Bom dia! Vamos com as principais notícias dos jornais deste sábado, 21 de abril.


O Estado de S.Paulo
Juro, câmbio e impostos são 'amarras' do País, diz Dilma
O Globo
Acuada por CPI, Delta sai da reforma do Maracanã
Correio Braziliense
A capital das 18.993 noites
Estado de Minas
Fim do aluguel agrava falta de garagem em BH
Zero Hora
Redução do juro acelera debate sobre regras da poupança
*
Jornais internacionais
The New York Times (EUA)
Obama vê queda acentuada de verba dos principais doadores
The Washington Post (EUA)
Dúvidas obscurecem aliado de Bo Xilai
The Times (Reino Unido)
Cameron "encorajou secretamente" revolta no Partido Conservador
The Guardian (Reino Unido)
Fortuna da família de parlamentar foi criada em paraíso fiscal
Le Figaro (França)
Eleição presidencial - a capital na primeira rodada
Le Monde (França)
Podemos acreditar nas últimas sondagens?
El País (Espanha)
O governo expulsa os sindicatos do RTVE com a reforma
Clarín (Argentina)
Forte réplica de Cristina pela sanção da Espanha

O Globo
Manchete: Acuada por CPI, Delta sai da reforma do Maracanã

No Ceará, empreiteira é acusada de pagar mensalão a diretores do Dnit
Alvo da CPI do Congresso e investida pela Polícia Federal sob suspeita de financiar parte do esquema criminoso do bicheiro Carlinhos Cachoeira, a Delta Construções vai sair do Consórcio Maracanã 2014, que reforma o estádio para a Copa do Mundo. A decisão foi da Andrade Gutierrez e da Odebrecht, integrantes do Consórcio. Elas devem comprar os 30% da Delta, que deixou de fazer repasses para a obra na última semana. O governo do Rio ainda não foi informado oficialmente da decisão. O Ministério Público Federal no Ceará acusa a Delta de pagar um mensalão a servidores e diretores do Dnit no estado. No Congresso, a CPI do Cachoeira teve a assinatura de 72 dos 81 senadores e 396 dos 513 deputados. (Págs. 1 e 3 a 9)

STF: entidades criticam "excessos" de ministros

Juízes e advogados dizem que instituição deve ser preservada; Ayres Britto nega manipulação de resultados de julgamentos
A troca de acusações em público entre os ministros Joaquim Barbosa e Cezar Peluso, do STF, foi criticada por entidades da área jurídica, que alertaram para a importância de preservar a instituição. Presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, Nelson Calandra atribuiu as declarações a um "momento de tensão". O da OAB, Ophir Cavalcante, lamentou a discussão. O presidente do STF Ayres Britto, defendeu a Corte e disse ser impossível manipular resultados de julgamentos. (Págs. 1, 10 e Merval Pereira)
Fotolegenda: Hora da Limpeza: A nova presidente do TSE, Cármen Lúcia, garante que a Justiça Eleitoral fará valer a Lei da Ficha Limpa este ano. (Págs. 1 e 15)


Editorial

Mesmo sujeitos a oscilações de humor, os ministros do STF precisam agir com uma boa dose de compostura. (Págs. 1 e 6)


Argentina pede socorro à Petrobras

Após reestabilizar a YPF, que era dos espanhóis da Repsol, a Argentina quer que a Petrobras amplie de 8% para 15% sua fatia na produção de petróleo no país. O pedido foi feito pelo ministro do Planejamento, Júlio de Vido, ao ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e a Graça Foster, da Petrobras. Mas a Petrobras não deverá investir mais do que o previsto. (Págs. 1 e 25)

Falta vaga para aviões no Rio+20

Com os aerportos sobrecarregados, está difícil encontrar vaga para estacionar os 110 aviões extras previstos no Rio+20. A Infraero planeja usar aeroportos em outros estados, além da Base de Santa Cruz. (Págs. 1 e 16)

