Estudantes e trabalhadores se unem em marcha pela educação no Chile



Movimentos sociais se unem aos estudantespara pedir reforma na Educação e uma nova assembleia constituinte
Além de reivindicar uma educação pública gratuita, movimentos vão propor nova assembleia constituinte
A manifestação, intitulada “Greve Nacional pela Educação”, foi anunciada há três semanas. No entanto, uma recente pesquisa semestral realizada pelo CEP (Centro de Estudos Públicos do Chile), instituto independente, apontou que a popularidade do movimento estudantil caiu de 35% para 30%. Mesmo com a popularidade dos estudantes sendo ainda superior à do próprio presidente Sebastián Piñera (27%) e do Congresso Nacional do Chile (10%), o alerta já foi percebido pelos líderes estudantis.




O presidente da FEUC (Federação dos Estudantes da Universidade Católica) Noam Titelman admite que uma mudança de postura é necessária, pois embora “a educação pública gratuita continue sendo um anseio de todos os chilenos, a cidadania sente um pouco a falta da intensidade e da criatividade das manifestações do ano passado”, disse ele à reportagem de Opera Mundi.



No entanto, ele não acredita que a pesquisa venha a influenciar as demandas do movimento. Para ele, o resultado reflete o “esforço de comunicação do governo em vencer o movimento estudantil e não a crise educacional que vive o país há uma década. A resposta a essa estratégia nós daremos nesta greve nacional”, promete.

A expectativa dos estudantes é de que aconteça uma manifestação plural, que conte também com o apoio dos professores, associações de pais e centrais sindicais.

O movimento estudantil também planejou cuidados extras para evitar confrontos com as forças de segurança. Em coletiva realizada na tarde de segunda-feira (27) o presidente da Confech, Gabriel Boric, disse que “houve um trabalho diferente de conscientização e coordenação com os diversos organismos sociais, visando uma marcha pacífica e focada em nossas propostas para transformar a Educação no Chile”.
A manifestação, intitulada “Greve Nacional pela Educação”, foi anunciada há três semanas. No entanto, uma recente pesquisa semestral realizada pelo CEP (Centro de Estudos Públicos do Chile), instituto independente, apontou que a popularidade do movimento estudantil caiu de 35% para 30%. Mesmo com a popularidade dos estudantes sendo ainda superior à do próprio presidente Sebastián Piñera (27%) e do Congresso Nacional do Chile (10%), o alerta já foi percebido pelos líderes estudantis.
O presidente da FEUC (Federação dos Estudantes da Universidade Católica) Noam Titelman admite que uma mudança de postura é necessária, pois embora “a educação pública gratuita continue sendo um anseio de todos os chilenos, a cidadania sente um pouco a falta da intensidade e da criatividade das manifestações do ano passado”, disse ele à reportagem de Opera Mundi.

Agência Efe (25/08)
Movimentos sociais se unem aos estudantespara pedir reforma na Educação e uma nova assembleia constituinte

No entanto, ele não acredita que a pesquisa venha a influenciar as demandas do movimento. Para ele, o resultado reflete o “esforço de comunicação do governo em vencer o movimento estudantil e não a crise educacional que vive o país há uma década. A resposta a essa estratégia nós daremos nesta greve nacional”, promete.

A expectativa dos estudantes é de que aconteça uma manifestação plural, que conte também com o apoio dos professores, associações de pais e centrais sindicais.

O movimento estudantil também planejou cuidados extras para evitar confrontos com as forças de segurança. Em coletiva realizada na tarde de segunda-feira (27) o presidente da Confech, Gabriel Boric, disse que “houve um trabalho diferente de conscientização e coordenação com os diversos organismos sociais, visando uma marcha pacífica e focada em nossas propostas para transformar a Educação no Chile”.
O presidente da FEUC (Federação dos Estudantes da Universidade Católica) Noam Titelman admite que uma mudança de postura é necessária, pois embora “a educação pública gratuita continue sendo um anseio de todos os chilenos, a cidadania sente um pouco a falta da intensidade e da criatividade das manifestações do ano passado”, disse ele à reportagem de Opera Mundi.
Agência Efe (25/08)
Movimentos sociais se unem aos estudantespara pedir reforma na Educação e uma nova assembleia constituinte

No entanto, ele não acredita que a pesquisa venha a influenciar as demandas do movimento. Para ele, o resultado reflete o “esforço de comunicação do governo em vencer o movimento estudantil e não a crise educacional que vive o país há uma década. A resposta a essa estratégia nós daremos nesta greve nacional”, promete.

A expectativa dos estudantes é de que aconteça uma manifestação plural, que conte também com o apoio dos professores, associações de pais e centrais sindicais.

