Saquarema, Araruama, Iguaba, São Pedro da Aldeia e Arraial do Cabo foram convocados para uma reunião de emergência, para traçar novas metas e estratégias de combate à violência.

Estado e professora são condenados a pagar R$ 5.000 por puxão de orelha em aluno


Caso aconteceu dentro de sala de aula de uma escola


A Justiça condenou o Estado do Rio e uma professora da rede estadual de ensino a pagar R$ 5.000 por danos morais a um aluno que levou um puxão de orelha em sala de aula. 
No processo, o menino representado por sua mãe, conta que a professora Eliane Luiz Fernandes o puxou pela orelha e o arrastou até o lugar onde a mesma achava conveniente que ele sentasse, afirmando, em seguida, para os demais alunos “que isso sirva de exemplo para vocês”.
Para o juiz Milton Delgado Soares, da 2ª Vara Cível de Itaguaí, a forma pela qual a professora tentou repreender o aluno foi extremamente excessiva e vexatória para uma criança em formação educacional, já que ocorreu na presença de todos os seus colegas de classe.
- O professor deve ser um exemplo para os seus alunos, pois do contrário deverá procurar outra função, motivo pelo qual entendo que a atitude da professora em sala de aula e na presença de toda a classe é lamentável, justificando a presença de todos os elementos necessários para a responsabilização pelos danos de ordem moral suportados pelo menor.

Atleta buziano é o primeiro na história da vela brasileira a participar do Mundial Universitário na China


Segundo no Ranking Brasileiro da Classe RSX Adulto, o windsurfista buziano Albert Carvalho, integra a delegação brasileira que vai representar o país pela primeira vez no Campeonato Mundial Universitário da China.
Com apenas 20 anos de idade, mas acostumado com vitórias, Albert foi o primeiro colocado nos Jogos Sul Americanos realizados na Colômbia, o que lhe valeu a vaga no Mundial da China.
- O Brasil participa pela primeira vez deste Mundial, já visando treinar e fortalecer a equipe nacional para as Olimpíadas 2016, do Rio. Estou muito satisfeito em integrar a delegação que representa meu país e espero trazer uma medalha – diz Albert.
O atleta que estuda Educação Física na Universidade Veiga de Almeida, agradece o apoio da Prefeitura de Búzios através da secretaria de Esporte e Lazer.
- A prefeitura é minha parceira e me ajuda sempre com passagens aéreas, uniforme ou alimentação. Estou viajando com a Delegação Brasileira, e a prefeitura está me ajudando com alimentação. Também aproveito para agradecer a Academia Pérola e o restaurante Boom, que me apóiam – completa. O Campeonato Mundial Universitário de Vela acontece do dia 08 ao dia 24 de agosto na China.

Em Araruama, morre o ex-prefeito Henrique Valladares



André Mônica decreta luto de três dias e adia inauguração

Morreu hoje, pela manhã, vítima de ataque cardíaco, o ex-prefeito de Araruama, Henrique Carlos Valladares. O corpo está sendo velado na Câmara Municipal de Araruama, e será encaminhado à tarde para o Rio de Janeiro, onde será cremado. 
Em respeito à memória do amigo, o prefeito André Mônica decretou luto de três dias, e adiou a inauguração da Praça Jones Azevedo Cruz, e da quadra Jefferson dos Santos Marinho, ambas no bairro Mutirão, e que aconteceriam na manhã deste sábado.
Henrique Valladares tinha 62 anos, era casado com Ana Luíza Lube Valladares, e pai de oito filhos. Empresário, foi prefeito de Araruama entre 1993 e 1996, e atualmente presidia o PDT do município. Cardiopata, o ex-prefeito havia passado por uma cirurgia de transplante de coração em 2003. 

TSE cassa mandato do prefeito que contratou um terço dos eleitores para trabalhar na campanha


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, na sessão de ontem (4), cassar o mandato do prefeito de Filadélfia, município de Tocantins, Cléber Gomes do Espírito Santo (PP), por abuso de poder econômico. De acordo com o Ministério Público Eleitoral (MPE) ele contratou 1.422 cabos eleitorais, além de 350 veículos, para prestarem serviços na campanha eleitoral de 2008. O município tem pouco mais de seis mil eleitores e menos de nove mil habitantes.


O Tribunal Regional Eleitoral de Tocantins (TRE-TO) decidiu pela improcedência do recurso, ao entender que a corrupção eleitoral não foi comprovada e que os gastos com pessoal e locação de veículos, apesar de excessivos, não superaram o limite previamente estabelecido pelo partido do candidato, de R$ 1 milhão, daí não poder se falar em abuso do poder econômico.

Para o MPE, embora a contratação de pessoal e veículos para realização de campanha sejam despesas eleitorais permitidas pela legislação, a Justiça Eleitoral não deve tolerar abusos que venham a frustrar a igualdade de oportunidades que deve existir entre os candidatos e, em consequência, desequilibrar a disputa. Sustentou que, no caso, a prestação de contas do candidato registrou um gasto total de R$ 827.021,00, sendo R$ 337.141,00 em despesa com pessoal e R$ 276.347,00 com locação de veículos.

