Bom dia! Vamos com as manchetes e as notícias dos jornais desta segunda-feira, 17 de junho. Cabo Frio terá atividades contra violência ao idoso | Semana de Enfrentamento à Violência Contra o Idoso começa hoje e terá como ponto alto uma caminhada na sexta-feira, na Praça Porto Rocha




Folha de S.Paulo
O Estado de S.Paulo

Protesto ganha apoio e governo descarta Choque
O Globo

Maracanã renasce à italiana
Valor Econômico

Fuga da bolsa faz Vale cair à menor cotação desde 1999
Correio Braziliense

Onda de protestos leva governos à negociação
Estado de Minas
Jornal Impresso
Tribunal suspende licitações de R$ 1,2 bi
Zero Hora

Vaias à presidente - Planalto abafa; oposição vê sintoma de desgaste
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Jornais internacionais
The New York Times (EUA)
Plano de Bloomberg visa exigência de compostagem de alimento
The Washington Post (EUA)
Banco de dados de fotos vira tesouro para a polícia
The Times (Reino Unido)
Primeiro Ministro fala de enorme abismo para chegar em acordo com a Síria
El País (Espanha)
Londres espionou delegados do G-20 em 2009
Clarín (Argentina)
Lanús vence River e Newell's já se sente campeão


O Globo

Manchete: Maracanã renasce à italiana
Com aplausos da torcida brasileira para Pirlo, que completava cem jogos por sua seleção, e Balotelli, cujo nome chegou a ser entoado pelo público da Itália venceu o México por 2 a 1 na estreia do Maracanã na Copa das Confederações. O estádio passou no teste, apesar do som ruim, da mobilidade dificultada pelo pequeno espaço entre os assentos e da falta de sinalização. Do lado de fora, a PM reagiu com bombas de gás, spray de pimenta e balas de borracha a um protesto pacífico da cerra de mil jovens contra os gastos com a Copa. No outro jogo de ontem, a Espanha, muito vaiada pelos pernambucanos, derrotou o Uruguai por 2 a l em Recife. (Pág. 1)
O Brasil e o mundo de olho em São Paulo
Protestos contra o aumento das tarifas de ônibus estão marcados para hoje em quatro capitais. Em São Paulo, desta vez, o governo promete não usar a Tropa de Choque. Atos de apoio aconteceram ontem na Europa e nos EUA. (Págs. 1 e 3)
Presídios fora da lei: Apenas 10% dos presos estudam
No país, 40% das instituições penais não possuem salas de aula

Em vigor há dois anos, legislação que obriga a oferta de atividades educacionais aos detentos esbarra na falta de infraestrutura

Dos quase 540 mil presidiários hoje no Brasil, 88% não têm o ensino básico completo. Mesmo diante desse cenário, apenas 54 mil presos estão frequentando salas de aula dentro das unidades prisionais. Em vigor há dois anos, a lei que dá aos detentos o direito de reduzir a pena frequentando salas de aula esbarra na falta de infraestrutura. Levantamento feito pelo Ministério da Justiça, a pedido do GLOBO, mostra que, das 1.410 prisões do país, 40% (565) não oferecem acesso à educação. O Departamento Penitenciário Nacional reconhece a baixa oferta de ensino. (Págs. 1 e 6)

Retratos do Rio: A força das mulheres cariocas
Quase metade dos domicílios do Rio (46,5%) é chefiada por mulheres, mostra um estudo do Instituto Pereira Passos que teve como base os Censos Demográficos de 2000 e 2010. Os números também mostram que um quinto das chefes de família cariocas ganha menos de um salário mínimo e que a taxa de fecundidade na cidade diminuiu. (Págs. 1 e 7)
Grupo X: O Globo errou sobre empresas de Eike
Em reportagem na última sexta-feira sobre o Grupo X, O GLOBO errou ao afirmar que as empresas de Eike Batista já deviam mais do que valiam. Na verdade, o patrimônio líquido de R$ 18 bilhões das empresas que compõem o grupo já desconta o valor das dívidas. (Págs. 1 e 18)
Privacidade em foco: ‘Guardian’: Reino Unido vigiou G-20
Reportagem revela que delegados tiveram ligações e e-mails espionados pela inteligência britânica em 2009. Informação é do ex-técnico que vazou programa similar dos EUA. (Págs. 1 e 24)
Efeitos do câmbio: Eletroportátil com sotaque chinês
Sem condições de concorrer com os importados da China e sem incentivo do governo, o Brasil quase deixa de produzir ferros de passar, aspiradores e secadores. Nos eletrodomésticos, o dólar alto ainda deve elevar os preços neste ano. (Págs. 1 e 17)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Protesto ganha apoio e governo descarta Choque
Secretário diz que não vai usar balas de borracha e chama líderes para diálogo no dia da quinta manifestação

