Bom Dia! Vamos com as manchetes e principais notícias dos jornais desta quinta-feira, 8 de novembro.













O Globo
Manchete: Guerra dos royalties - Olimpíadas no Rio estão ameaçadas, diz Cabral
Caso já foi para o Supremo e será relatado pelo ministro Lewandowski
Estado perderá R$ 116 bi em receitas com o petróleo até 2030 se for mantido o texto aprovado na Câmara dos Deputados anteontem
Com as novas regras dos royalties, aprovadas na Câmara dos Deputados, o Estado do Rio terá perda de R$ 4,6 bilhões só no ano que vem. Até 2030, as perdas superam R$ 116 bilhões. “É absolutamente inviável. O estado fecha as portas, não faz Olimpíadas, não faz Copa do Mundo, não paga a servidor público, aposentado, pensionista”, disse o governador Sérgio Cabral. A questão dos royalties já está no STF. Em agosto, o governo do Espírito Santo entrou com ação no Supremo questionando como ratear o dinheiro entre municípios capixabas. O relator é o ministro Ricardo Lewandowski. (Págs. 1, 27 a 30, Flávia Oliveira - Negócios & Cia e editorial "Ir à Justiça é única alternativa")

Mantega negocia para reduzir o ICMS entre os estados (Págs. 1 e 31)
Segunda chance em busca de diálogo
Embora reeleito com menos votos do que em 2008, mas com vitórias nos estados-chave, o presidente Barack Obama chega ao segundo mandato com cacife político e o desafio de buscar consenso com republicanos. Obama ganhou uma segunda chance com apoio histórico de 71% dos latinos. Ele pregou a união, mas disse que não vai negociar ganhos sociais: "Eu ouvi vocês, aprendi com vocês. E vocês me fizeram um presidente melhor." (Págs. 1, 35 a 45 e editorial "Segundo mandato e trabalho em dobro")
Fotolegenda: Alívio
O presidente reeleito é abraçado pela mulher, Michelle: atrás de consenso no Congresso.
Referendos: Avanços colaterais
Em referendos simultâneos à eleição presidencial, Maryland e Maine apoiaram o casamento gay, e o Colorado legalizou o consumo de maconha. No estado de Washington, as duas medidas polêmicas foram aprovadas de uma só vez. (Págs. 1 e 41)
Artigos
Míriam Leitão
O desafio da economia
Demografia explica reeleição, mas só economia garantirá sucesso. (Págs. 1 e 28)
Dorrit Harazim
ATrás do lugar na história
Obama precisa estreitar distância entre ambições e desempenho. (Págs. 1 e 44)
Pedro Doria
Republicanos na contramão
Partido deve manter guinada à direita, no sentido inverso do eleitor. (Págs. 1 e 44)

Contra a fuga: STF recolhe passaporte de mensaleiros
Para evitar fugas para o exterior, Joaquim Barbosa determinou o recolhimento do passaporte dos 25 condenados no mensalão. Ministros decidiram ontem, após novos bate-bocas, aumentar por questões técnicas em mais um mês a pena de Marcos Valério, que havia pedido redução das penas alegando ter colaborado com o processo. (Págs. 1 e 3)



Afago ao novo aliado: Câmara aprova pasta para Kassab
A Câmara aprovou ontem a criação da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, com status de ministério, o 39º. O governo quer destinar a pasta ao PSD, e o prefeito Gilberto Kassab é o nome mais cotado para ocupá-la. Ainda falta o Senado aprovar. (Págs. 1 e 7)
Até 27 andares: Hotéis mais altos em lagoa da Barra
O prefeito Eduardo Paes enviou à Câmara dos Vereadores projeto que prevê o aumento do gabarito de hotéis na Barra e no Recreio. Na área do futuro Parque Olímpico, às margens da Lagoa de Jacarepaguá, o total de andares liberados passa de 22 para 27. (Págs. 1 e 13)
Investimentos além-Porto
A Microsoft anunciou ontem investimentos de R$ 200 milhões no país, que incluem um laboratório em antigo prédio da CEG no Rio. (Págs. 1 e 12)
Adeus às aulas: O fim da 4ª melhor escola do Rio
Pais de alunos da Escola Municipal Friedenreich, 4º melhor Ideb do Rio, estão preocupados com o destino do estabelecimento, no meio do caminho das obras do Maracanã. A demolição está decidida, mas não para onde será transferida. (Págs. 1 e 23)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Após vitória apertada, Obama adota discurso de conciliação
Cai de 53% para 50% o voto popular no democrata; Mulheres e hispânicos ajudam a derrotar republicano Mitt Romney; Coalizão menor dificultará aprovação de projetos

