Bom dia! Vamos com as principais notícias dos jornais deste sábado, 23 de junho.


Em Assunção, policiais enfrentam partidários de Lugo

Jornais nacionais
Folha de S.Paulo


Agora S.Paulo


O Estado de S.Paulo

Paraguai cassa presidente em processo de apenas 36 horas

O Globo

Paraguai cassa presidente e pode ser expulso do Mercosul

Correio Braziliense

Impeachment à moda paraguaia

Estado de Minas

"Não tenho qualquer sentimento. Nem ódio, nem vingança. Tampouco perdão"

Zero Hora

Senado depõe Lugo e vice assume o poder

*
Jerry Sandusky
Jornais internacionais
The New York Times (EUA)

Sandusky culpado de abusar sexualmente de 10 jovens

The Washington Post (EUA)

Sandusky condenado por abuso sexual infantil

The Times (Reino Unido)

O acúmulo de impostos de 38 anos na Receita Federal

The Guardian (Reino Unido)

Sauditas planejam financiar exército rebelde sírio

Le Figaro (França)

Depois da remodelação - crise aberta entre os verdes

Le Monde (França)

Foto: Divulgação
Mario Monti: "O conselho europeu deve agir rapidamente"

El País (Espanha)

O Senado do Paraguai assina a destituição do presidente Lugo

Clarín (Argentina)

Lugo é deposto e vice assume no Paraguai


O Globo
 
Manchete: Paraguai cassa presidente e pode ser expulso do Mercosul
Senadores ignoram pressão de países, que ameaçam isolar novo governo
A nove meses das eleições, o Senado paraguaio aprovou o impeachment do presidente Fernando Lugo, o primeiro da História do país, e empossou o vice-presidente e opositor, Federico Franco. Senadores ignoraram os apelos da missão da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), que tentou salvar o ex-presidente da cassação, relata Flávio Freire, enviado a Assunção. O bloco ameaça não reconhecer a legitimidade do novo governo e isolá-lo. A presidente Dilma Rousseff cogitou sanções, entre elas a expulsão do Mercosul. Aparentemente conformado, Lugo disse que a democracia foi distorcida “de forma covarde”, mas garantiu que acataria o impeachment. (Págs. 01, 31 e 32)

Petrobras faz reajuste de 7,8% nas refinarias
Para aumentar o caixa da Petrobras, o governo autorizou reajuste, segunda-feira, de 7,8% da gasolina e de 3,9% do diesel nas refinarias. A Cide foi zerada e não haverá alta nos postos, como noticiou O GLOBO ontem. O governo dará subsídio de R$ 420 milhões por mês a um combustível poluente, em prejuízo do etanol. (Págs. 1, 23 e Míriam Leitão)



Merval Pereira
A ameaça de expulsar o Paraguai do Mercosul pode servir aos interesses da Venezuela. (O PAÍS, Págs. 1 e 4)
Hillary também critica recuo em texto final
Última a chegar, a secretária Hillary Clinton fechou a discreta participação dos EUA com discurso em favor dos direitos reprodutivos da mulher. Por pressão do Vaticano, a expressão foi trocada por “saúde reprodutiva”. (Pág. 1)
Enquanto isso, na Eurocopa...
A chanceler Angela Merkel festeja um gol da Alemanha nos 4 a 2 sobre a Grécia, em Gdansk. (Pág. 1 e Caderno Esportes)
Na Rio+20, crise jogou tudo para depois
Após 10 dias, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, terminou jogando para 2013 a definição dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que só devem ser implantados em 2015. A discussão em tomo do financiamento para alcançá-los também ficou para a frente, em 2014. Com a crise econômica, ninguém quis se comprometer a pôr dinheiro em cima da mesa. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, recebeu uma carta-repúdio ao documento final e sugestões das lideranças da Cúpula dos Povos. (Pág. 1)
Traduzindo o barraco
A ministra Izabella Teixeira discutiu ferozmente com ambientalistas ao mostrar avanços do governo contra o desmatamento. Desesperado, o tradutor da linguagem de sinais teve que se desdobrar. (Pág. 1)
Flávia Oliveira
Carlos Lopes, da Unitar, diz que Rio+20 foi refém da crise. ( Págs. 1 e Negócios & cia)
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Folha de S. Paulo
 