Em uma mudança de estratégia, o governo do Estado afirmou que a Polícia Militar não vai usar a Tropa de Choque nem balas de borracha na manifestação contra o aumento das tarifas do transporte público marcada para hoje, às 17h, no Largo da Batata, na zona oeste de São Paulo. Também foi garantido que ninguém será detido por portar vinagre, líquido que ameniza o efeito do gás lacrimogêneo. O secretário da Segurança, Fernando Grella Vieira, convidou 0 Movimento Passe Livre (MPL) para uma reunião às toh, e integrantes do grupo já confirmaram a presença. No Facebook, a quinta manifestação já linha tnais de mil confirmações de participação ontem à noite. Sobre possíveis abusos da PM, Grella afirmou que “quem se desviou das normas c agiu abusivamente tem de responder". O comandante geral da PM, Benedito Meira, disse esperaruma manifestação “ordeira” e “pacífica”. Segundo ele, haverá policiais à paisana no evento para verificar a ação da própria PM. Um “roteiro de conduta” para quem vai participar dos protestos está circulando na internet e pede que se evite a depredação. (Págs. 1 e Metrópole A11 e A12)

Atos na Europa e nos EUA
Manifestações lideradas por brasileiros reuniram centenas de pessoas em Berlim, Dublin e Washington contra a violência policial no BrasiL Haverá eventos em mais 27 cidades. (Págs. 1 e Metrópole A13)

Governo vai anunciar pacote para mineração
A presidente Dilma Rousseff deve anunciaram amanhã o 20% pacote de medidas de estímulo à economia de seu governo. Na visão do Planalto, o novo Código de Mineração deve impulsionar os investimentos do setor já a partir do segundo semestre. As medidas terão a forma de projeto de lei para obter uma tramitação mais suave do que se fosse por MP. (Págs. 1 e Economia B3)

Parceria
A ministra da Casa Civil, Glelsi Hoffmann, diz que o governo precisa “da contrapartida do selor privado". (Págs. 1 e B3)

Senado amplia máquina de divulgação
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), acelerou o ritmo de implantação de veículos oficiais de comunicação da Casa nos Estados. Mais de RS 15 milhões serão gastos este ano para montar uma máquina de comunicação com o aumento da presença da TV e da Rádio Senado. (Págs. 1 e Política A5)
Multidão apoia premiê turco contra ativistas
Recep Tayvip Erdogan reuniu milhares de militantes que apoiam a repressão a ativistas em Istambul. A polícia dispersou protestos com canhões d’água e gás lacrimogêneo. (Págs. 1 e Internacional A8)
Negócios: ALL é acusada de descumprir contratos
Maior concessionária da América do Sul, a ALL também é alvo de reclamações por má conservação dos 13 mil km de estradas de ferro que administra no Brasil. (Págs. 1 e B1)

União da laranja
Maiores produtores do país se unem e criam empresa para vender suco tipo exportação no mercado interno. (Págs. 1 e B10)

Propostas e projetos de lei colocam MP em xeque (Págs. 1 e Nacional A4)


EUA vê ‘oportunidade’ no Irã após eleição de Rohani (Págs. 1 e Internacional A7)


Dilma deve ter participação discreta na final
Depois das vaias que recebeu na abertura da Copa das Confederações, Dilma Rousseff deverá ter participação mais discreta na final da competição no Maracanã. (Págs. 1 e D3)
Fotolegenda: PM reage a protesto no Rio
A PM reprimiu manifestação de cerca de mil pessoas nas imediações do Maracanã antes e durante o jogo. (Págs. 1 e D3)
José Roberto Toledo
A falência dos políticos
O apagão de lideranças no Brasil é mais contundente do que os cassetetes da PM paulista. Unanimidade, só a do vinagre. (Págs. 1 e Política A6)

Notas & Informações
O Poder ausente
Ao rejeitar novas regras do FPE, deputados dão mostra da pouca conta que têm pelo Congresso. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Onda de protestos leva governos à negociação
A escalada de manifestações contra os aumentos das tarifas de ônibus e contra os gastos com a Copa do Mundo teve mais um capítulo violento ontem. Cerca de 300 pessoas foram contidas pela polícia com bombas de gás lacrimogêneo, spray de pimenta e tiros de bala de borracha, antes do jogo México e Itália, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

