Frase do dia

“O amor é tudo”
(Jesus Cristo)







quarta-feira, 29 de maio de 2013

Bom dia! Confira os destaques dos jornais desta quarta-feira, 29 de maio. Feriado de Corpus Christi movimenta a comunidade católica neste fim de semana | Festa com shows e missa campal marcam mais um ano de tradição





O Globo
Manchete: Hora da privatização: Leilão do Galeão começará com exigência de R$ 9,7 bi
Valor é a soma do lance mínimo da concessão do aeroporto e novos investimentos

De olho na Copa, governo exigirá choque de gestão para melhorar serviços aos passageiros em 2014

Para assumir o aeroporto do Galeão, a empresa que vencer o leilão, previsto para outubro, terá que desembolsar pelo menos R$ 9,7 bilhões. O lance mínimo da licitação, cujo edital o governo apresenta hoje, será de R$ 4,5 bilhões. O novo concessionário também será obrigado a investir R$ 5,2 bilhões na expansão da infraestrutura e a fazer um choque de gestão para melhorar os serviços aos usuários. O governo espera que os resultados desse choque de gestão já sejam visíveis na Copa de 2014. No caso de Confins (MG), o investimento obrigatório somará R$ 3,5 bilhões, enquanto o valor mínimo da outorga é de R$ 1,5 bilhão. (Págs. 1 e 21)

Nova impressão: 3D: revolução do espaço à medicina
De próteses de pernas a traqueias feitas na exata necessidade de um paciente, a impressão em 3D começa a promover uma revolução na medicina. Já a Nasa pretende usar impressoras 3D para fazer comida e fabricar instrumentos que serão usados por astronautas em outros planetas. Enquanto isso,impressoras 3D começam a ficar acessíveis para o consumidor comum. A Cube, com dimensões de um jato de tinta e capaz de criar objetos com 18cm de altura, é vendida por R$ 6.690. Há dez anos, uma similar custava mais de R$ 60 mil. (Págs. 1, 26 e 32)
Fotolegenda: De olho nas distribuidoras
A Secretaria estadual do Ambiente realizou uma operação de fiscalização a 11 depósitos de combustíveis no entorno da Refinaria de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Três foram autuados, como a Distribuidora Manguinhos, interditada parcialmente por vazamento de álcool. (Págs. 1 e 20)
A guerra continua: Senado não votará MP que reduz luz
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), confirmou que não vai pôr em votação a medida provisória que reduz a tarifa de energia elétrica, anunciada em janeiro em rede nacional pela presidente Dilma. Assim, a MP perderá sua validade na segunda-feira. Mas o governo garantiu que, mesmo sem a MP, tem mecanismos para manter os descontos. (Págs. 1 e 3)
Bolsa Família: Aécio: Dilma deve pedir desculpas
O senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, cobrou que a presidente Dilma peça desculpas pela acusação, feita pela ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos), de que a oposição estaria por trás do boato sobre o programa. (Págs. 1 e 4)
Direito à saúde: Planos deverão ter mais 80 coberturas
A ANS quer que, a partir de janeiro de 2014, as operadoras de planos de saúde sejam obrigadas a oferecer 80 novas coberturas. Entre elas, estão 36 remédios para tratar câncer e cirurgias por vídeo, como as de retirada de útero e rim. (Págs. 1 e 28)
Barraco com prefeito: Músico agredido retira a queixa
O músico Bernardo Botkay e sua mulher, que se envolveram em briga com o prefeito Eduardo Paes, desistiram de registrar queixa criminal, alegando que o caso “deve ser colocado na esfera política”. (Págs. 1 e 14)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: BC não age e dólar chega a R$ 2,07, o mais alto do ano
Mercado trabalhava com barreira informal de R$ 2,05; neste mês, moeda já acumula ganho de 3,5%

