Bom dia! O resumo dos jornais desta segunda-feira, 26 de junho.



O Globo
Manchete: Bolsa Família já registra benefício de até R$ 1.332
Valor é destinado a domicílio onde vivem 19 pessoas; teto antigo era de R$ 306
O Bolsa Família, que até o mês passado transferia no máximo R$ 306 por mês a uma mesma família, passou a pagar, neste mês, benefícios que chegam a R$ 1.332. A quantia foi repassada a uma única família formada por 19 pessoas, informa Demétrio Weber. A mudança é resultado do programa Brasil Carinhoso, lançado em maio pela presidente Dilma Rousseff, com o objetivo de tirar da miséria famílias com crianças de até 6 anos e garantir uma renda média mínima de R$ 70 por pessoa nesse grupo, mesmo que, para isso, o repasse vá além do antigo teto do programa. Os dados foram solicitados pelo GLOBO com base na Lei de Acesso à Informação. De acordo com o ministério, apenas 1% dos repasses, ou cerca de 20 mil, são hoje superiores a R$ 325. Para o economista da FGV Marcelo Neri, a mudança é positiva por beneficiar famílias com mais crianças, mas é preciso acompanhar os resultados para, eventualmente, fazer ajustes. O pesquisador Rafael Osório, do Ipea, diz que o caso é uma exceção e lembra que, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE, só 2% das famílias hoje têm quatro ou mais filhos. (Págs. 1 e 5)

Brasil estuda cortar projetos no Paraguai
Lugo monta governo paralelo, e Justiça arquiva pedido de inconstitucionalidade de impeachment

Na lista de possíveis sanções que a presidente Dilma levará ao Mercosul, sexta-feira, estão a suspensão de projetos de investimentos e da Tarifa Externa Comum (TEC). O objetivo é evitar que o impeachment de Fernando Lugo se transforme em um precedente perigoso na região. Enquanto o presidente Federico Franco dava posse ao novo Gabinete, o presidente cassado montou um governo paralelo. A Justiça arquivou o pedido de inconstitucionalidade feito por Lugo. (Págs. 1, 27, 28, Míriam Leitão e Merval Pereira)

Fotolegenda: Estrago insustentável
O que era gramado virou charco no Parque do Flamengo, após receber 300 mil pessoas na Cúpula dos Povos, durante a Rio+20. Vários trechos dos 26 mil metros quadrados usados pelas ONGs precisam de recuperação. (Págs. 1 e Rio, 15)
Petrobras perde R$ 22 bi na Bolsa
Como o reajuste da Petrobras frustrou investidores, as ações despencaram quase 9%, a maior queda desde 2008, auge da crise. A perda atingiu R$ 22 bilhões de valor de mercado. A estatal adiou o início da operação do Comperj, em Itaboraí, e de duas refinarias (CE e MA). (Págs. 1 e 21)
Agência rebaixa 28 bancos espanhóis
No dia em que formalizou à UE pedido de resgate de até € 100 bi, a Espanha teve 28 bancos rebaixados pela agência Moody’s. Entre eles, estão o Santander e o BBVA. Todas as instituições podem sofrer um novo rebaixamento. (Págs. 1 e 25)
Cachoeira conseguia entrar na rede da PF
Na véspera da Operação Monte Carlo, um advogado disse a integrante da quadrilha de Cachoeira que tinha revirado o sistema da Polícia Federal sem encontrar nada. No Conselho de Ética do Senado, o relator pediu a cassação de Demóstenes Torres. (Págs. 1 e 9 a 11)
Lewandowski se queixa de pressões
Em ofício ao presidente do STF, Ayres Britto, o ministro Ricardo Lewandowski reclamou de pressões para entregar o voto do mensalão. Garantiu que dará o voto até o fim do mês e que o julgamento não atrasará. (Págs. 1 e 12)
Maluf: "Perto do PT hoje, sou comunista"
No dia em que o PC do B anunciou apoio a Fernando Haddad (PT), o deputado federal Paulo Maluf disse que não se oporá se o vice da chapa for comunista: “O PT se comportou à direita de Paulo Maluf. Eu, perto do PT hoje, sou comunista.” (Págs. 1 e 13)
No Rio, DEM lança a dupla Maia-Garotinho
Ex-adversários, o ex-prefeito Cesar Maia e o ex-governador Anthony Garotinho subiram ao palanque para lançar a candidatura de seus filhos Rodrigo e Clarissa na disputa pela prefeitura do Rio, pela coligação DEM-PR. (Págs. 1 e 13)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Ministro rejeita pressão, e mensalão atrasará no STF
Lewandowski vai entregar o voto revisado no fim do mês, o que adiará o início do julgamento por 5 dias

