Bom dia! Os destaques dos principais jornais e revistas deste domingo, 11 de março.



O Globo
Manchete: Senadores têm fantasmas e denunciados nos gabinetes

Passados apenas dois anos da maior crise do Senado, a dos atos secretos para nomear parentes, pelo menos 25 dos 81 senadores persistem no hábito do empreguismo. Nos gabinetes de Brasília ou em seus estados de origem, os senadores abrigam funcionários-fantasmas - estudantes que moram fora do país, e médicos e advogados que passam o dia exercendo sua profissão longe da casa, como mostra o levantamento feito por Chico de Gois e Roberto Maltchik. Outro grupo de funcionários inclui denunciados pelo Ministério Público e políticos cassados por compra de votos. No gabinete do senador Agripino Maia (DEM-RN), "trabalhava" até a semana passada uma estudante de Medicina que desde agosto de 2011 faz estágio na Espanha. A jovem é sobrinha do deputado João Maia (PR-RN) e do ex-diretor-geral do Senado Agaciel Maia, demitido na crise dos atos secretos. O líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), emprega em seu escritório regional uma fisioterapeuta que também dá expediente de 40 horas semanais em clínicas. (Págs. 1, 3 e 4)
Estaleiros e ensino emperram o pré-sal

Dos sete estaleiros do país que vão construir 33 sondas para a Petrobras explorar o pré-sal do petróleo, quatro ainda estão iniciando obras e dois precisam fazer ampliações. Também não foram liberados R$ 6 bilhões de financiamentos públicos. Outro gargalo é a falta de mão de obra especializada, afetada por deficiências do ensino no Brasil. O setor precisa contratar, até 2013, 25 mil pessoas. (Págs. 1 e 35)



Família Real quer retomar o Guanabara

Numa das mais antigas ações judiciais do país, iniciada há quase 117 anos, o bisneto da Princesa Isabel, Alberto de Orleans e Bragança, briga na Justiça pelo Palácio Guanabara - sede do governo do estado que foi tomado pela República em 1894. (Págs. 1 e 21)

Cármen Lúcia

Ministra que comandará eleições preza a liberdade e votou pela união gay. (Págs. 1 e 14)

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Folha de S. Paulo
Manchete: Acesso à pílula do dia seguinte ainda é precário no SUS

Unidades de saúde exigem receita para liberar contraceptivo de emergência e presença de responsáveis por adolescentes

Quase uma década após o início da distribuição da pílula do dia seguinte no SUS, o acesso ao contraceptivo de emergência é precário. 
Além da escassez, as unidades de saúde exigem receita para liberar a droga, que só previne a gravidez se ingerida até 72 horas após o ato sexual.
Muitas vezes, porém, não há médico para fazer a prescrição e uma consulta com um ginecologista pode demorar até dois meses. 
Nas farmácias, as mulheres conseguem comprar o medicamento sem receita, o que é ilegal, por preços que variam de R$ 9 a R$ 23.
Segundo especialistas, a exigência amplia desigualdades no acesso à pílula. Para as adolescentes, a dificuldade é maior. Embora o Ministério da Saúde garanta o direito ao sigilo, muitos postos exigem a presença de pais ou responsáveis para liberar a droga. (Págs. 1 e C1)

Menos invasiva, nova cirurgia corrige doença cardíaca de bebê

Uma nova cirurgia cardíaca pouco invasiva começou a ser feita na semana passada na Beneficência Portuguesa de São Paulo. 

A diferença está na incisão feita para corrigir doenças cardíacas congênitas. O procedimento já foi realizado em pacientes de oito meses a quatro anos. Em vez de um grande corte no peito, o paciente fica com uma cicatriz abaixo da axila. (págs. 1 e C14)
Casino assume Pão de Açúcar e prepara a saída de Abílio

O grupo francês Casino, que comprou o controle do Pão de Açúcar em 2005, vai assumir a maior rede varejista brasileira em junho e dará inicio a uma reestruturação. O grupo prevê o agrupamento de todas as suas subsidiárias na América Latina. 