O movimento estudantil também planejou cuidados extras para evitar confrontos com as forças de segurança. Em coletiva realizada na tarde de segunda-feira (27) o presidente da Confech, Gabriel Boric, disse que “houve um trabalho diferente de conscientização e coordenação com os diversos organismos sociais, visando uma marcha pacífica e focada em nossas propostas para transformar a Educação no Chile”.
Agência Efe (25/08)
Movimentos sociais se unem aos estudantespara pedir reforma na Educação e uma nova assembleia constituinte
No entanto, ele não acredita que a pesquisa venha a influenciar as demandas do movimento. Para ele, o resultado reflete o “esforço de comunicação do governo em vencer o movimento estudantil e não a crise educacional que vive o país há uma década. A resposta a essa estratégia nós daremos nesta greve nacional”, promete.

A expectativa dos estudantes é de que aconteça uma manifestação plural, que conte também com o apoio dos professores, associações de pais e centrais sindicais.

O movimento estudantil também planejou cuidados extras para evitar confrontos com as forças de segurança. Em coletiva realizada na tarde de segunda-feira (27) o presidente da Confech, Gabriel Boric, disse que “houve um trabalho diferente de conscientização e coordenação com os diversos organismos sociais, visando uma marcha pacífica e focada em nossas propostas para transformar a Educação no Chile”.
No entanto, ele não acredita que a pesquisa venha a influenciar as demandas do movimento. Para ele, o resultado reflete o “esforço de comunicação do governo em vencer o movimento estudantil e não a crise educacional que vive o país há uma década. A resposta a essa estratégia nós daremos nesta greve nacional”, promete.
A expectativa dos estudantes é de que aconteça uma manifestação plural, que conte também com o apoio dos professores, associações de pais e centrais sindicais.

O movimento estudantil também planejou cuidados extras para evitar confrontos com as forças de segurança. Em coletiva realizada na tarde de segunda-feira (27) o presidente da Confech, Gabriel Boric, disse que “houve um trabalho diferente de conscientização e coordenação com os diversos organismos sociais, visando uma marcha pacífica e focada em nossas propostas para transformar a Educação no Chile”.
A expectativa dos estudantes é de que aconteça uma manifestação plural, que conte também com o apoio dos professores, associações de pais e centrais sindicais.
O movimento estudantil também planejou cuidados extras para evitar confrontos com as forças de segurança. Em coletiva realizada na tarde de segunda-feira (27) o presidente da Confech, Gabriel Boric, disse que “houve um trabalho diferente de conscientização e coordenação com os diversos organismos sociais, visando uma marcha pacífica e focada em nossas propostas para transformar a Educação no Chile”.
O movimento estudantil também planejou cuidados extras para evitar confrontos com as forças de segurança. Em coletiva realizada na tarde de segunda-feira (27) o presidente da Confech, Gabriel Boric, disse que “houve um trabalho diferente de conscientização e coordenação com os diversos organismos sociais, visando uma marcha pacífica e focada em nossas propostas para transformar a Educação no Chile”.
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O Ministério do Interior chileno advertiu os estudantes para utilizarem seu direito à manifestação de forma pacífica. Cecília Pérez, chefa da Intendência Metropolitana de Santiago, que autorizou a marcha na capital chilena, afirmou em comunicado oficial que “os dirigentes estudantis se comprometeram a colaborar com os carabineiros (polícia militar chilena) durante a manifestação, e esperamos também que eles assumam suas responsabilidades no caso de incidentes”.

A origem

Este é mais um novo episódio da crise educacional chilena, iniciada no ano passado, quando o movimento estudantil mobilizou as principais universidades e escolas de ensino médio do país por cerca de três meses exigindo o retorno da gratuidade no sistema público de ensino – no Chile, as universidades e escolas secundárias públicas cobram mensalidade e algumas possuem administração terceirizada – e a volta do controle do governo federal sobre o ensino médio, atualmente sob responsabilidade das prefeituras.

Esta é a quinta marcha estudantil do ano de 2012, a terceira organizada pela Confech (que abrange os universitários; as outras duas foram realizadas pelo movimento de estudantes secundaristas). No ano passado, foram realizadas nove manifestações, sete delas somente no período entre junho e agosto, quando o movimento tomou força no país e ganhou maior notoriedade.

A presença de outros movimentos sociais também marca o lançamento de um movimento amplo de apoio à proposta de uma nova assembleia constituinte no Chile. “Mais que demonstrar força perante o governo, pretendemos demonstrar unidade social em torno de um projeto consistente de um Chile realmente preocupado com o seu futuro e o dos seus cidadãos”, diz Boric.
O Ministério do Interior chileno advertiu os estudantes para utilizarem seu direito à manifestação de forma pacífica. Cecília Pérez, chefa da Intendência Metropolitana de Santiago, que autorizou a marcha na capital chilena, afirmou em comunicado oficial que “os dirigentes estudantis se comprometeram a colaborar com os carabineiros (polícia militar chilena) durante a manifestação, e esperamos também que eles assumam suas responsabilidades no caso de incidentes”.
A origem

Este é mais um novo episódio da crise educacional chilena, iniciada no ano passado, quando o movimento estudantil mobilizou as principais universidades e escolas de ensino médio do país por cerca de três meses exigindo o retorno da gratuidade no sistema público de ensino – no Chile, as universidades e escolas secundárias públicas cobram mensalidade e algumas possuem administração terceirizada – e a volta do controle do governo federal sobre o ensino médio, atualmente sob responsabilidade das prefeituras.

