Frase do dia

“O amor é tudo”
(Jesus Cristo)







quinta-feira, 11 de julho de 2013

Bom Dia! Veja as manchetes dos principis jornais desta quinta-feira, 11 de julho. FHC contratou empresa que participa de programa-espião dos EUA para mapear o Brasil

Maluf
FHC, que já fez aliança com o deputado Paulo Maluf (PP-SP), deu por encerrado assunto relativo à foto de Lula
No governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), a Booz-Allen, na qual trabalhava o espião Edward Snowden, foi responsável por consultorias estratégicas contratadas pela esfera federal. Incluem-se aí o “Brasil em Ação” (primeiro governo FHC) e o “Avança Brasil” (segundo governo FHC), entre outras, como as dos programas de privatização (saneamento foi uma delas) e a da reestruturação do sistema financeiro nacional.


A reação imediata do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC) às denúncias de que os EUA mantiveram uma base de espionagem no país, durante o seu governo, suscitou interrogações e recomenda providências às autoridades do país. Dificilmente elas serão contempladas sem uma decisão soberana do Legislativo brasileiro, para instalação de uma CPI que vasculhe os porões de sigilo e dissimulação no qual o assunto pode morrer.
“Entre as inúmeras qualidades do ex-presidente, uma não é o amor à soberania nacional”, sublinha a matéria publicada, nesta quarta-feira, na agência brasileira de notícias Carta Maior, que oCorreio do Brasil reproduz, em seguida:
“Avulta, assim, a marca defensiva da nota emitida por ele no Facebook, dia 8, horas depois de o jornal ‘O Globo‘ ter divulgado que, pelo menos até 2002, Brasília sediou uma das estações de espionagem nas quais funcionários da NSA e agentes da CIA trabalharam em conjunto.
‘Nunca soube de espionagem da CIA em meu governo, mesmo porque só poderia saber se ela fosse feita com o conhecimento do próprio governo, o que não foi o caso. De outro modo, se atividades deste tipo existiram, foram feitas, como em toda espionagem, à margem da lei. Cabe ao governo brasileiro, apurada a denúncia, protestar formalmente pela invasão de soberania e impedir que a violação de direitos ocorra…”, defendeu-se Fernando Henrique.
O jornal afirma ter tido acesso a documentos da NSA, vazados pelo ex-agente Edward Snowden, que trabalhou como especialista em informática para a CIA durante quatro anos, nos quais fica evidenciado que a capital federal integrava um pool formado por 16 bases da espionagem para coleta de dados de uma rede mundial. Outro conjunto de documentos, segundo o mesmo jornal, com data mais recente (setembro de 2010), traria indícios de que a embaixada brasileira em Washington e a missão do país junto às Nações Unidas, em Nova York, teriam sido grampeadas em algum momento.
Espionagem e grampos não constituíram propriamente um ponto fora da curva na gestão do ex-presidente. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity – que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende.
O próprio FHC foi gravado , autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. Em outro emaranhado de fios, em 1997, gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor da emenda da reeleição, que permitiria o segundo mandato a FHC. Então, como agora, o tucano assegurou que desconhecia totalmente o caso, que ficou conhecido como ‘a compra da reeleição’.
As sombras do passado e as do presente recomendam a instalação de uma CPI como a medida cautelar mais adequada para enfrentar o jogo pesado de interesses que tentará blindar o acesso do país ao que existe do lado de dentro da porta entreaberta pelo espião Snowden. O PT tem a obrigação de tomar a iniciativa de convoca-la.
Mas, sobretudo, o PSDB deveria manifestar integral interesse em sua instalação.
Soaria no mínimo estranho se não o fizesse diante daquilo que o ex-presidente Fernando Henrique definiu como exclamativa ilegalidade: “Se atividades deste tipo existiram, foram feitas, como em toda espionagem, à margem da lei…”.
