Frase do dia

“O amor é tudo”
(Jesus Cristo)







sábado, 3 de março de 2012

Em Niterói, polícia prende três homens por tráfico de drogas


Foram encontrados 83 cápsulas de cocaína e 4 tabletes de maconha.
Dois maiores estão presos na 78ª DP; menor será encaminhado à DPCA.

Do G1 RJ
Policiais militares do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) detiveram três homens por tráfico de drogas na tarde deste sábado (3), em Niterói.
Segundo o capitão Fabrício Vital, durante policiamento em transportes coletivos, PMs desconfiaram da atitude de dois homens - um deles um menor de 16 anos - que estavam na van que faz o trajeto Rio-Maricá. Com eles, encontraram 40 cápsulas de cocaína, cinco pedras de crack e três tabletes de maconha.
Pouco depois, outro homem foi abordado na van Rio-Santa Izabel. Com ele foram encontrados 43 cápsulas de cocaína e um tablete de maconha hidropônica.

No Rio, bicheiros querem se livrar do Carnaval


Afastamento gradual dos 'patronos' põe as agremiações diante de um desafio impensável nas últimas décadas: viver sem o dinheiro da contravenção
Rafael Lemos
 Imperatriz Leopoldinense desfila no Carnaval 2012, no Sambódromo do Rio de Janeiro. Presidente da escola, Luizinho Drumond, está foragido
Imperatriz Leopoldinense desfila no Carnaval 2012, no Sambódromo do Rio de Janeiro. Presidente da escola, Luizinho Drumond, está foragido (EFE)
A estratégia de sair de cena já foi testada por outro dirigente. O Capitão Guimarães, ex-presidente da Liesa, afastou-se do cargo em 2007, após ser preso na Operação Furacão, da Polícia Federal. Depois de solto, ainda voltou a ser preso em desdobramentos da mesma investigação, mas aos poucos foi sendo esquecido pela polícia
Ao longo de quatro décadas, o poder econômico dos bicheiros transformou o Carnaval carioca em uma festa chamada, no mundo do samba, de "o maior espetáculo da Terra", hoje transmitido para todo o mundo. Nesse período, figuras como Castor de Andrade (Mocidade Independente de Padre Miguel), Anísio Abraão David (Beija-Flor) e Luiz Pacheco Drumond (Imperatriz Leopoldinense) conquistaram um prestígio social incontestável. Compraram apartamentos nos endereços mais caros do Rio de Janeiro, receberam e foram convidados para festas de socialites e empresários e foram tratados com deferência pelas autoridades. No ano passado, homenageado pela Beija-Flor, o rei Roberto Carlos não foi exceção a esse estranho arranjo, e posou feliz para fotos ao lado de Anísio.

Serra é vaiado em primeiro evento como pré-candidato


Candidato do PSDB disse não ter ficado abalado com as vaias do público
O pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, foi vaiado pelo público presente na tarde deste sábado (3) no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, na zona norte de São Paulo.
Serra decidiu iniciar sua campanha no local para "dar sorte" porque ele foi inaugurado durante sua gestão como prefeito da cidade em 2004. O pré-candidato disse não ter ficado abalado com as vaias.
- Isso é normal, a vida é assim na política. Não é uma questão de gratidão, fiz o centro para milhares de jovens da zona norte, muitos desses que estão aqui hoje não sabem que foi eu que fiz, afirmou.

Nova técnica contra calvície


Usar fios de outras partes do corpo é opção contra calvície
Loções, xampus, cremes, pílulas e laser. Quando nada disso faz mais efeito e os cabelos vão embora para sempre, ainda resta uma saída: o microtransplante de pelos do próprio paciente. Na técnica comum, eles são retirados da nuca e das têmporas, porque estes fios não têm tendência à queda. O problema é quando estas áreas já não apresentam um grande número de fios. Médicos da Universidade da Califórnia encontraram a solução: usar os pelos da perna. A técnica, publicada na revista científica, revista “Archives of Dermatology”, tem dado bons resultados e já chama a atenção de cirurgiões brasileiros.Os primeiros especialistas a aplicarem a técnica dizem que seus pacientes ficaram satisfeitos. Um deles, o médico Sanusi Umar, do Departamento de Dermatologia da Universidade da Califórnia, afirma que usar os pelos da perna (geralmente da parte de trás) não é a primeira opção em casos de microtransplante para tratar a calvície, mas é uma alternativa quando o indivíduo não conta com muitos fios na nuca ou na parte lateral da cabeça. Como último recurso, ainda existe a possibilidade de transplantar pelos do peito e das costas.

