Brasil corta Adriano e Hulk. Colômbia convoca Falcão


Seleção brasileira enfrentará os colombianos na quarta-feira, nos EUA

Brasileiro Hulk, do Zenit, em partida contra o Málaga, válida pela primeira rodada da Liga dos Campeões da UEFA
Brasileiro Hulk, do Zenit, em partida contra o Málaga, válida pela primeira rodada da Liga dos Campeões da UEFA (Jorge Guerrero/AFP)
O lateral Adriano, do Barcelona, e o atacante Hulk, do Zenit, foram cortados do amistoso entre a seleção brasileira e a Colômbia, que acontece na próxima quarta-feira, nos Estados Unidos. Os atletas tiveram lesões musculares diagnosticadas e não terão tempo para recuperar a forma física. O veto aos jogadores veio assim que um dos médicos da CBF, Edílson Thiele, recebeu os exames da dupla. Ele entendeu que expor os atletas aos 90 minutos de uma partida poderá agravar ainda mais os quadros clínicos de ambos. Na equipe adversária, o destaque será o artilheiro Falcão Garcia.


A CBF ainda não confirmou se haverá trocas na lista, mas o treinador Mano Menezes não costuma chamar substitutos para os atletas lesionados. Com uma ruptura no músculo adutor da perna direita, Adriano vem desfalcando o Barcelona nas últimas rodadas do Espanhol e da Liga dos Campeões. Sua ausência fará de Fábio Santos o único atleta relacionado para ocupar a posição, uma vez que Marcelo, do Real Madrid, também está machucado.
 
O atacante Hulk apresentou uma contusão no músculo posterior da coxa e deverá deixar sua vaga entre os titulares para Leandro Damião. O jogador tem a confiança de Mano Menezes para ser o principal centroavante da equipe e exercer a função de pivô para as chegadas de Neymar, Kaká e Oscar ao ataque.
 
Ainda na quarta-feira, José Pekerman, treinador da Colômbia, convocou os jogadores para o amistoso contra o Brasil. O principal nome da lista é Falcao García, artilheiro das duas últimas Liga Europa e com treze gols em dez partidas nesta temporada. Além de Falcão, a lista tem nomes como Pablo Armero, que atuou no Palmeiras e agora está na Udinese, e o meia James Rodríguez, do Porto.
 

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Em função da briga judicial com o São Paulo, quase não jogou a Olimpíada. Enfim liberado para jogar, virou titular não só em Londres, mas também da equipe principal. É o atual dono da camisa 10 da seleção.
 
(Com agência Gazeta Press)

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