O dólar subiu 0,83% e fechou o dia cotado a R$ 2,073, o maior nível do ano. No mês, a moeda acumula alta de 3,5%. Desde janeiro, a elevação é de 1,37%. A alta de ontem foi impulsionada pelos resultados favoráveis da economia dos EUA e pela deterioração das contas externas do País. Para a economia doméstica, o maior risco é o de alta da inflação. Investidores e analistas trabalhavam com uma meta informal de R$ 2,05 para a moeda americana, cotação baseada em intervenções feitas pelo Banco Central nos últimos meses. Desta vez, porém, o BC não atuou no mercado e deixou o dólar se fortalecer. Uma das interpretações para essa tolerância é uma eventual estratégia de permitir desvalorização do real, para baratear os produtos nacionais e fortalecer as exportações. Seria uma forma de reduzir o déficit externo, que chegou a 3% do Produto Interno Bruto (PIB) em abril. (Págs. 1 e Economia B1)

Selic
Em reunião hoje, o Copom deve elevar a taxa de juros, atualmente em 7,5% ao ano. Analistas dividem as apostas entre um aumento de 0,25 e 0,50 ponto porcentual. (Págs. 1 e B1)

Votação expõe atrito entre Planalto e PMDB
Em mais um embate com o PMDB, o governo passou o dia, ontem, tentando assegurar a votação, no Senado, de medidas provisórias que perderão validade na segunda-feira. A principal delas é a que reduz tarifas das contas de luz. O presidente da Casa, Renan Calheiros (AL), prometera que devolveria MPs que chegassem ao Senado com menos de sete dias para o prazo final de vigência. (Págs. 1 e Política A4)
Fotolegenda: A fila engrossou
Caminhões na Interligação Imigrantes-Anchieta, no sentido do Porto de Santos: depois de provocar fila que chegou a 50 km, a prefeita de Cubatão, Márcia Rosa (PT), teve de suspender decreto municipal que limitava o horário de funcionamento dos pátios reguladores. (Págs. 1 e Economia B4)
Aécio diz que Dilma deve desculpas pelo Bolsa Família
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse ontem que a presidente Dilma Rousseff deve desculpas à população pelo fato de o governo ter omitido informações sobre a antecipação de pagamentos do Bolsa Família. Em tom irônico, o tucano sugeriu que o pedido de desculpas fosse feito em cadeia nacional de rádio e TV. (Págs. 1 e Política A6)
EUA fecham site que ‘lavou’ US$ 6 bilhões (Págs. 1 e Economia B6)


Governo propõe FGTS igual para domésticas (Págs. 1 e Economia B3)


Rússia vai vender armas para a Síria
A Rússia confirmou que venderá sistema de defesa antiaérea ao governo sírio. Anteontem, a União Europeia anunciou fim do embargo de armas a rebeldes. (Págs. 1 e Internacional A9)
Protógenes acusa subprocuradora
O deputado Protógenes Queiroz (PC do B-SP) acusou Cláudia Sampaio, subprocuradora da República, de ter recebido R$ 280 mil do banqueiro Daniel Dantas. (Págs. 1 e Política A7)
Celso Ming
Agora, a tempestividade
Os membros do Copom se reúnem hoje bem menos confiantes do que no início do ano. Não há opção senão a de seguir aumentando os juros. (Págs. 1 e Economia B2)

Roberto Damatta
Boatos e fuxicos
O escândalo e o fuxico são poderosos instrumentos de controle social. Quanto mais séria a mensagem, mais demandamos saber a sua origem. (Págs. 1 e Caderno 2, C10)

Notas & Informações
A bagunça de costume
O governo e a Caixa continuam devendo uma explicação convincente sobre o Bolsa Família. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense
Manchete: Aposta em doutores faz a UnB subir em ranking
A contratação de professores mais qualificados e o aumento na produção acadêmica colocam a universidade entre as seis melhores federais do Brasil e em 21° lugar na América Latina. Foi a segunda instituição do país que mais evoluiu em avaliação internacional. (Págs. 1 e 13)
Rússia desafia Europa e arma governo Sírio (Págs. 1 e 14)


