Bom dia! Confira os destaques dos principais jornais desta sexta-feira, 21 de junho. Cabo Frio terá totem digital para informações aos turistas na rodoviária.



Folha de S.Paulo
O Estado de S.Paulo
Mais de 1 milhão vai às ruas no País; violência marca protestos
O Globo
O Brasil nas ruas: Sem controle
Valor Econômico
Petrobras pode ter prejuízo trimestral com alta do dólar
Correio Braziliense
Um gigante fora de controle
Estado de Minas
O gigante quer muito mais
Zero Hora
Dilma convoca reunião de emergência após protestos
Brasil Econômico
População paga por redução das tarifas de ônibus
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Jornais internacionais
The New York Times (EUA)
Nível de revolta no Brasil surpreende até manifestantes
Le Figaro (França)
Pensões: Hollande quer poupar os funcionários
El País (Espanha)
Universidades se unem contra corte de Wert nas bolsas de estudos
Clarín (Argentina)
Cristina endureceu seu ataque à Corte por frear reforma














O Globo

Manchete: O Brasil nas ruas: Sem controle
Em noite de novos conflitos, depredações e saques, Itamaraty e prefeitura do Rio são atacados.

Partidos políticos tentam entrar em manifestações e são expulsos.

Depois de terem conseguido os primeiros resultados concretos, com a redução de tarifas de ônibus em várias capitais, os protestos que tomaram conta das ruas do país tiveram ontem o seu dia mais violento, marcado por confrontos em pelo menos dez cidades. Em Brasília, manifestantes atearam fogo às janelas do Itamaraty e tentaram invadir o prédio: 39 pessoas saíram feridas. No Rio, a caminhada pacífica, com 300 mil pessoas, foi interrompida pela ação de radicais que tentaram invadir a sede da prefeitura. Houve, na sequência, depredação de prédios públicos, pontos de ônibus e sinais de trânsito, saques e focos , de incêndio. Em São Paulo, onde surgiu o Movimento Passe Livre, a manifestação, com 100 mil pessoas, foi pacífica na maior parte do tempo. O MPL se retirou do ato, informando que não assumiria novas reivindicações diante da ação de grupos radicais. Em Campinas, a prefeitura foi apedrejada, e houve confronto com a PM. Em Ribeirão Preto, 12 pessoas foram atropeladas durante o ato, e um jovem de 18 anos morreu. Em várias capitais, houve rejeição aberta a integrantes de partidos políticos. Os que tentaram entrar nas manifestações foram expulsos. A presidente Dilma adiou viagem ao Japão e convocou reunião de emergência para hoje. Em sua proteção, o Exército cercou o Palácio. (Págs. 1 e 3 a 16)

Colunistas
Merval Pereira
O partidarismo não contaminou o movimento. (Págs. 1 e 4)

Míriam Leitão
Ofensas ao país foram criando vontade de ir às ruas. (Págs. 1 e 26)

Anselmo Gois
Manifestações já fazem pensar sobre Copa de 2014 nos EUA. (Págs. 1 e 18)

Arthur Dapieve
‘O que nós queremos. Mário Alberto? É poder.” (Págs. 1 e Segundo Caderno)

Hermano Vianna
É preciso novas ferramentas para analisar os fatos. (Págs. 1 e Segundo Caderno)

Nelson Motta
Políticos fingem que indignação de jovens não é com eles. (Págs. 1 e 23)

Na Copa do protesto...: Manifestações crescem em estádios
Apesar do veto da Fifa, cartazes de apoio aos protestos voltaram a surgir ontem na goleada histórica (10 a 0) da Espanha sobre o Taiti, no Maracanã. (Págs. 1 e Caderno Esportes)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Mais de 1 milhão vai às ruas no País; violência marca protestos
Atos se espalharam por 75 cidades.

Em Brasília, a polícia reprimiu tentativa de invasão do Itamaraty.
22 ficaram feridos no Rio.

Uma pessoa morreu atropelada em Ribeirão Preto • Em São Paulo, houve incidentes entre militantes do PT e manifestantes.

