Bom dia! Vamos com as principais notícias dos jornais desta terça-feira, 9 de abril. Em Cabo Frio, projeto de acessibilidade em Tamoios recebe apoio de cadeirantes e familiares







O Globo
Manchete: Sob pressão: Preço de alimentos dispara e ameaça meta de inflação
Analistas dizem que IPCA já acumula alta de mais de 6,5% em 12 meses. Dilma convoca reunião com o ex-ministro Delfim Netto e o ex-secretário Luiz Gonzaga Beluzzo, de Sarney, para avaliar alta dos preços, que estão afetados por chuvas, alta do frete e demanda aquecida. A disparada dos preços dos alimentos, que chegaram a subir mais de 100% nos últimos 12 meses, como o tomate e a farinha, ameaça a meta de inflação do governo. Com a alta no frete, as chuvas prolongadas e a demanda aquecida, analistas apostam que o teto da meta, de 6,5%, já estourou no mês passado. É a primeira vez que isso ocorre desde novembro de 2011. Para avaliar o crescimento e a alta da inflação, a presidente Dilma Rousseff realizou ontem uma reunião com o ex-ministro Delfim Netto e o ex-secretário de Política Econômica do governo José Sarney, Luiz Gonzaga Beluzzo. (Págs. 1, 19 e 20)

Enquanto isso... Metade do país apura fraude na merenda escolar
Ao menos 13 estados investigam desvio do dinheiro da merenda escolar. Em Roraima, a fraude prospera onde os alunos recebem comida estragada e atrasada. (Págs. 1 e 3)

Economia pisa no tomate
Após o preço do tomate subir mais de 100%, o produto sumiu do cardápio de muitas famílias e até de restaurantes. Na internet, porém, virou alvo de piadas. Tudo começou depois que, no início do mês, uma cantina em São Paulo informou que iria parar de comprar tomate e deixou de oferecer pratos tradicionais, como a macarronada ao sugo. (Págs. 1 e 19)
Obituário / Margaret Thatcher: Dama polêmica até o fim
A morte da ex-premier britânica Margaret Thatcher, aos 87 anos, após um derrame cerebral, trouxe à tona divisões sobre o seu legado ao país que governou de 1979 a 1990. Primeira mulher a ocupar o cargo, pelo Partido Conservador, Thatcher ficou conhecida como a Dama de Ferro. Paladina do Estado enxuto, inaugurou uma era de liberalismo econômico no Reino Unido, e no mundo, cujos resultados são vistos ainda hoje. O país chorou e celebrou sua morte. Mas tanto admiradores quanto detratores ressaltaram sua importância histórica. (Págs. 1 e 26 a 29 e Míriam Leitão)



Nó do setor elétrico: Governo nega risco de racionamento
O ministro Lobão negou risco de racionamento na Copa das Confederações, este ano, e na Copa do Mundo, em 2014. Segundo dados repassados ao mercado, conforme O GLOBO publicou ontem, o risco subiu a 9%, acima da média de 5%. "Atrasos nas obras não comprometem a segurança" disse Lobão. (Págs. 1 e 21)
A poluição da CSN: Rio Paraíba do Sul está contaminado
Desde 2004, a Companhia Siderúrgica Nacional sabe que a contaminação do solo com metais pesados atinge as águas do Paraíba do Sul, que abastece o Rio. (Págs. 1 e 8)
Imigração sem controle: Onda de haitianos volta ao Acre
Sem controle na fronteira, haitianos voltaram a entrar ilegalmente no Brasil: este ano, 1.700 já chegaram a Brasileia, no Acre. O limite de vistos legais é 1.200 por ano. (Págs. 1 e 4)

Em clima de guerra: Barbosa: TRFs serão em resorts
O presidente do STF, Joaquim Barbosa, disse que os juizes apoiaram de modo sorrateiro a criação de novos TRFs. "Serão em resorts" atacou. (Págs. 1 e 6)
A era Feliciano: 'Jesus matou John Lennon'
Em culto religioso, deputado disse que ex-beatle debochou de Deus, e que anjo tocou no manche do avião que caiu com Mamonas Assassinas. (Págs. 1 e 7)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Documento confirma ação da Abin nos portos
Ofício determina vigilância de sindicatos e desmente ministro, que classificou informação como ‘mentirosa’

