Paes e Cabral não patrocinam a arte popular, mas bancam a pornografia


Reprodução da coluna Gente Boa, do Globo
Reprodução da coluna Gente Boa, do Globo



O prefeito "cachorrinho de madame" Eduardo Paes e seu "dono" Cabral se dizem moderninhos, o que significa para eles, defenderem o casamento gay, a liberação das drogas e outras coisas. Que eles patrocinam as marchas da maconha e as paradas gays todo mundo sabe. Mas acabo de descobrir que estão usando o dinheiro público para bancar o que chamam de arte, mas que para mim tem outro nome. 


Ontem foi lançada uma feira de arte bancada por Paes e Cabral onde o ponto alto foi um monte de homens e mulheres tirando a roupa até ficarem nús, e passando geléia comestível no corpo. Não me perguntem mais que só sei o que está na coluna Gente Boa, do Globo.

É uma pena que o poder público no Rio não incentive manifestações populares, entre os jovens, não incentive o samba que é a nossa marca cultural mais genuína, mas dê e para milhões para eventos de mau gosto, travestidos de arte.

Depois Paes vai para a porta das igrejas dizer que defende os valores da família. Só se for a dele, que pelo jeito deve ser muito liberal, afinal marchas da maconha e paradas gays festivas (não confundir com a defesa dos direitos dos homossexuais), além de performances com nudez e geléia comestível, não fazem parte da cartilha da família brasileira. 

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