Mesmo após a redução das tarifas de transporte público em 12 capitais e em dezenas de municípios, novas manifestações levaram ontem mais de 1 milhão de pessoas às ruas de 75 cidades do País. A violência marcou os protestos em diversos pontos. Uma pessoa morreu atropelada em Ribeirão Preto (SP). Em Brasília houve tentativa de invasão do Palácio do Itamaraty. Manifestantes se aglomeraram na rampa de acesso e tentaram invadir o edifício, mas foram contidos pela polícia. Em São Paulo, protestos tiveram incidentes entre manifestantes e militantes do PT, convocados para uma “onda vermelha”, que fracassou. Cinco rodovias no entorno da capital foram bloqueadas. No Rio, confrontos deixaram 22 feridos. Em Porto Alegre houve saques a estabelecimentos comerciais. Em Salvador, manifestantes e Tropa de Choque entraram em confronto. Nas redes sociais, novas bandeiras eram discutidas. Em meio às reivindicações sociais e políticas, se destacou um slogan: “Sem partidos”. (Págs. 1 e metrópole A11 a A24)

Vladimir Palmeira,
Economista e líder estudantil em 66
"A juventude brasileira começa a achar que pode construir um país melhor"

Dilma cancela viagens e monta pacote para jovens
Com o clima tenso ontem, a presidente Dilma Rousseff enquadrou a direção do PT, que estimulou militantes a se unirem aos protestos das ruas, costurou com urgência um pacote para a juventude e cancelou viagens que faria para Salvador e para o Japão. O pacote deve reforçar e criar programas na área de educação e social. (Págs. 1 e Política A4)
Rio: Confrontos deixam ao menos 22 feridos
Protesto reuniu 300 mil e confronto deixou 22 feridos. Um repórter foi atingido por bala de borracha. (Págs. 1 e A17)

Salvador: Choques e destruição perto de estádio
Choques perto da Arena Fonte Nova, onde jogaram Uruguai e Nigéria, deixaram rastro de destruição. (Págs.1 e A18)

Análises 
Dora Kramer
PT tenta convencer que não é vidraça
As ruas não receberam bem a tentativa do PT de posar de estilingue para se desviar das pedras atiradas. (Págs. 1 e A6)

Fernando Gabeira
Sra. Rousseff, algo está acontecendo
O sistema de dominação que transformou nossa política num bordel entrou em declínio. (Págs. 1 e A2)

José Álvaro Moisés
0 mal-estar da democracia que temos
O exame das implicações da experiência talvez aponte para questões que tocam na qualidade da democracia. (Págs. 1 e A19)

Washington Novaes
Protestos, de onde vêm e para onde irão
Os índices de inflação e os custos de alimentos têm tido nestes atos importante presença. (Págs. 1 e A2)

Câmara articula barrar PEC do MP e ‘cura gay’
Parlamentares discutirão projetos que agradam aos manifestantes, como a PEC 37 - proposta de emenda que limita o poder de investigação criminal do Ministério Público - e o chamado projeto da “cura gay”. (Págs. 1 e A8)
BC intervém, mas dólar sobe 2,45% e fecha a R$2,259
Três intervenções feitas ontem pelo Banco Central não foram suficientes para conter uma alta de 2,45% do dólar, que fechou a R$ 2,259. A indicação do Fed de que iniciará a retirada dos estímulos fiscais provocou uma forte saída dos investidores dos mercados emergentes. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Taleban exige que EUA libertem 5 militantes (Págs. 1 e internacional A8)


Brasil negocia com Bolívia asilo a senador (Págs. 1 e internacional A9)


STF libera discussão sobre mais partidos
Por sete votos a três, o STF derrubou liminar do ministro Gilmar Mendes e liberou o Congresso para analisar e votar projeto de lei que inibe a criação de novos partidos. (Págs. 1 e Política A6)
Jim Kuhmenn: Limites de Obama
Nas últimas semanas, o presidente americano conclamou aliados estrangeiros e rivais dos EUA, e recebeu uma boa dose de contestações. (Págs. 1 e Visão Global A9)

Notas & informações: A pergunta das ruas
A pergunta foi lançada: por que não se adota o “padrão Fifa” para melhorar os serviços públicos? (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense
Manchete: Um gigante fora de controle
Mais de 1,4 milhão de brasileiros saíram às ruas em 111 cidades, numa das maiores manifestações da história do Brasil. Embora a maioria dos protestos tenham sido pacíficos, houve ataques ao patrimônio, saques, acidentes e confrontos com policiais em pelo menos quatro capitais. Em Brasília, 35 mil pessoas ocupavam a Esplanada dos Ministérios sem maiores incidentes até que um pequeno grupo tentou invadir o Itamaraty, apedrejou a Catedral e destruiu equipamentos urbanos. A presidente Dilma convocou uma reunião ministerial de emergência para discutir a crise.

Brasília: Com rosto coberto e armados de paus, jovens atearam fogo à fachada do Itamaraty, quebraram vidraças, entraram pela portaria lateral e picharam paredes internas. Mais tarde, na descida para a Rodoviária, atiraram pedras na Catedral e fizeram fogueiras com o que encontravam pela frente. No fim da noite, o saldo era de 127 feridos.

