Bom dia! Veja os destaques das notícias dos principais jornais e revistas deste domingo, 24 de junho.


 


capa 


 


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Policiais observam ônibus que foi incendiado por dois criminosos em Diadema, na Grande São Paulo, na madrugada
Jornais nacionais
Folha de S.Paulo


Agora S.Paulo


O Estado de S.Paulo

Novo presidente afirma que "não há golpe" no Paraguai

O Globo

Torturador rompe silêncio de 41 anos sobre Casa da Morte

Correio Braziliense

Paraguai provoca um nó na América do Sul

Zero Hora

16 motoristas por dia não socorrem vitimas

Veja

Lula malufou!

Época

Eles querem decidir como morrer

IstoÉ

O novo feminismo

Carta Capital

Vale tudo

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Jornais internacionais
The New York Times (EUA)

Defensores entendem lentamente os riscos legais da Lei de Saúde

The Washington Post (EUA)

Legisladores trocaram milhões em ações que poderiam fixar

The Times (Reino Unido)

Argentina irá 'bagunçar' as Olimpíadas

The Guardian (Reino Unido)

Arcebispo faz escárnio da 'grande sociedade' de Cameron

Le Monde (França)

Rumo à uma guerra civil sem fim na Síria

El País (Espanha)

A incorporação dos celtas à guerra síria alarma a polícia

Clarín (Argentina)

River foi com tudo e está na primeira


O Globo
Manchete: Torturador rompe silêncio de 41 anos sobre Casa da Morte
Ex-agente revela detalhes do centro clandestino da ditadura em Petrópolis

Pela primeira vez, um ex-agente que atuou na Casa da Morte revela detalhes de como funcionava o centro de detenção clandestino em Petrópolis, para onde foram levados, torturados e executados ao menos 22 presos políticos desde 1971, durante a ditadura militar. Segundo o tenente-coronel reformado Paulo Malhães, de 74 anos, nada do que era feito na casa acontecia à revelia do comando do Centro de informações do Exército. Ele diz que, ali o objetivo era pressionar os guerrilheiros a mudarem de lado e virarem informantes infiltrados. Cada agente da repressão era responsável por trabalhar os presos individualmente. “Para virar alguém, tinha que destruir convicções sobre comunismo. Em geral, no papo, quase todos os meus viraram. Claro que a gente dava sustos, e o susto era sempre a morte. A casa de Petrópolis era para isso. Uma casa de conveniência, como a gente chamava”, conta Malhães, em reportagem de Chico Otávio, Juliana Dal Piva e Marcelo Remígio. (Págs. 1, 3 e 4)




A degradação no curso dos rios do Rio
O estado que acabou de sediar a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável reduziu muitos dos seus rios a leitos de esgoto e lixo. Diariamente, eles recebem pelo menos 2,25 bilhões de litros de dejetos in natura, mostram os repórteres Rafael Galdo e Rogério Daflon. A partir de hoje, O GLOBO publica série de reportagens que revela o tamanho da degradação. (Págs. 1, 18, 19 e 21)
Montreal: a conferência que deu certo
Nem toda conferência da ONU é fadada ao fracasso. A de Montreal, em 1987, produziu um dos mais abrangentes e eficazes documentos internacionais já feitos, o protocolo que previa a suspensão do uso em refrigeração dos gases clorofluorcarbonetos (CFCs), causadores do buraco de ozônio. A adesão foi total e hoje a camada começa a se recompor. (Págs. 1 e 43)

Crise global rouba 440 mil empregos
Os efeitos da crise chegaram ao mercado de trabalho brasileiro, com menos vagas geradas a cada mês. O Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco reduziu em 440 mil postos a estimativa de criação de empregos este ano. (Págs. 1 e 37)
TJ do Rio pagou a juizes mais de R$100 mil
Levantamento do GLOBO mostra que tribunais de Justiça de todo o país resistem a divulgar, apesar da Lei de Acesso à Informação, valores recebidos mensalmente por desembargadores. No Rio, num único mês, foram feitos 23 pagamentos entre R$ 106 mil e R$ 123 mil. (Págs. 1 e 12)
Sem avanço nas florestas
Sem avanços sobre o tema na Rio+20 e com o novo Código Florestal, o dilema do Rio é ter, sem a obrigação de ser reflorestada, uma área equivalente a duas vezes a capital. Ou seja, poderá continuar devastada. (Págs. 1 e 45)

