Frase do dia

“O amor é tudo”
(Jesus Cristo)







sábado, 15 de dezembro de 2012

Em Búzios, André Granado é diplomado prefeito do município


Agora é oficial: André Granado é o novo prefeito do município de Armação dos Búzios. A diplomação aconteceu na noite de ontem no plenário do Fórum da cidade. Nem a forte chuva que caiu momentos antes de solenidade espantou o público, que se reuniu no pátio para acompanhar a diplomação através de um telão. A cerimônia foi presidida pelo Juiz Eleitoral da 172ª Zona Eleitoral, Dr Marcelo Alberto Chaves Vilas, e pela juíza presidente do Fórum, Dra Alessandra de Souza Araújo.
No discurso de abertura, o Juiz Eleitoral parabenizou Dra Alessandra pelo trabalho realizado durante todo o processo eleitoral, e também a todos os eleitos presentes, afirmando que “a diplomação é a declaração oficial da Justiça Eleitoral de que eles podem ser nomeados para os cargos públicos”.
- A diplomação é o congraçamento da vontade popular. É a marca inicial das garantias e dos compromissos que os eleitos terão com a população pelos próximos quatro anos. Desejo boa sorte a todos que hoje estão aqui para serem diplomados, e também à cidade de Armação dos Búzios – discursou Dr Marcelo, seguido da Dra Alessandra, que parabenizou a população buziana pela participação consciente no processo eleitoral. “Apesar do voto ser obrigatório, esta foi uma das eleições mais tranquilas que já vi” – comentou.

Bloco de Cabo Frio se reúne no Rio para ensaios de pré-carnaval


Apresentação, com tema ‘O Fim do Mundo’, acontece neste sábado, em Guadalupe



Perócão, bloco de Cabo Frio, vai se apresentar no Rio
Foto: Divulgação
Perócão, bloco de Cabo Frio, vai se apresentar no Rio Divulgação

RIO - No domingo de carnaval Cabo Frio se mobiliza para ver o Bloco Perócão desfilar pelas ruas do Bairro do Peró. Mas, antes que o desfile aconteça, a maioria dos músicos se reúne no Rio para ensaiar as marchinhas que mais fazem sucesso entre os foliões.

No Rio, saiba como será o show de fogos do Réveillon de Copacabana

Divulgação/Pirotecnia Igual Brasil
 
 
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A tradicional queima de fogos do Réveillon de Copacabana terá 16 minutos de duração na festa deste ano. Os cantores Diogo Nogueira e Claudia Leite vão comandar a contagem regressiva para 2013 no palco principal, que ainda receberá mais três atrações. Leia Mais
 

Em Cabo Frio, homicídios entre jovens preocupam o governo federal


Pesquisa revela que cidade é a quarta mais perigosa em todo o estado.Projetos de inclusão social são implantados na cidade desde 2009.
Cento e trinta e três jovens de 12 a 18 anos correm risco de serem assassinados até 2016 emCabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Os números foram revelados na última quinta-feira (13), em uma pesquisa do Governo Federal. A cidade é a quarta mais perigosa em todo o estado quando se trata de homicídio entre jovens.

Gravações revelam como a quadrilha de Rose tentou tumultuar o julgamento do mensalão


Documentos exclusivos mostram como turma de Rosemary Noronha e dos irmãos Vieira tentou influenciar juízes e atenuar as penas dos mensaleiros
DIEGO ESCOSTEGUY, COM MARCELO ROCHA, MURILO RAMOS, FLÁVIA TAVARES E LEANDRO LOYOLA
>> Trecho da reportagem de capa de ÉPOCA deste fim de semana
Às 9h47 do dia 12 de novembro deste ano, a chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Noronha, ou Rose, ligou para Paulo Vieira, diretor da Agência Nacional de Águas, espécie de operador jurídico da quadrilha descoberta pela Polícia Federal naOperação Porto Seguro. No telefonema de 11 minutos, interceptado pela PF e a que ÉPOCA teve acesso, os dois não discutem como vender facilidades a empresários interessados em canetadas do governo – nem a distribuição do butim da quadrilha, conforme já se revelou. Ambos discutem o julgamento do mensalão. Naquele dia, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como já se esperava, viriam a definir as penas dos principais integrantes do núcleo político do mensalão: os petistas José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares. Na conversa, Paulo Vieira pede a Rose que consiga o apoio de Dirceu para as articulações secretas que ele, Paulo, fazia em Brasília. Elas tinham um objetivo claro: tumultuar o julgamento. Ou, ao menos, impedir que os mensaleiros cumprissem suas penas.
AMIGOS Paulo Vieira e Rosemary Noronha. Eles temem pela sorte do amigo José Dirceu (Foto:  Sergio Lima/Folhapress e Jorge Araújo/Folhapress)
Capa da revista ÉPOCA - edição 761 (Foto: Reprodução/Revista ÉPOCA)

