Bom dia! Os destaques dos jornais e revistas deste domingo, 19 de fevereiro.


O Globo
Manchete: Nova Sapucaí desafia escolas

Com iluminação mais intensa e melhor acústica, Passarela do Samba vai exigir mudanças nos desfiles

Vinte e oito anos depois de inaugurada, a Marquês de Sapucaí ressurge neste carnaval de fantasia nova, como um palco mais iluminado e com melhor acústica. Para enfrentar estes novos desafios, as escolas reforçaram a percussão, prepararam carros alegóricos mais altos e prometem surpresas para os desfiles de hoje e amanhã. “O carnaval da Sapucaí entrou em uma nova era”, diz Alexandre Louzada, da Mocidade Independente, que hoje estará estreando a Passarela do Samba após a reforma. Os carnavalescos também capricharam mais nos acabamentos para evitar que a iluminação mais forte denuncie falhas em detalhes de alegorias, fantasias e adereços. A Unidos da Tijuca, amanhã, promete abre-alas inovador com “reis” homenageando Luiz Gonzaga e uma comissão de frente com Lampião e Maria Bonita. As novas arquibancadas, frisas e camarotes, que surgiram dos escombros da implosão da fábrica da Brahma, vão garantir um recorde de público e de bilheteria – que passará de R$ 45 milhões para R$ 60 milhões. Nas ruas, só no fim de semana, milhares de foliões estarão sambando em 181 blocos. (Págs. 1, 14 a 26)

Empresa ligada a Valério dá prejuízo milionário a governo

A Controladoria-Geral da União identificou superfaturamento de R$ 11 milhões em contrato do Ministério do Turismo com a ID2 Tecnologia – empresa que passou a faturar com o governo federal logo depois de contratar consultoria ligada a Marcos Valério. (Págs. 1 e 3)

Desemprego entre jovens cai à metade no Brasil

Na contramão de países desenvolvidos atingidos pela crise, o desemprego no Brasil entre os jovens caiu à metade, para 13,4%, nos últimos oito anos. Na Europa, a taxa chega a quase 50%. Já os brasileiros com mais de 50 anos vivem o pleno emprego. (Págs. 1 e 27)



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Folha de S. Paulo
Manchete: Lei que pune suborno nos EUA assusta brasileiros

Empresas que atuam no exterior mudam normas para evitar as multas milionárias 

Uma lei americana que pune o suborno de políticos e premia delatores com mais de U$ 100 mil mudou a rotina de empresas brasileiras nos Estados Unidos.

Preocupadas com as multas milionárias da lei Dodd-Frank, em vigor desde 2011, companhias como a CPFL e Braskem, com ações na Bolsa americana, e multinacionais como Qualicorp e Kimberly-Clark criaram normas internas para se prevenir, até mesmo com canais internos para denunciar colegas. (Págs. 1 e Mercado B1)

Economistas gregos descartam calote da dívida

O calote da dívida é inviável, concluem economistas gregos ouvidos pela Folha.

A alternativa forçaria o país a sair da zona do euro, o que seria ainda pior. (Págs. 1 e Mundo A13)

Clóvis Rossi: G20, o clubão, enfrenta no México a sua primeira crise

O clubão das maiores economias vive a sua primeira crise na prática, reflexo de uma crise mais abrangente, a da governança global.

Presidente do G20 neste ano, o México se viu forçado a esvaziar a reunião de chanceleres que convocou para hoje e amanhã após veto de Rússia e China. (Págs. 1 e Mundo A15)

Enem será a sombra de Haddad durante disputa por São Paulo

O Enem será um dos pontos mais lembrados pelos adversários de Fernando Haddad (PT) na disputa pela Prefeitura de São Paulo. Desde 2009, o teste acumula problemas como vazamento de provas e erro de formulação. Na campanha, ele deve rebater as críticas dizendo que as falhas são “localizadas”. (Págs. 1 e Poder A10)

Mônica Bergamo

“Fui corretíssimo”, diz Kassab sobre conversa com Lula. (Págs. 1 e Cotidiano C4)

Mercado

Importação de cerveja dobra com bebidas ‘premium’. (Págs. 1 e B4)

