Greve segue em 53 universidades federais


greve está mantida nas federais de Roraima, Acre, Amazonas, Pará, Amapá, Oeste do Pará, Maranhão, Piauí, Paraíba, Campina Grande, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Recôncavo da Bahia, Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Grande Dourados, Mato Grosso do Sul, Uberlândia, Triângulo Mineiro, Juiz de Fora, Viçosa, Lavras, Ouro Preto, São João Del Rey, Alfenas, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Fluminense, São Paulo, ABC, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio Grande, Pelotas, Santa Maria, Pampa, Minas Gerais, Fronteira do Sul, Alagoas, da Integração Latino-Americana e do Estado do Rio de Janeiro, além das rurais de Pernambuco, Semi-Árido e Rio de Janeiro.Em pelo menos 53 das 61 universidades federais paradas desde o dia 17 de maio os professores decidiram manter a paralisação, de acordo com levantamento divulgado  pela Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (Andes). A categoria, que exige reajuste salarial e reestruturação do plano de carreira, rejeita a proposta de reposição de 25% a 40% até 2015 apresentada pelo governo federal no dia 25 de julho por avaliarem que não representa ganhos reais. A tomada de decisão nas sete restantes ainda não tem data definida. O país tem 62 unidades. Apenas a federal do Rio Grande do Norte não aderiu ao movimento.

A novidade ficou por conta do campus de Itabira da Universidade Federal de Itajubá, que aderiu à paralisação na última semana. Somam-se ainda aos movimentos os institutos federais do Piauí e do Sudeste de Minas, além do centro federal de educação tecnológica de Minas Gerais e do Rio de Janeiro.
A Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes) foi o único dos três órgãos representativos dos docentes que fechou acordo, cuja assinatura ocorreu na última sexta-feira em Brasília. A entidade reúne oito universidades federais, mais professores de 21 instituições espalhados em 77 campi. A proposta foi rejeitada pelos docentes representados pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), que congrega cerca de 300 campi dos Institutos Federais de Educação Técnica, e pelo Andes, que representa 51 universidades federais.
Os professores convidam os internautas a usaram no Twitter a hashtag  #falaSerioMercadante em apoio ao movimento. Eles aguardam resposta a pedido de audiência com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para reabertura das negociações.

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