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) montou operação para monitorar sindicatos contrários à Medida Provisória 595, conhecida como MP dos Portos, em 15 Estados litorâneos, informa Alana Rizzo. Documento de 13 de março mostra os objetivos da ação: informar a disposição dos portuários em promover greve e apontar eventual apoio de outras categorias. O ofício desmente o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI), José Elito. Ele classificou de mentirosa reportagem publicada pelo Estado no dia 4 que mostrou a existência de monitoramento no Porto de Suape (PE). O principal alvo da operação são sindicalistas ligados à Força Sindical. A central se uniu às críticas feitas pelo governador de Pernambuco e possível candidato à Presidência, Eduardo Campos, contra a MP. Campos não comentou. O presidente da Força, Paulo Pereira da Silva (PDT- SP), criticou a ação. (Págs. 1 e Nacional A4)

'A gente monitora tudo'

O ministro-chefe do GSI, José Elito, reconheceu a existência do ofício que determina monitoramento dos portos. “A gente monitora tudo. O que a gente faz é para assessorar a presidenta”. (Págs. 1 e A4)

Novos tribunais vão ficar em resorts, ironiza Barbosa
Contrário à emenda constitucional que cria quatro Tribunais Regionais Federais (TRFs), o presidente do STF, Joaquim Barbosa, afirmou ontem que a medida ocorreu de forma sorrateira, “ao pé do ouvido” e “no cochicho”. E ironizou, afirmando que os tribunais seriam criados em resorts, “próximo da praia”. Barbosa falou em audiência com dirigentes de entidades de juízes e, ao ser contestado, mandou interlocutor “baixar o tom de voz”. (Págs. 1 e Nacional A7)
Júri do Carandiru é adiado por 1 semana
Protesto na Faculdade de Direito do Largo S. Francisco lembra os 111 mortos no massacre. Marcado para ontem, julgamento de 26 PMs foi adiado após jurada sentir-se mal. Governador na época, Fleury Filho será intimado a depor. (Págs. 1 e Cidades C3)
Ministras do governo Dilma criticam Feliciano
As ministras Luiza Bairros, da Igualdade Racial, e Maria do Rosário, dos Direitos Humanos, criticaram ontem o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), colocando o Planalto no debate sobre a permanência na Comissão de Direitos Humanos. Em vídeos de 2005, Feliciano justificou a morte de John Lennon e dos Mamonas Assassinas como punição de Deus. (Págs. 1 e Nacional A6)
Pyongyang suspende fábrica criada com Seul
A Coreia do Norte anunciou a suspensão das operações na zona industrial de Kaesong, símbolo da cooperação entre as duas Coreias, e analisará se ela será fechada definitivamente, informa Cláudia Trevisan, enviada especial a Pyongyang. O agravamento da crise tem dificultado o trabalho de agências humanitárias. (Págs. 1 e Internacional A8 e A9)
Santas Casas ameaçam fechar e pedem reajuste (Págs. 1 e Vida A14)

Contaminação em Volta Redonda dá multa à CSN (Págs. 1 e Vida A15)

Thomas L. Friedman 
Desperdício do intervalo

Durante os últimos cinco anos, o mundo teve uma pausa dos grandes conflitos. Mas ela pode estar perto de acabar. (Págs. 1 e Visão Global A12)

José Paulo Kupfer 
Termômetro imperfeito

O índice de difusão de preços sem uma devida qualificação pode levar a enganos na análise das tendências de inflação no País. (Págs. 1 e Economia B3)

Tutty Vasques 
Coisa de criança!

Como em um desentendimento entre meninos, Kim Jong-un só estaria esperando que alguém cuspa perto dele para começar a guerra. (Págs. 1 e Cidades C4)

Margaret Thatcher: Morre a Dama de Ferro
A ex-premiê britânica Margaret Thatcher – a mais importante e polêmica desde Churchill - morreu ontem aos 87 anos. Ela sempre defendeu sua ‘revolução conservadora’, com base em privatizações. (Págs. 1 e Internacional A10 e A11)

Líder resistiu aos sindicatos

Quando Thatcher assumiu, qualquer decisão que desagradasse aos sindicatos era acompanhada de greves que paralisavam a economia. No fim de uma queda de braço com os mineiros, os sindicatos tiveram de ceder.