Manchete: Presidente do Paraguai sofre impeachment em 30 horas
Pouco mais de 30 horas após a abertura de processo de impeachment, o Senado do Paraguai destituiu Fernando Lugo da Presidência.
No julgamento, 39 dos 45 senadores o consideraram culpado por "mau desempenho das funções".
Uma hora e meia depois, o vice Federico Franco foi empossado novo presidente. (Págs. 1 e Mundo A18)

Partidários de Lugo e policiais entram em confronto. (Págs. 1 e Mundo A18)
Clóvis Rossi: Julgamento do governante foi um fuzilamento sumário. (Págs. 1 e Mundo A20)
Fernando Rodrigues: Crise paraguaia é o 1º teste internacional da presidente Dilma. (Págs. 1 e Opnião A2)
Rio+20: Líderes adiam decisões e fim da cúpula tem tom melancólico
A Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável terminou ontem, no Rio, num to melancólico e sem surpresas. Os 114 líderes repetiram promessas feitas na Eco-92 e adiaram ações tidas como urgentes.
Decisões sobre o financiamento do desenvolvimento sustentável e sobre um acordo global para a proteção dos oceanos foram deixadas para depois. (Págs. 1 e Cotidiano C11) 

Ex-secretário diz que nunca tocou em "dinheiro sujo"
Acusado de ter recebido R$200 mil para aprovar a retirada de árvores na reforma do shopping Higienópolis, Eduardo Jorge, ex-secretário do Verde, disse que processo de aprovação da obra está todo regular e que nunca encostou "um dedo em dinheiro sujo". (Págs. 1 e Cotidiano C7)
Egípcios veem "golpe brando" militar, e risco de conflito aumenta. (Págs. 1 e Mundo A22)
Marta Suplicy: Eleitor rechaça alianças quando ferem o bom-senso. (Págs. 1 e Opinião A2)
Editoriais
Leia "Impeachment de Lugo", acerca da deposição do presidente paraguaio, e "Legalização à uruguaia", sobre proposta de "estatizar" a maconha. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo
 
Manchete: Paraguai cassa presidente em processo de apenas 36 horas
Lugo aceita resultado do julgamento relâmpago, mas se diz vítima de golpe; Dilma fala em sanções.
Fernando Lugo EX-PRESIDENTE DO PARAGUAI “Saio pela maior porta da pátria: O coração de meus compatriotas”
A nove meses de concluir seu mandato, o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, sofreu processo relâmpago de impeachment. Entre a abertura do julgamento e o discurso de Lugo reconhecendo sua destituição, passaram-se 36 horas. A votação no Senado para afastar Lugo - acusado de incompetência diante de conflito fundiário que resultou em 17 mortos - registrou 39 a 4. O ex-bispo se disse vítima de golpe, versão compartilhada por outros países sul-americanos, entre os quais o Brasil. Antes do desfecho, a presidente Dilma Rousseff sugerira que o Paraguai poderia sofrer sanções. O porta-voz do Itamaraty disse que Lugo foi vítima de “execução sumária”. (Págs. 1 e Internacional A14 a A17)