A farsa na morte de Marighella

"Eu vi os policiais colocando o corpo no banco de trás do carro", revela o fotógrafo que registrou a imagem do guerrilheiro executado. Essa testemunha desmancha a versão dos militares para esconder como foi abatido o inimigo número 1 da ditadura
Alan Rodrigues
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MENTIRA E VERDADE
A primeira foto é a da versão oficial que o fotógrafo Sérgio
Jorge foi obrigado a registrar. A segunda é uma nova
reprodução feita por ele: um modelo foi usado para mostrar
como estava Marighella antes da encenação policial

A primeira foto acima, à esquerda, correu o mundo depois da noite de 4 de novembro de 1969. Ela era vista como prova da iminente vitória do governo contra a oposição armada à ditadura militar brasileira. Carlos Marighella, 58 anos, o terrorista mais caçado do País, líder da Ação Libertadora Nacional (ALN), organização responsável por dezenas de assaltos a bancos e explosões de bombas, estava morto. Amigo de Fidel Castro, celebrado pela Europa como principal comandante da guerra revolucionária na América do Sul, Marighella tinha levado quatro tiros numa emboscada policial na alameda Casa Branca, no bairro dos Jardins, em São Paulo. Segundo a versão dos militares, o guerrilheiro fora atraído para um “ponto” com religiosos dominicanos simpatizantes da ALN e trocara tiros com os agentes que varejavam o local do encontro. Um conceituado fotógrafo da revista “Manchete”, Sérgio Vital Tafner Jorge, então com 33 anos, fez o clique da câmara rolleiflex que registrou Marighella estirado no banco traseiro do fusca dos dominicanos. Barriga à mostra, calça aberta, dois filetes de sangue escorrendo pelo rosto. 


“Foi tudo uma farsa”, revela agora à ISTOÉ Sérgio Jorge, que está com 75 anos. “Eu vi os policiais colocando o Marighella no banco de trás do carro”. Naquela noite, Jorge estava no Estádio do Pacaembu à espera dos melhores ângulos de um Corinthians x Santos quando ficou sabendo da morte do guerrilheiro. Ele abandonou o estádio antes mesmo de a notícia ser confirmada pelos alto-falantes do Pacaembu e recebida com um urro de comemoração pela torcida. Acompanhado de outros quatro fotógrafos, Jorge chegou à alameda Casa Branca pouco depois das 20 horas. O que ele viu ali – e foi proibido de documentar – era diferente do que aparece na famosa foto estampada depois nas páginas da “Manchete” e em dezenas de outras publicações. Jorge está decidido a contar para a Comissão da Verdade, que o governo federal vai instalar no próximo mês, a armação que testemunhou. Já foi pensando nisso que, no mês passado, com a ajuda de um amigo que serviu de modelo e um fusquinha emprestado, Jorge procurou reproduzir numa nova foto exatamente o que presenciou no dia 4 de novembro de 1969. O resultado é a segunda cena da página anteior, à direita: o amigo de Jorge, representando Marighella, ocupa o banco da frente do carro, numa posição distinta daquela que a polícia fez questão de espalhar. Eram os anos de chumbo e havia muita coisa para ser escondida.

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NO MESMO CENÁRIO
O fotógrafo Sérgio Jorge volta ao mesmo ponto da alameda
Casa Branca para contar a armação que testemunhou

Os mais famosos retratos da ditadura começam a contar suas verdadeiras histórias. Sérgio Jorge ganhou coragem de revelar a farsa da morte de Marighella depois que o fotógrafo-perito Silvaldo Leung Vieira contou, no dia 5 de janeiro, ao jornal “Folha de S. Paulo” que sua foto do jornalista Vladimir Herzog morto nas dependências do DOI-Codi, em 1975, era – como já se sabia – uma encenação criada pelos militares. Vieira está atrás de uma indenização do Estado brasileiro, pois julga que teve prejudicada sua carreira de funcionário público. Já Sérgio Jorge quer apenas acertar contas com o passado. “Vi que tinha chegado a hora de contar. O Brasil mudou”, diz ele. Durante mais de 40 anos, Jorge remoeu os fatos daquela noite, que é capaz de reconstituir em detalhes. Ele e os outros fotógrafos, logo que chegaram à alameda Casa Branca, foram recebidos aos gritos pelo temido delegado do Dops, Sérgio Paranhos Fleury, o homem que comandou o cerco a Marighella. “Não quero ouvir um clique! Todos encostados no muro, com as máquinas no chão!”, ordenou Fleury. Ninguém ousou desobedecer. “Era uma loucura, ficamos vendo tudo aquilo acontecer sem poder registrar nada”, diz Jorge. Marighella estava no banco da frente, com uma perna para dentro do carro e outra para fora, os dois braços caídos e quase nada de sangue na roupa. Três policiais retiraram o corpo do fusca (veja reconstituição acima) e o deitaram na calçada. Abriram a calça de Marighella e revistaram seus bolsos. Tentaram, então, recolocá-lo no banco de trás. “Mas não conseguiam e foi preciso que um dos policiais desse a volta no automóvel e puxasse o corpo para dentro.” A ação durou cerca de 40 minutos até que os fotógrafos foram autorizados a fotografar. Chegando perto do carro, Sérgio Jorge pôde ver que havia uma pasta atrás do banco dianteiro e, sobre o assento de trás, uma peruca e uma capa.