Para o relator, ministro Gilson Dipp, “o significativo valor empregado na campanha eleitoral especialmente de veículos e cabos eleitorais, configura o abuso de poder econômico e a potencialidade lesiva para desequilibrar a disputa entre os candidatos”. A decisão foi unânime.

BB/LF

Processo relacionado: Respe 191868

Baixa umidade do ar pode causar doenças


A baixa umidade do ar, comum no período da seca principalmente no Centro-Oeste do país, pode provocar doenças respiratórias. O clima seco começou em julho. A baixa umidade do ar deve continuar até meados de setembro. 
Segundo o professor de pneumologia Ricardo Martins, da Universidade de Brasília, o tempo seco pode acarretar problemas alérgicos, principalmente rinite e asma, e doenças infecciosas, como resfriados e gripes que podem levar a uma pneumonia. Ele recomenda alguns cuidados para este período do ano.
– É importante beber muito líquido, pelo menos um copo de hora em hora. Evitar alimentos muito salgados, manter uma alimentação saudável, usar vestimentas apropriadas para o clima, umidificar o ambiente com bacias d’água, toalhas molhadas ou usar um umidificador.
 Além disso, o especialista recomenda evitar banhos quentes e demorados e a prática de exercícios físicos entre as 9h e as 17h.
Algumas pessoas, porém, não seguem as recomendações. É o caso de Mariana Natividade, estudante, que não pode caminhar no período da noite, quando o tempo não fica tão seco. Seu único horário disponível é durante o almoço.
– É muito diferente quando o tempo está seco. É preciso beber mais água, passar mais creme, usar óculos e boné –, disse ela.
Para o piloto de avião Roberto Cury, morador do Rio de Janeiro e acostumado com um clima úmido, caminhar na capital é diferente.
– Eu tenho que manter o hábito de caminhar, mas aqui é mais difícil e eu canso bem mais rápido –, explicou.

Idosos e deficientes sofrem com a falta de remédios e fraldas nas farmácias populares


Por Fernanda Alves

Criadas para oferecer remédios por R$ 1, as farmácias populares do governo estadual viraram dor de cabeça para deficientes e idosos. Diversos medicamentos estão em falta e as fraldas geriátricas se tornaram artigos de luxo. Enquanto isso, a população gasta até 20 vezes mais nos produtos em drogarias comuns. A ‘Blitz do DIA’ percorreu cinco unidades no Rio e na Baixada e constatou problemas em todas. A única em que havia fraldas tinha só de um tamanho.

Foto: Alexandre Vieira / Agência O Dia
Com filho deficiente, Neide Lopes, pelo menos duas vezes na semana percorre longa jornada para tentar comprar as fraldas | Foto: Alexandre Vieira / Agência O Dia
A professora Fátima Pinto, 54 anos, acordou cedo e foi à Farmácia Popular de Campo Grande tentar de novo comprar fraldas, o que ela tenta fazer há 20 dias. Deu com a cara na porta: “Mais uma vez vou ter que tirar dinheiro da comida para comprar em uma farmácia normal”. Ela gastou R$ 12 em pacote com 8 fraldas, quando na popular ela leva 48 pelo mesmo valor.
Em São João de Meriti, a situação é pior. Além de fraldas, faltam pelo menos 14 remédios. A aposentada Maria Angélica Sousa, 52 anos, tentou, em vão, comprar paracetamol, o analgésico mais receitado pelos médicos. “Minha mãe, de 92 anos, recebe um salário mínimo. Desse total, às vezes gastamos R$ 200 por mês só com as fraldas”.

Foto: Alexandre Vieira / Agência O Dia
Após 20 dias de espera, Miriam Maria Nascimento conseguiu os pacotes de fraldas. No entanto, só tinha do tamanho G | Foto: Alexandre Vieira / Agência O Dia
Na Pavuna, uma lista avisa os 13 remédios — dos 56 do programa — que estão indisponíveis. A aposentada Benvinda Bastos da Costa, 62 anos, que sofre de hemorragia, não conseguiu comprar fraldas: “Uso oito por dia, o que vem em um pacote. Não tenho condições de comprar todo dia. Remédio eu até tentei comprar aqui, mas como nunca encontro, desisti”.A farmácia de Bangu foi a única onde havia fraldas, mas só as G. Lá, no entanto, faltavam 10 remédios.
Gasto maior nos hospitais
Coordenador da Câmara Técnica de Geriatria do Conselho Regional de Medicina (Cremerj), Salo Buksman destaca o perigo da escassez de remédios: “É muito grave. São medicações essenciais para manter o equilíbrio da saúde do idoso”. Segundo ele, um idoso que deixe de tomar o Captopril por mais de cinco dias pode morrer. O remédio que regula a pressão estava em falta na Ilha do Governador.
Para o médico, a economia do estado com remédios para a farmácia popular pode resultar em um gasto maior nos hospitais. “Quando o idoso não mantém a regularidade da pressão com remédios pode passar mal e ser internado. E colocar fralda M em quem usa G, por exemplo, pode causar ferimentos e edemas”.