O ministro do STF Ricardo Lewandowski, revisor do processo do mensalão, se disse “estupefato” com as pressões que recebeu para devolver logo a ação e afirmou que tem até sexta-feira para concluir o trabalho.

A decisão deverá atrasar o julgamento em cinco dias. “Estou trabalhando noite e dia para cumprir o prazo, definido em plenário, de entregar no fim do mês.” (Págs. 1 e Poder A4)

Relator pede a cassação de Demóstenes em conselho
Relator do processo contra Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) no Conselho de Ética do Senado, Humberto Costa (PT-PE) pediu a cassação do senador por ter recebido “vantagens indevidas” de Carlos Cachoeira. A votação não havia terminado até a conclusão desta edição. Os dois primeiros votos foram pela cassação. (Págs. 1 e Poder A6)
Mônica Bergamo
Lula está à minha direita, declara Maluf. (Págs. 1 e Poder A9)
Paraguai afirma ser vítima de intransigência do Mercosul
O novo governo do Paraguai diz ser vítima de uma decisão intransigente do Mercosul, que suspendeu o país do bloco, relata Isabel Fleck, de Assunção. A alegação é que não houve direito à defesa, a mesma usada por Fernando Lugo para tentar reverter o impeachment.

O Senado aprovou na véspera a lei que regulamentou a cassação. (Págs. 1 e Mundo A11)

Vladimir Safatle
Leis atrapalham a democracia no Egito e Paraguai. (Págs. 1 e Opinião A2)
Dilma á a única que pode me salvar, diz condenado à morte
O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, 50, condenado à morte por tráfico na Indonésia, afirmou ter esperança de que a presidente Dilma possa evitar a execução, prevista para julho. “É a única pessoa que pode me salvar”, disse, por telefone, a Ricardo Gallo. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Juíza dá 48 h para sacolas voltarem a supermercados
Juíza da 1² Vara Central da capital paulista deu 48 horas para os supermercados voltarem a distribuir gratuitamente as sacolinhas no Estado. Ela deu ainda 30 dias para que as lojas forneçam de forma gratuita embalagens biodegradáveis. Cabe recurso. (Págs. 1 e Mercado B3)
Editoriais
Leia “Paraguai soberano”, sobre ação do Mercosul contra novo governo, e “Da tortura à Presidência”, acerca de depoimento de Dilma Rousseff. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Petrobrás quer novos reajustes da gasolina
Plano de investimentos insiste na necessidade de equiparação com os preços internacionais

A Petrobrás quer novos reajustes nos combustíveis, para igualar os preços com os do mercado externo. Ao detalhar o plano de negócios 2012-2016, a diretoria mostrou que a alta da gasolina (7,83%) e do diesel (3,94%) autorizada pelo governo não compensou a defasagem - e as ações da empresa caíram cerca de 8%, fazendo o Ibovespa recuar 2,95%. A Petrobrás defendeu reajuste de 15% para financiar expansão de 5,2% nos investimentos, previstos agora em US$ 236,5 bilhões até 2016. A renúncia fiscal para que o reajuste já autorizado não chegasse ao consumidor atingiu R$ 420 milhões. A Petrobrás cortou a meta de produção em 14% para 2020 e usou a obra da refinaria Abreu e Lima, três anos atrasada e hoje quase dez vezes mais cara que o previsto, como exemplo a ser evitado. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Por absolvição, Demóstenes tentou negociar renúncia
O senador Demóstenes Torres procurou, pessoalmente ou por meio de emissários, figuras-chave do Senado para oferecer a própria cabeça em troca da absolvição e da manutenção de seus direitos políticos. Ele propôs, sem sucesso, tirar licença por 120 dias e depois renunciar, se os senadores com influência sobre os colegas não trabalhassem pela cassação. (Págs. 1 e Nacional A4) 
Lugo, presidente "paralelo"
Na foto do alto, o novo presidente do Paraguai, Federico Franco, comanda reunião ministerial; na imagem seguinte, Fernando Lugo, o presidente deposto, se encontra com seu ‘gabinete paralelo’. Ele prometeu ‘resistir ao poder de Franco’, mas a Justiça considerou constitucional sua destituição. (Págs. 1 e Internacional A14 e A16)
Lula diz que vai "morder a canela" dos adversários
O ex-presidente Lula prometeu “morder a canela” dos adversários para eleger Fernando Haddad prefeito de São Paulo. Ele disse que não se arrependeu da foto com Paulo Maluf e afirmou que o tucano José Serra, que segundo ele está “patinando nas pesquisas”, cometeu “equívoco” ao entrar na disputa. (Págs. 1 e Nacional A9)
Investigação contra Palocci é arquivada (Págs. 1 e Nacional A6)