Governos municipais, estaduais e o federal abrem a semana em busca de uma solução negociada para a crise. O ministro Gilberto Carvalho recebe, hoje, no Planalto, representantes dos grupos que participaram do movimento de sábado no Mané Garrincha. Em São Paulo, o governador, Geraldo Alckmin, aceitou dialogar. Os atos ganharam a solidariedade de brasileiros em Dublin, na Irlanda. (Págs. 1, 4 e 17)

Vaias a Dilma fazem Planalto mudar estratégia
A repercussão negativa dos apupos de torcedores Leva o governo a tomar cuidado com a exposição da presidente e a rever as prioridades. Políticos e especialistas divergem sobre o impacto da hostilidade. (Págs. 1, 2, 3 e coluna Nas Entrelinhas)
Bem na foto
Depois da vitória sobre o Japão por 3 x 0, a pressão pela estreia na Copa das Confederações deu Lugar à descontração. Ontem, foi dia de treino leve para a Seleção Brasileira no CT do Corpo de Bombeiros, com tempo até para fotografias da delegação. (Págs. 1 e Superesportes 4 e 5)
Habitação: Casa própria mais longe da classe C
A compra das unidades de R$ 200 mil exige entrada de R$ 40 mil e prestações de R$ 2 mil, o que dificulta o acesso da nova classe média ao financiamento, mesmo facilitado por programas do governo. (Págs. 1 e 7)
Tensão causa instabilidade na Turquia (Págs. 1 e 12)


Lei Seca: 3,9 mil vão acertar contas com a Justiça
Medidas vigentes a partir de 2008 conseguiram reduzir a violência nas ruas provocada pela ingestão de álcool e muitos motoristas esperam julgamento. No entanto, brechas na legislação estimulam infratores. (Págs. 1, 20 e 21)
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Valor Econômico

Manchete: Fuga da bolsa faz Vale cair à menor cotação desde 1999
Primeira empresa brasileira considerada investimento não-especulativo por agências classificadoras de risco, em 2005, a Vale viu suas ações descerem ao menor valor desde março de 1999, época da maxidesvalorização do real. Com o aparente fim da bonança das commodities e do otimismo dos investidores estrangeiros com o Brasil, o valor de mercado da mineradora está abaixo de seu patrimônio líquido, de R$ 156,52 bilhões (31 de março, último dado disponível).

A relação entre o preço de bolsa e o valor patrimonial de um ação (o patrimônio dividido pela quantidade de ações)é um dos indicadores usados pelos investidores para se saber se o papel esta barato ou caro. Esse indicador chegou a 4,92 vezes no fim de 2004 — ou quase cinco vezes o patrimônio. Na sexta-feira, estava em 0,95.

O preço do minério de ferro, principal produto da empresa, acumula uma queda de 30% em três meses, em consequência da redução das compras das siderúrgicas chinesas, seus maiores clientes.

A queda do índice Bovespa no ano chegou a 19% na sexta-feira. Ela acumula em junho a maior perda mensal em 2013, de 7.8%. Apesar de as aplicações superarem as retiradas em RJ 3,4 bilhões no ano até agora, o saldo estrangeiro está negativo cm R$ 4,9 bilhões só em junho. Nos últimos 30 dias, o investidor internacional já retirou mais de RS 8 bilhões da bolsa.

Nesse ambiente, a desvalorização dos ativos locais não se restringe à Vale. Entre as maiores empresas, a Petrobras vem sendo negociada abaixo do valor patrimonial desde julho de 2011. Já a Eletrobras tem patrimônio avaliado em RS 66,7 bilhões, mas seu valor de mercado é espetacularmente menor: R$ 7,84 bilhões.

Se as estatais não são surpresa, a lista de pechinchas da bolsa brasileira inclui outras raridades. A siderúrgica Gerdau, empresa com operações no Brasil e nos Estados Unidos que já chegou a valer quatro vezes o PL, está hoje em 0,81.