Gasolina sobe 7,83%, mas alta não vai chegar ao consumidor
A Petrobras anunciou reajuste de 7,83% para a gasolina e de 3,94% para o diesel vendidos nas refinarias. O aumento não será repassado ao consumidor, porque será compensado pela redução a zero da Cide, contribuição incidente sobre combustíveis. Os reajustes são insuficientes para compensar a defasagem de preços entre o que a Petrobras compra no exterior e os produtos que vende no mercado interno. (Págs. 1, Economia B1 e B3)
Europa tem pacote de € 130 bi
Alemanha, Itália, Espanha e França lançaram pacote de € 130 bilhões para promover estímulo ao crescimento da economia europeia, (Págs. 1 e B10)
Pão de Açúcar: Adeus ao Poder
O empresário Abilio Diniz passou o controle da rede Pão de Açúcar para o grupo francês Casino. “Estou sentido, mas aqui não é o momento para desabafos”, disse. Ele continuará sendo acionista. (Págs. 1 e Economia B18)
Sem audiência
Na Rio+20, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, criticou a falta dos direitos das mulheres no texto final. Ela não conseguiu encontro com Dilma. (Págs. 1 Planeta e H4)
Evento termina com texto fraco e clima de decepção
Rio+20: A conferência terminou ontem com a aprovação do documento. O Futuro que Queremos. A ministra Izabella Teixeira (Meio Ambiente) lamentou a falta de clareza em alguns pontos do texto. (Págs. 1 e Planeta H1)
Presidente se emociona ao falar de tortura
A presidente Dilma Rousseff se emocionou ontem ao comentar seu depoimento recém-revelado sobre as torturas que sofreu na ditadura. Ela disse que não quis saber quem a torturou: “A questão não é o torturador, mas é a tortura”, (Págs. 1 e Nacional A8)
Rumor de fraude eleitoral conturba Egito (Págs. 1 e Internacional A17)
Cúpula do Judiciário resiste à Lei de Acesso (Págs. 1 e Nacional A4)
Notas & Informações
Radiografia da ineficiência
Dilma Rousseff pouco fez para elevar a qualidade do gasto público e a eficiência da administração. (Págs. 1 e A3)

Tutty Vasques
Ecologia não se discute
Se nem o Ahmadinejad é contra a preservação da vida e do meio ambiente, com quem o ser humano deveria se bater na Rio+20? (Págs. 1 e Cidades C6)

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Correio Braziliense
 
Manchete: Impeachment à moda paraguaia
Em processo que durou menos de dois dias, o Congresso cassou o presidente, Fernando Lugo (E), e deu posse ao vice, Federico Franco (D). Apesar de legal, conforme a Constituição do país, o rito sumário levou Equador, Venezuela, Bolívia e Nicarágua a declararem que não reconhecem o novo governo. No Rio, Dilma lembrou o golpe no Brasil, disse que é preciso avaliar se houve uma ruptura democrática e não descartou uma possível expulsão do Paraguai do Mercosul.
Foto-legenda: Em frente ao Congresso, simpatizantes do presidente destituído classificaram o impeachment de "golpe" e entraram em confronto com tropa de choque.
Massacre embasou pedido de cassação
A morte de 17 pessoas em confronto de sem-terra com policiais foi o estopim da crise que motivou o pedido de impeachment de Lugo, acusado de “mau desempenho de suas funções”.
Lugo diz que teve a defesa cerceada
Cassado, o presidente entregou o cargo, mas recorreu ao Supremo. “Hoje, não é Fernando Lugo que recebe um golpe, é a história paraguaia, sua democracia, que foi ferida profundamente.”
Punição será a prova de fogo para a Unasul.
União que reúne as 12 nações sul-americanas terá como missão decidir se reconhece a soberania do Paraguai e o rito sumário da cassação de Lugo ou aponta ruptura democrática e pune o país. (Págs. 1, 24 e 25)

A questão não é o torturador, é a tortura
A presidente Dilma deu uma pausa no último dia das discussões sobre o futuro do planeta
A presidente Dilma deu uma pausa no último dia das discussões sobre o futuro do planeta, na Rio+20, e voltou ao passado. Ao falar, pela primeira vez, sobre a tortura que sofreu em Minas, durante a ditadura, ela fez um desabafo à repórter Denise Rothenburg. “Uma das melhores coisas que me aconteceu foi não me fixar nas pessoas (nos torturadores) nem ter por elas qualquer sentimento”, disse. “Nem ódio, nem vingança, nem tampouco perdão.”
ONU denunciou Medeiros. Ditadura ignorou (Págs. 1, 2 a 6)