Celso Ming
Chegou tarde e foi insuficiente

Precisou que a hemorragia nas finanças da Petrobrás atingisse níveis críticos para que o governo concordasse com o reajuste dos combustíveis. (Págs. 1 e Economia B2)

Arnaldo Jabor
O mal do mundo não tem rosto

Nos anos 30, Paul Valéry já previa com clareza o mundo que vivemos hoje. E Osama Bin Laden nos lembrou que a vida real é um mistério. (Págs. 1 e Caderno 2, D10)

Notas & Informações
O BIS adverte sobre o risco do crédito

Banco diz que emergentes devem tomar cuidado. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Conselho de Ética pede cassação de Demóstenes
Em relatório de 79 páginas, o senador Humberto Costa (PT-PE) acusou o parlamentar goiano de quebra de decoro e recomendou a cassação de Demóstenes Torres (ex-DEM-GO). Os 15 integrantes do Conselho de Ética do Senado presentes à sessão aprovaram o parecer por unanimidade. Humberto acusou Demóstenes de pôr o mandato a serviço do bicheiro Carlinhos Cachoeira e de mentir em plenário quando negou ter qualquer envolvimento com o esquema criminoso do contraventor. Para a defesa de Demóstenes, as escutas que flagraram o parlamentar em conversas com Cachoeira são ilegais. O senador ainda acredita que pode salvar o mandato. Para isso, aposta tudo na votação secreta no plenário. (Págs. 1 e 2)
Mensalão corre risco de ser adiado no STF
Se o ministro Ricardo Lewandowski não entregar hoje o relatório sobre o caso, dificilmente o maior escândalo de corrupção da história do país começará a ser julgado em 1º de agosto, como previsto. Lewandowski reclama de pressões e promete concluir o documento até o fim da semana. (Págs. 1 e 4).
Medo de aumento lota postos no DF
Corrida para encher o tanque mostra que brasilienses estão desconfiados de que haverá alta da gasolina. Em dia de queda nas ações, Petrobras fala em novos reajustes. (Págs. 1 e 10)
Paraguai: Lugo monta governo paralelo
Três dias depois de sofrer impeachment, Fernando Lugo instala “gabinete de restauração democrática” e diz que irá à reunião do Mercosul. Enquanto isso, o recém-empossado presidente, Federico Franco, tenta romper o isolamento regional. Hoje, a OEA se reúne para avaliar a crise política no país e analisar eventuais medidas punitivas. (Págs. 1, 16 e Visão do Correio, 14)
Turismo
Programado governo vai qualificar 240 mil pessoas até 2014. (Págs. 1, 12 e 13)
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Valor Econômico

Manchete: Graça faz diagnóstico severo da Petrobras
Conhecida por seu estilo franco, a presidente da Petrobras, Graça Foster, traçou um retrato perturbador das dificuldades que a estatal atravessou no passado recente, ao apresentar um plano de investimentos de R$ 236,5 bilhões para 2012/16. Ela sugeriu que a companhia divulgava metas irrealistas, convivia com certa indisciplina financeira, falta de planejamento e de controle. As metas, consideradas pouco críveis pelo mercado, pareciam contar com a sorte para ser atingidas. "Não é possível considerar milagres na hora que tem demanda forte mundialmente e também no Brasil", disse Graça Fortes, enumerando todas as metas de produção não cumpridas desde 2003.