Entre as 20 maiores companhias por valor de mercado, a fabricante de cosméticos Natura, a de cigarros, Souza Cruz,e a operadora de cartões de crédito Cielo são as que têm os preços mais “inflados'', negociadas por mais de 15 vezes o patrimônio. (Págs. 1, B1 e D1)

Royalties de mineração vão render R$ 4,2 bi
A presidente Dilma Rousseff anuncia amanhã o nora Código de Mineração. Serão três projetos de lei, em regime de urgência. As dificuldades com a MP dos Portos fizeram o governo desistir de mudar as regras por medida provisória. Uma das últimas simulações feitas por técnicos indica que a receita com a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais aumentará de R$ 1,8 bilhão para cerca de R$ 4,2 bilhões ao ano. A alíquota do minério de ferro subirá de 2% para 4%, passando a incidir sobre a receita bruta das empresas e não mais sobre o faturamento líquido. Até a semana passada, a decisão era manter a aluai distribuição dos royalties, que privilegia os municípios produtores. (Págs. 1 e A14)
Não há limite para alta de juros, diz Tombini
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. garante: fará o que for necessário para combater, “sem alívio nem trégua",a inflação. “A política monetária vai fazer o que tiver que ser feito", disse, assertivo. O objetivo, com o manuseio dos juros, é encerrai o ano com uma variação do 1PCA menor do que os 5,84% de 2012 e, para 2014, entregar uma inflação abaixo da deste ano. Neste mês, o IPCA chegará à casa dos 6,7% a 6,8% e, a partir daí, a taxa acumulada cm doze meses começará a ceder, afirma. Tombini descartou que haja limites previamente acertados à ação do BC, como, por exemplo, o de não elevar a taxa Selic a dois dígitos. "Não tenho limite”, afirma.

Tombini adiantou que poderá usar todos os instrumentos de que dispõe exclusivamente para conter a volatilidade cambial e para evitar disfunções no mercado, seja com a venda de dólares no “spot", no mercado futuro ou em leilão de linhas de crédito. Uma possibilidade, citou, é ofertar linhas de crédito em dólar como uma transição, até que as concessões e os leilões do campo de libra, do pré-sal, marcadas para outubro, reforcem o ingresso de recursos.

O país, diz ele, está preparado para enfrentar os efeitos da redução dos estímulos monetários pelo Federal Reserve. “Do ponto de vista da estabilidade sistêmica, estamos bem. Temos US$ 375 bilhões em reservas e mais de RS 400 bilhões em depósitos compulsórios", não há empresas locais aplicadas em derivativos tóxicos como em 2008 e quase não há fluxo de recursos externos de curto prazo. O repasse da desvalorização cambial para a inflação será tão menor “quanto mais o câmbio flutuar a política monetária estiver adequada". (Págs. 1 e Cl)

Para a Pimco, Brasil não apresenta risco
Brasil está resistente à volatilidade global e “fora de risco”. É o que diz Mohamed El-Erian, CEO da Pimco, uma das maiores gestoras de bônus de emergentes do mundo. Apesar de ter reduzido os investimentos aqui para diminuir o risco de seu portfólio, o gestor de cerca de USS2 trilhões de ativos afirma que Brasil e México foram “os menos afetados".

Para El-Erian, o país enfrenta a turbulência mundial relativamente bem por conta de políticas bem-sucedidas no passado. O ponto fraco da economia brasileira é a falta de “proatividade", essencial em momentos dc baixo crescimento. Reativos, os últimos sinais da política econômica têm sido ‘'confusos'', embora ele refute a ideia de que o governo tenha perdido credibilidade. (Págs. 1 e C12)

Pesquisas especiais
O Laboratório de Integração e Testes do Inpe receberá Investimentos de R$ 185 milhões até 2017 para montar um satélite de defesa e comunicações estratégicas, diz Geilson Loureiro. (Págs. 1 e B2)
DF quebra sigilo fiscal de milhares
O governo do Distrito Federal quebrou o sigilo fiscal do próprio governador, Agnelo Queiroz (PT), de outras autoridades locais e do governo federal—inclusive ministros das três principais cortes de Justiça. Agora, deve ser alvo de centenas de ações na Justiça por causa de uma ação para ampliar a receita tributária. Em abril, a Secretaria de Fazenda do DF publicou as doações feitas por mais de 20 mil pessoas, quebrando seu sigilo. O objetivo era cobrar o Imposto de Transmissão Causa Morris e Doação (RRCMD). Para isso. decidiu fazer um cruzamento entre seus dados e declarações do Imposto de Renda. Foram identificadas milhares de doações que não foram tributadas pelo Fisco local. (Págs. 1 e A4)
Ganhos maiores com as mulheres no comando
A América latina segue em menor escala a tendência dos Estados Unidos e Europa — empresas com pelo menos uma mulher no comando dos negócios têm um resultado significativamente maior do que naquelas em que o corpo executivo é formado exclusivamente por homens. Segundo pesquisa da McKinsey com 345 companhias latino-americanas listadas em bolsa em 2011, o retomo sobre patrimônio é 44% maior e a margem de lucro operacional (Ebit ou lucro antes de juros e impostos) é 47% superior.

