Menina de seis anos é assassinada; companheiro de prima confessa crime


O assassinato brutal de uma menina de seis anos chocou os moradores da cidade gaúcha de Santa Maria (286 km de Porto Alegre), na região central do Estado. A menina foi encontrada sem vida no início da noite dessa sexta-feira, em um córrego próximo à casa onde vivia com a família. O suspeito do assassinato, um homem de 26 anos, companheiro de uma prima da criança, está preso. Ele confessou o crime.



Na tarde dessa sexta-feira (16), os pais da menina notaram seu desaparecimento pouco depois das 16h30min. Para eles, moradores do bairro Carolina, a última informação  da filha é que ela havia saído da casa de uma vizinha para retornar à sua. Entretanto, a menina não foi mais vista.
Vizinhos e familiares iniciaram as buscas até encontrarem o corpo dela, por volta das 20h50min, em um córrego no final da rua onde mora a família. A polícia estava presente, quando flagrou um desentendimento e troca de acusações entre dois homens.
"Policias estavam fazendo buscas na região, com o auxílio de populares. Foi então que um deles questionou o envolvimento do outro, que participava da procura, e que tinha, inclusive, apontado o local em que estava a menina", conta o delegado Márcio Scheineder, da Delegacia de Policia de Pronto Atendimento de Santa Maria.
Frieza
Em um depoimento classificado como "frio" pela polícia, o acusado, de 26 anos, admitiu ter estrangulado a menina. Companheiro de uma prima dela, ele disse que, após ter tentado estrangulá-la e vendo que a criança ainda respirava, a afogou no córrego.
Sem antecedentes criminais, o homem apenas disse que já vinha pensando em assassinar a menina, não explicando qualquer motivo. Afirmou ainda que, como bebeu muito durante a tarde de ontem, tomou coragem e agiu.
"Ele não disse o motivo. Só que tinha bebido meia garrafa de vodca e que estava com muita raiva da criança", complementa o delegado.
O acusado teve a prisão preventiva decretada e foi encaminhado ao Presidio Regional de Santa Maria. A reportagem entrou em contato com o defensor constituído para acompanhar o suspeito no momento de sua prisão, mas ele não quis fazer qualquer comentário sobre o caso.
do Uol

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