Barack Hussein Obama, 51, reeleito presidente dos EUA, terá um segundo mandato com mais problemas pela frente, informa Raul Juste Lores, enviado a Boston. Um deles será o chamado abismo fiscal, o corte de US$ 600 bilhões nos gastos públicos, que deve abalar a recuperação da economia. Obama quer elevar os impostos dos mais ricos, mas enfrentará oposição do Partido Republicano do candidato derrotado Mitt Romney.

O democrata apelou para a conciliação no discurso da vitória, relata Luciana Coelho, de Chicago. Ele foi reeleito por uma coalizão mais magra do que em 2008. Os 365 delegados conquistados na eleição passada passaram para 332 — se incluídos os 29 da Flórida, com apuração em andamento. Mulheres, latinos e negros ajudaram na reeleição, mas com margens menores que em 2008. (Págs 1 e Especial)

Fotolegenda: O presidente reeleito dos EUA, Barack Obama, faz o discurso da vitória para cerca de 20 mil pessoas em Chicago, na madrugada de ontem; ele disse que “o melhor está por vir”.


Clóvis Rossi

Preocupação agora é saber como os EUA evitarão o abismo fiscal. (Págs. 1 e Especial, 3)

Sérgio Dávila

Republicanos esperam que novo país se adapte ao velho partido. (Págs. 1 e Especial, 4)

Fábio Zanini

Democrata terá de decidir se será líder conciliador ou radical. (Págs. 1 e Opinião A2)

Comissão aprova novos direitos para domésticas
Comissão Especial da Câmara aprovou o projeto que prevê aos empregados domésticos jornada de trabalho de 44 horas semanais, FGTS e horas extras, entre outros direitos. A proposta seguirá para votação no plenário e depois será apreciada pelo Senado. (Págs. 1 e Mercado B1)

Condenados no mensalão terão de entregar passaporte
A pedido da Procuradoria, o STF determinou que os 25 condenados no mensalão entreguem seus passaportes até 24 horas após serem notificados. O relator Joaquim Barbosa afirmou ser contra a pena mínima para José Dirceu e outros condenados por corrupção ativa. (Págs. 1 e Poder A4 e A8)
Câmara torna crime a ação de hacker e o roubo de senhas (Págs. 1 e Cotidiano 2, 1)

Editoriais
Leia “Tudo igual nos EUA”, acerca de reeleição de Obama, e “Transição tensa na China”, a respeito de mudanças na cúpula do Partido Comunista. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Congresso dividido faz Obama propor união a republicanos
A falta de acordo com a oposição sobre ajuste fiscal pode levar os EUA à suspensão do pagamento de despesas

Pressionado pelo passivo de promessas de 2008 não cumpridas e com o Congresso dividido, o presidente americano, Barack Obama, chamou os opositores republicanos para diálogo. E o primeiro teste de conciliação ocorrerá antes mesmo da posse no segundo mandato, em 20 de janeiro. Sem acordo com a maioria opositora na Câmara, o impasse em torno do ajuste nas contas públicas poderá levar o país à suspensão dos pagamentos de despesas correntes e da dívida federal já em 1º de janeiro. Os desafios do democrata continuam os mesmos do primeiro mandato: criar empregos, equilibrar o orçamento e equacionar o déficit público. A reeleição de Obama agrada ao governo brasileiro, que tem maior apreço pelo governo democrata. (Págs. 1, A14, A19 e A22 a A26)

Dora Kramer
Há aspectos nos EUA que são de admirar. (Págs. 1 e Nacional A6)

José R. De Toledo
O blogueiro do ‘NYT foi impecável. (Págs. 1 e Internacional A14)

Celso Ming
O tamanho do abismo fiscal americano. (Págs. 1 e Economia B2)

Veríssimo
Um dia torcendo pela vitória de Obama. (Págs. 1 e Caderno2, D16)

Fotolegenda: Conciliação

Obama com a mulher, Michelle, e as filhas Malia e Sasha ao embarcar para Washington; após reeleição, ele disse que quer se reunir com Romney.