Nova barbárie no consultório
Um dentista teve 60% do corpo queimado por bandidos, em São José dos Campos (SP). O crime ocorreu pouco mais de um mês depois de uma mulher ter sido morta nas mesmas circunstâncias. (Págs. 1 e 7)
Concurso terá lei em votação
O projeto que unifica regras para as seleções deve ser analisado hoje em comissão do Senado, antes de ir ao plenário. Há pontos polêmicos, como o fim de provas para cadastros de reserva. (Págs. 1 e 9)
Oposição cobra mais desculpas
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse que a presidente Dilma deve prestar satisfações públicas sobre o caos no Bolsa Família. Líderes tucanos e do MD criticaram a direção da Caixa. (Págs. 1 e 2)
Secretário do DF sob investigação
Rafael de Oliveira, adjunto da pasta da Habitação do governo local, é suspeito de tráfico de influência. Ele e uma irmã já trabalharam em cooperativa conveniada ao GDF. (Págs. 1 e 21)
Faroeste na ponta da língua
Eles nem eram nascidos quando Renato Russo gravou a saga de João de Santo Cristo na capital do país, mas sabem de cor pelo menos um dos 159 versos de Faroeste Caboclo. Alguns conhecem toda ou quase toda a letra de 1.239 palavras e a canção de 9 minutos e 3 segundos. O Correio gravou um clipe com estudantes da UnB cantando a música que evoca uma época e uma cidade cheia de contrastes e contradições. Por conta da corrida pelos primeiros ingressos, a estreia do longa-metragem em circuito nacional foi antecipada em um dia. Hoje, ele estará em 320 salas; a partir de amanhã, em mais de 500 espalhadas por 135 cidades brasileiras. E atenção: ao final de cada exibição, o espectador poderá ouvir a canção na íntegra.

Assista ao clipe com a participação de alunos da UnB.

Saiba onde e como comprar ingressos antecipados.

É um filme com roteiro próprio, não é um videoclipe. (Págs. 1, correiobraziliense.com.br, Diversão e Arte, Capa e 28)

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Valor Econômico

Manchete: Governo eleva pedágios de rodovias em licitação
O governo decidiu melhorar a taxa de retorno das empresas que vão participar das licitações de rodovias neste ano e vai reajustar o valor dos pedágios a ser cobrado em até 62% em relação ao edital de agosto do ano passado.

O maior reajuste nos sete trechos que entrarão no leilão será aplicado aos pedágios da BR-153, em Goiás e Tocantins. No edital passado, o pedágio máximo era de R$ 5,84 por trecho de cem quilômetros. Após a revisão, o governo estima a tarifa máxima em R$ 9,48, uma alta de 62%. O menor reajuste será de 33%, na BR-153, em Mato Grosso do Sul. A estimativa inicial, de um pedágio de R$ 7,10 por cem quilômetros, subiu para R$ 9,47 segundo relatório da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). (Págs. 1 e A3)