Estado culpa fornecedora
O subsecretário executivo da Secretaria Estadual de Saúde, Maurício Passos, prometeu, em nota, que até segunda-feira todos os medicamentos estarão disponíveis nas farmácias populares. Segundo ele, há 11 remédios em falta.
O secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, afirma que comprará fraldas emergencialmente para abastecer unidades por um mês. Neste período, a venda será limitada a oito pacotes, suficiente para 10 dias.
A gestão das farmácias irá para o Instituto Vital Brazil e existe projeto de parceria com o programa ‘Aqui Tem Farmácia Popular’, do Ministério da Saúdem, em convênio com a rede privada de drogarias. A secretaria alega que o desabastecimento é culpa da fornecedora, Vidafarma, que atrasou entregas. Foi aberto processo para puni-la.
Para usar a farmácia popular do estado, pessoas a partir de 60 anos e deficientes devem se cadastrar na unidade mais perto de casa com identidade, CPF e comprovante de residência.

Veja os endereços das farmácias


Araruama
Rua Oscar Clark, 147 - Loja C - Centro CEP: 28.970-000



Campos
Av. Bartolomeu Lizandro, 970 Ljs 2/3 Jd Carioca/Guarus - CEP: 28080-390



Duque de Caxias
Marechal Floriano 586



Itaperuna
Rua Cardoso Moreira , 222 - Centro CEP: 28.300-000



Niterói
Maestro José Botelho, 64 - Santa Rosa CEP: 24230-340



Nova Friburgo
Rua Sete de Setembro, 43 – Centro CEP: 28.605-020



Nova Iguaçu
Av. Governador Roberto Silveira, 210 Centro - CEP: 26210-210



Petrópolis
General Osório n° 55 - Centro CEP: 25.610-090



Resende
Rua Ezequiel Freire , 64 – Centro/RJ CEP: 27.511-270



Rio de Janeiro

Bangu
Rua Coronel Tamarindo, 1.930 CEP: 21.840-445


Campo Grande
Terminal Rodoviário de Campo Grande Loja 25 - CEP: 23080-000


Ilha do Governador
Estrada do Galeão, 961 - loja B, Cacuia


Jacarepaguá
Estrada do Tindiba, 2.733 – Taquara CEP: 22.740-362


Méier
Rua Dias da Cruz, 638 CEP: 20.720-013


Pavuna
Rua Mercúrio, 67 – CEP: 21.525-660


São Gonçalo
Rua João Caetano, 381 – Alcântara/SG CEP: 24.710-405


São João de Meriti
Rua Automóvel Clube, 2.550, Loja 7/ 13 - Sblj 9,11,13 - CEP: 25.565-172


Volta Redonda
Rua Sete de Setembro, 419 Aterrado - CEP: 27.213-310

Militares veem em Amorim a ''pior'' opção


Para generais, decepção só é comparável à escolha de Viegas no início do governo Lula

Tânia Monteiro

A escolha do ex-chanceler Celso Amorim para substituir Nelson Jobim no Ministério da Defesa desagradou a almirantes, generais e brigadeiros e foi considerada "a pior surpresa" dos últimos tempos pelos militares, só comparável à escolha de José Viegas Filho, também diplomata, no início do governo Luiz Inácio Lula da Silva, para o mesmo cargo.

Em Niterói, acidente com quatro veículos interdita via


Um acidente envolvendo quatro veículos na Praia de Icaraí, em Niterói, complica o trânsito no local na manhã desta sexta-feira. Segundo testemunhas, dois carros bateram de frente e outros dois se chocaram logo depois.  A   via foi interditada nos dois sentidos. 

O resumo dos principais jornais desta sexta-feira

O Globo

Manchete: Dilma troca ministro de Lula por ministro de Lula

Jobim perde a Defesa após novas críticas ao governo; Amorim assumirá 

Mal saída da crise nos Transportes, a presidente Dilma Rousseff demitiu ontem o terceiro ministro em dois meses, pouco depois de completar apenas um semestre no Planalto. Ministro da Defesa desde o governo Lula, Nelson Jobim não teve alternativa senão entregar sua carta de demissão ontem à noite, após uma conversa de apenas cinco minutos no Palácio. A demissão, porém, já estava decidida desde cedo. A gota d'água foram declarações de Jobim à revista "Piauí": ele chamou a ministra Ideli Salvatti de "fraquinha" e disse que a colega Gleisi Hoffmann "não conhece Brasília". Semana passada, o então ministro já tinha contrariado a presidente ao confessar que votara no tucano José Serra nas eleições de 2010. O novo ministro da Defesa será Celso Amorim, que foi chanceler do governo Lula. A presidente Dilma indicou a nova diretoria do Dnit e escolheu um general, Jorge Ernesto Pinto Fraxe, para comandar o órgão. (Págs. 1 e 3 a 12) 

'A ministra Ideli e até bem gordinha, não fraquinha' 
José Sarney, presidente do Senado, ao comentar a declaração de Jobim (Pág. 1)


Medo de nova recessão abala bolsas

Mercado tem o pior dia desde a crise de 2008. Bolsa de Tóquio abre em queda de 3,8%