Notas & Informações
A apuração que faltava

No mínimo dos mínimos, Lula teria sido alertado para o que se dizia no Congresso. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense
Manchete: A mulher que mudou um país e influenciou o mundo
Primeira mulher a assumir um cargo de premiê na Europa, Margaret Thatcher morreu ontem aos 87 anos, vítima de um derrame. O continente vivia dias difícies na economia no fim dos anos 1970, quando ala foi escolhida primeira-ministra britânica. De 1979 a 1990, quando ocupou o posto por três mandatos consecutivos, Thatcher enfrentou sindicatos, cortou gastos sociais, privatizou empresas. Sua política de austeridade tirou o Reino unido da crise e influenciou governos no mundo inteiro. Conhecida peço pulso forte e pelo estilo autoritário, ela participou das negociações que levaram ao fim da Guerra Fria. Mas não hesitou em responder pelas armas à invasão das Ilhas Falklands-Malvinas. Não à toa, ganhou dos russos o apelido de “Dama de Ferro”. No auge da popularidade dela, o então presidente americano, Ronald Reagan, a definiu como "o melhor homem da Europa". À maneira Reagan, era um elogio à fiel parceira dos EUA. Ninguém conseguia ficar indiferente a Thatcher, uma mulher que até na hora da morte, despertou reações de amor e ódio entre admiradores e desafetos. (Págs. 1, 14 a 16 e Visão do Correio, 12)
DF em alerta: Dengue avança e número de casos aumenta 317% em 2013
Nos três primeiro meses do ano, 1.118 pessoas tiveram a doença em Brasília, contra 268 no mesmo período de 2012. Apesar dos estados vizinhos viverem uma epidemia — em Goiás, são 90 mil casos -, a Secretaria de Saúde do DF garante que a situação está sob controle. (Págs. 1 e 23)
Custo de vida: Comer fora em Brasília está 41,5% mais caro
O preço das refeições em Brasília é o segundo mais alto do Brasil, atrás apenas de Belém (PA). Em um ano, o preço da alimentação em restaurantes subiu 41,5%. Um prato completo custa, em média, R$ 32,23. (Págs. 1, 21 e 22)
Para ministra de Dilma, Feliciano incita o ódio e a violência no país (Págs. 1 e 25)

O “reino” do tomate avisa: o preço vai subir
O agricultor Adelino Alves mostra a “joia”: em Goiás, o maior polo da fruta no país, produtores dizem que o quilo deveria custar R$ 12. (Págs. 1 e 8)
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Valor Econômico

Manchete: Divida fiscal por lucro no exterior deve ser parcelada
A proposta do Ministério da Fazenda para a tributação do lucro obtido por empresas coligadas ou controladas por multinacionais brasileiras no exterior incluirá o parcelamento das dívidas já existentes, que beiram os R$ 40 bilhões, e uma nova legislação para disciplinar o pagamento dos impostos após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a cobrança. O passivo tributário que grandes empresas acumulam em seus balanços poderá ser parcelado em até cinco anos, com perdão de parte significativa de multas e juros.

O percentual de redução dos encargos ainda não foi definido, mas, segundo uma fonte que participa das negociações, “a ideia é que as empresas não sejam descapitalizadas por causa da dívida” e, ao mesmo tempo, o governo obtenha uma receita adicional. (Págs. 1 e A3)

R$ 15 bilhões em ofertas de ações em abril
Neste mês, ofertas de ações de seis companhias vão testar o apetite dos investidores, depois de um longo período de ressaca. As operações somam entre R$ 11,5 bilhões e R$ 15,6 bilhões, puxadas principalmente pela estreia da BB Seguridade na bolsa de valores. Sozinha, a empresa de seguro, previdência e capitalização do Banco do Brasil deve abocanhar cerca de 70% dos valores que devem ser movimentados nessas operações. As outras companhias são Biosev (açúcar e álcool), Smiles (milhagem), BHG (hotéis), Abril Educação e Alupar (energia). Algumas características das operações mostram que os estruturadores dos negócios estão oferecendo maiores garantias aos investidores de que essas ofertas vão, de fato, acontecer. (Págs. 1 e C1)
Dilma vê economia bem, mas ouve conselheiros
A presidente Dilma Rousseff almoçou ontem com seus dois principais conselheiros - o ex-ministro Delfim Netto e o economista Luiz Gonzaga Belluzzo - além de Yoshiaki Nakano. Nenhum deles se opõe ao aumento dos juros agora, como instrumento de controle da inflação. Sobre a posição da presidente, Belluzzo comentou: "Ela não tem esse tipo de dogma". Segundo o economista, "o Brasil se divide entre os que acham que não pode haver aumento de juros e os que acham que os juros não podem cair".