Na presença de Sérgio Jorge e dos demais fotógrafos, os policiais, sem nenhum constrangimento, encenavam um número que viria a se tornar corriqueiro naqueles tempos: o teatro do confronto entre guerrilheiros urbanos e as forças da repressão. A ditadura no Brasil deixou um saldo macabro de 475 adversários mortos, 163 deles ainda desaparecidos. Foi a partir de 1969, o ano da morte de Marighella, que o regime militar ingressou em seu período mais duro e a eliminação de inimigos passou a ser regra. As execuções de militantes de esquerda, sem chance de prisão, tornaram-se tão comuns quanto os laudos fantasiosos de inquéritos policiais destinados apenas a escamotear uma política oficial de extermínio. No caso de Carlos Marighella, o esclarecimento de sua morte é especialmente problemático, pois existem pelo menos três versões conflitantes para ela. Primeiro há a versão dos militares, segundo a qual ele foi varado por uma rajada de metralhadora quando, do banco de trás do fusca dos dominicanos, reagiu a tiros a uma ordem de prisão do delegado Fleury. A perícia, entretanto, acabou concluindo que não saíra um tiro sequer da arma de Marighella. Desse modo, a tese da polícia parece não ser mais que um esforço para esconder a provável execução sumária do guerrilheiro, além de uma tentativa de driblar uma complicação extra do episódio: a suspeita de que, naquela noite, foi o fogo amigo que matou também uma jovem policial e um dentista alemão que casualmente passava pelo local no momento do tiroteio (outro delegado, um desafeto de Fleury, acabou baleado na virilha). A segunda versão é a dos dois frades dominicanos que a polícia usou como isca para Marighella. Em seu julgamento, os religiosos sustentaram que o guerrilheiro foi executado no meio da rua, longe do fusca em que eles estavam. Por fim, o Grupo Tortura Nunca Mais, em 1996, adotou as conclusões de um laudo em que legistas garantem que Marighella foi morto com um tiro no peito à queima-roupa, que seccionou-lhe a aorta, e alvejado ainda por outros três disparos.

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O CASO VLADO 
O fotógrafo-perito que registrou a encenação do suposto
suicídio de Vladimir Herzog também reconheceu a montagem

Carlos Marighella era autor do “Manual do Guerrilheiro Urbano”, um confuso texto de 50 páginas que jovens esquerdistas de todo o mundo liam como uma bíblia. Figura principal dos cartazes amarelos que a ditadura espalhava com retratos de terroristas, vinha sendo caçado pelo Dops e monitorado pela máquina de informações dos Estados Unidos. Um ano antes de sua morte, o consulado americano em São Paulo já informara seu governo sobre as relações de Marighella com os dominicanos. Agora, o depoimento exclusivo de Sérgio Jorge à ISTOÉ – e que ele se dispõe a prestar também à Comissão da Verdade, instituída pelo governo para esclarecer as mortes ocorridas durante a ditadura – poderá jogar uma nova luz sobre os fatos, embora ainda seja difícil fazer conjecturas sobre as intenções específicas dos policiais que transferiram o corpo de Marighella para o banco de trás do carro. 


Sérgio Jorge foi o primeiro fotógrafo do País a ganhar o Prêmio Esso de Jornalismo. Ele conta que, quando chegou à redação da “Manchete” com a foto do cadáver de Marighella, teve o cuidado de relatar a seu chefe a armação que tinha visto. Ouviu como resposta que a versão de Fleury seria a definitiva e, sempre avesso à política, resolveu se calar. “Todo mundo me dizia para não me meter com essas coisas que era muito perigoso”, diz ele. O caso só voltou a perturbá-lo cinco anos atrás, no momento em que começou a selecionar fotografias para um livro em seu arquivo pessoal, com mais de 60 mil imagens. As fotos de Marighella não estão com ele: foram parar num arquivo da revista “Manchete”, recentemente leiloado. “Dos fotógrafos que estavam comigo naquele dia, só eu estou vivo. Cheguei à conclusão de que não posso levar para o túmulo a história verdadeira”, diz Sérgio Jorge. “Sempre tive muito medo, mas com a Comissão da Verdade acho que chegou a hora.”