O temor de nova recessão global fez os mercados despencarem no pior dia desde a crise de 2008. A Bolsa de São Paulo caiu 5,72%. As bolsas europeias e americanas também desabaram. A preocupação é com efeitos negativos de uma desaceleração nos EUA e na Europa. Fragilizadas com embates políticos internos, essas economias enfrentarão novos cortes de gastos que podem levar a uma recessão, o que reduziria investimentos e compras em países emergentes como o Brasil. A Bolsa de Tóquio já abriu em queda de 3,8%. (Págs. 1, 23 a 27, Flávia Oliveira e Miriam Leitão)

Queda em produtos básicos afeta Brasil

Não foi à toa que a bolsa brasileira apareceu como a de maior queda entre os grandes mercados do mundo. Só ontem, a perda foi de US$ 82 bi. Uma nova recessão mundial afetaria preços de produtos como minério de ferro e petróleo, prejudicando diretamente o desempenho de companhias como Petrobras e Vale. (Págs. 1 e 23) 


IPI menor para carro não chega ao varejo

O consumidor não será beneficiado pela nova redução do IPI nos carros. O governo estendeu até 2016 o benefício às montadoras que usarem peças nacionais e investirem em inovação. "Ou você dá melhor tecnologia, mais segurança, ou dá preços mais competitivos", disse o presidente da Anfavea, Cledorvino Belini. (Págs. 1 e 28) 


Lei que proíbe celulares em banco não pega

Em vigor há exatos quatro meses, a lei" estadual que proíbe o uso de celulares dentro de bancos não pegou. Em 16 de 20 agências visitadas pelo GLOBO, clientes, funcionários e até vigilantes usavam o telefone sem ser incomodados. (Págs. 1 e 14) 



Auditores tinham R$ 13 milhões em dinheiro

A Polícia Federal prendeu ontem oito suspeitos de participar de um esquema de corrupção dentro da delegacia da Receita Federal de Osasco (SP). Destes, cinco são auditores fiscais. Na operação, foram apreendidos R$ 12,8 milhões em dinheiro vivo. (Págs. 1 e 13)


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Folha de S. Paulo

Manchete: Bolsas desabam e cresce medo de recessão mundial

Queda contagiou mercados após BC europeu comprar títulos de países do euro; Bovespa caiu mais
Os mercados internacionais viveram ontem seu dia mais nervoso desde a crise financeira que travou a economia mundial, em 2008, com a quebra do banco Lehman Brothers, nos EUA.

Da Ásia à América, passando pela Europa, as Bolsas registraram quedas significativas, mostrando que o pessimismo domina os investidores em relação a economia, em especial nos países mais desenvolvidos. (Págs. 1 e Mundo)

Vinícius Torres Freire
Euforias recentes eram apenas festa dos investidores

Não se sai sem dor de catástrofe como a de 2008. As euforias de 2010/2011 eram só festa dos que viam ativos financeiros se valorizarem rapidamente. (Págs. 1 e Mercado B4) 


Dilma tira Jobim da Defesa e põe o ex-chanceler Amorim

A presidente Dilma Rousseff oficializou a demissão de Nelson Jobim do Ministério da Defesa e escolheu o ex-chanceler Celso Amorim para assumir a pasta. Jobim é o terceiro ministro a cair em sete meses de governo. 
A saída se dá após a revelação de que ele chamou Ideli Salvatti de "fraquinha" e disse que Gleisi Hoffmann "nem conhece Brasília". A declaração foi dada a revista "Piauí", na qual relatou ainda um diálogo com Dilma. (Págs. 1 e Poder)

Igor Gielow

Ministro demitido foi a 1º titular de fato da pasta. (Págs. 1 e Poder A7) 

Eliane Cantanhêde

Militares criticam diplomata à frente do ministério. (Págs. 1 e Poder A6) 


Novo massacre na Síria eleva as mortes para 250 em 5 dias

Forças de segurança sírias mataram mais cem pessoas em Hama nos últimos dois dias, elevando o número de mortos para 250 desde domingo, segundo ativistas de direitos humanos. 

O ditador Bashar Assad liberou a criação de partidos, mas a medida foi vista como "quase provocação" pela França. (Págs. 1 e Mundo A17) 


Liminar susta lei que permitia vender quadra no Itaim Bibi

Uma liminar suspendeu a lei que autorizava a prefeitura a vender uma área no Itaim Bibi, em troca da construção de 200 creches na periferia. Para o juiz, a lei traria prejuízo irreversível a cidade, pois o tombamento do local está em discussão. 

A prefeitura informou que não havia sido notificada da decisão. (Págs. 1 e Cotidiano C1) 


Boa notícia

Concurso vai dar R$12 mil a escola que incentivar leitura (Págs. 1 e Cotidiano C3)



Foto legenda: Acirrados

Protestos nas ruas se intensificaram ontem; os estudantes chilenos enfrentaram a polícia e, à noite, invadiram estação de TV do presidente. (Págs. 1 e Mundo A15)



Editoriais

Leia as "As falas de Jobim" sobre a gestão do ministro e a sua queda, e "Desmatamento à vista", acerca do aumento da destruição da floresta na Amazônia. (Págs. 1 e Opinião A2)


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O Estado de S. Paulo

Manchete: Mercado global derrete por temor nos EUA e na Europa

Perspectiva de recessão americana e de calote espanhol e italiano causa queda semelhante 