A pesquisa aponta que as mulheres utilizam com mais frequência pelo menos cinco de nove condutas [idas como essenciais no comportamento de líderes — como desenvolvimento de pessoas, inspiração e decisões participativas.

Segundo a consultoria, estudos recentes indicam que além de representarem cerca de 50% dos consumidores, as mulheres controlam a decisão de compra de cerca de 70% dos bens de consumo ou US$ 20 trilhões, em termos globais.

Mesmo assim, o estudo mostra que a América latina está atrás da Europa, EUA e Ásia quando o tema é a participação das mulheres no alto escalão das corporações. Na média, elas representam 8% do corpo executivo das empresas e apenas 5% dos conselhos de administração, contra 10%, 17% e 8%, respectivamente. Os números do Brasil estão abaixo até da media latino-americana. A Colômbia demonstra ter a maior diversidade de gênero nas companhias.

As principais barreiras ao avanço das mulheres nas posições de liderança são a dupla jornada de trabalho e a necessidade de total disponibilidade. (Págs. 1 e D3)

PT dividido quanto ao "Volta Lula"
Alimentado por problemas na economia, dúvidas sobre o impacto dessas dificuldades nas eleições e pelas queixas contra a presidente Dilma Rousseff na base aliada, cresce no PT o movimento “Volta Lula". Há petistas que sonham; sindicalistas que pressionam; e o próprio ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que diz que não quer. Para falar sobre o assunto com petistas, é preciso romper uma barreira similar à existente quando abordados sobre o mensalão. A partir daí, são dois grupos. Os que querem evitar que o assunto vá adiante, por receio de contaminar o partido, depois a base aliada e criar um movimento político que torne a ideia irreversível. E os que querem exatamente isso. (Págs. 1 e A7)
Mercado de defesa
Exportações americanas de produtos e serviços na área de defesa para o Brasil aumentaram 37% no ano passado, para US$ 633 milhões. Copa e Olimpíada aguçam o interesse de fornecedores. (Págs. 1 e A2)
Brasil questiona China na OMC
O Brasil vai questionar a China na Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa de obstáculos técnicos enfrentados pelo país na exportação de equipamentos médicos. (Págs. 1 e A4)
Negócios da Copa
Empresas aéreas e a rede hoteleira projetam cenários distintos para os negócios durante a Copa do Mundo, em 2014. As aéreas esperam acréscimo modesto na demanda, inferior a 10%, enquanto os hotéis acreditam em alta superior a 15%. (Págs. 1 e B4)
FGTS penhorável
O Superior Tribunal de Justiça decide que recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) transferido para aplicação financeira perde caráter alimentar e pode ser penhorado. (Págs. 1 e E1)
Ação alemã contra a Ambev
Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional emitiu parecer favorável a grupo alemão, acionista da então Cervejaria Brahma, que teve as ações bloqueadas pelo governo de Getúlio Vargas durante a 2ª Guerra. O valor das ações, hoje, ultrapassaria R$ 1 bilhão. (Págs. 1 e E1)
Devolução do ISS na leasing
Vencedoras de disputa bilionária contra os municípios no Superior Tribunal de Just iça, as empresas de leasing já podem exigir a devolução dos valores de 1SS pagos indevidamente ou o levantamento dos depósitos judiciais. (Págs. 1 e E2)
Cruzeiro punido
O Cruzeiro Esporte Clube, de Minas Gerais, terá de pagar RS 100 mil de danos morais coletivos por contratar menores de 14 anos para atuar nas categorias de base do clube. (Págs. 1 e E2)
Ideias
Leandra Peres
Procuradoria deu parecer contrário à carência em empréstimos dolarizados de refinanciamento de Estados e municípios.(Págs. 1 e A2)

Luiz Carlos Mendonça de Barras
Após anos navegando em águas desconhecidas e perigosas, não vai ser agora que Ben Bemanke vai afundar o barco do Fed. (Págs. 1 e A13)

Para setor privado, Fed superestima a expansão dos EUA (Págs. 1 e B6)