O índice de difusão da inflação, que mostra que 74% dos produtos que compõem os índices de preços estão contaminados por aumentos, é um problema que exige um sinal, elevando os juros, diz Belluzzo. A dosagem do aumento é a decisão do Banco Central. Na avaliação do economista, a inflação não está com tendência de aceleração, mas “com rigidez de baixa”. (Págs. 1 e A3)

Barbosa tem reunião ríspida com juízes
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, teve ontem um encontro tenso com os presidentes das três principais entidades representativas da magistratura. Ele criticou as formas de promoção na carreira, pediu o fim da politização da Justiça e entrou em debates ásperos em diversos momentos.

“O que avilta o juiz são dois fatores: sair com pires na mão para ser promovido e a promoção por merecimento que beneficia aqueles que têm canais políticos”, disse Barbosa. “Os senhores não representam a nação. São representantes de classe”, afirmou. (Págs. 1 e A6)

Alemanha agrega valor a café brasileiro
A Alemanha importa cada vez mais café verde do Brasil e do Vietnã para sustentar a posição de maior reexportador do produto e grande torrefador. Segundo a Organização Internacional do Café (OIC), empresas alemãs têm obtido ganho médio de 74% sobre o que pagam com a importação do produto por meio da agregação de valor (processamento, torrefação, distribuição e marketing).

O café brasileiro representou 34% do total importado pela Alemanha em 2011 e continua em alta. Em 1990, respondia por 12,9%. Os alemães ganham com a reexportação e a torrefação de café para seu mercado quase tanto quanto o Brasil, o maior produtor e exportador mundial: para importação de US$ 2,5 bilhões, faturou US$ 5,8 bilhões, enquanto a receita cambial brasileira com o produto foi de US$ 6,3 bilhões em 2012. (Págs. 1 e B16)

'Clubes de usuários' das teles preocupam Anatel
De cada dez ligações telefônicas feitas no país no ano passado, oito eram dentro da mesma rede de uma operadora, segundo o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações, João Rezende. Preocupado com a falta de concorrência entre as teles, ele toma precauções para evitar a formação de oligopólios.

Criados para conquistar a fidelidade dos usuários, os “clubes de usuários” permitem economia na conta do telefone ao se falar dentro da rede da mesma operadora. (Págs. 1 e B3)

Leilão abre chance para usina a carvão
A decisão do governo de incluir usinas a carvão mineral no próximo leilão de energia, no segundo semestre, levou empresários a revisar projetos engavetados por conta de problemas ambientais.

Eles calculam que cerca de RS 10 bilhões em negócios sejam gerados a partir da construção de três térmicas a carvão. Apesar de criticadas pela grande emissão de gás carbônico, as usinas têm autorização para entrar em operação. (Págs. 1 e Bll)

Governo pode ajudar Eike no Porto de Açu
O governo Dilma Rousseff considera que o principal desafio das empresas de Eike Batista não é de ordem financeira, mas, sim, uma crise de confiança e, por isso, trabalha para ajudar a restaurar sua credibilidade. Para melhorar a situação, Brasília estuda viabilizar o Porto de Açu, no Rio. Eike integra um seleto grupo de empresários que mantêm contatos diretos com Dilma e também é próximo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Enquanto estuda e negocia alternativas para melhorar a estrutura de capital de suas empresas, o grupo EBX precisa manter a confiança dos credores para rolar as dívidas de curtíssimo prazo. Da dívida bruta total de R$ 24,8 bilhões das cinco principais empresas do grupo no fim de 2012, uma parcela de R$ 1,44 bilhão vence até o fim de junho. (Págs. 1 e B6)

IPCA deve superar meta
Pesquisa do Valor Data aponta que a inflação medida pelo IPCA — que será divulgada amanhã — deve ter avançado 0,5% em março, o que representaria 6,61 % em 12 meses, acima do teto da meta. (Págs. 1 e A2)
Wilson Sons mira Suape e Manaus
Com plano de investimento de R$ 1,5 bilhão nos próximos quatro anos, o grupo de logística Wilson Sons avalia ampliar sua atuação no setor portuário, com destaque para Suape e Manaus. (Págs. 1 e B1)
Novos voos do Super Tucano
A Embraer anuncia hoje, na feira internacional de defesa e segurança, no Rio, a venda de nove turboélices de ataque leve Super Tucano. Conforme o Valor apurou, um dos compradores é o governo da Guatemala e o outro um país africano, possivelmente o Senegal. (Págs. 1 e B7)
Rio sonha com 'Lloyd´s' carioca
A Rio Negócios, agência de fomento carioca, e a Federação Nacional das Empresas de Resseguros tentam viabilizar a criação de um polo segurador na cidade, empreendimento orçado em mais de R$ 1 bilhão. (Págs. 1 e C14)

