Jornalista é ameaçado após denunciar milícia de condomínio em SP


A Rádio Brasil Atual entrevistou nesta quinta-feira (5), Carlos Ratton, jornalista do Diário do Litoral, que circula na Baixada Santista (SP). Ele está sendo ameaçado por seguranças de condomínios de alto padrão localizados entre a Praia do Perequê, no Guarujá, e Bertioga após ter denunciado o esquema ilegal que restringe o acesso às praias e a atuação desses seguranças como milícias que apavoram os caiçaras da região.
Rádio Brasil Atual

Comentários

Nilton Minder Junior disse…
Lamentavelmente, o Jornal Diário do Litoral, sem checar corretamente suas fontes, em um arrombo de sensacionalismo, por parte de seu jornalista que é presidente do Sindicato, criou uma série de inverdades. Mais lamentável ainda, é que mesmo após o fato ser totalmente esclarecido com a Editora, parece-me ainda o mesmo insistir em suas inverdades. Providencias cabíveis, ao contrário de usar o anonimato como fez este órgão marrom da imprensa, são os termos exteriorizados na Constituição Brasileira, nos incisos IX e X do Artigo 5º, para resguardar a honra, a dignidade, manchadas com uma reportagem totalmente desqualificada. Alias, Constituição esta que tal jornal parece esquecer-se, pois a mesma Carta Magna apregoa que é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato. Uma simples checagem na reportagem, confrontando dados, evitaria tal perjúrio. Afirmar que o Departamento de Estradas e Rodagens, o que por lei tem uma área de domínio sobre a rodovia, cabendo a eles a fiscalização sobre as invasões que ali ocorrem, é parte de um esquema, mostra o despreparo profissional. Ter como fonte, um ex- candidato a vereador, que foi demitido do condomínio, conhecido por seus problemas pessoais em todo o bairro é estranho. Estranho é também não citar que a milicia, na palavra do jornalista, possuía um grupo de Escoteiros no núcleo carente.
Nilton Minder Junior disse…
Infelizmente, mesmo depois do episódio da escola base, boçais tentam aparecer as custas do trabalho dos outros, usando de meios ardis, toscos e de extrema perfídia para ludibriar o leitor, criando factoides e falácias. Ah sim, no que se refere o carro da reportagem, não ouve forma truculenta de abordagem, mas sim a solicitação de tentar esclarecer o fato, no qual o componente do veículo, da citada imprensa coragem, covardemente passou a empreender fuga, com medo, nem sequer dando ouvido aos prestadores de serviço do condomínio. Alias, estranhamente todos estes fatos foram esclarecidos com a Editora do Jornal, Sra. Tatiane Guerra. Outro detalhe também que merece ser citado é o fato de que desde do primeiro dia o jornal foi procurado, para as partes ofendidas pudessem apresentar suas versões dos fatos, através do Sr Gilmar, inclusive sendo este informado da tentativa de prestar esclarecimentos ao jornalista fujão, inclusive, sendo este telefonema gravado, porém parece que tal órgão midiático, sofrendo de amnésia, deixou de citar isto na matéria. Segue abaixo o dialogo escrito e mandado ao Sr Carlos Raton, jornalista pelo Facebook: Primeiro Contato travado em 31DEZ11. Necessito entrar em contato com o Sr urgentemente, sobre suposta matéria caluniosa e difamatória, a fim que seja esclarecida a mais pura e cristalina verdade. "Se você treme de indignação perante uma injustiça no mundo, então somos companheiros". - Che Guevara - Seja digno de mencionar esta frase. Liguei repetidas vezes ao jornal. Segunda tentarei outro contato, para esclarecer declarações prestadas e a falta de compromisso com a verdade e a visão apresentada parcialmente sobre os fatos. Coloco-me ao inteiro dispor para prestar os esclarecimentos a V. Sª, ao contrário do estabelecido constitucionalmente, com a vedação do anonimato, de "cara aberta", transparente e digna. Sou um pai de familia que presta serviço a anos e agora vejo sendo acusado de falácias, em matéria de vossa autoria. Espero resolver tais fatos dentro do ponderável, apontando os erros cometidos e os excessos, pois também acredito que um reporter, mesmo que experiente, deixou-se seduzir por falácias em épocas eleitoreiras, somente exigindo, a principio a excessão de verdade. Coloco-me o inteiro dispor para prestar os esclarecimentos que por ventura Vossa Senhoria julgar necessárias, buscando o resgate da minha honra, maculada pela matéria publica pelo senhor. Carlos Ratton: Desculpa, mas não houve calúnia alguma e nem citei nome algum na reportagem. A reportagem não denegriu o trabalho de ninguém, apenas citou excessos cometidos. Se o senhor se sentiu incomodado, ligue para a editora do jornal que ela poderá esclarecer suas dúvidas. terça NMJ O problema é que não existe excessos. São falácias de um ex-empregado, que tentar ser novamente candidato a vereador e o Sr simplesmente, dormiu no barulho dele. NMJ Problema resolvido (espero) com a Sra Tatiane. Obrigado. Como se pode ver, desde do principio foi tentado esclarecer a Verdade Real dos Fatos, ignorado pelo jornalista.