“Eu vou protocolar amanhã ou quarta aquela outra questão que eu queria que você mostrasse para o JD (José Dirceu). Você lembra qual é, né?”, diz Paulo Vieira no diálogo. Embora ele não tenha especificado a que “questão” se referia, naquele momento integrantes da quadrilha dos pareceres – Paulo Vieira, o deputado Valdemar Costa Neto, condenado pelo mensalão, e o empresário e ex-senador Gilberto Miranda – movimentavam-se nos bastidores para pressionar os ministros do Supremo a mudar votos, aliviar nas penas ou acatar futuros recursos dos advogados dos réus. Queriam até nomear um amigo para o STF, na vaga aberta pela aposentadoria do ministro Carlos Ayres Britto. Contavam com a proximidade de Rose com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com Dirceu, como demonstram as provas reunidas pela PF. Os delegados miravam na quadrilha dos pareceres. Acabaram acertando numa operação para melar o julgamento do mensalão.
Capa da edição 761 (Foto: ÉPOCA)

Na conversa, Rose sabia do que Paulo falava. Mas Paulo estava preocupado com a disposição de Dirceu em articular ao lado da quadrilha: “Não sei se o JD está com cabeça para mexer com essas coisas”. Rose o tranquiliza: “Eu vou viajar com ele (Dirceu) no feriado. Nós vamos para a Bahia. Eu converso bastante com ele. (…) Ele não pode ficar preso dentro de casa, né. A vida corre. Eu falo com ele. Eu tive com ele no feriado, eu falo com ele”. Paulo pergunta, então, como está o ânimo de Dirceu. Rose diz: “Está bastante chateado. Estão preparando umas coisas. (…) É o Gilberto Miranda que está ajudando ele. Estão fazendo várias reuniões na casa dele”. Paulo conhecia essas articulações – participava delas. “Isso eu tenho mais ou menos ideia do que eles estão falando”, diz ele. Ato contínuo, Rose conta como ficou sabendo das articulações: “Ele (Dirceu) me disse… A mulher dele (de Dirceu, Evanise Santos) disse que eles têm reunião lá na casa dele (Gilberto Miranda)”. Paulo diz: “O Gilberto Miranda é muito bem (sic) para articular, viu. (…) Eu não sabia que eles estavam apostando tantas fichas dessa questão, tá”. “Parece que tão”, diz Rose.

JANTARES Gilberto Miranda (à esq.) e Valdemar Costa Neto (ao lado). Eles fizeram reuniões para tentar adiar o cumprimento da pena de Valdemar (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo )


Paulo sonda Rose sobre a eventual participação de Lula nas operações de bastidores para melar o julgamento. De acordo com a PF, quando ambos falam de “Deus”, é a Lula que se referem. Segue-se o diálogo:
– Eu não sabia que o JD (Dirceu) tava dando esse peso todo para o Giba (Gilberto Miranda), não. Mas eu continuo apostando que o melhor peso que tem é o… Deus, viu – diz Paulo.
– É, mas ele não vai fazer absolutamente nada – responde Rose.
– Você está achando que Deus não está a fim de…
– Não! Eu acho que não está a fim, não.
– É! Às vezes ele tem medo de arrumar confusão, né, Rose?