Dilma: ‘Ação anticorrupção não pode atacar política’
A presidente Dilma Rousseff disse ontem, no mesmo dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) retomou o julgamento do mensalão, que o combate ao malfeito não pode servir como ataque à ação política. Ela também defendeu a liberdade de expressão, ao afirmar que “é sempre preferível o ruído da imprensa ao silêncio tumular das ditaduras”. (Págs. 1 e Nacional A4)
STF não chega a acordo sobre penas do mensalão
Os ministros do STF não conseguiram chegar a acordo para fixação das penas dos 25 condenados do mensalão. O ex-presidente Lula disse que Marcos Valério está “blefando" ao tentar envolvê-lo no escândalo. (Págs. 1 e Nacional A6 e A8)
Cabral diz que divisão de royalties ameaça Olimpíada
A nova divisão da arrecadação dos royalties do petróleo provocou reclamações dos governos do Rio e do Espírito Santo. O governador fluminense, Sérgio Cabral, disse que o projeto, que ainda tem de ser sancionado pela presidente Dilma, cria um colapso nas finanças do Estado e ameaça a realização da Olimpíada e de jogos da Copa. Para o governador capixaba, Renato Casagrande, a decisão “foi desequilibrada”. (Págs. 1, B1 e B3)
Mandar vírus pela internet pode dar prisão
A Lei de Crimes Cibernéticos, que criminaliza roubos e invasões na internet, foi aprovada ontem na Câmara. De acordo com a norma, que vai a sanção presidencial, quem mandar vírus pela web ou violar senhas pode pegar 1 ano de prisão. (Págs. 1 e Cidades C1)
Comissão aprova PEC que amplia direito de doméstica (Págs. 1 e Economia B7)

Banco Cruzeiro do Sul é acusado de espionar o BC (Págs. 1 e Economia B18)

Notas & Informações
Vitória apertada

Reeleito, Barack Obama terá de provar, como disse, que “o melhor ainda está por vir”. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense
Manchete: E agora,Obama?
Reeleito para mais quatro anos no posto de homem mais poderoso do planeta, Barack Obama terá pela frente grandes desafios. Um deles, o presidente enfrentará antes mesmo da posse para o segundo mandato em 20 de janeiro: a negociação, comum Congresso dividido, de um acerto nas contas públicas para evitar que o país mergulhe num “abismo fiscal”. A política externa é outro obstáculo explosivo. Mas o maior de todos os problemas será tirar os EUA da crise que transformou o sonho americano em um pesadelo sem fim. Enquanto o democrata luta para cumprir as promessas de campanha, os americanos vão mudando a face conservadora do país. Além de reeleger Obama, os eleitores votaram em 174 consultas populares nos estados e aprovaram temas polêmicos como a legalização do casamento gay e o consumo recreativo da maconha. (Págs. 1, 26 a 31, Visão do Correio, 24 e hot site no correiobraziliense.com.br)
Petróleo: Dilma ainda estuda saída para royalties
Projeto aprovado por deputados corre dois sérios riscos. Um é ser vetado pela presidente. O outro, ir parar no STF. Nos dois casos, os municípios que não produzem petróleo, mas querem um quinhão na partilha, sairiam perdendo. (Págs. 1 e 2)
Mensalão: Apreensão de passaportes
O ministro Joaquim Barbosa proíbe que condenados deixem o país e dá prazo de 24 horas para que entreguem o documento. O objetivo é evitar a fuga de quem tem pena a cumprir. (Págs. 1 e 4)
Presidente volta a defender liberdade de imprensa no país (Págs. 1 e 3)