Transição para a economia verde

Ministros de economia negociarão, na Rio+20, o financiamento de projetos para garantir a transição a uma economia verde, preservação ambiental e combate à pobreza. (Págs. 1 e 31)

CPI do Ecad sugere 21 indiciamentos

A comissão constatou fraudes no escritório de arrecadação de direitos autorais e sugeriu, além da criação de portal de transparência, que a fiscalização saia da Cultura e vá para a pasta da Justiça. (Págs. 1 e Segundo Caderno)

Hollande é favorito em sete de dez pesquisas na França (Págs. 1 e 33)



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Folha de S. Paulo

Manchete: Novo presidente do STF intervém para conter crise

Ministros da mais alta corte do país trocam acusações e ofensas publicamente


A crise instalada no Supremo Tribunal Federal após troca de acusações entre os ministros Cezar Peluso e Joaquim Barbosa levou o novo presidente, Carlos Ayres Britto, a agir para tentar pacificar a corte. 
Barbosa chamou Peluso, que presidia o STF até ante-ontem, de “tirano” e ridículo” e o acusou de manipular julgamentos. Foi uma reação às declarações de Peluso, que classificou o colega como “difícil” e “inseguro”. 
Ontem o novo presidente convocou uma entrevista para apaziguar os ânimos. Ayres Britto disse ser “logicamente impossível” haver manipulação de decisões, “porque os outros (ministros) perceberiam”.
Ministros veem o caso como uma rusga entre colegas e não creem que ela prejudique a corte perto do julgamento do mensalão. (Págs. 1 e Poder A4)

Walter Ceneviva - Novos presidentes do STF e do TSE terão mais espinhos que flores no percurso (Págs. 1 e Cotidiano C2)

FMI terá US$ 430 bilhões para barreira anticrise

O Fundo Monetário Internacional anunciou, após meses de negociação, que terá US$ 430 bilhões para proteger seus países-membros de futuros choques. Na avaliação de Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI, o valor dobra a capacidade de empréstimo do organismo multilateral. 

O Brasil e a Índia ainda não declararam valores de aporte, embora o ministro Guido Mantega (Fazenda) veja o mecanismo como essencial para lidar com um eventual repique da crise. 
O valor supera algumas expectativas, mas não chega aos US$ 500 bilhões inicialmente almejados. (Págs. 1 e Mundo A16)

A Jato

Fotolegenda - Operários trabalham em terraplenagem que está a cargo do Exército no aeroporto de Cumbica (SP); a obra deve ser entregue antes do prazo, o que permitirá que o consórcio adiante o início da construção do novo terminal. (Págs. 1 e Mercado B6)

Dilma agora vai pressionar banco e cortar taxa de fundo

Após forçar os bancos privados a baratear empréstimos, o governo pressionará as instituições a reduzir as taxas de administração dos fundos de investimentos. O objetivo é mantê-los mais rentáveis que a poupança. Assim, o BC teria espaço para reduzir a Selic sem alterar as regras da aplicação. 

Hoje, se a taxa cair abaixo de 8,5%, fundos perderiam para a caderneta. (Págs. 1 e Mercado B1)

Polícia investiga se pane em trens de SP foi sabotagem

O governo de São Paulo e a polícia investigam sete incidentes com trens da CPTM por suspeita de sabotagem. 

Ontem, houve problemas em duas linhas – neste ano foram ao menos 15 falhas graves. O secretário de Transportes Metropolitanos diz não crer na participação de funcionários. (Páginas 1 e Cotidiano C4)

Delta decide sair de consórcio da obra no Maracanã

A construtora Delta, que segundo a Polícia Federal tem ligação com o empresário Carlos Cachoeira, decidiu sair do consórcio que cuida da reforma do Maracanã para a Copa do Mundo de 2014. 