Antes que Rose explicasse a que problemas se referia, Paulo a interrompe. Diz que eles não podem “falar essas coisas por telefone”. Paulo, porém, não seguia o próprio conselho. Muito menos os demais integrantes da turma conhecida como quadrilha dos pareceres – uma turma que, agora se descobre, era bem mais influente do que se imaginava. ÉPOCA teve acesso, com exclusividade, ao relatório que a PF preparou sobre todas as autoridades que conversavam com integrantes da quadrilha ou eram por eles citadas – aqueles que fazem jus a foro privilegiado na Justiça. No documento de 98 páginas, há um capítulo para cada uma das 18 autoridades. Cada capítulo descreve em detalhes as circunstâncias em que elas aparecem nas investigações. Estar no relatório, é bom deixar claro, não significa integrar a quadrilha; nem é prova de algum crime – embora, em alguns casos, como de Valdemar Costa Neto, as evidências sejam fortes. Como essas autoridades têm o privilégio de ser investigadas e, eventualmente, julgadas nos tribunais de Brasília, os delegados da PF enviaram o relatório, na quarta-feira da semana passada, ao presidente do STF, Joaquim Barbosa, e ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Caberá aos dois avaliar se há elementos suficientes para iniciar uma investigação.

Há integrantes das cúpulas dos Três Poderes no relatório. Isso demonstra o trânsito privilegiado da quadrilha em Brasília. Há ministros do governo Dilma, como Luís Inácio Adams, da Advocacia-Geral da União, coração do esquema na capital (leia o quadro abaixo). Há ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do STF, como Dias Toffoli, antecessor de Adams na AGU. Há seis deputados federais, entre eles Valdemar Costa Neto, além do presidente do Senado, José Sarney. Há, finalmente, prefeitos, como Gilberto Kassab, de São Paulo – ele pede a Gilberto Miranda, segundo a PF, ajuda para uma indicação ao STJ. O relatório traz, em suma, um catálogo do poder. Quanto mais se aproxima do poder, mais revela a trama para salvar os mensaleiros.
Os telefonemas e e-mails captados pela PF demonstram que a quadrilha se preocupava com os rumos do julgamento antes mesmo que ele começasse. No dia 10 de junho de 2012, às 17 horas, os irmãos Paulo e Rubens Vieira, ambos indiciados pela Polícia Federal e denunciados pelo Ministério Público, conversaram por 12 minutos sobre o mensalão. Quatro dias antes, o Supremo definira o cronograma do julgamento. Os dois tentavam antever a posição de alguns ministros no julgamento previsto para iniciar-se em agosto. Falaram sobre as expectativas de que fossem definidas penas mínimas. Paulo diz que seria interessante a transmissão das sessões. “Sabe por quê? Os ministros vão explodir de vaidade, moço. Se um ministro explodir de vaidade, vai brigar um com outro”, diz ele. Rubens concordou: “Vai, vai”. Paulo afirmou: “O ideal é isso aí, porque todo mundo já sabe que o julgamento é político e que eles não vão sair de lá ilesos. Então, o negócio agora é tumultuar o processo”.
Duas horas depois, Paulo ligou para Rose. Ela contou que almoçara com Dirceu no feriado de Corpus Christi (7 de junho). Segundo ela, Dirceu fizera uma previsão de ser condenado a quatro anos de prisão. “Ele (Dirceu) está mais aliviado que marcou. Agora, tem uma conversa que foi à revelia, sem o cara saber, que o Toffoli não sabia, tava inclusive voando para São Paulo e a Ivanise (Evanise Santos, a mulher de Dirceu) viu ele no avião, no horário da reunião”, diz Rose. Trata-se da reunião administrativa entre os ministros do STF, em que se definiu que o julgamento aconteceria no segundo semestre. Apesar da narrativa de Rose, Toffoli fora avisado da reunião pelo então presidente da corte, ministro Carlos Ayres Britto. Não compareceu. 
a mensagem investigação 761 (Foto: reprodução Revista Época)