Ela sugeriu que a companhia costumava adquirir antecipadamente equipamentos de projetos ainda não aprovados em todas as fases, em uma crítica sutil à gestão anterior. Foi o que deu a entender quando se referiu a diversos projetos da empresa, incluindo refinarias. (Págs. 1, B1 e B7)

Só sanções políticas ao Paraguai
A reação do governo brasileiro ao impeachment de Fernando Lugo - considerado uma ruptura do processo democrático no Paraguai - será "dura", mas a presidente Dilma Rousseff descarta sanções econômicas com reflexos sobre o comércio e o desembolso de financiamentos contratados. Dilma quer isolar o Paraguai apenas politicamente. Executivos de empresas brasileiras procuraram auxiliares da presidente para pedir que se evite medidas que afetem seus negócios no país. O Brasil se oporá às propostas de países vizinhos que representem retaliações com reflexos sobre a população paraguaia e brasileiros com interesses no país. (Págs. 1 e A14)
Mineração paga salários mais altos
A produtividade estagnada da indústria de transformação tem feito com que a diferença entre os salários pagos pelo setor e pela indústria extrativa mineral se aprofunde. Em 2007, o salário de admissão no setor extrativo mineral era 31,8% maior que na indústria de transformação. De janeiro a maio, a diferença foi a 65,1%. Além de demandar mão de obra mais qualificada, a indústria mineral recebeu muitos investimentos na última década. Segundo o economista Naercio Menezes, entre 1996 e 2009 o salário médio na indústria de transformação cresceu 27,3%, mas a produtividade, só 5,7%. Na indústria extrativa mineral, houve aumentos de 124,4% da produtividade e de 131,2% no salário médio. (Págs. 1 e A3)
Fotolegenda: De volta a casa
De volta ao Google, após rápida passagem pelo Groupon, Margo Georgiadis assume o cargo de presidente para as Américas e terá como desafio apresentar a companhia como uma mídia completa para publicidade digital e não só uma empresa de links em resultados de buscas. (Págs. 1 e B3)
Belo Monte realocará 5,2 mil famílias
O consórcio Norte Energia, responsável pela construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu (PA), está prestes a fazer seu maior desembolso financeiro para cumprir uma das principais condicionantes socioambientais da usina: o reassen-tamento das milhares de famílias afetadas pela obra.

Até o mês que vem, será feita a licitação de um pacote de obras para contratação das empreiteiras que vão construir mais de 5,2 mil moradias em Altamira, o município mais afetado pela usina. As casas serão erguidas em três áreas, que somam entre 220 e 250 hectares. (Págs. 1 e B8)

Celular fica mais atraente, maior e mais caro com a 4G
A quarta geração da telefonia celular, 4G, prevista para estrear no Brasil em 2013, promete transformar o celular em uma central de entretenimento ao multiplicar em até dez vezes a velocidade de conexão disponível no país.

Dedicada ao tráfego de dados, a 4G vai estimular a transmissão de conteúdo ao vivo - da novela ao jogo de futebol -, além do download de músicas e filmes que poderão ser baixados muito mais rápido para o celular. Os serviços na nuvem, com os quais o usuário pode armazenar seus arquivos e acessá-los via internet, também ganharão força. (Págs. 1 e D8)

União Européia poderá ter poder sobre orçamentos nacionais (Págs. 1 e A14)


Brasil é principal alvo da expansão da Starbucks na AL, diz Burrows (Págs. 1 e B4)