São Paulo
Ato reúne 356 mil com poucos incidentes.

Ribeirão Preto
Motorista fura bloqueio, atropela e mata ativista.

Recife
Mais de 50mil fazem marcha pacífica.

Salvador
Grupo entra em confronto com PM próximo a estádio. (Págs. 1 e 2 a 10, 21 a 27 e 30 e Visão Correio)

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Valor Econômico

Manchete: Petrobras pode ter prejuízo trimestral com alta do dólar
A desvalorização do real deve fazer estragos no balanço da Petrobras. Com o dólar cotado a R$ 2,20, o impacto no lucro do segundo trimestre ficará perto de R$ 6,6 bilhões, segundo cálculo do Itaú BBA. Os analistas Paula Kovarsky e Diego Mendes estimam que se o dólar fechar junho a R$ 2,30 a Petrobras deverá ter prejuízo no segundo trimestre, assim como ocorreu em igual período do ano passado. O impacto maior será na dívida em moeda estrangeira da empresa, que será corrigida pela cotação do dólar no último dia do mês - data de encerramento do trimestre.

Além desse problema, com o dólar a R$ 2,30, estima-se que a defasagem de preço da gasolina e do diesel chegue a 30%, criando nova pressão sobre o governo para um aumento dos combustíveis, tema incendiário para a inflação. Esse cenário está perto de se tornar realidade, já que ontem o dólar fechou cotado a R$ 2,258, com alta de 1,71%. (Págs. 1 e B1 e B2)

Captações de recursos são suspensas
A deterioração das condições de mercado provocada pela perspectiva de fim dos estímulos monetários nos Estados Unidos praticamente fechou as portas para a captação de recursos pelas empresas brasileiras no mercado de capitais. Depois das emissões de bônus no exterior e das ofertas de ações, até as debêntures, que vinham se mostrando mais resistentes ao choque externo, começaram a ser afetadas. A BNDESPar, unidade de participações em empresas do banco de desenvolvimento, suspendeu ontem uma emissão de debêntures de R$ 2,5 bilhões. No mercado de ações, o cenário já havia se tornado difícil como mostrou o cancelamento da abertura de capital da Votorantim Cimentos. (Págs. 1 e C1)
Distorção no câmbio fica fora da OMC
As distorções cambiais denunciadas por alguns países não podem ser avaliadas em negociações dentro da Organização Mundial do Comércio, disse o diretor-geral eleito da OMC, Roberto Azevêdo, durante o evento "Novo momento no comércio mundial", promovido ontem pelo Valor.

Azêvedo, que será empossado em 1º de setembro, disse que não considera os movimentos de EUA e China como "guerra cambial". A assimetria cambial, afirmou, é uma das principais questões na pauta dos países quando se discute hoje o comércio exterior. "Mas o valor de uma moeda nacional é consequência de medidas tomadas nas áreas fiscal, monetária e tributária e, por isso, não é algo que possa sofrer nenhum tipo de controle por parte da OMC". (Págs. 1 e A6)

Mais protestos, invasões e violência
Manifestantes quebraram vidros de janelas invadiram ontem à noite o prédio do Itamaraty, em Brasília. Chegaram a atear fogo no edifício, que foi rapidamente debelado. Em pelo menos 20 capitais e grandes cidades do país, cerca de 1 milhão de pessoas participaram de passeatas. Houve inúmeros confrontos com a polícia.

No Rio, que fez o maior protesto desde o início das manifestações, há 15 dias, com 300 mil pessoas, alguns manifestantes tentaram invadir a prefeitura e o Maracanã e foram impedidos por forças policiais. Em Ribeirão Preto um estudante de 18 anos, atropelado, morreu. Foi a primeira morte dos protestos. (Págs. 1 e A8, A10 e A12)

Ano infernal para as 'X' de Eike Batista
A crise de confiança enfrentada pelo Grupo EBX, do empresário Eike Batista, está completando um ano, período em que sofreu a forte desvalorização na Bolsa. As ações de mineradora OGX, por exemplo, caíram 91,08%. A situação levou o grupo a fazer ampla reestruturação, que incluiu o acordo de cooperação estratégica com o BTG Pactual e a venda de participações acionárias da empresa de energia MPX e de participações em blocos de exploração da petroleira OGX. O processo de parcerias tende a continuar. Houve ainda revisões de planos de negócios, atrasos em cronograma de obras, mudança no escopo de projetos, demissões de diretores e empregados. As mudanças não aliviaram, porém, a pressão sobre as companhias. (Págs. 1 e B6)
Remuneração em ações paga INSS
O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais julgou os primeiros processos sobre a tributação das stock options e, com apenas um voto de desempate, decidiu favoravelmente à Receita Federal. Duas câmaras diferentes decidiram que a ALL e a Cosan devem pagar contribuições previdenciárias sobre valores referentes a essa espécie de remuneração de funcionários. No caso da ALL, o valor do auto de infração original é de cerca de R$ 15 milhões. O da Cosan é de aproximadamente R$ 30 milhões. Cabe recurso de ambas as decisões.

