Políticos cometem gafes nas redes sociais. Confira alguns casos

Canais de relacionamento importantes, as redes sociais têm sido usadas por muito políticos que buscam aproximação do eleitorado. Apesar da grande adesão, muitos governantes demonstram falta de intimidade com a tecnologia e cometem gafes que são disseminadas pelos internautas em questão de minutos. Nessa terça-feira, 25, os deputados federais João Lyra (PSD-AL) e Sérgio Guerra (PSDB-PE) usaram o Twitter para dizer que houve engano e que erraram na votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37. 

sergio guerra
Mensagem de Sérgio Guerra foi retuitada mais de 1.700 vezes 
(Imagem: Reprodução/Twitter)
Os dois, que votaram a favor da lei que impedia o Ministério Público de promover investigações criminais por conta própria, afirmaram, via Twitter, que erraram o voto. Juntas, as mensagens foram replicadas mais de 1.700 vezes na rede e receberam muitos comentários com críticas.

Gafes cometidas por políticos na web, no entanto, não são novidades. Em agosto de 2009, Aloizio Mercadante, que na época era líder do PT no Senado, anunciou no Twitter que subiria à tribuna para renunciar a posição de liderança no partido em “caráter irrevogável”, mas permaneceu no cargo.
O deputado federal Roberto Freire SP),  presidente nacional do PPS, também teve um deslize eternizado pelos internautas. Em maio de 2012, ele ficou em primeiro lugar nos Trending Topics (TTs), a lista dos assuntos mais comentados por usuários do Twitter no Brasil, após acreditar em uma  “notícia” do site humorístico “G17”. O político publicou “Isso é uma ignomínia!” em resposta ao conteúdo falso que informava que Dilma havia pedido ao Banco Central que as notas circulassem com a frase "Lula seja louvado". 
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