O mercado financeiro global viveu uma quinta-feira semelhante aos piores momentos da crise que eclodiu em setembro de 2008, com a quebra do Lehman Brothers. Bolsas de valores caíram no mundo todo, commodities se desvalorizaram e o dólar teve forte alta. Alguns analistas chegaram a falar em pânico. Os motivos foram o temor de que os EUA voltem a entrar em recessão e o risco de que grandes países europeus, como Itália e Espanha, tenham problemas para honrar dívidas. O presidente da Comissão Europeia, Jose Manuel Durão Barroso, afirmou que a turbulência já deixou a periferia e agora atinge o centro da União Europeia. O Ibovespa recuou 5,72%, maior queda porcentual desde novembro de 2008, e o dólar subiu l,28%, para R$ 1,582. A Bolsa de Nova York perdeu 4,31% e registrou a maior queda em pontos desde dezembro de 2008. A Bolsa de Londres recuou 3,43%, e a de Frankfurt, 3,40%. (Págs. 1 e Economia B1, B3 e B4) 

Análise 
Celso Ming
Pesada intervenção

Os contra-ataques dos grandes bancos centrais à forte valorização de suas moedas passaram a impressão de que a tal guerra cambial seja agora bem mais descarada. Foi o que detonou o pânico nos mercados. (Págs. 1 e Economia B2) 

Governo diz que o País está preparado

O ministro Guido Mantega (Fazenda) e o presidente do BC, Alexandre Tombini, disseram que o País tem mecanismos para assegurar a estabilidade e lidar com agravamento da crise. (Págs. 1 e Economia B4)

Jobim cai e Amorim assume Defesa

Dilma toma decisão depois que revista publicou críticas do ministro a colegas; é o terceiro a sair em sete meses

A presidente Dilma Rousseff demitiu o ministro da Defesa, Nelson Jobim, terceiro integrante do primeiro escalão a cair em sete meses de governo - todos eles herdados da gestão Lula. Ele será substituído pelo ex-chanceler Celso Amorim. A queda de Jobim foi motivada por suas críticas às ministras Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais), publicadas na revista Piauí. No texto, atribui-se a Jobim declaração segundo a qual "Ideli é muito fraquinha e Gleisi nem sequer conhece Brasília". À tarde, Dilma avisou Jobim que o demitiria se ele não renunciasse ao cargo. O ex-ministro disse que seus comentários foram tirados do contexto. (Págs. 1 e Nacional A4, A6 e A7) 

Lula critica 'deselegância' 

"Não é correto fazer críticas sobre outros ministros, não é elegante", disse Lula sobre Jobim. (Págs. 1 e Nacional A7)

Síria oferece 'abertura', mas mantém repressão

O regime sírio anunciou uma série de medidas políticas supostamente democráticas, incluindo o multipartidarismo, ao mesmo tempo que suas forças de segurança intensificaram as operações militares na cidade de Hama, foco da oposição, onde mais de cem pessoas foram mortas nos últimos dias. A "abertura" síria foi vista com ceticismo no Ocidente. "Já vimos uma série de declarações vazias (de Damasco) e fica difícil levar a sério as novas medidas", afirmou um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA. (Págs. 1 e Internacional A10)


PF apreende R$ 12,9 mi em dinheiro vivo em SP (Págs. 1 e Economia B8)



Justiça barra venda de quarteirão do Itaim (Págs. 1 e Cidades C1)



Fernando Gabeira

Copa e suas armadilhas 

A escolha do Brasil para sediar o evento significa grande oportunidade. É como se fosse um pênalti. Às vezes, entretanto, perde-se pênalti. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2) 



Nelson Motta

As empreiteiras e a corrupção

Nunca se viu uma grande empreiteira condenada por suborno. No Brasil criou-se a figura do corrupto sem corruptor. (Págs. 1 e Nacional A8) 



Notas & Informações

Quinta-feira negra

Faltou preparação ao Brasil para enfrentar uma nova fase de turbulência no mundo. (Págs. 1 e A3) 


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Correio Braziliense

Manchete: Dilma demite mais um ministro da era Lula...



A situação de Nelson Jobim era insustentável. Ele já havia constrangido publicamente a presidente pelo menos três vezes. A primeira, quando, em homenagem aos 80 anos de Fernando Henrique, o então ministro da Defesa citou o escritor Nelson Rodrigues e discursou: "Ele dizia que, no seu tempo, os idiotas chegavam devagar e ficavam quietos. O que se percebe hoje, Fernando, é que os idiotas perderam a modéstia". A segunda estocada à gestão Dilma foi quando declarou que votara em Serra nas eleições do ano passado. Para completar, criticou as ministras Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil): "A Ideli é muito fraquinha, e a Gleisi nem sequer conhece Brasília". Irritada, a presidente o demitiu por telefone. "Ou você pede para sair ou saio com você", sentenciou. Prestigiado por FHC e Lula, Jobim se mostrava claramente contrariado com a perda de espaço no atual governo. É o terceiro ministro a cair em menos de três meses. Os outros dois foram Antonio Palocci e Alfredo Nascimento. Todos os três ligados a Lula.