A empresa parou de fazer contribuições ao consórcio, formado com Odebrecht e Andrade Gutierrez. Está sendo negociado o acerto financeiro para a saída. (Págs. 1 e Poder A10)

Delúbio Soares aparece em nova investigação da Polícia Federal (Págs. 1 e Poder A4)



Índio é baleado em conflito por terras no sul da Bahia

Um índio pataxó levou um tiro na coxa em Pau Brasil, no sul da Bahia, em provável conflito com fazendeiros por disputa de terras. 

Há suspeita de que ele tenha sido baleado pelos seguranças que tentam impedir as invasões. (Págs. 1 e Poder A14)

Argentina cobra da Petrobras que eleve investimento

Depois de estatizar a petroleira YPF, a Argentina quer que a Petrobras amplie seus investimentos no país. O ministro argentino Julio De Vido propôs que a estatal eleve de 8% a 15% sua participação no mercado. O Brasil se comprometeu a analisar a proposta, mas pediu segurança jurídica. (Págs. 1 e Mundo A17)

Editoriais

Leia “Impasse ambiental”, sobre votação do Código Florestal, e “Primeiros passos”, acerca de suspensão de pagamentos a magistrados do TJ-SP (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Juro, câmbio e impostos são 'amarras' do País, diz Dilma

Para presidente, o Brasil tem de buscar um patamar de taxas similar ao praticado internacionalmente


A presidente Dilma Rousseff voltou a atacar ontem os valores cobrados no mercado de crédito, apesar da redução da taxa básica de juros e dos cortes promovidos por bancos públicos e privados nos custos dos financiamentos. Para a presidente, a taxa de juro, o câmbio e os impostos altos são “amarras” do País. Dilma criticou também desvalorização de moedas e guerras comerciais, que, segundo ela, usam métodos “não muito éticos”. A presidente afirmou que ”o Brasil tem de buscar um patamar de juros ao praticado internacionalmente”. A queda dos juros virou uma das principais bandeiras do Palácio do Planalto, que usou os bancos oficiais para forçar a redução dos juros no mercado de crédito. Na quarta-feira, o Copom do Banco Central reduziu a taxa Selic para 9% no ano. (Págs. 1 e Economia B1. 

STF reage a acusação de manipulação de julgamentos

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto, disse ontem que é impossível manipular o resultado de um julgamento. “É uma impossibilidade lógica”, afirmou, em entrevista acusou Cezar Peluso, ex-presidente do STF, de ter manipulado ou ter tentado manipular resultados de julgamentos, “criando falsas questões processuais”. (Págs. 1 e Nacional A12)

Pagot afirma que assessores do Planalto tentaram derrubá-lo

O ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antônio Pagot suspeita que assessores do Palácio no Planalto aturaram para derrubá-lo durante a crise no Ministério dos Transportes, relata o repórter Fábio Fabrini. Pagot disse ter sido informado de que assessores repassaram à imprensa dados da reunião sigilosa com a presidente Dilma Rousseff em junho de 2011. O ex-diretor alega que, no Dnit, afetou interesses da Delta Construções, o que teria gerado a retaliação do grupo de Carlos Cachoeira. (Págs. 1 e Nacional A4)


Maracanã: Delta deve deixar obra

Em dificuldades para obter financiamento, a construtora Delta suspendeu aportes para a reforma do Maracanã e deve deixar o consórcio. (Págs. 1 e Nacional A8)

Governo de SP atribui panes da CPTM a atos de sabotagem

O governo de São Paulo afirma que atos de sabotagem – dois só ontem – foram responsáveis por 6 das 16 panes graves nos trens da CPTM desde dezembro. “Tem coisas que são defeitos nossos, que estamos corrigindo”, diz o secretário Jurandir Fernandes (Transportes Metropolitanos). (Págs. 1 e Cidades C1)

Queda de Boeing mata 127 no Paquistão (Págs. 1 e Internacional A18)



Governo volta a negar anistia a desmatador (Págs. 1 e Vida A29)


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