Só falta o Planalto sancionar a lei Carolina Dieckmann (Págs. 1 e 5)

Comissão da Câmara aprova mais direitos para as domésticas (Págs. 1 e 5)

Fotolegenda: Futuro
Com a presença do vice-presidente Michel Temer e do governador Agnelo Queiroz, seminário no Correio discutiu a modernização das relações entre patrões e empregados. (Págs. 1, 12 a 14 e correiobraziliense.com.br)
Orçamento: Benefícios de servidores terão limite
O governo federal vai gastar R$ 14,7 bilhões em 2013 com assistência médica, auxílio-creche, auxílio-alimentação e outros itens. O Executivo quer um teto para essa despesa. (Págs. 1 e 16)
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Valor Econômico

Manchete: Dilma pode compensar Rio e ES por perdas de royalties
Um dia após sofrer mais uma derrota na Câmara dos Deputados com relação à distribuição da renda do petróleo - proveniente tanto dos royalties quanto da participação especial -, o Palácio do Planalto ainda não tem solução para o confronto federativo criado pela aprovação do projeto de lei do Senado, na noite de terça-feira. As implicações políticas e jurídicas ao veto ou à sanção do projeto estão em avaliação, mas a tendência da presidente Dilma Rousseff é sancionar a lei com vetos secundários e editar uma medida provisória para compensar as perdas impostas a Rio de Janeiro e Espírito Santo por um determinado período. Em 2010, o então presidente Lula vetou projeto semelhante, que ficou conhecido como emenda Ibsen, também aprovado pela Câmara.

As bancadas parlamentares dos dois Estados, revoltadas com as perdas de receita, pediram audiência à presidente. Os Estados produtores querem o veto e ameaçam recorrer ao Supremo Tribunal Federal. Os não produtores, embora beneficiados por uma distribuição mais equânime da renda do petróleo, não têm qualquer garantia de que vão receber os recursos. (Págs. 1 e A5)

Brecha para guerra fiscal é fechada
Empresas de São Paulo que importaram produtos pelo Espírito Santo com benefícios fiscais estão agora mais vulneráveis a autuações fiscais da Fazenda paulista. Após quase 20 anos de vigência, uma liminar concedida pelo Supremo Tribunal Federal que protegia os contribuintes dessas autuações foi cassada. A liminar suspendia a aplicação de normas paulistas que impediam o uso de créditos de ICMS por contribuintes que importassem pelo Espírito Santo produtos com benefícios do Fundap. Agora, há a possibilidade de autuações retroativas aos últimos cinco anos. (Págs. 1 e E1)
Reeleito, Obama manterá política anticrise
A reeleição de Barack Obama manterá intacta nos próximos anos o conjunto de políticas que permitiram aos EUA saírem, ainda que lenta e instavelmente, de uma recessão. Continuarão intactos o relaxamento monetário do Federal Reserve e a contenção fiscal cautelosa, embora os dois homens responsáveis por essas áreas devam deixar o governo - o presidente do Fed, Ben Bernanke, e o secretário do Tesouro, Timothy Geithner.

Definida a sucessão na Casa Branca, os mercados voltaram sua atenção para velhos problemas - o "abismo fiscal" nos EUA e a crise europeia - e reagiram negativamente. O Índice Dow Jones teve a maior queda do ano, com perda de 2,36%. O Nasdaq recuou 2,48% e o S&P, 2,37%, a 1.394 pontos. (Págs. 1, A15 a A17 e B12)

Banco de varejo adota modelo do 'gestor detetive' para ações
Gigantes do varejo bancário, como o Itaú Asset Management, estão se rendendo ao modelo dos "gestores detetives", já conhecido dos administradores independentes de fundos. Ele implica ações heterodoxas como fazer cartões de varejistas, prestar vestibular, percorrer supermercados do Nordeste para testar os produtos e serviços de companhias abertas nas quais pretendem investir.