Aumento da gasolina é só para as refinarias
O governo autorizou reajuste de 7,83% nos combustíveis. O índice deve ser aplicado somente pelas distribuidoras. Para evitar o repasse ao consumidor, com impacto na inflação, o imposto foi zerado. (Págs. 1 e 14)
Salários serão expostos sem os descontos
Informações consideradas pessoais não serão publicadas na internet. Mas a remuneração e as gratificações estarão abertas para consulta na próxima semana. A CUT vai à Justiça contra a medida. (Págs. 1 e 29)
Diretoria do Caje cai após denúncias
O comando foi substituído depois que o Correio mostrou um site em que jovens zombavam da segurança e diziam ter cometido crimes no período de internação. O GDF promete instalar câmeras nos pavilhões. (Págs. 1 e 34)
Professora inova o ensino especial na 113 Norte (Págs. 1 e 40)
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Estado de Minas
 
Manchete: “Não tenho qualquer sentimento. Nem ódio, nem vingança. Tampouco perdão"
Presidente comenta série de reportagens do EM e se posiciona sobre seus torturadores
Dilma Rousseff pediu ontem o fim da tortura policial ainda existente no Brasil ao se referir ao conteúdo dos depoimentos prestados em Minas sobre os maus-tratos que sofreu em Juiz de Fora na ditaduramilitar, publicados com exclusividade pelo EM. Ela falou aos jornalistas no encerramento da Rio+20, sem demonstrar rancor ou sentimento de revanchismo: “Algumas das figuras que me torturaram não tinham nomes verdadeiros. A questão não é o torturador, é a tortura”. Em 1974, a ONU enviou ao Brasil denúncia de que 335 mulheres haviam sofrido violência no governo militar. Entre elas
estava a que 36 anos depois se elegeria presidente da República.
Advogado diz que Medeiros bateu muito(Págs. 1, 3 e 4)

Gasolina 7,83% mais cara na refinaria a partir de segunda (Págs. 1 e 14)
Verticalização: Prefeitura quer arranha-céus em avenidas
PBH apresentará na semana que vê nas primeiras alterações no Plano Diretor e na Lei de Uso e Ocupação do Solo para incentivar construção de grandes prédios comerciais e residenciais num raio de 600 metros das estações do BHBus e do BRT. (Págs. 1 e 21)
Mercado Central: Ibama vistoria lojas que vendem animais vivos. (Págs. 1 e 25)
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Jornal do Commercio
 
Manchete: Lugo sofre impeachment
Menos de 24 horas após a abertura do processo, Congresso destituiu o presidente do Paraguai, ignorando a mobilização popular. Unasul viu a medida como golpe de Estado. O vice Federico Franca, adversário de Fernando Lugo, já foi empossado. (Págs. 1, 12 e 13)
Gasolina sobe segunda-feira nas refinarias
Governo reduz Cide para reajuste de 7,83%não atingiu os consumidores. (Pág. 1 e Economia 1)
PT decide adiar rompimento com Eduardo
Partido fica nos cargos, nega autoria do racha e reafirma nome de Humberto. (Págs. 1, 3 e 6)
Bancos cedem e já admitem cumprir as normas de segurança (Págs. 1 e Cidades 7)
Promessas e críticas no final da Rio+20
Cúpula foi concluida com longa lista de propostas para frear degradação. (Págs. 1, Cidades 4 e 5)
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Zero Hora
 
Manchete: Senado depõe Lugo e vice assume o poder
Em 31 horas, por 39 votos a 4, senadores decidem pelo impeachment do presidente, sob acusações como as de não conter a violência e ser tolerante com guerrilha agrária (Págs. 1, 4, 5, 8 e 10)
fotolegenda: Apoiadores do presidente deposto protestaram contra decisão e governos de países vizinhos apontaram afronta à democracia (Pág. 1)
- Frederico Franco já está empossado.
- O ex critica, mas aceita a decisão.

Gasolina não sobe na bomba, diz governo
Promessa é compensar alta de 7,83% na refinaria com redução de tributo. (Págs. 1 e 18)
Rosane de Oliveira: O “vespeiro” das aposentadorias
Governo analisa o fim da paridade salarial entre ativos e inativos. (Págs. 1 e 14)
Edição Impressa do Económico de 2012-06-21

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