As primeiras semanas do julgamento, entre agosto e setembro, mostraram quão equivocada era a relativa confiança da quadrilha de que Dirceu e Valdemar se safariam. Naquele momento, as condenações sucediam-se diariamente. Estava evidente que os principais réus, aqueles de quem Paulo e seus comparsas dependiam politicamente, seriam condenados. Paulo resolveu, então, “cuidar da parte política”. O primeiro alvo, segundo as gravações, foi o ministro Dias Toffoli. Na noite de 27 de setembro, a PF interceptou um e-mail entre carla.margarida@bol.com.br e guatapara.sp@bol.com.br. Os dois endereços eletrônicos eram usados por Paulo para se comunicar com diferentes advogados próximos à quadrilha. A PF não conseguiu identificar a quem Paulo se dirigiu ao escrever o e-mail. Na mensagem – Assunto: “Urgente”–, discutiu-se o julgamento do mensalão e o caso de Valdemar. De acordo com o texto, Valdemar, já condenado pelo crimes de lavagem e corrupção passiva, precisaria de quatro votos favoráveis na acusação de formação de quadrilha. Isso abriria espaço para recurso. “Gostaria de conseguir o voto do ministro Toffoli, pois assim conseguimos completar, pois o Marco Aurélio irá votar a favor dele”, diz o texto. Toffoli seria o primeiro a votar na sessão seguinte. O e-mail se encerra com um apelo: “É uma questão de vida ou morte, minha irmã (…) Fale que ele já ajudou muito um familiar seu, que você ama muito”. Não se sabe se o e-mail foi endereçado a uma advogada ou a Rose.
O voto de Toffoli, naquele momento, não era óbvio. Lewandowski, com quem Toffoli sempre votava, condenara Valdemar nesse crime. Toffoli votou por sua absolvição do crime de formação de quadrilha. Fez o mesmo em relação aos demais réus do núcleo político. Valdemar, ao fim, pegou sete anos e dez meses de pena – condenação que o livra, por pouco, da cadeia. Não há evidência no relatório de que o “trabalho político” de Paulo tenha tido qualquer influência na decisão de Toffoli. Caberá a Gurgel decidir se é o caso de investigar o assunto. Procurado por ÉPOCA, Toffoli afirmou que não tem conhecimento dos diálogos da Operação Porto Seguro e que não tem “relacionamento” com Paulo Vieira. Ele afirmou que “conhece Rosemary Nóvoa de Noronha e Evanise Santos, sendo que ambas trabalharam na Presidência da República”, onde Toffoli também trabalhou no primeiro mandato de Lula. Quanto às menções ao julgamento do mensalão, Toffoli afirmou que recebeu os advogados de defesa dos réus para entrega de memoriais, incluindo o advogado Marcelo Bessa, defensor de Valdemar. “Tal fato é da rotina do julgamento de qualquer processo”, disse. No início de novembro, quando os ministros terminavam de definir as penas dos réus já condenados, a quadrilha entrou em pânico. E bolou novas formas de livrar os mensaleiros. Paulo e Valdemar, que trocaram ao menos 38 telefonemas e se encontraram múltiplas vezes no curso do julgamento, eram os mais preocupados. É nesse momento que foi acionado o empresário Gilberto Miranda. Segundo a PF, ele patrocinava as propinas do grupo e usava a influência que detinha junto aos senadores do PMDB para fazer negócios no governo – e tentar ajudar os mensaleiros.
No dia 1º de novembro, Miranda entrou em ação. Receberia Sarney para um jantar em sua casa, de modo, segundo Miranda, a conversar sobre a defesa dos mensaleiros – e, segundo Paulo, a “segurar” o julgamento. No final da tarde, Sarney ligou para Miranda e confirmou presença no jantar. Naqueles dias, Miranda trabalhava para que o jurista Saulo Ramos apresentasse recursos no processo do mensalão. A atuação de Ramos, segundo Miranda, poderia “segurar em três anos” a execução da pena de Valdemar. 
Por meio de sua assessoria, o senador José Sarney afirmou que não conversou com Valdemar Costa Neto nem atuou para que o amigo Saulo Ramos entrasse em sua defesa. “O jantar foi rotineiro encontro social entre amigos. Saulo e Gilberto são amigos de muitos anos do presidente Sarney. Vez por outra jantam juntos. O presidente Sarney não faz gestões para que Saulo Ramos atue em defesa de ninguém.” Valdemar diz que conversou com Sarney sobre a contratação de Ramos – mas que, até agora, nada prosperou. Ramos não confirma ter ido a um jantar com Sarney e Miranda, embora admita ser “íntimo” de ambos.
