Frase do dia

“O amor é tudo”
(Jesus Cristo)







domingo, 23 de junho de 2013

Bom dia! Veja as manchetes dos principais jornais e revistas deste domingo, 23 de junho. Em Cabo Frio, população decide: Prefeitura de Cabo Frio fará plebiscito sobre subsídio no transporte público. Alair Corrêa fez o anúncio por meio de nota oficial na sexta-feira (21).

População cabo-friense vai decidir se a prefeitura continuará pagando o subsídio.
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Folha de S.Paulo
O Estado de S.Paulo
Dilma age para conter crise e mudar rumos do governo
O Globo
Juventude desiludida
Correio Braziliense
Que país é este tomado por manifestações?
Estado de Minas
De novo: Confronto nas ruas
Zero Hora
A semana em que o Brasil tremeu
*
Jornais internacionais
The New York Times (EUA)
México procura as vítimas desaparecidas de sua guerra das drogas
The Washington Post (EUA)
Raro escrutínio usado para sigilo
The Times (Reino Unido)
Ministro tentou silenciar denunciante da NHS
Le Monde (França)
Nikolas Sarkozy, um desejo de revanche
El País (Espanha)
Troika entra na crise devido a tensão entre FMI e Bruxelas
Clarín (Argentina)
Massa é liberado e se torna novo problema para o Kirchnerinismo
O Globo

Manchete: Juventude desiludida
Proporção de eleitores de 16 a 18 anos caiu pela metade em duas décadas; semana de protestos deixa claro o desencanto com políticos e a cobrança por melhoria nos serviços públicos, mas vandalismo desafia futuro das manifestações.

Os últimos 14 dias que abalaram o Brasil deixaram uma mensagem clara: o sentimento contra a política tradicional. A cada eleição, aumenta o número de brasileiros que não vão às umas ou, quando vão, votam em branco ou nulo. Há 21 anos, quando os caras-pintadas provocaram o impeachment do então presidente Fernando Collor, eleitores de 16 a 18 anos eram 3,6% do total. Hoje são 1,5%, informa JOSÉ CASADO. De cada 100 jovens que poderiam ser eleitores, só 35 se inscreveram para tirar o título. No Rio, só 19 em cada 100. Outro recado das ruas foi aos governantes, de quem os manifestantes cobraram melhorias nos serviços públicos. Representantes de diversos segmentos sociais ouvidos pelo GLOBO reforçam a necessidade de mudanças no país. E apontam desafios para os manifestantes: organizar suas reivindicações e não sucumbir à violência. (Págs. 1, 3 a 15)

Zapatistas inspiram líderes de protestos (Págs. 1 e 10)


Um maio de 68 pós-moderno (Págs. 1 e 7)


Nova geração vai das redes para as ruas (Págs. 1 e 12)

Ancelmo Góis
Internet só 20 menções positivas a Renan em 8.200 (Págs. 1 e 22)

Dorrit Harazim
O povo mostrou a Lula e ao mundo o que é capaz de fazer. (Págs. 1 e 18)

Miriam Leitão
Ninguém previu um movimento desta magnitude. (Págs. 1 e 30)

Veríssimo
Tia Fifa, a verba da Copa não ficaria melhor na educação das crianças? (Págs. 1 e 19)
Elio Gaspari
O monstro sairá de casa se os mensaleiros forem poupados. (Págs. 1 e 16)

Merval Pereira
A pauta esquerdista tirou a máscara do Movimento Passe Livre. (Págs. 1 e 4)

Helena Celestino
Protestos são reprimidos, mas deixam marcas na identidade do povo. (Págs. 1 e 39)

João Ubaldo
As ruas podem ter sido fumarolas de um vulcãozinho adormecido. Ou não. (Págs. 1 e 19)


Caetano Veloso
Estamos no meio dessa complexidade fascinante e aterradora. (Página 1 e Segundo Caderno)
Estreia: Tony Bellotto
Os jovens falam por todos nós. (Página 1 e Segundo Caderno)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma age para conter crise e mudar rumos do governo
Presidente rompe isolamento do Palácio do Planalto e monta agenda para responder às manifestações de rua e abafar o coro de 'Volta Lula’, já ouvido entre aliados.