...e põe outro lulista no lugar

Queda de Jobim marca a volta de Celso Amorim ao governo. Ex-chanceler foi o guru de Lula na política externa, que é hoje o principal ponto de divergência entre a gestão de Dilma e a do antecessor (Págs. 1 e 2 a 4)


Crise externa deixa mercados em pânico

Temor de piora nas finanças dos EUA e da Europa levou os principais bancos centrais a tomar medidas para proteger suas economias. Bolsas desabaram no mundo inteiro. A Bovespa foi a que mais sofreu, caiu 5,72%, a maior baixa desde novembro de 2008. (Págs. 1 e 8 a 10)



Planos de saúde: E-mail? ANS só receberá reclamações por telefone

A agência que regulamenta o setor suspendeu o atendimento pela internet, após descartar 10 mil queixas, conforme informou o Correio em julho. A partir de hoje, começam a valer as novas regras para migração dos contratos assinados antes de 1999. (Págs. 1 e 13)



Habitação: Mais 128 cooperativas

Confira a lista de entidades autorizadas pelo GDF a participar dos programas para compra da casa própria. (Págs. 1 e 23)


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Valor Econômico

Manchete: O pior dia desde a crise de 2008

A perspectiva de nova recessão global, agravada por uma crise sem precedentes na zona do euro, que arrasta Espanha e Itália, arrasou os mercados ontem. As enormes quedas das bolsas, puxadas pelas ações de indústrias e de commodities, lembraram os dias de pânico que marcaram o desenrolar da crise financeira de 2008. A Bolsa de Nova York teve seu maior recuo em dois anos e fechou em baixa de 4,3%. A Bovespa caiu 5,7%, a maior queda desde novembro de 2008, e acumula perda de 23,8% no ano.

As principais bolsas do mundo já estão 10% abaixo de seus picos recentes, uma indicação de mudança significativa de rumo. Vários sinais de perigo iminente que assombraram os mercados ao longo da semana confluíram ontem para compor um quadro assustador. O medo de uma recessão, nutrido pela perda de fôlego da indústria nas principais economias do mundo, moveu as commodities para baixo e, com mais força, o petróleo, que teve a maior queda em cinco meses em Nova York, onde o barril do WTI foi cotado a US$ 86,83. As ações de mineradoras e dos grandes traders de commodities levaram uma surra, embora não tão forte quanto a dos bancos europeus, que estão no olho do furacão. (Págs. 1, C1, C2, C7, D1, D2 e A2)


Dilma troca Jobim por Amorim

Após um longo processo de desgaste, provocado por declarações polêmicas, Nelson Jobim foi demitido ontem do Ministério da Defesa e será substituído pelo ex-chanceler Celso Amorim.

O destino de Jobim foi definido pela presidente Dilma na tarde de ontem, após ler a íntegra da reportagem concedida pelo ex-ministro à revista "Piauí", na qual classificou a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, de "fraquinha" e disse que a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, não conhece Brasília. Na véspera, Jobim encontrou-se com Dilma, mas não citou a entrevista. (Págs. 1 e A7)


Foto legenda: O conselho do pai do Bric

Jim O'Neill, o criador do Bric, sugere que o Brasil faça um aperto fiscal para evitar novas altas de juros, que podem levar à valorização do real e a problemas no balanço de pagamentos. (Págs. 1 e A12)


Novo cenário inverte as expectativas para os juros

O mercado financeiro brasileiro já indica que o Brasil será atingido pela crise global. O cenário para os juros foi corrigido e passou a indicar a probabilidade de o Banco Central começar a cortar a taxa Selic no início de 2012. Os contratos para janeiro de 2013 perderam 0,17 ponto percentual e fecharam em 12,35% ontem. Há uma semana, essa taxa estava em 12,70%.

Com base nesse quadro, o governo brasileiro tomou medidas duras para o mercado de derivativos cambiais na semana passada e anunciou, nesta semana, um programa de incentivos fiscais à indústria. "Situação extraordinária requer medidas extraordinárias", disse o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. Ele foi um dos artífices das duas medidas. A MP instituiu o IOF de 1% sobre as variações das posições vendidas em câmbio. (Págs. 1, A2, C1 e C2)


'A candidata natural sou eu', diz Marta

A senadora Marta Suplicy (PT-SP) não se intimida com o empenho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela candidatura do ministro Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo. "Lula tem uma força enorme no partido, mas não é maior que o processo e a conjuntura. A candidata natural sou eu. O ungido é ele [Haddad]", disse ao Valor. Marta não acredita que a defesa de bandeiras homossexuais desperte reação conservadora: "Sou petista porque sou católica". Segundo ela, sua candidatura ajudaria o governo a recompor relações com o PR, já que seu suplente é do partido. (Págs. 1 e A8)


MEC limita oferta de pós e MBA

Instituições não educacionais como fundações, ONGs, hospitais e universidades corporativas perderam a possibilidade de obter credenciamento especial junto ao Ministério da Educação para oferecer cursos de pós-graduação lato sensu no país. A decisão circula hoje no Diário Oficial da União e afeta algumas das principais escolas de negócios, que só poderão conceder certificados de especialização a turmas que iniciaram as aulas até 31 de julho.