Nos momentos finais do julgamento, a quadrilha tornou-se agressiva nos comentários – e nas ofensivas aos ministros. Num diálogo de 4 de novembro, Miranda afirma, sobre os ministros Ricardo Lewandowski e Joaquim Barbosa: “Lewandowski é muito fraco, é uma porcaria, ficou atabalhoado, e aquele ‘crioulo’ (sic) ficou citando página tal, página tal, que não tem nada a ver”.
No dia 22 de novembro, pouco antes de a Operação Porto Seguro ser deflagrada, os diálogos revelam a tentativa da quadrilha de influenciar o voto de Lewandowski sobre Valdemar. Paulo Vieira chama essa tentativa de “missão São Bernardo”, referência à região de origem de Lewandowski e às boas relações entre as famílias dele e de Luiz Marinho, atual prefeito da cidade paulista. Nos telefonemas, Paulo orienta Valdemar a pedir ajuda a Marinho e diz como ele deveria conversar com Marinho: “É que o senhor precisa de uma força. Ele (Marinho)…com uma palavra resolve isso aí. As famílias são próximas, entendeu?”. Quatro dias depois, Lewandowski daria seu voto em relação à aplicação da pena a Valdemar, já condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. 
Quase três horas depois dessa conversa, Valdemar liga para Paulo Vieira, a fim de contar como foi a reunião com Luiz Marinho. Diz que ele (Marinho) já havia entrado em contato com o cara (Lewandowski). “Já mandou levar...porque não dá tempo, né, Paulo? É segunda-feira”, afirma Valdemar. “Já mandou levar o memorial lá, já falou com o cara, que trabalha..que o cara nomeou um lá. Ele mandou por torpedo. Aí o cara eu já mandei, falei que vai o Fabeti. Eu liguei pra Fabeti pra levar o material na mão dele (…) Você tinha razão.”
A PF grafou equivocadamente o nome do advogado Rafael Favetti, que integra a equipe jurídica de defesa de Valdemar no processo do mensalão. Procurado por ÉPOCA, Favetti afirma ter sido orientado por Valdemar a procurar o ministro Lewandowski no dia seguinte. “Entreguei o memorial a um assessor do ministro Lewandowski. Mas entreguei o memorial a outros ministros também”, disse Favetti. Lewandowski nega ter sido procurado por Marinho, embora o conheça. “Fui rigoroso no julgamento com o deputado Valdemar. Se havia alguma articulação, o tiro saiu pela culatra”, afirmou. Lewandowski condenou Valdemar a sete anos e dez meses pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Foi seguido pela maioria dos ministros. Apesar da clareza dos diálogos, Valdemar e Marinho negam ter conversado sobre o mensalão no encontro.
A ousadia dos mensaleiros também veio a público na terça-feira da semana passada, quando o jornal O Estado de S. Paulo publicou detalhes do depoimento que o operador do esquema, Marcos Valério, deu à Procuradoria-Geral da República (PGR) no dia 24 de setembro. Nele, Valério incrimina o ex-presidente Lula. Diz, entre outras coisas, que Lula deu um “ok” para a liberação do dinheiro do mensalão – e que pagou suas despesas pessoais. Lula e os demais envolvidos negaram com veemência as acusações de Valério.
Nos últimos dois meses, ÉPOCA investigou, com seis pessoas próximas ao caso e a Valério, os bastidores desse movimento desesperado. Valério decidiu entregar à PGR o que dizia saber sobre Lula não para tentar diminuir sua pena no mensalão, mas nos demais processos que ainda enfrenta por causa do esquema. E também, ao menos na avaliação de Gurgel, para tumultuar o andamento do julgamento do mensalão. Há três semanas, Valério prestou novo depoimento ao MP, contando mais detalhes e apresentando mais provas do que disse. Gurgel, porém, ainda acha inconsistentes tanto a versão narrada por Valério quanto as (poucas) provas apresentadas até agora por ele. A cautela de Gurgel, aparentemente, tem razão de ser. A dois amigos, Valério disse que não entregou tudo o que tem ao MP. “Eu morro se fizer isso”, disse a eles. Valério também disse a Gurgel que morreria se contasse tudo. “Acho que ele quer apenas tumultuar o julgamento”, disse Gurgel a colegas. Não é o único. 