Na pior semana de seu governo, com uma onda de protestos violentos pelo País, inflação em alta e popularidade em queda, a presidente Dilma Rousseff criou uma espécie de gabinete de crise e rompeu o isolamento do Palácio do Planalto, informa Vera Rosa. Avessa a negociações e alvo de críticas no Congresso, ela montou uma agenda de emergência para ouvir as vozes das ruas, conter as insatisfações e abafar o coro de “Volta Lula”, que já começa a ser entoado por aliados que pedem o retomo do ex-presidente Lula na eleição presidencial de 2014. Sob intenso fogo cruzado, Dilma anunciou que vai se reunir com governadores e prefeitos, propôs um pacto nacional pela mobilidade urbana e fez apelo por uma ação coordenada envolvendo Legislativo e Judiciário. Já a oposição quer aproveitar o momento de desgaste do governo e tentar encontrar uma bandeira para as demandas que apareceram nas manifestações. “Cabe ao PSDB entender que há uma coisa nova hoje”, disse o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. (Págs. 1 e política A4)


Movimento ‘Reforma Política Já’
Em tempos de protestos, um grupo de 70 instituições inicia amanhã a campanha Reforma Política Já. Os autores que propuseram a Lei da Ficha Limpa vão colher assinaturas para pedir aprovação de projeto que altera o sistema eleitoral. (Págs. 1 e A9)
‘Brasil acordou’: No coletivo, a solução
Depois de duas décadas de silêncio, desde o movimento pela destituição de Fernando Collor, a classe média saiu às ruas em busca de soluções coletivas para problemas que tentou resolver individualmente, relata Lourival Sant’Anna. É simbólico que o transporte tenha desencadeado o movimento. (Págs. 1 e política A18)

Entenda os principais temas abordados nas manifestações
‘Queremos hospitais padrão Fifa’
Frase alusiva à Copa de 2014

O movimento que começou como reação ao reajuste das tarifas de transporte incorporou diversas outras bandeiras, com “cura gay” e PEC 37, passando pelos gastos com a Copa. (Págs. 1 e política A20 e A21)

Sucessão de erros levou a protestos, avalia Gianetti
O economista e cientista social Eduardo Gianetti da Fonseca diz que há nítida ligação entre as manifestações e a condução da política econômica, que precisa ser revista. Para ele, uma reforma ministerial será inevitável se os protestos continuarem. (Págs. 1 e economia B8)
Colunista: Jairo Bouer: O jovem na rua
Não dá pra ficar de braços cruzados, “vendo a banda passar”, neste momento histórico. (Págs. 1 e metrópole A34)
Rio da paz e protestos
Movimento Rio de Paz faz manifestação em Copacabana para reivindicar investimentos em saúde, educação e segurança pública; um grupo de jovens passou a madrugada acampado na orla do Leblon, próximo do edifício onde mora o governador Sérgio Cabral (PMDB). (Págs. 1 e política A10)
Alimento e dólar mantêm pressão sobre inflação
O governo contava com recuo no custo dos alimentos e estabilidade do câmbio para segurar a inflação, mas os preços no atacado de produtos agropecuários voltaram a subir e o dólar fechou a semana a R$ 2,24, alta de 10% em 30 dias. (Págs. 1 e economia B1)
Repasse federal cresce só 9% com Haddad (Págs. 1 e metrópole A33)


Visita de Obama a Berlim expõe desgaste de líder
A visita que Barack Obama fez a Berlim ilustrou o que especialistas políticos definem como “a perda de entusiasmo” com o presidente americano, que não conseguiu atender às expectativas criadas sobre ele. (Págs. 1 e internacional A28 e A29)
Thomas L. Friedman: A perigosa deriva do Egito
O atoleiro da economia, problemas naturais e a perda de legitimidade do governo da Irmandade Muçulmana criaram um cenário assustador. (Págs. 1 e visão global A32)
João Ubaldo Ribeiro: Ninguém sabe em que vai dar
Manda a boa paranóia acolher a suspeita de que alguém quer distrair-nos com as passeatas para tungar-nos mais uma vez. (Págs. 1 e caderno 2 C5)
Notas & Informações: Pioram as contas externas
Buraco nas contas externas é mais uma má notícia para fechar semana penosa para o governo. (Págs.1 e A3)
Aliás
Decifrando os anseios
Enquanto a presidente pede ordem e garante estar ouvindo as ruas, estudiosos tentam decifrar as vozes que deram uma invertida no “país do futuro”.