Com a estratégia, os franceses acreditam que Abílio Diniz, presidente do conselho do Pão de Açúcar, decidirá sair da rede. (Págs. 1 e B1

Editoriais

Leia “Tensão superficial”, sobre oscilações da cotação do petróleo, que pode atingir nível crítico a depender da evolução da crise do Ocidente com Irã. (Págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo
Manchete: Base cobra novo modelo de relação com Dilma

Aliados querem redução do poder do PT, mais diálogo entre parlamentares e liberação de emendas

A crise na base do governo no Congresso já tem sua primeira conseqüência. Os principais dirigentes dos partidos integrantes da coalizão da presidente Dilma Rousseff querem um novo modelo de relacionamento com o Planalto, com menos poder para o PT, mais diálogo entre os parlamentares e o cumprimento das promessas de liberação das emendas, informa o repórter João Domingos. Os aliados acham que o PT leva muita vantagem sobre os demais 16 partidos da coalizão na ocupação dos espaços. “Nossos ministérios não dispõem de verbas para que possamos anunciar obras nos municípios. Ficamos na dependência do PT”, afirma o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). Na próxima terça-feira, Dilma tentará fazer gesto público de conciliação para apaziguar os aliados, informa a repórter Vera Rosa. (Págs. 1 e A4)
O médium de Lula
João de Deus, médium de Goiás especializado em cirurgias espirituais, acompanha o ex-presidente. Quem trata do Lula é o coração de todos os brasileiros”, diz. (Págs. 1 e A10

Eles tramam o fim de Assad

Desde junho, 11 mil civis e mil militares sírios cruzaram o Rio Al-Assi, “o rebelde”, e entraram na Turquia, fugindo da perseguição das forças de Bashar Assad. Reagrupados, os militares formam o Exército Livre da Síria. Alguns militares desviam fuzis do Exército formal, mas as armas mais comuns entre os rebeldes são espingardas 12 mm, usadas para caçar aves. Seu preço duplicou: US$ 500. Os civis vivem em seis campos de refugiados. O governo sírio abriu as comportas de represa na fronteira para alagar um dos acampamentos. (Págs. 1, A14 a A18)

Serviços encarecem o dobro da inflação

Os preços de serviços de pedreiros, cabeleireiros e médicos, entre outros, subiram 6,4% entre julho de 2011 e fevereiro passado, contra inflação de 3,2%. (Págs. 1 e B1)

João Ubaldo Ribeiro: Vem ai o Estatuto da Palavra

Eliminar do dicionário uma palavra lexicograficamente legítima não só é uma violência despótica, como uma inutilidade, pois ela sobreviverá. (Págs. 1 e D4)

Mohamed A. El-Erian: Crise européia, longe do fim

Ainda é significativo o risco de a Europa voltar a emitir ondas potencialmente turbulentas. Não devemos cair no engano da complacência. (Págs. 1 e B14)

Notas & Informações: Dez horas de cegueira

Ainda bem que o Supremo tornou a ver a luz e recuou de decisão sobre as MPs. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense
Manchete: Cada distrital quer um carro de luxo. E quem paga é você

No mês passado a Câmara Legislativa do DF aumentou em 77,77% o valor da verba indenizatória, reservando R$ 5,7 milhões anualmente para gastar com divulgação, consultoria e locação de imóveis ou automóveis. Mas, os distritais também recuaram, por pressão social, e acabaram com o 14º e 15º salário. Agora, camufladamente, enfiaram uma emenda num projeto de lei qualquer para que possam comprar um carro de luxo para cada um. Até "orçamento" para verificar quanto custa a aquisição de 26 veículos está sendo feito. Se forem da mesma marca e modelo usado pelo presidente da Casa, Patrício (PT), o custo da esperteza pode sair por R$ 2,3 milhões. (Págs. 1 e 25)

Congresso: O Fisco vai para cima do Senado

Nada de calote. A Receita Federal cobra R$ 10,8 milhões pela falta de recolhimento do Imposto de Renda relativo ao 14º e 15º salários que foram pagos aos parlamentares. Pelo mesmo "jeitinho", oito assembleias legislativas também receberam a mordida do Leão no valor total de R$ 135,8 milhões. (Págs. 1 e 2)

515 mil vagas. Quem se habilita?

