Rio terá mais 7.400 policiais nas ruas a partir desta quarta-feira

Reforço no policiamento para eventos oficiais e paralelos da Rio+20 inclui áreas turísticas e de grande concentração de visitantesAlém de policiais civis e PMs, Exército também patrulhará as ruas do Rio de Janeiro durante a conferência da ONU Além de policiais civis e PMs, Exército também patrulhará as ruas do Rio de Janeiro durante a conferência da ONU (EFE)

Vinte anos após a Eco-92, as ruas do Rio de Janeiro voltam a ser ocupadas por um forte esquema de segurança para receber milhares de visitantes, incluindo mais de 100 chefes de estados, que se reúnem na cidade para a Conferência de Desenvolvimento Sustentável, Rio+20. A partir desta quarta-feira, a Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro dá início a operação especial, que prevê o uso diário de cerca de 7 mil policiais militares, divididos em dois turnos, e 390 policiais civis que trabalharão nas delegacias e postos avançados da conferência, no policiamento dos eventos oficiais e paralelos, além das áreas turísticas e de maior concentração dos visitantes.Pontos estratégicos receberão unidades policiais temporárias.

A Polícia Civil vai instalar duas delegacias móveis, no Riocentro e no Aterro do Flamengo. Já a Polícia Militar contará com quatro Postos de Comando e Controle, instalados no Riocentro, no Aterro do Flamengo, na Quinta da Boa Vista e no Pier da Praça Mauá. A PM contará ainda com cerca de 400 viaturas, 89 cavalos, 58 motocicletas, treze cães farejadores e dois helicópteros. Serão usados também dois helicópteros da Polícia Civil, incluindo a aeronave com a câmera Flir, que permite captar imagens de longa distância, mesmo à noite. Além disso, o esquadrão Antibombas e o Grupo de Intervenção Tática da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) ficarão de prontidão.

Para o esquema de segurança da cidade para a Rio+20, a Secretaria de Segurança desenbolsará cerca de 17 milhões de reais, sendo aproximadamente 12 milhões de reais em compra de cavalos, equipamentos de proteção e armas não letais e outros 5 milhões de reais para o pagamento do trabalho extra de policiais.

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