Mangostin: a fruta antioxidante que reduz a fome e o desejo por doces


Por Stephanie Celentano Fotos Luiz Guilherme Fernandes/ Divulgação


Rico em sais minerais, fibras e vitaminas A e C, o mangostin ainda tem a vantagem de ser uma fruta pouco calórica. São apenas 60 calorias em cada 100 g, e assim como a lichia, ele auxilia a queimar o estoque de gordura do organismo. "O ácido hidroxicítrico presente na fruta é o responsável por saciar o apetite e reduzir o desejo por doces", explica Gisela Peres, nutricionista da Santa Casa da Misericórdia, em São Paulo, SP.


De sabor adocicado e polpa suculenta, a fruta de casca grossa e roxa também é conhecida como mangostão e, apesar de ser nativa da Ásia, no Brasil é cultivada em regiões mais quentes, como na Bahia e no Pará. Altamente antioxidante, a fruta ainda ajuda no controle do colesterol, previne a hipertensão, problemas renais e gastrointestinais.
Setembro e outubro são os melhores meses para consumir o mangostin. Mas, a fruta não é muito conhecida entre os brasileiros, especialmente por causa de seu custo. "Os consumidores podem encontrar o mangostin nos supermercados e feiras por aproximadamente 10 reais a unidade. Não é uma fruta das mais baratas, mas vale a pena experimentar", diz o presidente da Associação Comercial dos Produtores e Usuários da Ceasa Grande Rio (Acegri), Waldir Lemos.

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