PALESTRAS O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, e seu ex-adjunto, José Weber Holanda. Adams não vê conflito de interesses em dar conferências em escritórios de advocacia (Foto: Andre Dusek/Estadão Conteúdo e Paulo de Araújo/CB/D.A Press )

Obama chora durante coletiva sobre o massacre em Newtown


O presidente americano se emocionou ao falar das crianças mortas por um atirador em Connecticut, nos EUA
TERESA PEROSA
Obama limpa as lágrimas durante discurso sobre o massacre ocorrido na escola infantil Sandy Hook (Foto: AP Photo/The New Haven Register, Melanie Stengel)

Incêndio atinge lojas em centro comercial do Rio de Janeiro


Um incêndio atinge pelo menos três casarões na Saara, área de comércio popular a céu aberto no centro do Rio.
O fogo começou por volta das 10h e ainda não foi controlado pelos bombeiros. O incêndio deixou frequentadores da região apreensivos. Centenas de pessoas corriam pelas estreitas ruas.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o fogo começou num casarão na rua da Alfândega, que servia de depósito.
Neste época do ano, as lojas da Saara atraem milhares de pessoas.
As causas do incêndio ainda não foram identificadas. Não há feridos.

Tragédia: atirador mata 20 crianças e seis adultos em escola infantil nos EUA


Antes de atacar escola, Adam Lanza matou a mãe em casa, em Connecticut

A polícia de Connecticut atendeu a um chamado sobre tiroteio na Escola de Sandy Hook, na cidade de Newtown. Crianças saem chorando do local (Foto: AP)



























A polícia do Estado de Connecticut, nos Estados Unidos, confirmou que o ataque na escola infantil Sandy Hook, em Newtown, deixou 27 pessoas mortas. O atirador, que morreu no local, matou 20 crianças e seis adultos. Antes de ir para a escola, o rapaz, identificado como Adam Lanza, matou a mãe.

Bom dia! Vamos com as manchetes dos jornais do país e do mundo e das revistas deste sábado, 15 de dezembro

Folha de S.Paulo
Agora S.Paulo
O Estado de S.Paulo
Tiroteio em escola primária dos EUA deixa 20 crianças mortas
Correio Braziliense

Até onde vai essa loucura?
Zero Hora
Primeiro Caderno
Massacre na escola
O Globo
Edição do dia 15/12/2012
Massacre de crianças leva a pressão contra armas
Jornal Impresso
*
Revistas semanais
None
Época
Rose e o Mensalão
Veja
VEJA 2300
Ler e escrever na era digital
Carta Capital

Chavez e sua dimensão
IstoÉ
Contagem regressiva para o fim do mundo
*
Jornais internacionais
The New York Times (Estados Unidos)
Atirador massacra 20 crianças em escola no Connecticut, 28 mortos, inclusive o atirador
The Guardian (Reino Unido)
Massacre na sala de aula: 27 morrem em tiroteio em escola dos EUA
Le Figaro (França)
Uma nova bomba pode atrasar Hollande



















sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Mar de lama do governo Sérgio Cabral foi entregue para que o procurador-geral da República investigue

Acabo de protocolar uma notícia-crime requerendo que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, investigue as inúmeras irregularidades que eu já venho alertando à opinião pública aqui no meu blog. 
Não só peço a investigação do governador mas também da quadrilha formada por seus secretários e asseclas que tomaram o governo Cabral. 
Vejam o resumo dos fatos que estão na denúncia encaminhada à PGR. 

'Imprensa não deve sofrer regulações', diz relator especial da ONU


Frank La Rue defende que governo evite que monopólios dominem os meios de comunicação
O relator especial para promoção e proteção do direito à liberdade de opinião e expressão da Organização das Nações Unidas (ONU), Frank La Rue, afirmou na quinta-feira, 13, em São Paulo, que a imprensa não deve sofrer regulações, especialmente de conteúdo. Ele defende, no entanto, que o governo regule a distribuição das concessões de rádio e TV, com o objetivo de evitar que monopólios dominem os meios de comunicação.

Em Búzios, traficante da favela de Manguinhos é preso


Polícia agiu após denúncia de que pessoas estariam usando drogas.Juninho do Mandela estava entre os procurados no disque denúncia.
Um traficante da favela de Manguinhos, no Rio, foi preso na madrugada desta sexta (14) em Búzios, na Região dos Lagos do estado. Carlos Gomes de Carvalho Junior, conhecido com Juninho do Mandela, estava hospedado numa pousada com a família. A polícia chegou ao criminoso após uma denúncia anônima que pessoas estariam fumando maconha no local.
A princípio, Juninho conseguiu fugir, deixando a esposa e os filhos para trás. No entanto, ao descobrir a verdadeira identidade do criminoso, que havia dado entrada na pousada com um nome falso, a Polícia Militar iniciou uma busca intensa. O traficante foi detido momentos depois num posto de gasolina, no Centro da cidade.