Eletrobras tem R$ 3,4 bi para demissões
A Eletrobras reservou R$ 3,4 bilhões para o plano de afastamento voluntário de seus funcionários e de outras companhias do grupo estatal. Como antecipou o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, foram programados gastos de R$ 2,1 bilhões com desligamentos neste ano e mais R$ 1,3 bilhão em 2014. O programa pode alcançar entre 2 mil e 5 mil funcionários, de um total de 9 mil elegíveis. Será oferecido 0,65 salário por ano trabalhado, até o limite de R$ 600 mil por funcionário. Incluídos outros custos, os gastos médios com cada demitido atinge R$ 680 mil quando se divide o valor reservado pelo número máximo de empregados. (Págs. 1 e B1)
Governo quer fazer pesquisa de minérios
O governo pretende assumir a responsabilidade pela pesquisa de minerais considerados estratégicos e, a partir desses estudos, licitar as minas. A proposta - que acaba com o sistema atual de autorização para pesquisa e lavra - faz parte do novo marco regulatório do setor. Há dúvidas, porém, sobre a estrutura da União para esse plano. O mapeamento das jazidas ficaria a cargo da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais. Por meio da Lei de Acesso à Informação, o Valor obteve dados que mostram que o orçamento da CPRM para este ano é de R$ 468 milhões e o número de funcionários está estagnado em 1,9 mil pessoas, sendo 456 terceirizados. (Págs. 1 e A4)
S.A. de consumo em recuperação 
O valor de mercado das empresas de capital aberto em consumo e varejo, que chegou na bolsa ao recorde de R$ 520 bilhões em janeiro, dá sinais de recuperação. Depois de registrar perdas em março e abril, as companhias voltaram ao nível de R$ 500 bilhões, segundo cálculos do ValorData com base na cotação apurada ontem.

Mas especialistas reforçam que faltam sinais mais consistentes que indiquem uma tendência de subida no preço das ações. Relatório da equipe de análise do Goldman Sachs aponta a necessidade de ser seletivo na escolha de papéis de consumo e varejo - apesar do segmento ser considerado seguro - e reforça que ainda existem sinais de uma demanda cautelosa por parte dos consumidores, especialmente daqueles que dependem de crédito para consumir. (Págs. 1 e B3)

Europa ameniza política de austeridade
O comando da União Europeia em Bruxelas dará hoje seu sinal mais claro de que está se distanciando de sua reação à crise baseada em austeridade, ao permitir que três de suas cinco maiores economias ultrapassem o limite de déficit orçamentário do bloco e aprovar reformas mais amplas.

Em seu posicionamento anual sobre os orçamentos nacionais de todos os 27 membros da UE, Bruxelas permitirá que França, Espanha e Holanda superem o limite anual de 3% de déficit. Bruxelas também vai liberar a Itália do atual monitoramento fiscal intensivo, apesar da decisão do novo primeiro-ministro de reverter aumentos de impostos. (Págs. 1 e A13)

Carro de luxo supera choque do IPI maior
Depois de uma queda nas vendas de 40% no ano passado, em decorrência do aumento de 30 pontos percentuais do IPI, o segmento de carros de luxo experimenta uma recuperação. "Na comparação dos quatro primeiros meses do ano com o mesmo período de 2012 temos um crescimento de 38%", estima Flávio Meneghetti, presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores. Os importadores projetam aumento de 35% no ano, com venda de 45,3 mil unidades, número próximo dos 44,5 mil veículos de luxo vendidos em 2011.

As vendas de carros novos também seguem aquecidas e caminham para, pela segunda vez no ano, fechar o mês acima de 300 mil unidades emplacadas, possivelmente cravando o melhor maio da história. (Págs. 1, G1 e B5)

Novo embate põe em risco conta de luz e desonerações
Duas semanas após a conturbada aprovação da Medida Provisória (MP) dos Portos, o governo federal enfrenta novos problemas com duas MPs que considera prioritárias. Ambas têm sua tramitação atrelada a uma decisão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) - uma desonera diversos setores da economia e a outra reduz as tarifas da energia elétrica.

As duas MPs foram aprovadas ontem pela Câmara dos Deputados, mas como caducam na terça-feira não terão o prazo mínimo de sete dias para tramitação no Senado, prometido por Renan quando defendeu a aprovação da MP dos Portos. Na ocasião, a MP chegou ao Senado horas antes de perder a validade. (Págs. 1 e A9)