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O Estado de S. Paulo
Manchete: Órgão que toca obras do PAC está falido, diz auditor

Estudo mostra que o Dnit, alvo da ‘faxina’ de Dilma, não tem estrutura e funcionários suficientes

Nomeado vice-chefe do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) após a “faxina” promovida pela presidente Dilma Rousseff, o auditor da Controladoria-Geral da União Tarcísio Gomes de Freitas se diz à frente de uma autarquia falida, sem condições de executar suas principais funções, relata Fábio Fabrini. Espécie de interventor do órgão, ele diz que o Dnit não tem condições de tocar o PAC: “O que fazem com ele é uma covardia”. O auditor concluiu em dezembro um estudo que evidencia a impossibilidade de realizar e fiscalizar as obras do programa na área de transportes, por causa de corrupção e falta de estrutura. Para levar adiante 1.196 contratos, o grosso do PAC, seriam necessários 6.861 funcionários. O Dnit tem hoje 2.695 servidores de carreira. (Págs. 1 e Nacional A4)

Situação precária
Um supervisor do Dnit em Minas atesta as dificuldades: “Além de gerenciar contratos, conserto pia e troco lâmpada”. (Págs. 1 e Nacional A4)

Para presidente do PSDB, Serra é ‘resistência ao projeto petista’

O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, acusa o PT de nacionalizar a disputa pela Prefeitura de São Paulo na tentativa de levar adiante “o projeto Lula da democracia de partido único”. Guerra disse à repórter Christiane Samarco que a candidatura de José Serra a prefeito, “se confirmada”, representaria a “resistência da democracia ao projeto da hegemonia petista”. (Págs. 1 e Nacional A8)

Pechincha: Economia em um clique

Levantamento do Estado mostra que o preço no comércio tradicional pode ser 25% maior do que o das lojas online pelo mesmo produto. Em 2011, produtos vendidos pela internet tiveram deflação de 10,54%. (Págs. 1 e Economia B10) 

Israel decide acelerar planos para atacar Irã (Págs. 1 e Internacional A8)

Bahia pode ter construção judaica do século 17 (Págs. 1 e Vida A18)

João Bosco Rabello

O Kassab confunde até o PSD

As marchas e contramarchas do prefeito Gilberto Kassab não desorientaram só os adversários, mas seu próprio partido. (Págs. 1 e Nacional A7)

Suely Caldas

Os poderes de Graça Foster

A presidente da Petrobrás jurou “fidelidade incondicional” à empresa e a Dilma Rousseff. O que ela vai fazer quando esses interesses colidirem? (Págs. 1 e Economia B2)

Mac Margolis

Fidel Castro e a fé

A imprensa italiana diz que Fidel está preparando seu regresso à Igreja Católica. Como seria a confissão do ditador mais longevo do hemisfério? (Págs. 1 e Internacional A9)

Notas & Informações

Sinais de recuperação

Há sinais positivos na economia brasileira, depois de um ano muito difícil para a indústria. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense
Manchete: Antes dos 30 anos e com salário de R$19 mil

Contamos a história de nove jovens que ingressaram cedo no serviço público. Hoje, existem mais de 65 mil funcionários do executivo nessa faixa etária, número três vezes maior do que há 10 anos. (Págs. 1, Trabalho & Formação Profissional, 2 e 3)

Gaviões busca o título com Lula (Págs. 1 e 8)
Os hospitais estão ruins? Pois tendem a piorar

Deficiências típicas do sistema público de saúde já são comuns nos centros privados, conforme o Correio mostra há um mês. Como a demanda vai crescer 20% este ano, imagine o que vem por aí. (Págs. 1, 21 e 22)

Fotolegenda: Todas honras para Maurício

Único homem público do Distrito Federal a exercer cargos nos Três Poderes da República, Maurício Corrêa teve o corpo velado por amigos e muitas autoridades no Salão Branco do Supremo Tribunal Federal. Políticos e juristas enalteceram o papel do ex-ministro como um grande defensor da democracia brasileira. (Págs. 1 e 2 a 4)

Nova classe C será dona de empresas

Luiz Henrique tem 14 anos e já passou no primeiro teste para ser o que sonha: empresário de sucesso. Ele fabricou brigadeiros para vender e, com o lucro, bancou parte da viagem aos EUA. O tino empreendedor é um dos retratos da nova classe média - que, em uma década, terá domínio dos pequenos negócios.