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COMBATE
Há mais de quatro décadas, Simas denunciou a farsa

Nilmário Miranda, um dos representantes da comissão do Ministério da Justiça que, em 1996, responsabilizou o Estado brasileiro pela morte de Marighella, considera importante o depoimento de Sérgio Jorge. “Isso vai ajudar a Comissão da Verdade a regatar os fatos históricos”, diz ele. “Ao invés de suicídios, assassinatos cruéis. Ao invés de fugas da prisão, desaparecimentos forçados. Ao invés de tiroteios simulados, execuções à queima-roupa.” O advogado de presos políticos Mário Simas, que foi a primeira voz a afrontar a versão oficial da morte de Marighella, quando fazia a defesa dos frades dominicanos, espera que o depoimento de Jorge possa, finalmente, contribuir para o esclarecimento do caso. “No processo, lancei dez dúvidas sobre a versão oficial que nunca foram respondidas pelo Estado”, diz ele. Simas, que presidiu a Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo, não tem dúvidas sobre o modo de ação da polícia: “O delegado Fleury era um caçador sem escrúpulos, que não respeitava nada para chegar a seus objetivos.” 


Aos 86 anos, a mulher de Marighella, Clara Charf, se espanta ao saber das revelações de Sérgio Jorge. Ela estranha que seu marido, que não sabia dirigir, estivesse ocupando o banco do motorista do fusca. Mas acredita que este depoimento possa enterrar de vez a versão “mentirosa” da polícia. “É um impulso muito grande para a revisão da história”, diz ela. É uma expectativa idêntica à do ex-militante Otávio Ângelo, certamente um dos últimos companheiros que viram Marighella vivo. Membro do Grupo Tático Armado da ALN, Otávio Ângelo estava no derradeiro “ponto” que Marighella cumpriu no fim da tarde do dia 4 de novembro de 1969, antes de ir para a alameda Casa Branca. Eles se encontraram no bairro do Tatuapé, na zona leste de São Paulo e, segundo Otávio Ângelo, Marighella se mostrava muito preocupado com a segurança da organização por causa da prisão de vários militantes. “Ele parecia nervoso, apreensivo”, relembra. “Falava que estávamos no cerco e que, se não conseguíssemos sair desse cerco, não sobreviveríamos.” A previsão de Marighella, como se vê, acabaria cumprida em poucas horas.

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Em Búzios, médica troca receituário e medicamento de paciente


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Colaborador: Bruno Almeida
A dona de casa Ana Maria Rosa Santana tinha o número 15, para ser atendida pela neurologista Luciene Gomes, na Policlínica, na última quarta-feira (29). Ao ser chamada pelo nome, ela adentrou ao consultório, e pediu que a médica lhe prescrevesse seu medicamento. Mas estranhou quando a médica lhe receitou Amitriptilina ao invés do seu já conhecido Prozen.  
- Eu disse: doutora, eu não tomo esse remédio. E ela disse que não haveria problema mudar, que eles eram parecidos. Acontece que há cerca de um ano ela já havia trocado minha medicação. Eu tomava Pondera, e ela passou Clo, dizendo também que não haveria problema. O que aconteceu foi que, assim que tomei, comecei a sentir dores de cabeça muito fortes e tonteiras, até ir parar no hospital por duas semanas, em coma. O médico falou que eu tive um AVC, e ela disse que não, que foi uma epilepsia muito forte, e que não teve nada a ver com o remédio. 
Ana Maria chegou a pegar os remédios na Policlínica, mas qual não foi sua surpresa, quando, só aí, constatou que o erro da doutora foi grave: no receituário não havia seu nome, e sim o de outra paciente: Sônia Maria G. Furtado.  

No Rio, passageiros se revoltam com reajuste das barcas e pedem melhoria no serviço prestado


Tarifa do bilhete vai aumentar mais de 60% e preço passa de R$ 2,80 para R$ 4,50

Evelyn Moraes, do R7
 Catamarã Gávea I
Passageiros das barcas e catamarãs estão revoltados com o aumento da passagem; eles reclamam do serviço prestado e prometem novos protestos

Os passageiros que utilizam as barcas como meio de transporte no Rio de Janeiro estão revoltados com o aumento de 60,7% no valor do preço do bilhete. A passagem, que custava R$ 2,80, passa a ser vendida a R$ 4,50 a partir deste sábado (3). A notícia foi recebida com protestos pelos usuários, que já não estavam satisfeitos com o serviço e passaram a reclamar mais ainda.
Atentos ao reajuste, os passageiros prometem novas manifestações para este sábado e também para a próxima segunda-feira (5), primeiro dia útil da nova tarifa. 