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Folha de S. Paulo
Manchete: Brasil e vizinhos discutem sanções contra o Paraguai
Após impeachment de Lugo, país pode ser suspenso da Unasul e do Mercosul; 'não houve golpe', diz novo presidente

O Brasil e outros países da Unasul discutem suspender o Paraguai de órgãos multilaterais como punição pelo impeachment do presidente Fernando Lugo. Esse cenário prevê o afastamento do país de fóruns como o Mercosul e a própria União das Nações Sul-Americanas.

O caso irá a debate no próximo fim de semana, na reunião do Mercosul na Argentina, possivelmente sem o Paraguai. Uma sanção econômica pode sair da cúpula, e a expulsão não é descartada. Para o Itamaraty, Lugo deposto em 30 horas, foi "acuado num rito sumário".
(Págs. 1 e Mundo A18)

Novo ataque de criminosos mata 6º PM em 11 dias
O cabo Joaquim Cabral de Carvalho, 45, foi morto, às 6h15 de ontem, em Ferraz de Vasconcelos, por cinco tiros disparados por dois criminosos. Foi o sexto assassinato de um PM em 11 dias.

Em Diadema, também na Grande São Paulo, uma base policial foi atacada e um ônibus, incendiado. (Págs. 1 e Poder A17)

Editoriais
Leia "Gasolina no fogo", acerca de preços de combustíveis, e "Passos para trás, no Egito", sobre retrocessos no processo de democratização do país. (Págs. 1 e Opinião A2)
Infalível ele não é, diz Serra sobre apoio de Lula e Haddad
A caminho da quarta disputa pela Prefeitura de São Paulo, José Serra (PSDB) minimiza o peso da popularidade do ex-presidente Lula na campanha de seu escolhido, Fernando Haddad (PT). "Infalível ele não é", diz em entrevista a Daniela Lima, lembrando que já derrotou dois candidatos apoiados por Lula.

Serra oficializa hoje sua candidatura, ao lado de Gilberto Kassab (PSD). (Págs. 1 e Poder A14)

Vera Magalhães
Julgamento da ação do mensalão pode ser adiado

O ministro do STF Ricardo Lewandowski só deve concluir a revisão do processo do mensalão no fim da semana. Se isso ocorrer, o julgamento pode ser adiado, impedindo Cezar Peluso de votar e aproximando a sessão da eleição municipal. (Págs. 1 e Poder A4)

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O Estado de S. Paulo
 

Manchete: Novo presidente afirma que "não há golpe" no Paraguai
Frederico Franco vai procurar Dilma e outras lideranças do continente para explicar situação e buscar apoio

O novo presidente do Paraguai, Frederico Franco, afirmou em sua primeira entrevista coletiva, dada ontem, no Palácio de López, a sede do governo, que "não há golpe" no país. Franco, sob pressão internacional, disse estar confiante de que obterá o reconhecimento dos países vizinhos. "A situação não é fácil e certamente há inconvenientes com a comunidade internacional", disse. Assessores informaram que Franco mostrou se disposto a procurar as lideranças sul-americanas, em especial a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, "Vamos fazer de tudo para que a nação irmã brasileira fique do nosso lado, como sempre esteve. O presidente Franco tem de falar também com Dilma, os chanceleres devem conversar melhor e aí as coisas começarão a ficar mais claras", disse em entrevista ao Estado, o senador liberal Alfredo Luis Jaeli,um dos principais apoiadores do novo presidente. (Págs. 1, Internacional A14 e A15)

Dia transcorre sem protestos em Assunção

No sábado, o tráfego foi liberado e a vida corria normalmente no Paraguai. Para o governo brasileiro, caso não haja mobilização popular em favor do ex-presidente o povo estará legitimando a ação do Congresso. (Págs. 1 e Internacional A14)