O negócio é empreender

A nova classe média satisfez boa parte de suas necessidades de consumo. Agora, 51% dos jovens querem ser donos de empresasNotíciaGráfico
» VERA BATISTA
» GABRIEL CAPRIOLI
Luiz Henrique Bonvini, 14 anos, ainda está longe de entrar na universidade, mas já tem na ponta da língua o caminho que deseja seguir. Amante da gastronomia, faz planos de se especializar na área e ganhar muito dinheiro. No primeiro teste, ele já passou com louvor. Em parceria com os primos Laura, 13, e Vitor, 10, o jovem fabricou brigadeiros em casa para vender. O retorno foi tamanho que os três vão usar o lucro para bancar parte de uma viagem à Disney, com a família, programada para este ano. Com tino empreendedor, Luiz é o retrato fiel da nova classe média, que, depois de incluir na sua cesta de alimentos itens a que antes não tinha acesso, comprar a casa própria e eletrodomésticos e fazer as suas primeiras viagens ao exterior, será senhora quase absoluta dos micro e pequenos negócios no Brasil dentro de uma década.
Dados do Instituto Data Popular mostram que 51% dos jovens entre 18 e 35 anos da classe C querem abrir o próprio negócio. Desse total, 91% definiram que 2020 é o prazo máximo para concretizar o sonho. Não por acaso, a nova classe média — que ganhou 40 milhões de brasileiros na última década e, somente no ano passado, injetou de R$ 1,03 trilhão na economia em consumo de bens e serviços — é uma das armas mais poderosas da presidente Dilma Rousseff para aquecer a atividade econômica e proteger o país da crise que assola a Europa.
No caso de Luiz, o estímulo veio da mãe, a microempresária Ursula Bonvini, 37, que auxiliou os jovens em todos os preparativos da empreitada, desde o cálculo dos gastos com o chocolate até o transporte. "Fomos para a rua e vendemos tudo", comemora o jovem. Herdeiros da transição econômica vivida pelos pais, Luiz e os primos reconhecem que a sua realidade é bem diferente da vivida pela geração anterior. Sem desgrudar dos iPods, símbolos dessa mudança, eles querem se qualificar para fazer frente a um mercado cada vez mais competitivo. Luiz, que, além de gastronomia, quer cursar direito, também planeja ir para a Suíça com Laura para realizar um intercâmbio. "Será muito bom conhecer outras culturas, conviver com pessoas que falam outras línguas", aposta Laura.
Especialistas reconhecem que a nova classe média conquistou seu espaço após a estabilização da economia, o aumento da formalização do mercado de trabalho e o incremento na renda da população. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil está muito próximo do que se pode chamar de pleno emprego, quando praticamente todas as pessoas que querem trabalhar estão contratadas. Em janeiro deste ano, a taxa de desocupação ficou em 5,5%, a menor para o mês desde o início da série histórica, em março de 2002. O salário médio ficou em R$ 1.672, também um recorde para o mês.
Apesar de tantos números positivos, manter esse contingente em condições tão boas é um dos desafios que o país terá que enfrentar nos próximos anos. Embora tenham se rendido ao consumo e sorvam até a última gota a possibilidade de levar para casa bens até antes impensáveis, os 56% da população ou 106,4 milhões de pessoas que estão na classe C — número quase igual ao de habitantes do México e duas vezes o da Colômbia — reconhecem que a conquista está apenas no começo. "Nós procuramos deixar claro para os nossos filhos que eles podem ter um futuro confortável, mas que é preciso batalhar", destaca Ursula.
Reformas
Na avaliação do economista José Márcio Camargo, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), uma série de fatores fez com que a classe média se tornasse tão importante para o país, mas ainda faltam reformas para que todo o seu potencial seja aproveitado. Entre elas, destaca-se uma profunda transformação no sistema público de educação, um dos principais entraves para o crescimento do país. Outro problema é a enrijecida legislação trabalhista brasileira. Um conjunto de nada menos que 2,4 mil regras compõe o emaranhado de leis na área. "São necessárias mudanças que induzam ganhos de produtividade", diz Camargo.
Para Rossano Oltramari, economista-chefe da XP Investimentos, a classe média vai transformar a economia brasileira e exigir contrapartidas, seja da iniciativa privada, seja do Estado. Uma das principais preocupações, diz ele, é garantir uma renda para a velhice. Hoje, o Brasil tem 20,5 milhões de idosos. Em 2050, eles serão 60 milhões e os problemas de agora, caso não sejam corrigidos, poderão fazer a terceira idade assistir ao colapso da Previdência Social, que amargou deficit de R$ 36,5 bilhões em 2011. "O Brasil passou, nos últimos anos, por várias fases. Tivemos um "boom" do frango, do iougurte, das passagens aéreas. O próximo será o dos produtos financeiros", afirma.
Oltramari não está isolado em sua avaliação. Economistas são unânimes em dizer que, se não começar a poupar logo, a classe média comprometerá, na velhice, a qualidade de vida conquistada com tanto suor. "A classe C tem noção diferente da elite. O foco é construir carreira do filho, abrir um negócio, comprar a casa própria. Aplicar recursos em aposentadoria exigiria reduzir o consumo imediato. Para parte dessa população, guardar esse dinheiro ainda é visto como luxo", explica Renato Meirelles, diretor do Instituto Data Popular. A antropóloga Luciana Aguiar, diretora do Instituto de Pesquisa Plano C, D e E, observa que a necessidade de comprar tanto é uma maneira de ser aceito na sociedade. "O consumo, antes de tudo, é uma forma de comunicação. É mostrar que é igual", analisa. (Colaborou Cristiane Bonfanti)