O futuro que passou
*Paulo Arantes
Há duas décadas, o Brasil só faz avançar e no entanto ninguém aguenta mais.

Mau senso
*Pedro Rocha de Oliveira
Enquanto se condena a violência policial no centro da cidade, aceita-se a brutalidade na periferia.

Brado a capela
*Luiz Zanin Orícchío
Quis o acaso que houvesse no Brasil um torneio internacional para ampliar as manifestações da rua e o Hino Nacional da torcida contra o México.


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Correio Braziliense

Manchete: Que país é este tomado por manifestações?
Um dia depois do pronunciamento da presidente Dilma Rousseff, os protestos continuaram em, pelo menos, 100 cidades brasileiras. Milhares voltaram às ruas de São Paulo e Salvador. Especialistas ouvidos pelo Correio e articulistas do jornal buscam interpretar o que está acontecendo no Brasil desde os últimos dias, e esboçam algumas conclusões: a juventude brasileira não se sente representada pelos partidos políticos; a classe média já percebeu que houve uma estagnação no poder de consumo; é pouco provável que alguma liderança surja dos protestos; existe, sim, uma pauta de reivindicações comuns a todos, que inclui o combate à corrupção e ao mau uso do dinheiro público. Mesmo que a onda de manifestações sofra refluxo, o Brasil mudou e essa transformação vai aparecer nas eleições. Há quem aposte no crescimento do voto nulo. (Págs. 1 e 2 a 10, 14 e 15, 27 a 30)


Bombas, vandalismo e feridos em BH
Perto de 120 mil pessoas ocuparam a capital mineira a partir do estádio Mineirão, onde ocorria o jogo entre Japão e México. Um garoto de 17 anos caiu de um viaduto e teve traumatismo craniano grave e fratura nas pernas e nos braços. (Págs. 1 e 2)


Polícia ouve vândalo do Itamaraty
Cláudio Roberto Borges de Souza, 32 anos, é o homem que atirou um coquetel molotov no Itamaraty. Ouvido pela Polícia Civil, disse estar arrependido. Não é a primeira vez que é preso. O arruaceiro já foi acusado de furto, lesão corporal, injúria, ameaça e invasão de domicílio. (Págs. 1 e 31)


Vadias, coloridas e pacíficas
Cerca de 3 mil manifestantes ocuparam o Eixo Monumental para a terceira edição da marcha que luta pelo respeito às diferenças, pelos direitos da mulher, contra a violência e a homofobia. Outro protesto, contra a PEC que retira poderes do Ministério Público, levou 3,5 mil às ruas e acabou no Congresso Nacional. (Págs. 1 e 30)


Índios sequestram três biólogos no Pará
Pesquisadores da Eletrobras que faziam estudo de impacto ambiental para a construção da hidrelétrica São Luís Tapajós e Jatobá estavam em poder de 50 indígenas mundurukus até as 21h de ontem. Governo federal enviou sete representantes para tentar negociar a libertação dos reféns. (Págs. 1 e 12)


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Estado de Minas

Manchete: De novo: Confronto nas ruas
Enquanto no restante do país os protestos arrefeceram e o dia foi relativamente tranquilo, inclusive em Salvador, onde jogou a Seleção Brasileira, Belo Horizonte foi palco do maior deles e de violência. Milhares de manifestantes foram pacificamente do Centro em direção ao Mineirão, onde o México bateu o Japão por 2 a 1. Impedidos de se aproximar do estádio, houve alguns enfrentamentos e a polícia usou bombas de gás. Encerrada a partida, porém, vândalos infiltrados na multidão passaram a atacar a PM e ocorreram graves confrontos. Os arruaceiros arrancaram cercas da UFMG, depredaram e saquearam lojas e concessionárias de veículos da Avenida Antônio Carlos e em grupos separados promoveram ataques em outros pontos da cidade. Várias pessoas ficaram feridas, pelo menos uma delas ao cair de um viaduto.