Venezuela usa meios heterodoxos para enfrentar escassez de produtos básicos (Págs. 1 e A10)


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Estado de Minas

Manchete: Tribunal suspende licitações de R$ 1,2 bi
Tribunal de Contas do estado (TCE) suspende 243 concorrências principalmente por causa de indícios de fraudes ou por erro técnico na elaboração da licitação. A medida atinge de grandes obras, como as de mobilidade urbana da Prefeitura de Belo Horizonte para a Copa do Mundo de 2014, a projetos de prefeituras de portes médio e grande do interior e simples compras de pneus e gasolina. Embora suspenda as licitações, o TCE libera aquelas em que as irregularidades reversíveis foram sanadas. (Págs. 1 e 3)
Agronegócio
Pequenos produtores se uniram para ganhar poder de barganha com os fornecedores e conseguem descontos de até 20%. (Págs. 1, 3 a 5 e Capa)
Crédito educativo mantém alunos nas universidades (Págs. 1 e 10)


Vitória de moderado pode aproximar os EUA do Irã (Págs. 1 e 15)


Polícia do Rio reprime protesto e usa gás lacrimogêneo e spray de pimenta contra a multidão perto do Maracanã (Pág.1)


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Jornal do Commercio

Manchete: Entre o show e as críticas
Espanha fez bonito e venceu Uruguai por 2x1 pela Copas das Confederações, mas torcida criticou a infraestrutura do estádio. (Pág. 1)
Rio tem outro dia de protesto violento (Pág. 1)


Dinheiro na conta (Pág. 1)


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Zero Hora

Manchete: Vaias à presidente - Planalto abafa; oposição vê sintoma de desgaste
Tradição no tratamento de autoridades em eventos esportivos, hostilidade contra Dilma ganhou força pelo ambiente de protestos nas ruas e arenas da Copa das Confederações.

Carlos Rollsing
Um contraponto ao otimismo governista

Carolina Bahia
Subestimar não é o melhor caminho

Paulo Sant'Ana
Revolta era surda e agora se esparrama

Diogo Olivier
Viva a vaia. Mas a da presidente ficou feia (Págs. 1, 4, 5, 10, 12 (Editorial), 13, 39 e Caderno de Esportes)

Nove são indiciados por adoções suspeitas
Médicos e familiares adotivos e biológicos são suspeitos em casos ocorridos em hospital de Santiago. (Págs. 1, 34 e 35)
Lições para a educação dar um salto
Conheça projetos que superaram desafios como evasão e formação de docentes. (Págs. 1, 24 e 25)
Fundo de garantia: Perdas de R$ 127 bi para o assalariado
Valor considera os últimos 10 anos. Central sindical cobra do governo. (Págs. 1 e 16)
22 anos depois, obra o cais
Prometida desde 1991, transformação do tradicional espaço da Capital em área de lazer deverá ser iniciada em 15 dias. (Págs. 1, 26 e 27)
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Brasil Econômico

Manchete: "O que trava o país é a infraestrutura"
A senadora Katia Abreu, presidente da CNA, diz que falta ao país investimento. Em entrevista ao Brasil Econômico, classificou como providencial a exoneração da presidente da Funai, acusou o governo de leniência com a questão indígena e chamou o ministro da Justiça de “Eduardo Omisso Cardozo”. (Págs. 1 e 4 a 7)
Câmbio: O mundo está à espera dos EUA
Estudo exclusivo da Austing Rating mostra que a desvalorização das moedas de países emergentes está generalizada e a reboque da expectativa de enxugamento de dólares. O rand, da África do Sul, por exemplo,caiu 11,1%. (Págs. 1, 14 e 15)
Mobilidade: O que pesa nas passagens de ônibus
Estopim para as manifestações de rua das principais cidades do país, o reajuste das tarifas de ônibus é resultado de complicadas fórmulas, que levam em consideração os custos das empresas. Pesam ainda os subsídios. (Págs. 1 e 9)
Informe NY
Para os americanos, ser espionado pelo governo sempre foi inimaginável. (Págs. 1 e 29)
Varejo
Estudo mostra que Brasil é o quinto país mais atrativo para o setor de vestuário. (Págs. 1 e 11)
Agronegócios
Dois novos projetos para extração de potássio em solo brasileiro na reta final. (Págs. 1 e 10)
Ações
Investidores estrangeiros continuam a apostar na queda das Bolsas. (Págs. 1 e 19)
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EBC Serviços
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