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Estado de Minas
Manchete: Contra a farra do diploma

MP investiga uso de certificados irregulares para obtenção de promoção no serviço público

Na Prefeitura de BH, 2,5 mil professores são suspeitos de conseguir benefícios

com documentos de pós-graduação que não atendem às regras do MEC. Desde
junho do ano passado, 924 promoções foram canceladas e 525 pedidos de
aumento, negados. O prejuízo para os cofres municipais nos últimos
seis anos seria de no mínimo R$ 5,2 milhões.
Os diplomas que tomaram bomba são todos da Faculdade da Região dos Lagos
(Ferlagos) e das Faculdades Integradas de Jacarepaguá (FIJ), ambas do Rio.
O inquérito também mira a Secretaria de Estado da Educação, onde 1.652
servidores são investigados, a Polícia Militar, a Assembleia Legislativa, o Tribunal de Justiça e até o próprio Ministério Público. (Págs. 1, 21, 24 e 25)

Da guerrilha e da prisão para o poder

Primeira presidente da história, Dilma Rousseff se cerca cada vez mais de mulheres em postos-chaves de seu governo. Recém-nomeada ministra da Política das Mulheres, Eleonora Menicucci foi colega de cela de Dilma. (Págs. 1, 3 e 4)

Haitianos: Imigrantes chegam aos canteiros de obras

Construção civil mineira contrata caribenhos que desembarcam no Brasil pela Região Norte. (Págs. 1, 12 e 13)

E-M Cultura: TV a cabo ficará mais brasileira (pág. 1)
Advogado suspeito de tramar morte de promotoras é preso (Págs. 1 e 22)
Combate à sonegação

Receita Federal quer medir produção de cachaças mineiras (Págs. 1 e 15)

Celulares terão dispositivo para localizar vítimas (Págs. 1 e 20)

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Jornal do Commercio
Manchete: O Galo à prova de chuva

O Sábado de Zé Pereira transformou, mais uma vez, o Centro do Recife em uma imensa festa de cores. Os foliões vestiram suas fantasias para acompanhar o Galo da Madrugada, sem se importar com a chuva que não deu trégua desde a noite da sexta-feira. (Pág. 1)

Negócios com sorvete se multiplicam

Fabricantes e vendedores do produto aproveitam o calor do início do ano e ampliam suas áreas de atuação dentro de Pernambuco. (Págs. 1 e Economia 1)