Governo muda fundos regionais
O governo vai mudar os fundos de desenvolvimento regionais do Nordeste, da Amazônia e do Centro-Oeste. Os juros serão reduzidos e as amortizações dos empréstimos não serão mais repassadas ao Tesouro. (Págs. 1 e A2)
Aço
A valorização do dólar e as medidas do governo para impulsionar a economia deverão reduzir o volume de aço importado neste e no próximo ano, principalmente no segmento de aços planos, utilizados pela indústria de automóveis e linha branca, diz Carlos Loureiro, do Inda. (Págs. 1 e Especial)
Previ pede calma quanto à Vale
A Previ não tem pressa em vender ações da Vale para se adequar às normas da Superintendência Nacional de Previdência Complementar. Quer prazo, em vista das condições do mercado e do acordo de acionistas. (Págs. 1 e B2)
Uma nova TV para a Copa
Sony e Panasonic anunciaram a criação de uma nova empresa para desenvolver telas OLED (diodo orgânico emissor de luz) para televisores e monitores de grande porte, sucessora do LED (diodo emissor de luz). (Págs. 1 e B6)
Cidades da Copa - Recife
Com R$ 2,2 bilhões de investimentos em infraestrutura, a Grande Recife se planeja para além da Copa da Mundo, que deixará como legado obras viárias orçadas em R$ 1,4 bilhão e um novo bairro planejado no entorno da Arena Pernambuco. (Págs. 1 e Especial)
Fundos elevam aposta em grãos
Em meio às preocupações com o clima nos EUA e seu impacto sobre a safra de grãos, principalmente com a seca no Centro-Oeste, os fundos voltaram a apostar na alta dos preços no mercado futuro de Chicago. (Págs. 1 e B12)
Roubo isenta bem para exportação
Superior Tribunal de Justiça decide que a Fazenda não pode cobrar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre mercadorias destinadas à exportação e roubadas antes do embarque. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Delfim Netto

A eurolândia precisa percorrer o caminho das federações bem-sucedidas, como os EUA no séc. XVIII e o Brasil no séc. XXI. (Págs. 1 e A2)

Raymundo Costa

Em algum momento da campanha, talvez não demore muito, Haddad terá de andar com as próprias pernas. (Págs. 1 e A10)

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Estado de Minas

Manchete: A necessidade de cada um
Interior de Minas: Só 15% dos municípios mineiros têm secretarias de desenvolvimento para captar investimentos e apoiar a criação de negócios e geração de empregos

Planejamento estratégico para atrair empresas e negócios é do que precisam mais de 700 cidades mineiras para fugir da dependência de verbas federais e estaduais. Quem se preparou, como Capitão Enéas, no Norte do estado, já comemora os resultados. O município ganhou indústria e experimenta uma política de crescimento que está tirando famílias da assistência social. Para isso, criou uma autarquia voltada especificamente para traçar os rumos da economia e criar condições propícias para receber investidores. (Págs. 1 e 11)

Senado: Liberdade em recursos do PAC trava votações
Emenda que amplia regime diferenciado de contratação para obras do Programa de Aceleração do Crescimento divide opinião entre governo e oposição, que teme aprovação mais fácil de projetos suspeitos de irregularidades. Texto definirá aplicação de R$ 12 bilhões em Minas. (Págs. 1 e 3)
Dias contados para farra com verba pública
Tramita na Assembleia proposta de emenda à Constituição mineira para extinguir 14º e 15º salários, além de todos os tipos de gratificação, prêmio, verba de representação e outros privilégios. Se aprovada, será aplicada no Executivo e Judiciário, além do Legislativo. (Págs. 1 e 7)
Crise no Paraguai: Ex-presidente tenta manter poder paralelo
Destituído do cargo, Fernando Lugo convocou gabinete com ex-ministros para travar oposição ao presidente Federico Franco. Tribunal Superior de Justiça Eleitoral do país descartou possibilidade de antecipar eleições. Chefes de Estado sul-americanos discutem crise na sexta-feira. (Págs. 1 e 16)
Gasolina: Plano de investimentos da Petrobras prevê mais altas
Reajustes nos preços dos combustíveis seriam necessários para cumprir metas de negócios. (Págs. 1 e 15)
Nova tecnologia: Vale transformará minério pobre em rico em Itabira (Págs. 1 e 13)


Resultado do SISU: Minas tem 4.082 vagas e inscrições acabam dia 9 (Págs. 1 e 29)


Montes Claros: Na mira da PF, obra de cemitério é suspensa (Págs. 1 e 6)


Fotolegenda: Hidrovias invadidas
Série Natureza atropelada mostra como em áreas destinadas ao transporte fluvial no Pontal e Triângulo apenas o mexilhão dourado, espécie exótica e prejudicial à economia, prospera. (Págs. 1 e 27)
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Jornal do Commercio

Manchete: Eduardo e Jarbas juntos
Em ato histórico para a política local. PMDB declara apoio ao candidato do governador no Recife e encerra briga entre caciques.