No Brasil não há lei sobre stock options. A Lei das Sociedades Anônimas estabelece só que empresas podem oferecer opções de aquisição de ações a empregados e administradores. (Págs. 1 e E1)

Produtividade baixa no Brasil
No longo prazo, o principal entrave ao crescimento econômico brasileiro não está no comércio exterior ou no mercado de trabalho, mas na baixa produtividade da economia, avalia Robert Atkinson, da Fundação para Inovação e Tecnologia da Informação (ITIF, na sigla em inglês). (Págs. 1 e A2)
Câmbio argentino
Na contramão do mundo, o dólar como aplicação tem viés de baixa na Argentina. A cotação do dólar recuou de 10,5 pesos na primeira quinzena de maio para 7,80 pesos anteontem. (Págs. 1 e A17)
Acesso ao NYT
O jornal “The New York Umes” vai adotar um novo modelo de pagamento para seus aplicativos móveis, limitando a três o número de artigos gratuitos a que os leitores podem ter acesso por dia. (Págs. 1 e B3)
Parceria da Microsoft e da HP
A Microsoft e a HP uniram-se para oferecer ao mercado empresarial softwares, serviços e equipamentos para administrar o volume de dados que trafegam em suas redes (conhecidos como “Big Data”). (Págs. 1 e B3)
Importação de roupas em alta
Varejistas de vestuário no Brasil não devem reduzir suas importações por causa da alta do dólar. Se a valorização perdurar, as companhias pretendem repassar parte do aumento ao consumidor, segundo a Associação Brasileira do Varejo Têxtil. (Págs. 1 e B4)
Galeazzl deixa o Pão de Açúcar
Quatro meses após sua indicação ao conselho de administração do Grupo Pão de Açúcar, Cláudio Galeazzi renunciou ao cargo, em carta encaminhada ao presidente do conselho, Abilio Diniz, que o indicou para a função. (Págs. 1 e B4)
Inflação das tarifes de ônibus
A revogação do aumento das tarifas de transporte em São Paulo e no Rio poderá dar uma pequena ajuda à inflação de 2013.0 impacto dessa decisão e os reajustes negativos em Porto Alegre e no Recife, alivia o IPCA em 0,1 ponto percentual. (Págs. 1 e A4)
Cabotagem em expansão
A Mercosul Line, empresa de cabotagem que atua no Brasil, prevê crescer 20% este ano, em linha com o que o mercado de navegação doméstica projeta, diz Roberto Rodrigues. A companhia é uma subsidiária da Maersk Line. (Págs. 1 e B7)

Commodities em queda
A reação dos mercados à sinalização do banco central dos EUA de que pode reduzir a liquidez derrubou as cotações das commodities ontem, incluindo agrícolas, petróleo e metais não ferrosos. (Págs. 1 e B7 e B11)

Dúvidas sobre ajuda à Grécia
O FMI poderá suspender os desembolsos do pacote de ajuda financeira à Grécia até o fim do mês, se a zona do euro não eliminar um déficit de € 3 bilhões a € 4 bilhões surgido no programa de resgate de € 172 bilhões ao país. (Págs. 1 e C11)
Ideias
Claudia Safatie
Governo precisa de um choque de confiança porque uma percepção ruim está impondo “overshooting” do câmbio e dos juros. (Págs. 1 e A2)

Maria Cristina Fernandes
Se a moçada busca um jeito novo de fazer a coisa, deve procurar na vizinhança, nas carcomidas câmaras municipais. (Págs. 1 e A8)


Aperto no crédito e recuo na indústria ampliam incertezas sobre a China (Págs. 1 e A19)


País pode ter perdido o melhor momento do bônus demográfico (Págs. 1 e Eu&Fim de Semana)


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Estado de Minas

Machete: O gigante quer muito mais
Protestos crescem no país, mesmo com reduções de passagens, inclusive em Minas.

Confrontos violentos entre polícia e manifestantes voltam a ocorrer em várias capitais.