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Veja
capa
Manchete: Purificação

Por que a luta da medicina contra as toxinas que causam doenças é mais complexa do que parece. (Pág. 1)

Futebol

Como fica a CBF sem Ricardo Teixeira. (Pág. 1)

Faixa de Gaza

A vida na região onde o terror é o governo. (Pág. 1)

A dama de ferro

Meryl Streep é um assombro no papel de Thatcher. (Pág. 1)

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Época

Manchete: A vingança dos tímidos

- Novos estudos revelam as vantagens de ser introvertido – no trabalho e nos relacionamentos.

- O que ensinam os exemplos de Bill Gates, Barack Obama e Chico Buarque. 

A atriz Bianca Salgueiro, introvertida e primeira colocada no vestibular de engenharia química. (Pág. 1)

Medicina: onde bate o coração de Eloá Pimentel. (Pág. 1)
Exclusivo: o sumiço de R$ 2,2 milhões da Petrobras na Bahia. (Pág. 1)
Especial: os detalhes dramáticos da captura de Bin Laden. (Pág. 1)
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ISTOÉ
Manchete: Traição virtual

Como a disseminação das redes sociais e dos sites especializados lançou os brasileiros ávidos por aventuras extraconjugais numa nova era da infidelidade online. (Pág. 1)

Mensalão: como será o julgamento do século. (Pág. 1)

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ISTOÉ Dinheiro
Manchete: Ele vai investir R$ 2,5 bi para te hospedar

O francês Roland Bonadona tem a missão de dobrar de tamanho a maior rede hoteleira do País até 2015 – e isso é só o começo. Conheça os planos ousados do grupo Accor para aproveitar o crescimento da economia e do turismo no Brasil antes e depois da Copa do Mundo e da Olimpíada. 

Roland Bonadona, presidente da Accor para América Latina: "Vivemos o melhor e mais confortável ciclo de investimento da história". (Pág. 1)

Capital de risco: fundos querem empresas menores. (Pág. 1)

Comércio exterior: por que Dilma endureceu o jogo. (Pág. 1)

Perfil: o construtor do prédio mais alto do Brasil. (Pág. 1)

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Carta Capital
Manchete: O povo samba

Os foliões dançam por igualdade, liberdade e fraternidade desde que o Brasil é Brasil. (Pág. 1)

Eleições 2012: olha a cabeleira do Zezé. Será que ele é? (Pág. 1)

Pacote grego: Os alemães reclamam. O povo vai às ruas. (Pág. 1)

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EXAME
Manchete: Imóveis - Um mercado sob suspeita
Preços em alta, empresas em baixa. O que há de errado com as construtoras brasileiras.

A estratégia das construtoras para melhorar os resultados – e o que isso significa para clientes e investidores.
O fantasma da Encol: qual o (real) tamanho do risco para os compradores? (Pág. 1)

Infraestrutura: os desafios após a privatização dos aeroportos. (Pág. 1)

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Zero Hora
Manchete: No ritmo do Brasil

Unidos de Vila Isabel foi uma das cinco escolas a brilhar na primeira noite do Porto Seco. (Págs. 1 e 24 a 27)

O Rio Grande de outros carnavais. (Págs. 1 e 24 a 27)

Ellen Rocche desfilou morena em SP e neste domingo samba na Sapucaí.(Págs. 1 e 24 a 27)

O avanço social de um menino

Símbolo da pobreza extrema há uma década, Leonir Mariano se prepara agora, aos 14 anos, para ingressar na vigorosa Classe C brasileira. (Págs. 1, 4 e 5)

Um ano depois

União de comunidade ajuda a superar tragédia

No Carnaval de 2011, acidente com ônibus matou 27 moradores de Linha Salto. (Págs. 1, 34 e 35)

Vestibular: UFRGS divulga segunda chamada

Aprovados devem ficar atentos às datas de matrículas. (Págs. 1 e 23)

Empregos & Oportunidades

3,4 mil vagas temporárias para a Páscoa. (Pág. 1 e Encartado nesta edição)

EBC Serviços

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