Fotolegenda: Quebrando o gelo

Governador e senador se encontraram no lançamento da Comissão da verdade. Ontem, foi anunciado que marcharão unidos na campanha de Geraldo Júlio.

Brigas sempre quentes

Desavenças entre Eduardo e Jarbas começaram nos tempos de Arraes e por duas décadas foram marcadas por declarações sempre duras e muitas vezes violentas. Veja alguns exemplos.

Adversários revoltados

Mendonça Filho, ficou indignado com a decisão do PMDB e questiona: “Quando você não consegue unidade vai para o governo?”. No PT, Eduardo é o novo inimigo da vez.

João da Costa derrotado

Diretório nacional rejeitou recurso no sentido da reeleição e referendou Humberto como candidato do PT. Para seguir brigando, só resta agora a Justiça ao prefeito. (Págs. 1 e 3 a 6)

Conselho de Ética aprova cassação de Demóstenes (Págs. 1 e 8)


Lugo forma governo paralelo no Paraguai (Págs. 1 e 14)


Refinaria irrita a presidente da Petrobras
Ao admitir novo atraso e custo maior, Graça Foster disse que a obra em Suape “é história a ser aprendida e não repetida”. (Págs. 1 e Economia 1 e 2 – JC Negócios)
Governo recebe dois prêmios na sede da ONU
Programas Chapéu de Palha Mulher e Todos por Pernambuco foram destaque. (Págs. 1 e 5)
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Zero Hora

Manchete: Atrasos em perícias levam a intervenção no INSS da Capital
Superintendência nacional suspeita de fraude no ponto pelos peritos,que se queixam das condições de trabalho. Atendimento aos usuários demora até quatro meses. (Págs. 1 e 26)
Demóstenes: Pedido de cassação vai a plenário (Págs. 1 e 6)


Negócios: China quer livre comércio com Mercosul (Págs. 1 e 16)


Alerta redobrado: Mortes por gripe A já são nove no RS
Foram confirmados ontem quatro novos casos em cidades do Interior. (Págs. 1 e 30)
Paraguai: O papel dos brasiguaios na queda de Lugo
Os 400 mil produtores rurais brasileiros que moram no país, boa parte gaúchos, apoiam o novo governo. (Págs. 1, 24 e 25)
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Brasil Econômico

Manchete: Petrobras quer mais reajustes para cumprir plano de investimentos
A presidente da estatal, Maria das Graças Foster, avisa que o planejamento de negócios da empresa até 2016 só será viável se a paridade entre os preços da gasolina e do diesel com o mercado internacional de petróleo for respeitada. (Págs. 1 e 16)
‘Dia do fico’ para o Santander no Brasil
Emílio Botín, presidente do grupo Santander, garantiu que o banco não está à venda no país, responsável por 27% do resultado global. Para fazer caixa, a nova investida é abrir o capital da unidade mexicana. (Págs. 1 e 30)
Avianca, Azul e Trip ganham mais mercado
Companhias aéreas nacionais de menor porte crescem no setor aéreo e, juntas, já somam mais de 25% de participação. (Págs. 1 e 17)
Brasil fica no 62º lugar em ranking ambiental
Incentivos maiores ao uso de gasolina do que ao de álcool, entre outros fatores, colocam país atrás de México, Peru e Colômbia. (Págs. 1 e 8)
Crise no Paraguai assusta empresários brasileiros
Indefinição do governo brasileiro em relação ao novo presidente do país vizinho pode prejudicar o comércio de brasileiros com o mercado paraguaio, que movimenta US$ 3,3 bilhões por ano. (Págs. 1 e 4)
Mercosul pode ter mais barreiras
Especialistas acreditam que países-membros do bloco sugiram novas medidas protecionistas para enfrentar crise global. (Págs. 1 e 6) 
George Soros fala e as bolsas caem
O megainvestidor e especulador prevê “fiasco” na cúpula europeia e mercados reagem: Ibovespa recua 2,95% e Nasdaq 1,95%. (Págs. 1 e 32)
No banco dos réus
CVM condena 12 executivos por prejuízo causado a fundo de pensão; multa total soma R$ 20 milhões. (Págs. 1 e 40)
Afif cutuca Lula
Vice-governador paulista diz ao BRASIL ECONÔMICO: “País tinha governo populista; agora tem governo técnico”. (Págs. 1 e 7)
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