Bom dia! O resumo dos jornais deste sábado, 3 de março.



O Globo
Manchete: TSE deixa brecha ao proibir quem tem contas rejeitadas

Especialistas dizem que novo veto reforça a Lei da Ficha Limpa

No ano em que a Lei da Ficha Limpa será aplicada de fato nas eleições, a decisão de anteontem à noite do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de também vetar quem teve contas de campanha rejeitadas na disputa anterior foi vista como mais um sinal de moralização por especialistas. "Ter as contas aprovadas passa a ser não apenas um requisito legal, mas também moral", disse o presidente da OAB-RS, Cláudio Lamacchia. Mas o TSE deixou brechas que podem levar a uma enxurrada de contestações e pedidos de liminares na Justiça. Ficou claro que, este ano, quem teve contas rejeitadas em 2010 não poderá obter registro de candidato. Mas os problemas referentes a campanhas anteriores - como contas rejeitadas em 2008, por exemplo, serão decididos caso a caso. (Págs. 1 e 3)

Cresce a adesão a manifesto; Dilma manda punir 325 oficiais (Págs. 1 e 16)
Fotolegenda: Culto Político: Ao empossar o senador Marcelo Crivella na Pesca, a presidente Dilma é aplaudida por José Sarney e pelo novo ministro, que fez discurso cheio de orações e citações a Deus. (Págs. 1 e 4)
Europa cria sua Lei de Responsabilidade

sexta-feira, 2 de março de 2012

O jornalismo digital deve ir além do jornalismo


Por Cleyton Carlos
Qual conteúdo o jornalismo digital está produzindo? Qual o melhor formato para que os leitores, com novos hábitos e preferências, possam optar? A empresa jornalística em questão está pensando em ir além do jornalismo propriamente dito? Aparentemente, tais questões são perguntas meramente ilustrativas sobre o mercado de mídia como um todo, porém demonstram como o jornalismo digital se consolida, de fato, como um negócio.
Segundo um estudo realizado pela empresa de pesquisa de mercado Gfk MRI, nada menos do que 72% dos entrevistados que leram uma revista em um tablete ou e-reader no último mês disseram que preferem uma versão digital de uma revista pelo simples fato de ser mais prático do que ir atrás de uma edição impressa na banca ou esperar por uma publicação amassada no final do mês. Porém engana-se quem pensa que isso é o bastante. Para 65% dos usuários de tablet, ler uma revista impressa é mais gratificante do que ler uma digital.
A pesquisa evidencia outros pontos interessantes. Para 70% dos entrevistados, os anúncios deveriam ser personalizados com o gosto de cada um. Customização no meio digital não é algo impossível e, principalmente, prova que até mesmo os leitores já não suportam mais a publicidade pasteurizada. O mesmo número percentual de entrevistados afirmou que gostaria de comprar um produto apenas clicando no anúncio. Customização mais praticidade pode trilhar os rumos do negócio chamado “jornalismo”.
Jornalismo é produto

Na Região dos Lagos, a avaliação do SUS ficou abaixo da considerada ideal


O levantamento foi feito pelo Ministério da Saúde para analisar os serviços básicos prestados à população.
O atendimento do SUS  - Sistema Único de Saúde - na Região dos Lagos está abaixo da média considerada ideal pelo Ministério da Saúde. O levantamento foi feito pelo próprio Ministério para analisar os serviços básicos prestados à população.
Em Iguaba Grande, a insatisfação dos moradores ficou registrada na avaliação dos serviços oferecidos pelo SUS: em uma pontuação que poderia chegar a 10, a cidade recebeu nota 4,78.
No mesmo grupo dos que não têm estrutura de atendimento especializado, estão Arraial do Cabo, com 4,93, e Búzios, com 5,14.

Em Macaé, Defeso do Camarão proíbe a pesca do animal; proibição vai até o dia 31 de abril


A pesca é proibida porque a época de reprodução da espécie acontece nesse período. Em Macaé, são cerca de 500 pescadores de camarão.
No mercado de peixe de Macaé, os vendedores de camarão aproveitam as últimas unidades pra faturar. Na última quinta-feira (01) começou o Defeso do Camarão, que proíbe a pesca do animal até o dia 31 de abril. Para quem vende, essa é a hora de acabar com as últimas unidades.
O Defeso do Camarão foi criado através de uma portaria do Ministério do Ambiente e existe desde 2001. A pesca é proibida porque a época de reprodução e procriação da espécie acontece nesse período. Durante esses 3 meses, os pescadores cadastrados no Defeso recebem um auxílio de R$ 540, valor que eles afirmam não ser suficiente.