A medida não proíbe a oferta de cursos de educação continuada, mas eles serão considerados livres ou precisarão ser credenciados como mestrados profissionais. Neste caso, precisarão ser avaliados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). (Págs. 1 e D10)


Celular indiano da Micromax chega ao país

A Micromax, maior fabricante indiana de celulares, anuncia na próxima semana sua chegada ao mercado brasileiro. Vai atuar, inicialmente, em parceria com a Nagem - distribuidora e varejista de eletrônicos de Pernambuco. A estratégia será a oferta de aparelhos baratos, entre R$ 150 e R$ 500, principalmente no mercado nordestino. Toda a distribuição será no varejo convencional e não pelas operadoras de telefonia. (Págs. 1 e B3)


Ponto eletrônico desafia empresas

A menos de um mês para a entrada em vigor da norma que exige das empresas a instalação de ponto eletrônico para o controle de entrada e saída de funcionários, grande parte das companhias ainda não adquiriu o equipamento. Segundo a Associação Brasileira das Empresas Fabricantes de Equipamentos de Registro Eletrônico de Ponto (Abrep), as vendas estão baixas. As 33 associadas à entidade - 95% dos fabricantes com sistemas reconhecidos pelo Ministério do Trabalho - comercializaram até agora 260 mil unidades, em um mercado potencial de 700 mil máquinas.

A exigência começa a valer no dia 1º de setembro, após dois adiamentos, um deles justamente por falta de equipamentos no mercado. "Estão deixando para comprar na última hora, esperando para ver se não haverá um novo adiamento", diz Dimas de Melo Pimenta III, presidente da Abrep e vice-presidente da Dimep Sistemas. Muitas empresas também questionam a obrigação na Justiça, mas poucas têm vencido. A maioria consegue apenas livrar-se da exigência de impressão em papel dos horários de entrada e saída dos funcionários. (Págs. 1 e E1)

Hugo Chávez capitaliza doença de olho na reeleição (Págs. 1 e A9)



Kraft anuncia cisão e mira mercados emergentes (Págs. 1 e B11)




Fernando Limongi descarta crise no governo Dilma (Págs. 1 e Eu & Fim de Semana)



Investimentos desaceleram

Após crescer mais de 20% no ano passado, o investimento na ampliação da capacidade produtiva avança em ritmo menor. Para o primeiro semestre, analistas estimam alta de 7% sobre igual período de 2010. (Págs. 1 e A3)



Incentivo à importação

Estudo da Fundação Getúlio Vargas (SP), com apoio do Ipea, mostra que a sobrevalorização do real, superior a 30%, anulou a proteção conferida à indústria brasileira pelas tarifas de importação. (Págs. 1 e A3) 


Campari compra Sagatiba

A italiana Campari comprou a marca brasileira de aguardente Sagatiba, lançada em 2004 pelo empresário Marcos Moraes. A intenção é internacionalizar a cachaça. "O Brazil life style' vai ganhar força com a Copa e a Olimpíada no Rio e queremos aproveitar isso", diz Bob Kunze-Concewitz. (Págs. 1 e B7) 



Transnordestina nos trilhos

Responsável pela Transnordestina, a Companhia Siderúrgica Nacional já fechou os primeiros contratos de transporte de cargas pela ferrovia, que deve iniciar parcialmente as operações no fim de 2012. (Págs. 1 e B8) 


Usinas testam sorgo para etanol

Tradicionalmente considerado como o primo pobre do milho no mercado de rações, o sorgo começa a ganhar importância na produção de etanol. Desde o ano passado, há vários experimentos sendo conduzidos por usinas de São Paulo, Goiás e Minas. (Págs. 1 e B14) 


Ideias

Gustavo Franco 

Uma regulação mal feita, como a prevista no novo pacote cambial, é pior do que a ausência de regulação. (Págs. 1 e A10)



Ideias

Armando Castelar 

Brasil precisa de uma estratégia para a infraestrutura que permita elevar o investimento e aumentar a sua eficiência. (Págs. 1 e A11)


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Estado de Minas

Manchete: Reação em três atos

Jobim desafina novamente e é demitido. Celso Amorim assume Ministério da Defesa

Depois de constranger o governo, afirmando ter votado em José Serra nas eleições de 2010, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, tornou insustentável sua permanência, ao dizer que a ministra Ideli Salvatti, das Relações Institucionais, “é muito fraquinha” e que a chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, “sequer conhece Brasília”. Dilma o demitiu e nomeou para o seu lugar o ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorim.

Foto legenda: Jobim na Amazônia: último compromisso como ministro.

Foto legenda: Cidades históricas adotam medidas e vão à Justiça contra a degradação do patrimônio 

Em Santa Luzia, MP aguarda liminar para proibir o tráfego pesado, que causa trepidação no Centro Histórico. Outros municípios como Ouro Preto, Congonhas, Carangola e Montalvânia firmam acordos e aprovam leis para preservar monumentos e sítios arqueológicos da ação predatória de mineradoras, empresas e comércio. (Págs. 1, 3, 4, 12, 21, 22 e o Editorial ’A favor do patrimônio’, 10)



BH cancela obra para o trânsito

Prefeitura desiste de criar corredor rápido para ônibus (BRT) na Avenida Pedro II e alega falta de dinheiro para desapropriações. Projeto fazia parte de melhorias para a Copa de 2014. (Págs. 1 e 23)