Captações externas
Após um início de ano fraco para emissões brasileiras de bônus no exterior, abril promete uma retomada. Ontem, Gerdau e JBS captaram mais de US$ 1 bilhão e há outras quatro operações em andamento, que devem levantar ao menos US$ 1 bilhão. (Págs. 1 e C14)
Avanço dos BDRs
Com oportunidades escassas na bolsa, a compra de Brazilian Depositary Receipts (BDRs), recibos de ações de companhias estrangeiras negociados no Brasil, movimentou R$ 192 milhões até 5 de abril, quase o mesmo total de todo o ano passado. (Págs. 1 e Dl)

Suporte terceirizado fora do Simples
Receita Federal consolida entendimento de que empresas que prestam serviços de terceirização de suporte técnico para programas e sistemas de computador não podem aderir ao Simples Nacional. (Págs. 1 e El)
Em defesa do contribuinte
Novo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinicius Coêlho, que assumiu em fevereiro, quer uma OAB mais atuante e focada em questões nacionais, com destaque para a área tributária. “O cidadão está desprotegido nesse campo”. (Págs. 1 e El)
Ideias
Delfim Netto

O governo sabe que o namoro inflacionário duradouro com a banda superior da meta é um convite à sua persistência. (Págs. 1 e A2)

Yoshiaki Nakano

Se o governo não está disposto a fazer uma contração fiscal que mereça esse nome, não resta ao BC senão elevar os juros. (Págs. 1 e A15)

Demanda forte faz preços dos imóveis subirem nos EUA (Págs. 1 e B13)

Legado da 'Dama de Ferro' sobrevive à morte de Thatcher (Págs. 1, A12 e A13)

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Estado de Minas
Manchete: A culpa não é só dele...
Tomate é o maior vilão, mas preços de outros hortigranjeiros também disparam e alimentam a inflação

Comparado nas redes sociais a joias e artigos de luxo, o tomate está na boca do povo, mas como sinônimo de coisa cara. Não é à toa. É o item que mais pesa na cesta básica de BH e seu preço subiu 26,4% no atacado de fevereiro para março. Porém, não está sozinho. Outros alimentos in natura tiveram reajustes impressionantes e até maiores no período, como vagem, beterraba, cebola e batata. Em 12 meses, a alta do tomate alcança 139,18%. Mas, também nesse caso, há outras elevações de preço tão ou mais indigestas, como a da batata (147,89%). O custo dos hortigranjeiros assusta a dona de casa e preocupa o governo, que vem tendo muito trabalho para conter a inflação. E quem opta por comer fora de casa não escapa. Pesquisa mostra que o preço médio do quilo nos self-services da capital aumentou 8,41% e o do PF disparou 19,53%, de maio de 2012 a abril de 2013, contra inflação oficial de 6,03% no ano passado. (Págs. 1, 9 e 10)

Congresso: Nem Lennon escapa de Feliciano
Em vídeo de pregação, o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados diz que mortes do ex-beatle e dos Mamonas Assassinas foram castigo divino. Marco Feliciano (PSC-SP) se reúne hoje com líderes partidários, que tentarão convencê-lo a deixar o cargo. (Págs. 1 e 3)
Seca: Copasa terá subsidiária para ajudar municípios
A Copasa Irrigação dará lugar à Copasa Estudos e Projetos contra a Seca, com a missão de atuar nas 168 cidades do Norte, Mucuri e Jequitinhonha assoladas pela estiagem. (Págs. 1 e 5)
Controversa até na despedida
Se em vida a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher dividiu opiniões com sua política neoliberal, o adeus não foi diferente. Vítima de derrame, a Dama de Ferro morreu aos 87 anos e recebeu homenagens de líderes políticos de vários países. Nas ruas de Londres, cartazes e flores em memória da primeira mulher a comandar o Reino Unido dividiram espaço com comemorações de críticos à política linha-dura de Thatcher. (Págs. 1, 9, 13, 14 e Editorial, 6)
Turismo: Brasileiros em busca de maratonas e lazer (Págs. 1, 4 e 5)

Maior rigor: Bares da capital tentam se adaptar à fiscalização (Págs. 1, 17 e 18)

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Jornal do Commercio

Manchete: Funase muda após morte
Assassinato de interno de 16 anos, ontem, em Abreu e Lima, fez governo anunciar pacote para a Fundação. Entre as medidas, estão a instalação de 250 câmeras, construção de novas unidades e contratação de agentes e outros profissionais. (Págs. 1 e Cidades 2)