Em Campos, vandalismo deixa 300 crianças sem aula em creche


Jovens subiram no telhado, quebraram cadeado de uma grade e destruíram sistema de encanamento do prédio, além de sujarem a caixa d'água.
Um exemplo de como o vandalismo pode prejudicar dezenas de pessoas. Segundo a direção da Creche Escola Zumbi dos Palmares, em Campos, um grupo de adolescentes invadiu o local no último fim de semana. Os jovens subiram no telhado, quebraram o cadeado de uma grade e destruíram o sistema de encanamento do prédio, além de sujarem a caixa d'água. O vandalismo deixou a creche escola sem água. Por isso, as aulas foram suspensas. 300 crianças estão sem estudar.

Em Cabo Frio, moradores fecham rodovia em protesto contra UPA


Eles querem que hospital municipal continue atendendo emergência
Do R7, em Campos, com Rede Record
Reprodução / Rede Record
manifestação cabo frio
Manifestantes fecharam a rodovia Amaral Peixoto
Moradores de Tamoios, em Cabo Frio, na região dos Lagos, fecharam a rodovia Amaral Peixoto, a RJ-106, nesta sexta-feira (2) protestando contra a suspensão do atendimento de emergência no Hospital Municipal de Tamoios.
Gritando “queremos uma solução”, os cerca de 150 manifestantes reivindicam a volta do atendimento. Eles fizeram cartazes e sentaram no meio da rodovia para fechar o trânsito. A polícia foi chamada e o tráfego do veículos liberado.
Os manifestantes alegam que a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) não vai dar conta da demanda na região.

Editorial: Visão La Flora comemora um ano no ar...


Quem diria...
E nesse tempo em que a revista eletrônica está online na rede, tentando proporcionar o melhor em notícias, coberturas, vídeos, fotos e muito mais… alcançou níveis respeitáveis de visualizações, o que mostra que nosso trabalho que procura ser pautado na “Ética nas Informações” é reconhecido por nossos leitores.
Esforço e dedicação foram indispensáveis para que possamos soprar esta velinha na data de hoje.

Sem duvida, como todo inicio de qualquer projeto não foi tarefa fácil; enfrentamos inúmeros obstáculos até chegar aqui, porem tais empecilhos só serviram para que ficássemos cada vez mais fortes diante de um mercado extremamente competitivo.

Chegamos ate aqui com muita honra ao longo desse um ano.
Como diretora e idealizadora da Visão La Flora posso afirmar que por mais que nossos sonhos sejam distantes, devemos correr para realizá-los, pois, vale à pena!

Porém, comemorar esse aniversário só e possível graças a todos os leitores diários e nossos colaboradores que fazem desse canal de informação um dos mais acessados na internet.

A todos que fazem parte desta historia, colaboradores, colunistas e internautas o nosso muito obrigada!

Estamos ficando mais experientes, até porque velha é a estrada.

Telma Flora

Mulher fica com o rosto inchado após tingir cabelo com kit caseiro


Carmen Rowe teve reação alérgica a substância usada como corante.
Galesa disse que se sentiu 'como uma bola de futebol'.

Do G1, em São Paulo
Uma mulher teve uma reação alérgica tão forte a um kit caseiro para tingir os cabelos, comprado no supermercado, que ela chegou a ficar sem enxergar por causa do inchaço no rosto. A reportagem é do jornal “Daily Mail”.
Carmen Rowe, de Swansea, no País de Gales, tem 25 anos e usava o kit da mesma marca desde os 13. Antes de aplicar no cabelo, ela testou o produto na pele. Porém, depois de tingir, ela sentiu os efeitos na pele.
Fotos mostram como é o rosto de Carmen (direita) e como ele ficou (Foto: Reprodução/Daily Mail)
Fotos mostram como é o rosto de Carmen (direita) e como ele ficou (Foto: Reprodução/Daily Mail)
“Acordei e minha cabeça estava tão inchada que eu não conseguia ver. Eu estava cega. Fui olhar no espelho e metade do meu rosto estava inchada. Parecia que metade da minha cabeça tinha sido enchida como uma bola de futebol”, contou.
Ela foi ao hospital, onde foi imediatamente internada. Os médicos diagnosticaram que Carmen teve alergia a parafenilenodiamina, um corante comum em tintas de cabelo.
Depois de três dias tomando esteroides e antibióticos, Carmen recebeu alta. Porém, ainda precisou voltar quatro vezes no mesmo mês, com ardor e outros inchaços.

SUS só é bom para 2% dos brasileiros, diz ministério.