Especial/Data Centers
Mercado de armazenagem e processamento de dados deve movimentar US$ 3,6 bilhões na América Latina em 2013, sendo quase 60% no Brasil, com investimento na ampliação de estruturas e computação em nuvem. (Pág. 1)
Lei Antitruste tem balanço positivo
A Nova Lei Antitruste completa um ano hoje e, nesse período, foram notificados ao Cade 262 fusões ou aquisições, média de 1,4 negócio por dia. A grande maioria das operações foi julgada pelo órgão em menos de 20 dias. (Págs. 1 e A4)
Crescimento desacelerado
Avanço dos aparelhos móveis, que têm menor capacidade de transmissão de dados, e desaceleração nos investimentos das operadoras, em razão da crise, reduzem a velocidade de crescimento do tráfego global de dados, diz Giuseppe Marrara, da Cisco. (Págs. 1 e B2)
Na bolsa, Nortec busca expansão
A Nortec, uma das maiores fabricantes de insumos farmacêuticos do país, oficializou ontem seu ingresso no Bovespa Mais. Antes da abertura do capital, vai investir R$ 60 milhões no aumento da produção. (Págs. 1 e B7)
BRF quer produzir frangos no Haiti
A BRF pretende investir na cadeia produtiva de frangos no Haiti. A empresa brasileira trabalhará em parceria com o fundo de negócios sociais de Muhammad Yunus, prêmio Nobel da Paz e criador do conceito de microcrédito para populações carentes. (Págs. 1 e B14)
De novo, país não completa cota Hilton
Pelo sexto ano consecutivo, o Brasil não conseguirá exportar seu volume total de cortes nobre de bovinos para a União Europeia, dentro da cota Hilton. O país tem direito a 10 mil toneladas até 30 de junho e, até agora, embarcou 2,7 mil toneladas. (Págs. 1 e B14)
Debêntures do BNDESPar
O BNDESPar prepara uma emissão de debêntures que poderá chegar a R$ 3,3 bilhões. A quarta série da operação terá vencimento em 22 anos, a emissão pública de maior prazo já realizada no mercado brasileiro. (Págs. 1 e C1)
Redecard no comércio eletrônico
A Redecard, credenciadora controlada pelo Itaú Unibanco, lançou ontem sua nova plataforma de comércio eletrônico, em parceria com a empresa britânica de pagamentos DataCash. (Págs. 1 e C3)
Educação on-line gratuita
A exemplo de instituições renomadas, como Harvard e MIT, universidades brasileiras como USP, Unesp e Unicamp investem cada vez mais em cursos gratuitos on-line. Os cursos da FGV, por exemplo, já foram acessados por 16 milhões de usuários. (Págs. 1 e D3)
Recuperação prorrogada
A Agropecuária Vale do Araguaia, do empresário Wagner Canhedo, conseguiu na Justiça a prorrogação por mais dois anos de sua recuperação judicial, que deveria ter sido encerrada em fevereiro. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Cristiano Romero
Banco Central preparou o mercado para uma alta mais forte da taxa básica de juros na reunião de hoje do Copom. (Págs. 1 e A2)

Martin Wolf
Nacionalismo econômico japonês pode se chocar com o da China e, quando elefantes brigam, quem sofre é a grama. (Págs. 1 e A15)

União Europeia vai sobretaxar biodiesel exportado pela Argentina (Págs. 1 e A13)


Bônus imobiliários agora dão lucro a bancos europeus (Págs. 1 e C12)


Oi vai investir R$ 380 milhões no mercado paulista, diz Winik (Págs. 1 e B2)


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Estado de Minas

Manchete: Adeus, carros barulhentos
Projeto na Câmara de BH determina a apreensão de veículos que transitem com som alto

De janeiro a março a prefeitura recebeu em média 22 reclamações por dia por barulho e aplicou 174 multas e advertências aos infratores, 60,3% a mais que no mesmo período de 2012. A Lei do Silêncio estabelece limite de 70 decibéis (ruído de um aspirador de pó) entre as 7h01 e as 19h, índice que cai para 60, das 19h01 às 22h, 50 das 22h01 às 23h59, e 45 decibéis, entre a 0h e as 7h. As penalidades previstas a quem desrespeitar a legislação vão de advertência e multa até a interdição da atividade comercial responsável. O Projeto de Lei 355, proposto em fevereiro pelo vereador Silvinho Rezende (PT), acrescenta como punição a apreensão da “fonte móvel” de emissão sonora. O alvo da proposta é claro: os carros com aparelhagem de som superpotente. (Págs. 1 e 17)