Morre a mulher que reinventou a economia
Privatização, neoliberalismo e livre mercado foram algumas das bandeiras da ex-primeira ministra britânica Margaret Thatcher, que morreu ontem aos 87 anos. Depois, muitos de seus princípios foram seguidos em quase todo o mundo ocidental, inclusive no Brasil. Alvo de manifestações de amor e de ódio, a Dama de Ferro deixa legado que não pode ser ignorado. (Págs. 1 e 8 ,9 e caderno C1)
Dinheiro da merenda ameaçado
Segundo o MEC, quase 800 cidades podem ficar sem a verba por irregularidades que vão desde fraudes a comida estragada. 29 são pernambucanas, entre elas polos econômicos como Santa Cruz do Capibaribe e Ipojuca. (Págs. 1 e 7)

Tomate subiu 200% somente em um ano
Seca no Nordeste e chuva no Sul são os maiores vilões que fizeram preço disparar. (Págs. 1 e economia 4)

Rompimento
Coreia do Norte suspende operação com a do Sul em complexo industrial. (Págs. 1 e 12)
Grupo cearense vai operar na Arena da Copa (Págs. 1 e economia 1)

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Zero Hora

Manchete: Metrô da Capital vira promessa sem prazo
Grupo técnico pede mais tempo à prefeitura para escolher o melhor projeto entre duas propostas. Obras, que deveriam começar até setembro, agora não têm previsão. (Págs. 1 e 33)
Nos bastidores: Detenção de suspeito gera mal-estar na polícia do RS
Investigações simultâneas sobre morte de taxistas revelam divisão. (Págs. 1 e 42)
Fotolegenda: Entre afagos e farpas
Na abertura do 26º Fórum da Liberdade, Tombini destaca conquistas do governo e Gerdau aponta falta de estratégia. (Págs. 1, 16, 18 e 19)
De novo ele: Preço do tomate subiu quase 200% em um ano
Porto Alegre é a capital com o segundo maior aumento do produto no país. (Págs. 1 e 20)
Cerco ao vício: Em debate, nova lei para usuários de drogas
Previsto para ser votado amanhã, projeto prevê internação mesmo sem ordem judicial. (Págs. 1, 4 e 5)
O adeus à Dama de Ferro
Ícone do liberalismo e uma das personalidades do século 20, ex-premier Margaret Thatcher morreu ontem aos 87 anos. (Págs. 1, 28 e 29)
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Brasil Econômico

Manchete: Governo se preocupa com o atraso na reforma do aeroporto do Galeão
O novo ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, foi ao Rio de Janeiro e pediu pressa no ritmo das obras. Para a Copa das Confederações e a Jornada Mundial da Juventude não há o que fazer. Compromisso agora é com a Copa 2014. (Págs. 1 e 6)
O inferno de Eike está cada vez mais longe do fim
Cotadas a R$ 1,68, as ações da OGX atingiram o menor patamar desde que estrearam na bolsa em junho de 2008. “As empresas de Eike Batista perdem credibilidade e não inspiram confiança no investidor”, dizem os especialistas. (Págs. 1 e 22)
Bradesco é o mais rentável da América
Segundo estudo da Economática, o Brasil permanece em 1º lugar no continente em rentabilidade entre os bancos com ativos acima de US$ 100 bilhões. (Págs. 1 e 24)
IPO da Smiles pode alcançar R$ 1,35 bi
A venda de R$ 400 milhões da oferta inicial de ações da empresa controlada pela GOL está garantida por acordo com o fundo General Atlantic. (Págs. 1 e 23)
Ministro Lobão volta a negar risco de racionamento
Para titular de Minas e Energia, atraso em obras do setor elétrico não gera desabastecimento. (Págs. 1 e 6)
Abilio Diniz pode abrir mercados no exterior para BRF
Eleição do conselho será realizada hoje e sócio do Pão de Açúcar é candidato à presidência. (Págs. 1 e 13)
Mercadante afirma que o PT “não tem dono”
Ministro da Educação assume pré-candidatura, mas diz que ainda não foi consultado. (Págs. 1 e 10)
Adeus à Dama de Ferro
Margaret Thatcher, que morreu ontem, deixa um legado de amor e ódio.

Modelo de privatização incentivou pulverização do capital das estatais.

Ex-dirigente venceu dura queda de braço com o sindicato dos mineiros. (Págs. 1 e Especial)

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EBC Serviços

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