Esta é a quinta marcha estudantil do ano de 2012, a terceira organizada pela Confech (que abrange os universitários; as outras duas foram realizadas pelo movimento de estudantes secundaristas). No ano passado, foram realizadas nove manifestações, sete delas somente no período entre junho e agosto, quando o movimento tomou força no país e ganhou maior notoriedade.

A presença de outros movimentos sociais também marca o lançamento de um movimento amplo de apoio à proposta de uma nova assembleia constituinte no Chile. “Mais que demonstrar força perante o governo, pretendemos demonstrar unidade social em torno de um projeto consistente de um Chile realmente preocupado com o seu futuro e o dos seus cidadãos”, diz Boric.
A origem
Este é mais um novo episódio da crise educacional chilena, iniciada no ano passado, quando o movimento estudantil mobilizou as principais universidades e escolas de ensino médio do país por cerca de três meses exigindo o retorno da gratuidade no sistema público de ensino – no Chile, as universidades e escolas secundárias públicas cobram mensalidade e algumas possuem administração terceirizada – e a volta do controle do governo federal sobre o ensino médio, atualmente sob responsabilidade das prefeituras.

Esta é a quinta marcha estudantil do ano de 2012, a terceira organizada pela Confech (que abrange os universitários; as outras duas foram realizadas pelo movimento de estudantes secundaristas). No ano passado, foram realizadas nove manifestações, sete delas somente no período entre junho e agosto, quando o movimento tomou força no país e ganhou maior notoriedade.

A presença de outros movimentos sociais também marca o lançamento de um movimento amplo de apoio à proposta de uma nova assembleia constituinte no Chile. “Mais que demonstrar força perante o governo, pretendemos demonstrar unidade social em torno de um projeto consistente de um Chile realmente preocupado com o seu futuro e o dos seus cidadãos”, diz Boric.
Este é mais um novo episódio da crise educacional chilena, iniciada no ano passado, quando o movimento estudantil mobilizou as principais universidades e escolas de ensino médio do país por cerca de três meses exigindo o retorno da gratuidade no sistema público de ensino – no Chile, as universidades e escolas secundárias públicas cobram mensalidade e algumas possuem administração terceirizada – e a volta do controle do governo federal sobre o ensino médio, atualmente sob responsabilidade das prefeituras.
Esta é a quinta marcha estudantil do ano de 2012, a terceira organizada pela Confech (que abrange os universitários; as outras duas foram realizadas pelo movimento de estudantes secundaristas). No ano passado, foram realizadas nove manifestações, sete delas somente no período entre junho e agosto, quando o movimento tomou força no país e ganhou maior notoriedade.

A presença de outros movimentos sociais também marca o lançamento de um movimento amplo de apoio à proposta de uma nova assembleia constituinte no Chile. “Mais que demonstrar força perante o governo, pretendemos demonstrar unidade social em torno de um projeto consistente de um Chile realmente preocupado com o seu futuro e o dos seus cidadãos”, diz Boric.
Esta é a quinta marcha estudantil do ano de 2012, a terceira organizada pela Confech (que abrange os universitários; as outras duas foram realizadas pelo movimento de estudantes secundaristas). No ano passado, foram realizadas nove manifestações, sete delas somente no período entre junho e agosto, quando o movimento tomou força no país e ganhou maior notoriedade.
A presença de outros movimentos sociais também marca o lançamento de um movimento amplo de apoio à proposta de uma nova assembleia constituinte no Chile. “Mais que demonstrar força perante o governo, pretendemos demonstrar unidade social em torno de um projeto consistente de um Chile realmente preocupado com o seu futuro e o dos seus cidadãos”, diz Boric.
A presença de outros movimentos sociais também marca o lançamento de um movimento amplo de apoio à proposta de uma nova assembleia constituinte no Chile. “Mais que demonstrar força perante o governo, pretendemos demonstrar unidade social em torno de um projeto consistente de um Chile realmente preocupado com o seu futuro e o dos seus cidadãos”, diz Boric.

Uma nova marcha pela Educação tem início na manhã desta terça-feira (28/08) nas principais cidades do Chile. Convocada pela Confech (Confederação dos Estudantes do Chile), organizações de ensino médio e também pela CUT (Central Unitária de Trabalhadores), a manifestação ocorre em um momento em que o apoio popular ao movimento estudantil se encontra em baixa. O início dos protestos está marcado para as 11 horas locais (12 horas de Brasília).
Durante as marchas, também será realizada uma homenagem pelo aniversário da morte Manuel Gutiérrez, estudante secundarista que foi atingido por uma bala perdida atirada pela polícia militar chilena, durante uma manifestação em Santiago, no dia 24 de agosto de 2011.
do opera mundi

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