E começou tão bem
A concentração na Praça Sete e a caminhada até a Pampulha, antes das lamentáveis cenas de violência, foram uma bonita festa cívica. Muitas famílias com crianças e até bebês participaram. As pessoas carregavam cartazes e bandeiras os mais diversos, em paz, sem qualquer incidente.


Incendiário é detido no DF
A polícia de Brasília identificou e já interrogou o homem acusado de lançar um coquetel molotov no Palácio do Itamaraty. Outros seis suspeitos de depredações serão intimados.


Congresso atrasa soluções
Projetos que poderiam atender grande parte dos protestos das ruas, como melhorias na educação e nos serviços públicos, estão parados há anos no Parlamento.

(Págs. 1, 3 a 5, 8 a 11, 21 a 27, superesportes e o editorial ‘Casa do povo na contramão', na 6)

Classe C volta a sentir arrocho
Nova classe média sente os efeitos da inflação e do endividamento sobre a renda e, sem os serviços públicos que anseia, aprova os protestos que sacodem o país. (Págs. 1, 12 e 13)
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Jornal do Commercio

Manchete: Brasil 100% em 1º lugar
Apesar de ter sofrido alguns sustos, a seleção garantiu a liderança do grupo A da Copa das Confederações ao conquistar a terceira vitória consecutiva, desta vez contra a Itália, por 4x2, com gols de Dante, Neymar e Fred, duas vezes. (Págs. 1 e 4 (editorial) e Copa das Confederações)


Discurso de Dilma não freia protestos
Um novo debate político. (Págs. 1 e 5, 8 a 11)

Mais jovens adotam previdência privada (Págs. 1 e economia 4 e 5)


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Veja

Manchete: Edição histórica: Os sete dias que mudaram o Brasil (Pág. 1)


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Época

Manchete: Patria amada, Brasil
Onde vai parar a maior revolta popular na história da democracia brasileira? 
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ISTOÉ
capa
Manchete: Hoje você é quem manda
A voz das ruas se impõe, assusta os políticos, conquista vitórias e mostra que veio para ficar. (Pág. 1)
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ISTOÉ Dinheiro

Manchete: E tudo começou com R$ 0,20...
Nada será como antes. O maior movimento popular dos últimos 20 anos tem impactos na economia, nos negócios, nos serviços públicos e na forma de se fazer política no Brasil. Saiba como as empresas, os investidores e os governantes estão reagindo aos ventos de mudança que varrem o País. (Pág. 1)


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Carta Capital

Manchete: Parem de subestimar o povo: Ninguém controla a rua
As tentativas até agora fracassadas de manipular os protestos. (Página 1)

Opinião pública: A inflação preocupa 88%. Dilma Rousseff é aprovada por 52% (Pág. 1)


Ciro Gomes: O ex-ministro estreia sua coluna (Pág. 1)


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EXAME

Machete: Como salvar o mandato de Dilma 
Com inflação em alta e PIB em baixa, o governo vive seu pior momento. A boa notícia: ainda dá tempo de reencontrar o rumo. (Pág. 1)
Agora é guerra: com a compra da Seara, o JBS parte para cima da rival BRF. Se cuida, Abilio... (Pág. 1)


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Zero Hora

Manchete: A semana em que o Brasil tremeu
Uma nova página: ZH ouviu nove personalidades sobre a inquietação nacional;

Democracia em xeque: grupos radicais testam limites da tolerância e preocupam o país;

(Des)conexão política: a agenda de quem está no poder se deslocou da agenda da sociedade;

Lições de fora: protestos pelo mundo ensinam a construir sentimento de oposição;

Orgulho e apreensão: geração das direitas já e do fora Collor revive com filhos a emoção de ir às ruas. (Págs. 1 e 4 a 15)

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