Mãe acusa plano de saúde e hospital

Mesmo com decisão judicial, mãe diz que hospital recusou a internação do filho
A mãe de uma criança de um ano e dois meses de idade responsabiliza o Hospital das Clínicas de Niterói e o plano de saúde do menino pela morte do filho.
Segundo Karla Paes, mãe do menino, ele foi diagnosticado com pneumonia e foi tratado com antibióticos, porém a febre não cedeu. Ao retornar para o hospital, o bebê foi submetido a outros exames, que também diagnosticaram que ele estava com anemia. O tratamento, segundo a médica, seria internação da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital.


Ainda de acordo com a mãe da criança, o hospital teria recusado a internação do paciente na UTI, porque a unidade não é conveniada com o plano de saúde do menino. O impasse foi parar na Justiça, que determinou através de uma liminar que o garoto fosse imediatamente internado na UTI daquele hospital. Segundo Karla, mesmo com a decisão da Justiça, o hospital se recusou a internar o bebê, que acabou morrendo.

A direção do hospital das Clínicas de Niterói informou através de nota que a criança ficou em um leito de cuidados intensivos e recebeu toda a assistência necessária. Já o plano de saúde Amil, informou que lamenta a morte do menino e que em momento algum houve qualquer tipo de interrupção na cobertura.

Karla contestou a nota do hospital e disse que o menino ficou em um Box de emergência e não ficou em nenhuma unidade de terapia intensiva ou parecida.

— O atendimento não deixou de ser prestado, mas deveria ter sido prestado em um ambiente de terapia intensiva.
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