No Rio, réveillon de Copacabana terá Lei Seca no mar


Réveillon de Copacabana terá "operação Lei Seca" no mar
Quem curtir festa em lanchas próximo à orla poderá fazer bafômetro
Quem quiser fugir da multidão de dois milhões de pessoas esperadas para o Réveillon de Copacabana e curtir a queima de fogos do mar estará na mira da Capitania dos Portos. A exemplo do que a Lei Seca tem feito pelas ruas do Rio, a Marinha estará de olho em quem resolver misturar álcool e pilotagem de lancha.
De acordo com o capitão dos portos do Rio de Janeiro, Fernando Cozzolino, cerca de 250 embarcações particulares de pequeno e médio porte são esperadas nas imediações da orla no dia 31.


— Estaremos observando todo mundo. Caso alguém apresente um estado fora do normal, paramos e fazemos o teste do bafômetro. Se indicar que ele está alcoolizado e não tiver outro piloto habilitado e em condições de guiar, o barco será rebocado. O mesmo serve para jet ski.
Ainda de acordo com o capitão Cozzolino, cerca de 45 mil pessoas, entre passageiros e tripulação, devem curtir a festa a bordo dos 13 transatlânticos que enfeitarão o horizonte de Copacabana na virada do ano. Em 2011, havia quatro navios a menos. A previsão é de que as ondas atinjam, no máximo, meio metro.
As lanchas particulares e os transatlânticos devem ficar dispostos a uma distância de pelo menos 1,2 km da arrebentação. Segundo a Capitania, trata-se de uma medida de segurança, uma vez que no Réveillon nada pode estar posicionado a menos de 500 metros das balsas com fogos de artifício — que ficarão a cerca de 500 metros da areia. Entre as balsas e os barcos particulares ficarão rebocadores da Marinha.
Somente para garantir a segurança em Copacabana a Capitania dos Portos disponibilizou um helicóptero, um navio-patrulha, um aviso de patrulha (navio menor), 20 lanchas e 110 militares. A operação começará na manhã do dia 31.
do R7

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