SUS: de Norte a Sul do país, diferenças no atendimento
Em Florianópolis e Vitória, satisfação. Em Ribeirão Pires, no ABC, e em Maceió, queixas
A elaboração do primeiro índice de desempenho do SUS revelou grandes contrastes entre regiões, estados e municípios. Santa Catarina obteve a melhor nota entre os estados (6,2), e Vitória foi a melhor capital, com 7,08. Maceió, por sua vez, teve um dos piores indicadores entre as capitais (5,04), e o município de Ribeirão Pires, na Grande São Paulo, também figurou entre os de pior atendimento do SUS (3,76).A gestante Graciela Rocha, de 26 anos, que espera os trigêmeos Luca, Liz e Kay, disse que o atendimento que tem recebido do SUS merece nota nove. Ela está internada há um mês na maternidade Carmela Dutra, em Florianópolis, uma das mais tradicionais do estado, por uma gravidez de risco. Está no sétimo mês de gestação e vai ficar em repouso até o nascimento dos bebês. O cuidado especial, afirma ela, vem desde o começo, com o pré-natal, que ela faz na própria clínica da maternidade.

Vítima de latrocínio morre sentada em 23% dos casos:


Em 23% dos latrocínios registrados em 2011, as vítimas morreram sentadas. Segundo estimativa da polícia, na maior parte desses casos elas estavam dirigindo seus carros quando foram abordadas pelos criminosos.
O levantamento divulgado ontem mostrou que ações durante os roubos de veículo correspondem a 14% dos casos de latrocínio. Outros 12% aconteceram em roubos de motocicleta. Nas duas situações, a vítima fica com partes vitais do corpo, como cabeça e tórax, expostas aos bandidos.

Em Macaé, paciente denuncia e polícia prende médico do trabalho com armas e munições


Armamento estava em um sítio na região serrana do município
Um médico do trabalho de Macaé, no norte do Estado do Rio, e seu caseiro foram presos na noite de quinta-feira (1º), por porte ilegal de armas. Eles não têm porte nem registro das armas e equipamentos que foram encontrados no sítio do médico, na região serrana de Macaé.
A ação dos policiais da delegacia de São Pedro da Aldeia (125ª DP), na região dos Lagos, foi motivada pela denúncia de um paciente. De acordo com o delegado Geraldo Assed, no sítio foram encontrados materiais cirúrgicos, oito espingardas, carregadores, munição, espadas, medicamentos, um rádio comunicador, além de equipamentos eletrônicos.

Candidato ao ProUni tem até esta sexta-feira para saber se foi selecionado


Verificação deve ser feita no site da universidade em que foi feito o cadastro
Os candidatos a bolsa do Prouni (Programa Universidade para Todos) que não foram pré-selecionado nas chamadas regulares, mas que se cadastraram na lista de espera tem até esta sexta-feira (2) para saber se foi selecionado na instituição de ensino superior em que fez o cadastro. 
Conforme o cronograma do Prouni, para saber se seu nome consta da lista de espera, o estudante deve consultar a página eletrônica da universidade onde concorre à vaga ou comparecer pessoalmente à instituição. 
A relação dos candidatos concorrentes foi elaborada pelo MEC (Ministério da Educação), com base no interesse manifesto pelos alunos no período de 22 a 24 de fevereiro.  

Após Ficha Limpa, Justiça Eleitoral barra 21 mil políticos com contas reprovadas


Depois das eleições, todos os candidatos têm de prestar contas sobre gastos
Depois de o STF (Supremo Tribunal Federal) validar a Lei da Ficha Limpa para as eleições deste ano, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mudou na quarta-feira (29) uma interpretação jurídica e decidiu barrar a candidatura de 21 mil políticos que tiveram as prestações de contas reprovadas em eleições anteriores.
Até a mudança na regra, as candidaturas eram obrigadas apenas a apresentar as contas gastas após as eleições, e não sua aprovação.
O presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, resumiu assim a questão:
- Quem não tiver quitação eleitoral (conta aprovada), não terá o registro (da candidatura).

Dentistas se queixam de nova tabela imposta por planos


mulher cadeira dentista

Rede integrou nove operadoras que juntas respondem por 42% do mercado
Cinquenta entidades, entre sindicatos e conselhos regionais de odontologia, se reúnem nesta sexta-feira (2), em Salvador, para definir medidas contra a Rede Unna, que integrou a operação de nove planos odontológicos. Os dentistas conveniados aos planos se queixam da nova tabela imposta, com valores até 65,5% mais baixos. Entre as propostas discutidas está a de questionar juridicamente a fusão operacional dos planos e de fazer uma consulta ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
Arnaldo Garrocho, presidente do Conselho Regional de Odontologia de Minas Gerais, comentou a polêmica.
- Em tese, acredito que se trata de um cartel. Se for o caso, vamos agir juridicamente.

Bom dia! Vamos com as notícias dos jornais desta sexta-feira, 2 de março, aniversário de um ano da Revista Eletrônica Visão La Flora!