RedeTV! inicia cortes de funcionários em diversas áreas


Apresentadora do "Leitura Dinâmica" está entre os demitidos

Oficiais de Justiça fazem vistoria em fazendas em terra indígena



Por Redação, com ABr - de Brasília
Oficiais de Justiça continuam a vistoria às fazendas localizadas na Terra Indígena Marãiwatsédé
Oficiais de Justiça continuam a vistoria às fazendas localizadas naTerra Indígena Marãiwatsédé, em Mato Grosso, que terão de ser desocupadas por determinação judicial. Oito propriedades receberam a visita do grupo de trabalho interministerial responsável pela operação de desintrusão (retirada). A expectativa é concluir a primeira etapa da remoção dos não índios até o próximo sábado.
Nenhum novo conflito foi registrado na região nos últimos dois dias. Na segunda-feira, quando a operação de retirada de não-índios teve início, manifestantes contrários à decisão de deixar a área atacaram policiais da Força Nacional, da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), deixando um saldo de dez feridos.

Funcionários da EBC fecham acordo sobre reajuste salarial e cancelam greve

Na última quarta-feira (12), os trabalhadores da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) aprovaram contraproposta sobre reajusta salarial da diretoria durante assembleia realizada na sede da empresa. A paralisação que estava agendada para  quinta-feira (13) foi cancelada.

Brasil tem três finais e três semi na 2ª etapa do Mundial de Istambul

Por Redação, com CBDA - de Istambul

Nicholas Santos nadou os 50m livre com o sexto tempo das eliminatórias (21s50)

STJ mantém indenização à "Tribuna da Imprensa" por censura durante regime militar

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou os recursos da União e da Editora Tribuna da Imprensa e decidiu manter a decisão da segunda instância da Justiça Federal quanto à fórmula de cálculo da indenização em favor da empresa por atos de censura prévia cometidos ao longo de dez anos da ditadura militar, informou o portal Âmbito Jurídico. 

Em Cabo Frio, Alair Corrêa é diplomado para seu 4º mandato como prefeito do município


A cerimônia aconteceu no salão do Tribunal do Júri, no Fórum da cidade
Alair Corrêa (Foto: Marco Polo)Alair Corrêa vai para o 4° mandato (Foto: Marco Polo)
Ontem (13) o prefeito eleito Alair Corrêa foi diplomado em Cabo Frio, Região dos Lagos do Rio. Muitas gente compareceu ao fórum da cidade para assistir a cerimônia que garante a Alair Corrêa seu quarto mandato no município.
Com 70 anos, ele já foi duas vezes vereador e deputado estadual. Foi eleito pela primeira vez para o cargo de prefeito em 1983,  e voltou ao Executivo para os mandatos  entre 1997 e 2005 . 
Na cerimônia de quinta-feira, o vereador e presidente da Câmara Municipal, Silas Bento, também foi diplomado como o novo vice-prefeito da cidade.Após a eleição deste ano, foram quase dois meses de brigas judiciais, até que a Justiça decidisse pela aprovação do registro de candidatura do novo prefeito de Cabo Frio.

É piada: no Twitter, repórter do ‘CQC’ dá a entender que foi agredido durante gravação

Oscar_Filho

Repórter publicou imagem e deixou internautas em dúvida;
era piada (Imagem: Reprodução/Twitter)

O repórter Oscar Filho publicou na tarde de quarta-feira (12), uma foto em seu perfil no Twitter em que aparece supostamente ensanguentado e com a calça rasgada. O apresentador do 'CQC' disse que isso teria acontecido durante produção do quadro 'Proteste Já'. “Tivemos problemas na gravação do último Proteste Já do ano... Como você pode ver na foto”, escreveu ele.

Valério: o melhor para todos é a investigação


Podem ser absolutamente inverídicas as acusações do publicitário Marcos Valério ao ex-presidente Lula, assim como as demais constantes do depoimento prestado ao Ministério Público e reveladas pelo Estadão nos seus detalhes. Pode o depoimento ser parcialmente verdadeiro, excluindo-se o que diz respeito ao líder maior do PT.

Mídia produz especiais ao centenário de Luiz Gonzaga

Redação Comunique-se

Doodle
Se estivesse vivo, Luiz Gonzaga (1912-1989) completaria cem anos nesta quinta-feira, 13. E o que não faltam são homenagens para o Rei do Baião. Impressos e sites destacam o centenário do músico. Autor dos sucessos "Asa Branca", "A vida do viajante", "Baião de Dois" e "Qui Nem Jiló", Gonzagão cantava histórias de sua terra, o sertão nordestino. 
Veja como a imprensa homenageou o cantor: