Bom dia! Vamos com as manchetes e as notícias dos jornais e revistas deste domingo, 11 de novembro.






Capa da revista ÉPOCA - edição 756 (Foto: Reprodução/Revista ÉPOCA)




VEJA 2295










O Globo
Manchete: Congresso modifica 6 códigos de leis
Alterações vão afetar a vida do brasileiro em áreas como crimes, eleições, negócios e impostos
Num movimento comparável ao de uma constituinte, o Congresso está reformando ao mesmo tempo, seis códigos fundamentais para os brasileiros, como o Eleitoral, o do Consumidor e o de Processo Penal, além das regras de partilha de tributos, informa José Casado. O pacote inclui desde punição de crimes na internet até flexibilização de regras sobre drogas, além da redução de penas para gestão fraudulenta, um dos delitos do mensalão. (Págs. 1 e 3)

Voto foi mais livre em favelas com UPP
Levantamento feito nos 1.459 locais de votação do Rio revela que em comunidades onde há UPPs os votos foram mais divididos, em comparação com áreas sob domínio do tráfico ou milícia. Nessas, em algumas seções, mais de 50% dos votos foram para um único candidato, como mostram Renato Onofre, Cássio Bruno e Daniel Lima. (Págs. 1 e 10)
SP registra mais homicídios que Rio
O surto de violência provocado por uma facção criminosa fez São Paulo passar o Rio em número absoluto de homicídios em 2012, embora sua taxa por 100 mil habitantes seja menor. São Paulo também teve mais mortes em confronto com a polícia. (Págs. 1 e 12)
Desafio de Obama é manter legado
Barack Obama tem nos próximos quatro anos, o desafio de evitar a armadilha no caminho de presidentes reeleitos nos EUA; um segundo mandato pouco inspirado e apagado que pode terminar manchando seu legado. (Págs. 1, 46 e 48)
Novos prefeitos pagarão a conta
Dos dez municípios do Rio que mais dependem dos royalties do petróleo, sete terão novos prefeitos, entre eles São João da Barra e Rio das Ostras. Até 72% do orçamento das cidades vem desses recursos. (Págs. 1 e 39)
Usinas brigam na Amazônia
Em disputa de R$ 2 bilhões, os consórcios de Jirau e Santo Antônio no Rio Madeira (RO), estão brigando pelo tamanho dos seus reservatórios, o que pode gerar queda-d'água maior em uma usina, afetando a outra. (Págs. 1 e 37)
Condenação impede Valério de ser protegido
O programa federal de proteção a testemunhas está de portas fechadas para Marcos Valério, caso ele queira aderir. A lei que criou o programa impede o benefício a condenados, caso de Valério, no julgamento do mensalão. (Págs. 1 e 7)
Varejo e bancos crescem nas comunidades. (Págs. 1 e 40)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Preço leva passageiro a trocar avião por ônibus
Trecho rodoviário entre SP e Rio tem volume 15% maior em outubro
Assustados com o aumento do preço dos bilhetes aéreos, passageiros voltaram a recorrer às linhas de ônibus. No mês de outubro, o movimento nas rodoviárias cresceu 20% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Na linha mais movimentada do país, entre São Paulo e Rio de Janeiro, o volume de passageiros cresceu 15% no mesmo período, revertendo uma tendência verificada nos últimos anos.
Segundo o setor rodoviário, a expansão é maior nas linhas com distâncias entre 500 e 1.000 quilômetros.
Em 2011, alguns trechos eram mais baratos de avião que de ônibus. Agora, com as companhias aéreas em crise, os mesmos trechos podem custar o dobro.
A Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) diz que não perdeu passageiros e que as tarifas estão em queda. (Págs. 1 e B9)




Transição na China agrava censura e tira Google do ar
0 governo chinês recorreu a medidas drásticas de segurança e censura para o 18° Congresso do Partido Comunista, que renovará a cúpula dirigente do país.
Todos os serviços Google foram bloqueados na sexta. Em hotéis de Pequim, as emissoras de TV BBC e CNN saíram do ar. Dissidentes foram advertidos a não dar entrevistas durante o congresso do PC, que credenciou 1.700 jornalistas. (Págs. 1 e A14)

Banqueiro fazia equipe vender fundo de alto risco a clientes
Áudio obtido pela Folha revela que Luis Octavio Índio da Costa, ex-dono do Banco Cruzeiro do Sul, orientava sua equipe de gerentes a “empurrar” para clientes um fundo de investimento de altíssimo risco e sem garantia como se fossem produtos triviais. O advogado de Costa nega irregularidades. (Págs. 1 e B1)


Turistas deixam agências e fazem planejamento on-line de viagem. (Págs. 1 e 20)


Marcelo Gleiser: Computador vai simular o cérebro humano em 2020. (Págs. 1 e C11)


Editoriais
Leia "Simplificar e desonerar", com proposta para aprimorar a estrutura tributária brasileira por meio de reforma paulatina de PIS/Confins e ICMS. (Págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: ONG ligada ao PC do B desviou recursos, revela empresário
Ele diz que verba foi para políticos; documento ao qual o Estado teve acesso mostra até pagamento de condomínio

Contratada por R$ 4,65 milhões para fornecer alimentos a iniciativas do Programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, entre 2009 e 2010, a JJ Logística Empresarial Ltda. foi usada para desviar quase 90% desse valor, diz o dono da empresa, João Batista Vieira Machado. O empresário disse ao repórter Alfredo Junqueira que sua empresa fazia parte de esquema de fraudes que abasteceu políticos em Brasília, Santa Catarina e Rio. A empresa, segundo ele, foi subcontratada pelo Instituto Contato, dirigido por integrantes do PC do B de Santa Catarina e que manteve dois convênios com o ministério. Documentação, à qual o Estado teve acesso, mostra que a JJ Logística pagou contas de condomínio, faturas de lojas de material de construção e de tinta. O Ministério do Esporte vai apurar as denúncias. (Págs. 1 e Nacional, A4)

João B. Vieira Machado - empresário

“Era tudo roubo. Vi maços de dinheiro serem distribuídos e levados para Brasília e Santa Catarina”.

Oposição quer resgatar discurso da privatização
Partidos de oposição vão usar o programa de parcerias com a iniciativa privada para obras de infraestrutura para medir forças com o PT na eleição presidencial, em 2014, informa João Domingos. A ação é parte do resgate de bandeiras históricas que PSDB, DEM e PPS acreditam terem sido tomadas pelo PT. À frente do movimento está o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. (Págs. 1 e Nacional, A8)
Foto-legenda: Periferia vive sob toque de recolher
Açougue fecha as portas no Jardim Damasceno, após toque de recolher. Moradores contaram a Pablo Pereira que a ordem vem de bandidos e de PMs. Com medo, mães de jovens mandam os filhos para outras cidades, relata Artur Rodrigues. Ontem, 8 pessoas foram mortas, das quais 2 baleadas por um PM. (Págs. 1 e Metrópole, Cl e C3)
Empresas no país perderam R$ 61 bi após intervenções
Estudo do professor Sérgio Lazzarini mostra que ações do governo Dilma já custaram R$ 61,6 bilhões a empresas. A cifra corresponde ao valor de mercado perdido na bolsa pelos setores elétrico, bancário e de telecomunicações. Para especialistas, mudanças de regras afugentam investimentos. (Págs. 1 e Economia, B1)
Contra inflação, é melhor cortar gasto, diz Arida
Ex-presidente do BC, Persio Arida diz que, se a economia acelerar em 2013, o melhor para controlar a inflação é cortar gastos, não elevar juro. (Págs. 1 e Economia, B6)
Partidos já falam em sucessor de Obama
Republicanos apostam no senador Marco Rubio, em Jeb Bush e em Chris Christie, relata Denise Chrispim Marin. Democratas, em Hillary Clinton e Joe Biden. (Págs. 1 e Internacional, A12)
Aliás,
O que está por trás da eleição americana

Para analistas, Barack Obama se esqueceu das políticas partidárias, se afastou do povo e pagou um preço alto pela reeleição, em campanha acirrada. (Pág. 1)

Região Nordeste vive a pior estiagem em 50 anos (Págs. 1 e Metrópole, C6 e C7)


Pedro S. Malan
Interesse nacional e soberania

Nesse espesso nevoeiro da segunda década do século 21, cada país tenta situar, com seus conflitos internos, onde estaria seu interesse nacional. (Págs. 1 e Espaço Aberto, A2)

Christian Caryl
A pandemia da corrupção

O remédio mais confiável talvez seja a publicidade. A mídia social oferece novos veículos para escorraçar as autoridades que aceitam subornos. (Págs. 1 e Visão Global, A18)

Humberto Werneck
Nas barbas da multidão

Nem o maior inimigo há de negar: como orador, Fidel era craque. Não só como orador. Eu vi o líder incendiário no papel de bombeiro. (Págs. 1 e Metrópole, C8)

Notas & Informações
Panelaço recorde contra Cristina

Os argentinos foram às ruas contra a corrupção, as mentiras e as ameaças à democracia. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense
Manchete: As domésticas que a abolição esqueceu
Apesar de avanços nos direitos trabalhistas, essa ocupação ainda carrega o passado escravista, revela a repórter Renata Mariz. Das 6,6 milhões de profissionais, 70% não têm carteira assinada. (Págs. 1, 12 e 13)
Mensalão : STF condena, mas Câmara nem pensa em cassar
Os deputados João Paulo Cunha, Pedro Henry, Valdemar Costa Neto e José Genoino (suplente) estão entre os réus no Supremo, mas a chance de eles perderem o mandato pode virar queda de braço. (Págs. 1 e 2)
O dilema bélico de Barack Obama
Conflitos entre palestinos e israelenses e a tensão nuclear com o Irã estão entre as pautas do presidente reeleito. (Págs. 1 e 24)
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Estado de Minas
Manchete: A saúde agoniza
Seja usuário da rede particular ou pública, a queixa de quem busca o serviço é a mesma: falta de atendimento

Ninguém se entende nos planos de saúde

O consumidor reclama da falta de cobertura e do preço. Os médicos e hospitais não estão satisfeitos com os valores pagos pelas consultas. E as operadoras argumentam que os altos custos dos procedimentos inviabilizam melhor remuneração. Nem especialistas conseguem apontar soluções para pôr fim aos conflitos de um mercado que movimenta R$ 82,4 bilhões ao ano e atende 48,6 milhões de pessoas no país. Muitas vezes só resta ao usuário levar a briga à Justiça.

Espera por consulta pelo SUS dura quase um ano

A fila para ser atendido no posto de saúde é só o começo da via-crúcis de quem depende do serviço público. Até marcar consulta, retorno ao especialista, exame ou cirurgia, há uma longa espera que pode levar oito meses caso a busca seja por um cardiologista em Belo Horizonte. Se houver indicação para fazer ultrassom, são quatro meses de demora. Na corrida contra o relógio, o caminho cruza com o de quem paga plano de saúde e, antes de ver o médico, o paciente acaba procurando um advogado. (Pág. 1)