Brasil visou na Rio + 20 ação contra pobreza
Rio +20

A declaração final da Rio+20 satisfez o Brasil porque sua estratégia não era definir metas, mas defender a união entre proteção ambiental e combater à pobreza, relata Lourival Sant'Anna. O documento não obriga os países em desenvolvimento que recebem ajuda externa aplicá-la em sustentabilidade, mas aposta na "sociedade civil" para pressioná-los. (Págs. 1 e Planeta H2)

Plano de saúde do Senado tem mais privilégios
Os planos de saúde nos três Poderes têm acentuadas diferenças. O Senado dá a senadores, ex-senadores e parentes assistência integral, vitalícia e gratuita. A Câmara é mais rígida, mas permite excessões. No Executivo, há semelhanças com o setor privado, e no Judiciário o modelo é autogerido. (Págs. 1 e Nacional A10)
Tempo de TV se torna o maior valor nas coligações eleitorais
O critério mais valorizado nos acordos entre partidos para coligações eleitorais não tem sido o programa de governo, mas sim o tempo no horário eleitoral gratuito. "Nas cidades grandes, a TV é praticamente a única forma de expor o candidato", diz o marqueteiro Nelson Biondi (Págs. 1 e Nacional A4)
Inadimplência em alta atrasa plano de estímulo (Págs. 1, Economia B1 e B3)


Recorde, Brasil leva 80 leões em Cannes (Págs. 1 e Internacional A21)


Suely Caldas
Os tropeços da América Latina

Na América Latina morre-se de tudo, menos de tédio. A instabilidade política e econômica interfere no presente e prejudica o futuro. (Págs. 1 e Economia B2)

João Ubaldo Ribeiro
O sonho da blindagem própria

O sonho da casa própria chega perto da obsolescência. Meu palpite é que nós, brasileiros, abraçaremos o sonho da blindagem própria. (Págs. 1 e C2 Domingo, D3)

Notas&Informações
A Rio+20 na hora errada

Sobrou ambição e faltou realismo para o Brasil ao realizar a conferência em momento de crise. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense
   

Manchete: Paraguai provoca um nó na América do Sul
O impeachment relâmpago do Fernando Lugo provocou uma reação imediata dos vizinhos sul-americanos e complicou as relações do subcontinente. O governo da Argentina retirou seu embaixador em Assunção, como protesto contra a "ruptura da ordem democrática". No final da tarde de ontem, a presidente Dilma Rousseff se reuniu com ministros do Palácio da Alvorada para avaliar a situação. A crise será tratada na reunião do Mercosul, marcada para quinta-feira. Não está descartada a adoção de sanções ao governo de Frederico Franco. Em frente à embaixada paraguaia em Brasília, 70 manifestantes condenaram a destituição de Lugo. (Págs. 1 e 22)

O fantasma do autoritarismo latino-americano (Págs. 1 e 23)

Alerta no ar: Piloto volta após falha no AeroDilma
Com a presidente a bordo, o Airbus sofreu uma despressurização ao vir do Rio de Janeiro para Brasília na sexta-feira. Não havia risco de acidente, mas o piloto voltou para o aeroporto do Galeão. Dilma embarcou em outra aeronave. (Págs. 1 e 8)
No mercado: Os muitos disfarces da inflação
É bom o consumidor ficar atento: sem aviso, alguns fabricantes passam a oferecer embalagem menores, mas os preços permanescem os mesmos. Considerada ilegal, a prática não está sujeita a nenhum tipo de fiscalização pelo governo. (Págs. 1 e 14)
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Jornal do Commercio
 

