Como seria o mundo se só existissem ruivos? Uma fotógrafa idealizou isso e o resultado é uma bela exposição

A FOTÓGRAFA SEPARA OS RUIVOS PELA VARIAÇÃO E SOFISTICAÇÃO DA TONALIDADE  (Foto: Reprodução)
A FOTÓGRAFA SEPARA OS RUIVOS PELA VARIAÇÃO E SOFISTICAÇÃO DA TONALIDADE (Foto: Reprodução)

Anthea Pokroy clicou mais de 100 pessoas ao longo de três anos


Quem admira a beleza ruiva gostará dessa notícia: uma fotógrafa sul-africana clicou mais cem 100 pessoas ao longo de três anos, com o estereótipo em suas formas variadas e o resultado é uma bela exposição. Anthea Pokroy, de 26 anos, começou o projeto “I Collect Gingers” (“Eu Coleciono Gengibres”, em tradução livre) após perceber, clicando ruivos para um ensaio, o quanto é variada a gama de tonalidades de cabelo e pele de quem tem o biótipo.
DO GENGIBRE AO FLAMEJANTE, TODOS OS TIPOS DE RUIVOS FORAM CLICADOS (Foto: Reprodução)DO GENGIBRE AO FLAMEJANTE, TODOS OS TIPOS DE RUIVOS FORAM CLICADOS (Foto: Reprodução)
“A paleta de cores dos ruivos chega a ser romântica. Vai do gengibre ao flamejante, passando pelo morango, cobre e laranja queimado. Assim, organizei os modelos fotografados por sua classificação e intensidade dos tons”, explicou a fotógrafa, ruiva orgulhosa, em entrevista coletiva.
HOMENS, MULHERES E ATÉ CRIANÇAS PARTICIPARAM  (Foto: Reprodução)HOMENS, MULHERES E ATÉ CRIANÇAS PARTICIPARAM (Foto: Reprodução)
O primeiro objetivo de Anthea foi inspirado na ideia de como seria o mundo se houvessem apenas ruivos (quando na realidade eles ocupam apenas de 1 a 2 % da população mundial) e as implicações disso. O projeto tem também como meta acabar com a discriminação e elitismo presente não só na África do Sul, onde ela reside, como também no mundo inteiro.
MAIS DE 100 PESSOAS FORAM CLICADAS COM A INTENÇÃO DE MOSTRAR COMO SERIA O MUNDO OCUPADO PELOS RUIVOS E ACABAR COM O RACISMO QUE ELES SOFREM  (Foto: Reprodução)MAIS DE 100 PESSOAS FORAM CLICADAS COM A INTENÇÃO DE MOSTRAR COMO SERIA O MUNDO OCUPADO PELOS RUIVOS E ACABAR COM O RACISMO QUE ELES SOFREM (Foto: Reprodução)
“Este projeto visa, sobretudo, acabar com o racismo, mostrando os ruivos como oprimidos e muitas vezes opressores de si próprios”, completou a autora. A exposição estreou em Johannesburg em janeiro de 2013 e promete percorrer o mundo – dominado pelos ruivos ou não.
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