"Como os juros, o câmbio e a inflação devem ficar mais ou menos 'parados' por um bom tempo, a busca por ganhos será na bolsa", diz Paulo Corchaki, diretor de gestão do Itaú Asset. "Nesse jogo só vai conseguir se destacar quem apostar mais em análise e pesquisa". O Itaú vai fundir dois fundos de ações agressivos, com patrimônio ao redor de R$ 500 milhões, que passarão a se guiar pelo modelo "investigativo". (Págs. 1 e D2)

Ainda alto, desemprego de jovem recua
Pela primeira vez desde 2003, os jovens de 18 a 24 anos contribuem de igual para igual com os adultos de 25 a 49 anos para a queda da taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do país. Com menor participação na População Economicamente Ativa e também na População em Idade Ativa, a desocupação entre os jovens ainda é bem maior do que entre os adultos, mas recuou nos últimos meses: caiu de 14% na média de janeiro a setembro de 2011 para 12,8% no mesmo período deste ano. Entre os adultos, passou de 5% para 4,7%. (Págs. 1 e A3)
Elas ascendem mais em países emergentes
Globalmente, as mulheres representam parcela relevante da força de trabalho nos níveis mais baixos da hierarquia corporativa até os cargos de média gerência. À medida que se avança na carreira, no entanto, a presença feminina vai rareando. Na tentativa de entender melhor essa tendência, o Boston Consulting Group (BCG) entrevistou cem executivos seniores de 44 multinacionais ao redor do mundo, inclusive no Brasil, e apurou que as mulheres ocupam 21% dos cargos de gerência sênior no mundo. Nos países que compõem os Brics e no Sudeste Asiático, a participação feminina é maior: 26% e 32% respectivamente.

Christian Orglmeister, sócio do BCG, levanta algumas hipóteses que ajudam a entender os dados - e a conclusão não tem relação com o apoio dado pelas empresas. "O suporte doméstico, com apoio de babás e familiares que ajudam as mulheres a cuidar de seus filhos, é mais comum nos países em desenvolvimento. Isso permite às executivas dedicar mais tempo às suas carreiras". (Págs. 1 e D1)

Confaz define regras para acabar com a 'guerra dos portos' (Págs. 1 e A4)

Bancos japoneses voltam à ofensiva internacional (Págs. 1 e C16)

OAS entra em saneamento
A OAS Soluções Ambientais assume no sábado os serviços de saneamento básico do município de Araçatuba, no interior de São Paulo. O contrato de concessão, de 30 anos, prevê investimentos de R$ 370 milhões. (Págs 1 e B1)
Montadoras adiam férias coletivas
Na expectativa de uma demanda aquecida até o fim do ano, algumas montadoras decidiram suspender as tradicionais férias coletivas de dezembro. A Ford já adiantou que só vai parar nos feriados de Natal e Ano Novo. (Págs 1 e B8)
Vinci compra o Banco Ribeirão Preto
A Vinci Partners, do ex-banqueiro Gilberto Sayão, fechou a compra de 100% do Banco Ribeirão Preto, que era controlado por Adriano Coselli. O objetivo da gestora de recursos é fortalecer suas operações no segmento de crédito. (Págs. 1 e C3)
Bancos têm captação recorde
Bancos brasileiros captaram US$ 16,795 bilhões no exterior neste ano, valor recorde que supera os US$ 16,730 bilhões de 2010. As instituições aproveitam o momento de liquidez abundante pagando taxas próximas das mínimas históricas. (Págs. 1 e C7)
Renda fixa índices lideram ganhos
Só no mês passado, os fundos renda fixa índices, com forte presença de papéis indexados à inflação, renderam em média 2,67%, mais de quatro vezes o CDI, referência das aplicações mais conservadoras. No ano, o ganho é de 19,19%. (Págs. 1 e D3)
Inovação
Projeto de lei aprovado pelo Congresso que prevê nova redistribuição dos royalties pode reduzir orçamento da Finep destinado à pesquisa e desenvolvimento (P&D). “Para avançar, ciência e tecnologia precisam de estabilidade de funding”, diz o presidente do órgão, Glauco Arbix. (Págs. 1 e Caderno especial)
Ideias
Alysson Paolinelli e Cesário Ramalho

Área agricultável no país é menor do que supõe o senso comum, e crescimento do setor depende da tecnologia. (Págs. 1 e A18)

Mário Mesquita

Uma retomada mais consistente da atividade reduziria ainda mais o desemprego, com efeitos sobre salários e inflação. (Págs. 1 e A19)

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Estado de Minas

Manchete: Mais quatro anos de Obama - O mundo curtiu isso
3.716.009 pessoas curtiram a foto de Obama, reeleito, com Michelle

Depois da campanha disputada voto a voto, a reeleição de Obama foi um pouco mais folgada que o esperado. Para se garantir, ele precisava ganhar 270 delegados. Alcançou 303, contra 206 de Mitt Romney. A proclamação do resultado, ainda de madrugada no Brasil, gerou uma explosão de manifestações nas redes sociais. A mensagem de vitória de Obama no Twitter foi a mais retuitada da história (660 mil vezes) e a foto dele com a mulher, Michelle, também bateu recorde no Facebook. Líderes do mundo inteiro enviaram felicitações, acompanhadas de pedidos. Os responsáveis pelas maiores economias falaram em cooperação, e os do Oriente Médio cobraram atuação mais rápida e efetiva.

Vladimir Putin, presidente da Rússia

Esperamos o desenvolvimento de iniciativas positivas, o aperfeiçoamento das relações bilaterais e a cooperação entre Rússia e Estados Unidos no plano internacional, no interesse da segurança e da estabilidade no mundo.

François Hollande, presidente da França

França e Estados Unidos compartilham valores comuns. Estou convencido que durante seu novo mandato reforçaremos ainda mais nossa aliança para favorecer o retorno do crescimento econômico em nossos países, para lutar contra o desemprego e para encontrar soluções às crises que nos ameaçam, em particular no Oriente Médio.

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP)

Que Obama continue os seus esforços para alcançar a paz no Oriente Médio.

Hu Jintao, presidente da China

Numa nova era histórica, desejo que as nossas relações bilaterais baseadas numa cooperação construtiva entrem numa nova fase.

E o Brasil? Vai curtir?

Como os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil (atrás da China), a boa relação entre os dois países deve ser valorizada. O turismo brasileiro nos EUA tende a avançar, com o fim da exigência do visto. Mas a política monetária americana, que supervaloriza o real, é ponto de discórdia, como ressaltou Dilma em recente discurso na ONU. (Págs. 1, 6 e 21 a 23)

Ponteio: Abertura do túnel é adiada novamente
Interditado desde 15 de dezembro, o túnel seria liberado ao tráfego em outubro. Depois o Dnit marcou para sábado. E a promessa agora é 16 de novembro. Sem o túnel, motoristas têm de ir até o trevo do BH Shopping para fazer o retorno. (Págs. 1 e 25)
Anel: Dnit avalia propostas que ampliam segurança na via
Ações solicitadas pelo estado preveem baias para pontos de ônibus, mais quatro passarelas, área de escape contra acidentes e vigilância 24 horas da rodovia. (Págs. 1 e 26)
Confins: Trem levará passageiros ao aeroporto
Projeto do governo estadual prevê ramal até o aeroporto e linhas interligando cidades da Grande BH. Edital publicado ontem sobre o terminal 3 em Confins estima que obras vão durar um ano, o que pode inviabilizar o “puxadinho” para a Copa de 2014. (Págs. 1 e 14)
UFMG abre mais 50 vagas para cotistas no vestibular (Págs. 1 e 27)

A guerra do petróleo
Rio e Espírito Santo ameaçam ir à Justiça contra a nova partilha dos royalties. Dilma não deve vetar. (Págs. 1 e 3)
Novo ciclo da mineração
Caderno mostra a arrancada de grandes investimentos em produção no país e em Minas. (Págs. 1 e Suplemento Especial)
Novas relações de trabalho em debate
Seminário dos Associados em Brasília discute flexibilização das leis trabalhistas. (Págs. 1 e 17)
Inovação: De doutor a empresário no setor de biociências (Págs. 1 e 24)

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Jornal do Commercio
Manchete: IPTU vai subir 5,45%
Contribuintes do Recife, Olinda e Jaboatão vão receber o carnê do imposto de 2013 com o reajuste, que é o terceiro maior desde 2007, mas menor que o de 2012, que foi 6,97%. Aumento corresponde à inflação de 12 meses. (Págs. 1 e Economia 1)
Obama com mais cacife e mais desafios
Presidente é reeleito de forma sólida nos EUA e principal missão será unir o país para implantar mudanças. (Págs. 1, 10 e 11)
Dilma defende a liberdade de imprensa
Na contramão de alguns petistas, presidente disse que prefere o ruído da imprensa livre ao silêncio da ditadura. (Págs. 1 e Capa Dois)
Seca faz prefeitos prometerem greve
Gestores de cidades atingidas vão paralisar serviços, dos dias 12 a 16, para cobrar ações. Somente saúde e limpeza urbana funcionarão. (Págs. 1 e 3)
O Dia D para a Arena da Copa
Fifa define hoje as sedes da Copa das Confederações e Pernambuco fica na torcida. (Págs. 1 e Esportes 1)
Réus do mensalão terão que entregar o passaporte. (Págs. 1 e 6)

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Zero Hora

Manchete: Réus do mensalão terão de entregar passaportes
Para evitar fuga do país, os 25 condenados pelo STF, como José Dirceu, Delúbio Soares e Marcos Valério, serão obrigados a recolher seus documentos. (Págs. 1 e 8)

Barbosa diz que pena mínima é branda demais.

Pré-sal: Divisão de royalties pode ser barrada
Gaúchos projetam ganhos com repasse que corre o risco de veto de Dilma ou disputa judicial. (Págs. 1 e 16)
Mais 4 anos para 4 Obamas
Recuperação da economia é desafio do presidente dos EUA até 2016. (Págs. 1, 4, 5 e 6)
Guerra na madrugada
Enviado Especial - Humberto Trezzi

Em cinco horas de giro pela periferia de São Paulo, reportagem de ZH testemunha tiros, atentados, prisões e momentos de tensão. (Págs. 1, 36 e 37)

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Brasil Econômico
Manchete: Governos do RJ e ES entrarão no STF contra mudança nos royalties
Revoltados com a decisão da Câmara que reduz a receita de seus estados, governadores Sérgio Cabral e Renato Casagrande ainda acreditam no veto da presidente Dilma, mas preparam uma ação de inconstitucionalidade por quebra de contrato. (Págs. 1 e 6)
Fiat já tem 6 fornecedores para nova fábrica em PE
Informação é do CEO da montadora, Cledorvino Belini. “Teremos 14 empresas em nosso parque e divulgaremos os nomes em dezembro”, disse ele ao BRASIL ECONÔMICO. (Págs. 1 e 14)
Debêntures batem recorde em outubro
Volume total de emissões no mês atingiu R$ 5,5 bilhões, puxado sobretudo pelas empresas do setor de infraestrutura. (Págs. 1 e 3)
Mantega oferece dois fundos de R$ 180 bi pelas perdas com ICMS
Em reunião com governadores, o ministro da Fazenda diz que a compensação acabaria com a guerra fiscal. (Págs. 1 e 7)
País deve receber US$ 75 bilhões de investimentos em mineração
Além do minério de ferro, Ibram revela que existe forte interesse na exploração de potássio e terras raras. (Págs. 1 e 8)
Mais do mesmo
O Brasil tem pouco ou nada a esperar de Barack Obama em seu segundo mandato. Protecionismo e política cambial vão continuar no centro das relações entre os dois países. (Págs. 1 e 36)
Mais exigentes, consumidores da classe C procuram produtos de grife
Segundo pesquisa, esse grupo possui consciência de seu poder de compra e quer demonstrar “estilo de vida”. (Págs. 1 e 4)
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EBC Serviços

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