Manchete: Dívida escraviza recifense
Encantamento com o uso dos cartões de crédito deixa o consumidor com a corda no pescoço. Pesquisa mostra que 31,1% dos moradores da capital acumulam dívida maior ou igual a sua renda, 35% admitem estar em atraso com alguma conta. (Págs. 1 e Economia 4)
Os 20 anos do início do pesadelo do mar
Desde a primeira vítima de tubarão no Estado, em 1992, oficialmente 55 pessoas foram atacadas, mas número real pode chegar a 100. (Págs. 1, Cidades 4 e 5)
Novo governo do Paraguai quer se explicar
Chanceler vai procurar países vizinhos e tentar provar que não houve golpe na derrubada de Lugo. (Págs. 1, capa dois e 16)
Pesquisa sobre perfil definiu a escolha do candidato do PSB. (Págs. 1, 3 e 4)


Duplicação da BR-101 quase pronta
Após quase sete anos, a rodovia está praticamente requalificada. Segundo o Dnit, o trecho Sul está concluído e o Norte será entregue até o fim do ano. (Págs. 1 e Cidades 1)
Voz do leitor
"Congresso está no momento mais importante. Ou leva a sério essa CPI do Cachoeira ou mostra a quem pertence os mandatos." Beatriz Campos (Págs. 1 e 15)
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Veja
capa 

Lula malufou!
A cara de pau e o cinismo na política brasileira. (Pág. 1)
Dossiê dos aloprados
O que ainda falta esclarecer depois da denúncia. (Pág. 1)
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Época
capa 

Manchete: Eles querem decidir como morrer
Os brasileiros que pagaram para agendar o próprio fim numa clínica da Suíça - e o debate sobre a morte assistida.

"Encerrar a própria vida seria um grande erro. Sempre é possível triunfar". (Pág. 1)

Dois ex-dirigentes do DEM denunciam desvio de dinheiro do partido na Bahia e no Acre. (Pág. 1)


Não vale tudo
A reação ao acordo de Lula com Maluf mostra que o Brasil exige um mínimo de coerência dos políticos. (Pág. 1)
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ISTOÉ
capa 

Manchete: O novo feminismo
Elas ocupam as ruas do mundo com ousadia e irreverência. Usam o corpo como forma de expressão e têm como bandeira a liberdade e a diversidade. (Pág. 1)
Vale tudo
Para ganhar tempo de TV, políticos se juntam a inimigos e alimentam sistema que favorece a corrupção. (Pág. 1)
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ISTOÉ Dinheiro
capa 

Manchete: O novo piloto da Gol
Como fica a companhia aérea com a chegada do executivo Paulo Sérgio Kakinoff, que deixa a Audi para assumir a cadeira de CEO antes ocupada pelo dono Constantino de Oliveira Jr. (Pág. 1)
Rio+20: empresas agem mais rápido que governos (Pág. 1)


Debates dinheiro: o encontro histórico dos presidentes do BC (Pág. 1)


Alex Atala: Como ele escapou da falência (Pág. 1)


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Carta Capital
Manchete: Vale tudo
Por 1 minuto e 43 segundos na tevê, o PT troca Luiza Erundina por Paulo Maluf. (Pág. 1)
Saúde: Pesquisa inédita relata o drama dos abortos clandestinos (Pág. 1)


Crise: Qual a chance de Hollande impor seus planos à Europa? (Pág. 1)


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EXAME
capa 

Manchete: Pré-sal e a nova economia brasileira
Os negócios, as inovações, os empregos - a exploração do pré-sal já está transformando o dia a dia das empresas. O que fazer para não deixar passar essa oportunidade. (Pág. 1)
Especial: Como Jorge Paulo Lemann e sua turma estão mudando o Burger King. (Pág. 1)


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Zero Hora
 

Manchete: 16 motoristas por dia não socorrem vitimas
Em 2012, são 2.876 casos de pessoas que negam ajuda e cometem outro crime ao fugir do local dos acidentes que causaram. (Págs. 1, 4 e 5)
Fama em Brasília: O advogado das grandes encrencas
Antonio Carlos de Almeida Castro defende 20 dos 81 senadores. (Págs. 1, 10 e 11)
Paraguai: O país da instabilidade
Madrugada de sábado foi de resignação com a queda de Lugo. (Págs. 1, 16 e 17)
Filho da rua: As vitórias da rede de proteção
Histórias bem-sucedidas de adolescentes resgatados das esquinas. (Págs. 1, 24 e 25)
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