Restauração? Quem sabe no ano que vem...
A presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Jurema Machado, foi direto ao ponto: o PAC das Cidades Históricas, lançado há três anos, não saiu do papel. “O Iphan tentou pegar o PAC e executar, mas ele de fato não existiu”, admitiu ao Estado de Minas. Segundo ela, estavam previstos R$ 7 bilhões em 143 municípios brasileiros – 20 deles em Minas –, mas o dinheiro só vai começar a ser liberado em 2013. Enquanto isso, os monumentos correm risco de virar pó, como a Estação Ferroviária de Santa Luzia, na Grande BH. Prédio foi atingido por incêndio em junho e prefeitura tenta reconstruir pelo menos o telhado. (Págs. 1, 3 e 4)
Ressaca da eleição
Os desafios que batem à porta de Obama (Págs. 1, 18 e 19)
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Jornal do Commercio
Manchete: Ciclista do Recife tem medo de sair às ruas (Pág. 1)


O "nó" dos hospitais universitários (Pág. 1)


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Veja
Manchete: Obama
A força da demografia na sua reeleição e nas transformações globais. (Pág. 1)
Índios
Uma pesquisa revela a realidade das tribos no Brasil. (Pág. 1)
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Época
Manchete: Exclusivo - O samba do dinheiro sujo
Como o jogo do bicho usa as escolas de samba cariocas para desviar verbas públicas e lavar o dinheiro da contravenção. (Pág. 1)
Colunas
- Felipe Patury e o drama do deputado jurado de morte;

- Walcyr Carrasco e a tragédia dos artistas que caem no anonimato;

- Eugênio Bucci e a comédia dos partidos que cantam vitória. (Pág. 1)

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ISTOÉ
Manchete: Obama, ufa!
O mundo respira aliviado. Os conservadores radicais, com sua fome de guerra e seus preconceitos, foram derrotados. Barack Obama, reeleito, é o líder certo para evitar a recessão americana e reacender esperanças por todo o planeta. (Pág. 1)
Violência
O que São Paulo tem a aprender com o Rio para enfrentar o crime. (Pág. 1)
Corrupção
Como os mensaleiros escondem sua riqueza. (Pág. 1)
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ISTOÉ Dinheiro
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Manchete: Os desafios do CEO do planeta
O presidente dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama, passou pelo teste da reeleição. Agora, terá de enfrentar obstáculos ainda maiores para recolocar a maior economia do mundo na trilha do crescimento. Saiba como isso afeta o Brasil. E mais:

- Como a Casa Branca vai encarar o "abismo fiscal" de US$ 600 bilhões;

- Os planos para a geração de dois milhões de novos empregos;

- O fim dos cortes de impostos para os americanos mais ricos;

- A redução dos gastos militares e a implementação do Obamacare. (Pág. 1)

Maria Cláudia Amaro
"Não há caça às bruxas na TAM". (Pág. 1)
Etanol
A arrancada global da Copersucar. (Pág. 1)
Nyse
Bastidores da chegada ao Brasil. (Pág. 1)
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Carta Capital
Manchete: E vamos ao "mensalão" tucano
A quantas anda o processo em Minas Gerais

Novos documentos e novas histórias do esquema que movimentou ao menos 100 milhões de reais. (Pág.1)

Delfim Netto
Por que Obama é melhor para o mundo. (Pág. 1)
São Paulo
O crime continua a afrontar o poder estatal. (Pág. 1)
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EXAME
Manchete: A China do futuro. E o futuro do Brasil
Em uma transição política histórica, os chineses definem – agora – seus rumos para as próximas décadas. A China será um concorrente cada vez mais sofisticado e agressivo. E a pressão sobre o Brasil vai crescer a cada dia. (Pág. 1)
Reviravolta no setor imobiliário
Como a ascensão da Odebrecht pode mudar o mercado de imóveis no país. (Pág. 1)
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Zero Hora

Manchete: Bandidos matam PMs por R$ 600 em São Paulo
Assassinato de policiais por encomenda é uma das faces da violência que o PCC impõe à maior cidade do país. (Págs. 1, 4, 5 e 6)
Velha cidade
A Havana que ficou fora do roteiro oficial. (Págs. 1, 8 e 10)
Afogamentos
Maior perigo está nos banhos de rio. (Págs. 1 e 29)
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