Ativistas exaltam símbolos nacionais, como hino e bandeira, e repudiam partidos.

Concentrações populares são usadas para divulgar as mais variadas reivindicações.

A exemplo do que fizeram São Paulo e Rio, as tarifas de transporte público estão sendo reduzidas em vários outros pontos do Brasil. Na Grande BH, os ônibus metropolitanos ficam 3,65% mais baratos em 1° de julho, com a passagem predominante passando de R$ 3,45 para R$ 3,30. Contagem e Ibirité também diminuíram o custo dos coletivos, enquanto a capital e Betim caminham para fazer o mesmo. Entretanto, isso não arrefeceu os protestos de rua, que até aumentaram.

Ontem ocorreram grandes manifestações nas principais capitais brasileiras. Na capital mineira, cerca de 20 mil pessoas se reuniram na Praça Sete, seguindo para a Praça da Liberdade e Câmara Municipal, sem maiores incidentes. Mas houve violentos choques entre militantes e policiais, que dispararam bombas e tiros de borracha, principalmente no Rio, onde um grupo tentou invadir a prefeitura, e em Brasília, com tentativas de invasão ao Congresso e ao Palácio do Itamaraty.
(Págs.1 e 3 a 7 e 19 a 22 e o editorial 'Recado das Passeatas', na 8)

Verba federal: Erro mudará repasse para todo o estado
Governo admite erro na distribuição do Fundo Nacional da Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb)e vai compensar no restante do ano. Assim, 700 cidades mineiras receberão R$ 26 milhões a menos e 153 vão ganhar R$39 milhões a mais. (Págs. 1 e 10)
Sem trégua: Desconfiança põe dólar em novo recorde
Fuga em massa de investidores dos mercados emergentes por causa de fim de estímulos na economia dos EUA elevou a moeda norte-americana ao maior patamar desde abril de 2009, cotada a R$2,259.

O Banco Central interveio três vezes para tentar conter o câmbio. (Págs. 1 e 11)

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Jornal do Commercio

Manchete: Guerra e paz
O Recife deu uma lição ao resto do País, ontem, levando dezenas de milhares de pessoas às ruas, que passaram sua mensagem de insatisfação, sem violência. Houve apenas incidentes isolados. O mesmo não pode ser dito de outras capitais, onde houve confronto. Em Brasília, grupo tentou invadir e tocar fogo no Palácio do Itamaraty. No Rio, pancadaria geral. Carro do SBT foi incendiado, houve saques e muita confusão, fato que se repetiu em várias cidades. Até às 23h30, clima continuava tenso. (Págs. 1 e Capa Dois e Especial, 1 a 12)

Espanha arrasa o Taiti e o Brasil já está em Salvador
Fúria aplicou um histórico 10x0 na frágil equipe da Oceania. Seleção enfrenta a Itália amanhã na disputa pelo 1° lugar do grupo A. (Págs. 1 e Copa das Confederações 1 a 8)
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Zero Hora

Manchete: Dilma convoca reunião de emergência após protestos
Presidente se reunirá com principais ministros para avaliar conduta do governo e medidas como pronunciamento em rede nacional. Em vários pontos do país, manifestações começaram em paz e se encerraram com violência.

Sob chuva, milhares de pessoas foram às ruas em Porto Alegre para novo ato. Em capitais e pelo interior do Brasil, a cena se repetiu em pelo menos 100 cidades.

O Rio, que concentrou 300 mil pessoas em passeata, teve imagens marcantes de mobilização pacífica, mas também confronto de manifestantes com polícia.

Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília, teve parte das vidraças quebrada e princípio de incêndio causado por coquetel molotov. (Págs. 1 e 4 a 29)

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Brasil Econômico

Manchete: População paga por redução das tarifas de ônibus
Sem margem política para aumentar impostos, os prefeitos já avisaram que vão rever orçamento para acomodar o corte, o que deve atingir programas de habitação. Ontem milhares de pessoas voltaram às ruas de diversas cidades do país. (Págs. 1 e P3 a 6)
Mercados: Oscilações especulativas
No dia seguinte ao pronunciamento do Fed, o dólar subiu 1,71%, cotado a R$ 2,25. A valorização, dizem analistas, está longe de caracterizar uma saída frenética de capital. Já a Bovespa, após cair 4% pela manhã, fechou com alta de 0,67%. (Págs. 1 e P16, 17 e 19)
Aeroportos: Concentração de grupos na administração de unidades impede investimentos. (Págs. 1 e P10)

Negócios: BRF ignora saída de empresas brasileiras e mantém aposta na Argentina. (Págs. 1 e P13)


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