Plano terá de cobrir medicamento oral para tratar câncer (Págs. 1 e 11)


Infância perdida: Crianças no trabalho são 60 mil em MG
Número de menores entre 10 e 13 anos trabalhando no estado corresponde a 4,5% do total nessa faixa etária. No Brasil são 710 mil (5,2% dessa população). O trabalho antes dos 14 anos é proibido por lei. (Págs. 1 e 10)
Guerra da MP da Luz no Senado (Págs. 1 e 3)


Enem: Minas bate recorde de inscrições
Total de candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio no estado superou em um terço o do ano passado, somando 870.782 estudantes. No país foram 7.834.024. (Págs. 1 e 19)
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Jornal do Commercio

Manchete: Cobertura maior para plano de saúde
Proposta de atualização da ANS inclui cerca de 80 novos procedimentos e ampliação de outros 30. Tratamento e exames de câncer estão entre destaques, mas a lista é questionada. (Págs. 1, Economia 1 e 2)
Jucá recua na lei das domésticas
Pressionado pelo Planalto, o relator Romero Jucá mexeu outra vez na regulamentação e retomou as regras que valem para todos em relação ao FGTS. Assim, apenas domésticas demitidas sem justa causa poderão sacar os 40% do fundo. (Págs. 1 e Economia 8)
Cresce pressão em torno do Bolsa Família
Líder tucano Aécio Neves diz que Dilma deve desculpas ao povo pela boataria. (Págs. 1 e 6)
Queda na conta de luz garantida
Gleisi Hoffmann avisa que mesmo se MP caducar no Senado governo manterá a redução da tarifa. (Págs. 1 e Economia 6)
Fera só pode pagar a taxa do Enem até hoje (Págs. 1 e Cidades 5)


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Zero Hora

Manchete: Soja puxa reação das exportações gaúchas
Maior safra do grão da história garantiu salto de 33,2% em abril, na comparação com o mesmo mês de 2012. No acumulado de 2013, volume do RS ainda é negativo. (Págs. 1 e 15)
Fraude do leite: Fabricante admite nova contaminação com formol
Mu-Mu recolhe 990 mil litros do produto, que já haviam sido distribuídos nos três Estados do Sul. (Págs. 1, 18 e 20)
Anti-incêndio: Em busca de leis mais eficientes
Como legislações federais, estaduais e municipais podem garantir maior segurança. (Págs. 1, 4 e 5)
Justiça: Governo ganha novo round contra a Ford
Empresa volta a ser condenada a indenizar RS por ter desistido de instalar fábrica. (Págs. 1, 8 e 10)
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Brasil Econômico

Manchete: Percepção de inflação é maior que os índices
Por mais que os números demonstrem uma inflação controlada e o governo garanta que ficará dentro da meta, os consumidores percebem uma alta constante dos preços, como os de alimentos e eletrônicos. Economistas alertam para o efeito desta sensação, tanto na retração do consumo quanto na questão política. (Págs. 1, 4 e 5)
Mercado: Cai o investimento estrangeiro na Bolsa
Após quatro meses de saldo positivo, a tendência se inverteu na BM&FBovespa. Até o dia 24, houve fluxo negativo de R$ 600 milhões, num movimento que acentuou a queda paulatina do ingresso líquido de recursos externos desde janeiro. (Págs. 1, 18 e 19)
Mineração: Novo marco legal será mais brando
Para evitar impasse, governo transformará o DNPM em agência reguladora e discutirá as regras mais na frente. (Págs. 1 e 3)
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EBC Serviços
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