A economia desacelerou, mas o mercado ainda corre atrás de trabalhadores - boa parte pouco qualificada para setores como construção civil e automobilístico. As ofertas de emprego estão espalhadas pelo país. Uma chance para quem quer investir nos estudos técnicos. (Págs. 1 e 12)

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Estado de Minas
Manchete: A profecia da devastação

Megaprojeto de mineração põe em risco patrimônio da humanidade em Congonhas

Empreendimento de R$ 11 bilhões da Companhia Sederúrgica Nacional (CSN) pretende avançar a extração de minério de ferro sobre o Morro do Engenho. A montanha é área de presevação com 29 captações de água responsáveis por metade do abastecimento da cidade. Mais que isso, emoldura os profetas esculpidos em torno da Basílica de Bom Jesus do Matosinhos, maior obra do gênio Aleijadinho. O morro ainda serve de anteparo à poeira de minéiro, que vem deteriorando as estátuas e encarde o casario. Já são 120 toneladas de pó vermelho recolhidos por mês. Curiosamente, no pergaminho do profeta Joel, cujo olhar mira a montanha, está escrito em latim: "Exponho à Judeia que mal hão de trazer à Terra a lagarta, o gafanhoto, o besouro e a ferrugem". O destino do projeto está nas mãos de nove vereadores. (Págs. 1, 3 a 5 e o Editorial "A hora é de parceria", na 6)

Nova classe média veio para ficar

Os quase 100 milhões no segmento já têm capacidade de produção que consolida o novo padrão de vida. De 2004 pra cá, número de pessoas com educação profissional e carteira de trabalho subiu 83%. (Págs. 1, 14 e 15)

Emprego

Indústria e construção tem 515 mil vagas qualificadas (Págs. 19)

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Jornal do Commercio
Manchete: As nove profissões que vão dominar o futuro

Pesquisa da Firjan escutou 402 empresas e traçou a demanda para a indústria nos próximos oito anos. Supervisor de produção em fábrica de plástico é o cargo mais procurado. Veja a relação destes empregos, qualificação exigida e a média salarial. (Págs. 1 e Economia 4)

Harry no Rio

Numa visita cheia de qubras de protocolo, príncipe britânico jogou vôlei e subiu o Morro do Alemão. (Págs. 1 e 16)

Há um ano, o Japão virava terra arrasada

Pernambucanos que viveram os momentos de terror recordam o terremoto seguido de tsunami em março de 2011. (Págs. 1, 17 e 20)

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capa
Veja
Manchete: O gladiador tranquilo

Anderson Silva, brasileiro campeão de artes marciais, é o maior ídolo do esporte que mais cresce no mundo, apesar da violência - ou por causa dela

Economia

Só na ficção os governos têm os superpoderes que se atribuem

SOS litoral

Por que o novo Código Florestal pode arrasar os manguezais

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capa
Época
Manchete: Por que você trabalha tanto...e o Brasil cresce tão pouco?

...e o seu dinheiro também

Eugênio Bucci e os silêncios de Dilma Rousseff

Felipe Patury e os novos filmes de Lula e FHC

Bruno Astuto e a volta de Thereza Collor

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capa
ISTOÉ
Manchete: Como enfrentar as tentações

A ciência descobre o que fazer para aumentar a força de vontade e resistir a desejos de comer em excesso, comprar demais, fumar, acordar tarde e muitos outros.


Conheça as estratégias recomendadas pelos especialistas para dizer não aos impulsos

Faça um teste e verifique como anda seu autocontrole

Jovens milionários

A história dos brasileiros que fazem fortuna criando aplicativos para tablets e celulares

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ISTOÉ Dinheiro
Manchete: O ousado plano de Meirelles para transformar o grupo JBS numa potência global

Ao assumir o comando da J&F, holding brasileira que fatura R$ 70 bilhões e é líder internacional do setor de carnes, o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles diz que passa de "goleiro da economia" nacional a "atacante" do capitalismo mundial. Conheça sua estratégia.

Economia

Até onde vai o pacote de estímulo do PIB

Riqueza

Quem são os seis novos bilionários do país

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Carta Capital
Manchete: A tormenta

O Brasil paga a conta da enxurrada de dólares despejada pelas economias desenvolvidas

Delfim e Beluzzo: o País precisa defender seu futuro de todas as maneiras possíveis

Condor

A empresa carioca que lucra com os protestos mundiais

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Zero Hora
Manchete: Sul é alvo de 14 bandos armados com dinamite

Em investidas que duram três minutos, quadrilhas fizeram 52 ataques em 2012 nos três Estados da região, o último deles na madrugada de sábado, em Caxias do Sul (págs. 1, 4 e 5)

O que está por trás do choro da presidente

Razões que levaram Dilma às lágrimas em evento público no início do mês. (Págs. 1 e 6)

Os 12 dramas de uma cidade

Nos 90 dias em que atendeu pacientes, a UTI Neonatal de Canguçu sofreu com a falta de pessoal e fez sofrer com uma mortalidade de bebês muito acima da média de outras unidades do Estado. (págs. 1, 20 e 21)
EBC Serviços

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