Ano terá 13 dos 15 feriados no meio da semana


E se você acha que é bom ter isso tudo de folga é melhor pensar direito. Em Brasília, o calendário apertado, que inclui eleições, vai obrigar os políticos a correr para aprovar projetos importantes. 
Nessas datas, o Congresso Nacional - assim como o resto do Brasil - para. Na prática, durante todo o ano deputados e senadores ficam em Brasília de terça a quinta.  
Nos outros dias, eles retornam à cidade de origem para a discussão de projetos com a base eleitoral. Em semanas com feriado, a estada em Brasília é menor. Neste ano, uma sucessão de feriados vai esvaziar ainda mais a cidade. 
-Passado o carnaval, tem a Semana Santa, no começo de abril. 
-O Dia do Trabalho, em uma terça-feira, também deve encurtar a semana. 
Logo na sequência, vem os meses de junho e julho - quando os políticos do nordeste voltam para as bases, para os festejos juninos. 
E como é um ano de eleições, dá para imaginar que os plenários vão seguir vazios até o fim do ano. 
Com os feriados e a campanha eleitoral, o debate de projetos previstos para serem votados ainda este ano pode ficar prejudicado.  
O governo quer correr contra o tempo para aprovar ainda no primeiro semestre propostas como do Código Florestal, divisão dos royalties de petróleo e a Lei Geral da Copa. 
E mesmo com um esforço concentrado da base aliada, algumas matérias podem ficar para depois.

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