O Globo
Manchete: SUS só é bom para 2% dos brasileiros, diz ministério

Município e Estado do Rio estão entre os piores do ranking nacional

Um novo indicador, criado pelo governo para avaliar o Sistema Único de Saúde (SUS) no país, mostrou que os brasileiros ainda estão distantes de um bom atendimento. Apenas 1,9% da população tem acesso a um serviço de saúde que pode ser considerado de qualidade, avaliado com nota acima de 7. Só 347 municípios tiveram essa avaliação, e 345 deles estão nas regiões Sul e Sudeste. De acordo com o Índice de Desempenho do SUS, em 73,1% dos municípios brasileiros os serviços podem ser considerados razoáveis. Em 20,7% das cidades foram reprovadas. (Págs. 1 e 3 a 11)

Câmbio: Brasil vira "cassino" para Europa

Governo eleva IOF de captações, mas não segura o dólar. À noite, baixa nova medida

O governo tentou, sem sucesso, uma nova cartada para conter a queda do dólar: elevou de dois para três anos o prazo de emissão de títulos que estão sujeitos a IOF de 6%. A medida, no entanto, mostrou-se ineficaz, e o dólar caiu 0,47%, cotado a R$1,712. De olho em ganhos elevados, os bancos estão tomando recursos que o Banco Central Europeu empresta a baixo custo e aplicando em títulos no Brasil. À noite, o BC taxou financiamentos à exportação. 
'Nos preocupamos, sim, com esse tsunami monetário' Dilma Rousseff - presidente da República

quinta-feira, 1 de março de 2012

Os 10 carros que mais (e menos) utilizam materiais tóxicos


Pesquisa da ONG americana Ecology Center mostra que o Mitsubishi Outlander tem o maior nível de materiais potencialmente nocivos à saúde; Honda Civic é o menos tóxico
Mitsubishi Outlander
O Mitsubishi Outlander amargou o última lugar, com níveis altos de bromo e cromo no interior
Na hora de comprar um carro, você geralmente procura informações sobre a potência do veículo, a eficiência no consumo de combustível, o conforto interno, facilidade na revenda, acessórios e outras características alardeadas em anúncios automotivos. Mas em algum momento, você já se perguntou sobre o quão "tóxico" pode ser o veículo?
Pensando nisso, o Ecology Center, uma organização não-governamental nos EUA, analisou mais de 200 modelos de veículos vendidos no mercado americano para identificar o tipo e o nível de materiais químicos utilizados na fabricação dos quatro-rodas que podem apresentar riscos potenciais à saúde.
O estudo usou um sistema de raio-x de fluorescência para identificar gases liberados por produtos químicos aplicados em certas peças do carro, como o volante, painel, assentos e portas. Até mesmo o tal "cheiro de carro novo” pode ter origem tóxica, segundo a análise.
Foram encontrados materiais como bromo associado a retardantes de chama (BFRs), presença de PVC (policloreto de vinila); chumbo e outros metais pesados. De acordo com a pesquisa, esses produtos químicos constituem uma fonte de poluição do ar interior, e podem causar uma variedade de problemas de saúde no longo prazo, considerando que uma pessoa comum passa em média 90 minutos no carro diariamente.
“O interior dos veículos contêm um cocktail exclusivo de centenas de produtos químicos tóxicos que liberam gás num espaço pequeno e confinado", destaca em nota Jeff Gearhart, diretor de pesquisas do Ecoloy Center. Segundo Gearhart, quando os carros são expostos a temperaturas elevadas, como um dia quente de verão, a concentração de compostos orgânicos voláteis aumenta e pode dar origem a outras substâncias tóxicas.
De acordo com a pesquisa, o Honda Civic é o veículo que menos utiliza materiais potencialmente nocivos à saúde. Já o Mitsubishi Outlander amargou o último lugar da avaliação. Foram encontradas quantidades elevadas de bromo e cromo no interior do crossover. Confira na tabela abaixo a lista dos 10 carros mais e menos tóxicos, segundo o Ecology Center; a íntegra do estudo está disponível no site da ONG.
Os 10 menos tóxicosOs 10 mais tóxicos
1 – Honda Civic1 – Mitsubishi Outlander
2 - Toyota Prius2 – Chrysler 200 SC
3 - Honda CR-Z3 – Kia Soul
4 - Nissan Cube4 – Nissan Versa
5 – Acura RDX5 – Mazda CX-7
6 – Acura ZDX6 – Hyundai Accent
7 – Audi S57 – Chevrolet Aveo5
8 – smart Coupé8 – Kia Sportage
9 – Toyota Venza9 – Volkswagen Eos
10 – smart Passion10 – MINI Clubman S