E agora? Bolsa tem o pior dia desde 2008

Bovespa acompanhou tendência mundial após o acordo dos EUA e registrou queda de 5,72% ontem. Especialistas dizem que palavra de ordem é cautela para investidores e oportunidade para quem está fora. (Págs. 1 e 17)


IPI menor: Montadoras dizem que redução vai demorar

Fabricantes de veículos alegam que desoneração não é simples como o governo planeja. (Págs. 1 e 14)



Golpe na Receita: Auditores desviaram R$ 3 bilhões

PF prende em São Paulo oito pessoas, entre elas cinco auditores da Receita Federal, acusadas de reduzir ou cancelar multas. Foram apreendidos R$ 12,9 milhões em dinheiro. (Págs. 1 e 8)



Mais de 500 presos no Chile

Polícia reprime protestos de estudantes contra reforma do sistema de ensino. (Págs. 1 e 19)


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Jornal do Commercio



Manchete: Lua de mel vira tragédia em Porto

Casal do Distrito Federal morreu afogado, ontem, em frente ao hotel onde estava hospedado na praia mais badalada do Estado. Hóspedes e uma enfermeira tentaram reanimar os dois, sem sucesso. (Págs. 1 e Cidades 5)



Bolsas despencam pelo mundo

Medo de desaceleração da economia global e da crise na Europa provocou reação. Bovespa caiu 5,72%. (Págs. 1 e Economia 1 e 2)



Celso Amorim vai substituir Jobim (Págs. 1, 3 e 4)



Polícia localiza um arsenal em loja de Caruaru (Págs. 1 e Capa Dois)



Médicos farão novo protesto em setembro (Págs. 1 e Economia 6)



Dilma volta ao Nordeste em visita a Juazeiro (Págs. 1 e 6)



PF apreende 15,8Kg de pasta de cocaína (Págs. 1 e Cidades 1)



Poucos presos têm dinheiro para fiança (Págs. 1 e Cidades 2)



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Zero Hora

Manchete: Críticas à equipe de Dilma derrubam Jobim

Após saída de gaúcho, Ministério da Defesa será comandado pelo ex-chanceler Celso Amorim.

Escolha de Amorim desagrada a militares. (Págs. 1, 4, 5, Rosane de Oliveira 10 e Carolina Bahia, 15)


Temor de recessão global sacode mercados

Como o Brasil pode ser atingido pela nova onda de crise, capaz de repetir 2008. (Págs. 1 e 16)



Ação contra hackers: Estado redobra vigilância em sites

Procergs, BM e Assembleia ampliaram equipes para garantir segurança. (Págs. 1 e 6)


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Brasil Econômico

Manchete: Bolsa tem queda de 5,72%, a maior desde a crise do subprime em 2008

Ibovespa recuou até 6,05% na mínima do dia, seguindo tendência das principais bolsas globais. Nos EUA, o Dow Jones caiu 4,31%

Economistas como Maurício Molan, do Santander, evitam comparações com 2008, lembrando que agora não há estopins: “Os que poderiam ser, como o salvamento da Grécia ou o acordo da dívida dos EUA, foram positivos”. Mônica Baumgarten de Bolle cita a desarticulação política americana e europeia como mais preocupante do que os problemas econômicos. Atentos para os efeitos da crise nos países emergentes, os ministros de Economia da União de Nações Sul- Americanas (Unasul) reúnem-se a partir de hoje em Lima, no Peru. Vão discutir a criação de um mecanismo conjunto de defesa que atuará caso haja uma fuga em massa de capitais, como a criação de bancos de compensação financeira. (Págs. 1 e 4)

São necessários novos ajustes para que o país possa enfrentar a crise, avaliam economistas. (Pág. 1)

Dona do JBS, família Batista negocia compra da Assolan

Controladores do maior frigorífico do país traçam estratégia agressiva para a Flora, operação de higiene e limpeza, e lideram disputa pela marca de palha de aço e do sabão em pó Assim, da Hypermarcas. (Págs. 1 e 18)



Faltam timoneiros para singrar os mares do Brasil

A exploração das reservas do pré-sal e a retomada do transporte via navios de cabotagem elevaram a demanda por oficiais de Marinha, mas empresas do setor alertam que o ritmo de formação, lento, pode provocar um apagão no setor nos próximos anos. (Págs. 1 e 10)


Mercedes-Benz e LandRover ampliam linhas

Montadoras se preparam para trazer novos veículos ao país, aumentam o número de revendas e contam com alta de até 100% nos negócios neste ano. Números da Anfavea mostram que os importados responderam por 22% dos licenciamentos em julho.(Págs. 1 e 22)



Campari prepara a expansão da cachaça Sagatiba

Companhia italiana que atua em 190 países e pagou R$ 40 milhões pela empresa do empresário Marcos de Moraes planeja ampliar presença da marca no exterior. A Campari triplicou seu faturamento no Brasil em dez anos. O país responde por 20% das vendas globais. (Págs. 1 e 20)


Após criticar as ministras Ideli Salvatti e Gleisi Hoffmann, Nelson Jobim perdeu o posto no Ministério da Defesa. Em seu lugar, entra Celso Amorim, que foi ministro das Relações Exteriores do governo Lula. (Págs. 1 e 40)



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