O Congresso não pode tergiversar diante do incontornável: uma base de espionagem da CIA operou em território brasileiro pelo menos até 2002.
A sociedade tem direito de saber o que ela monitorou e com que objetivos.
Há outras perguntas de vivo interesse nacional que reclamam uma resposta.
pool de espionagem apenas coletou dados no país ou se desdobrou em processar, manipular e distribuir informações, reais ou falsas, cuja divulgação obedecia a interesses que não os da soberania nacional?
Fez o que fez de forma totalmente clandestina e ilegal? Ou teve o apoio interno de braços privados ou oficiais, ou mesmo de autoridades avulsas?
Quem, a não ser uma Comissão Parlamentar, teria acesso e autoridade para responder a essas indagações de evidente relevância política nos dias que correm?
Toda a mídia progressista deveria contribuir para as investigações dessa natureza, de interesse suprapartidário, com a qual o Congresso daria uma satisfação ao país depois da lenta e hesitante reação inicial do Planalto e do Itamaraty, cobrada até por FHC.
Carta Maior e o Correio do Brasil alinham-se a esse mutirão com algumas sugestões de fios a desembaraçar.
Por exemplo: o repórter Geneton Moraes Neto acaba de publicar no G1 (um site do sistema Globo) um relato com o seguinte título: “O dia em que o ministro Fernando Henrique Cardoso descobriu o que é “espionagem”: secretário de Estado (norte-)americano sabia mais sobre segredo militar brasileiro do que ele”.
A reportagem, que vale a pena ler, remete a uma entrevista anterior, na qual FHC comenta seu desconhecimento sobre informações sigilosas do país dominadas por um graduado integrante do governo norte-americano.
O tucano manifesta naturalidade desconcertante diante do descabido.
A mesma naturalidade com a qual comenta agora seu esférico desconhecimento em relação às operações da CIA durante o seu governo.
Ter sido o último a saber, no caso citado por Geneton, talvez seja menos grave do que não procurar, a partir de agora, informar-se sobre certas coincidências, digamos por enquanto assim.
Há questões que gritam por elucidação.
A empresa que coordenava o trabalho de grampos da CIA, a Booz-Allen, na qual trabalhava Snowden, é uma das grandes empresas de consultoria mundial.
No governo FHC, ela foi responsável por consultorias estratégicas contratadas pela esfera federal.
Inclua-se aí desde o “Brasil em Ação” (primeiro governo FHC) até o “Avança Brasil” (segundo governo FHC) e outras, como as dos programas de privatização (saneamento foi uma delas) e a da reestruturação do sistema financeiro nacional.
Todos os trabalhos financiados pelo BNDES. Alguns exemplos:
• Caracterização dos Eixos Nacionais de Desenvolvimento. Programa Brasil em Ação. BNDES. Consórcio FIPE/BOOZ-ALLEN. 1998;
• Alternativas para a Reorientação Estratégica do Conjunto das Instituições Financeiras Públicas Federais.
• Relatório Saneamento Básico e Transporte Urbano. Consórcio FIPE/BOOZ-ALLEN & Hamilton. BNDES/Ministério da Fazenda. São Paulo. 2000
Vale repetir: a mesma empresa guarda-chuva do sistema de espionagem que operou no Brasil até 2002, a Booz Allen, foi a mentora intelectual de uma série de estudos e pareceres, contratados pelo governo do PSDB, para abastecer uma estratégia de alinhamento (‘carnal’, diria Menen) do Brasil com a economia dos EUA. Mais detalhes desse ‘impulso interativo’ podem ser obtidos aqui:
Na aparência, sempre, a perfeita identidade com os inoxidáveis interesses nacionais.
O estudo dos Eixos Nacionais de Integração e Desenvolvimento, por exemplo, foi realizado por um consórcio sugestivamente abrigado sob o nome fantasia de “Brasiliana”.
Por trás, o comando a cargo da Booz-Allen & Hamilton do Brasil Consultores, com suporte da Bechtel International Incorporation e Banco ABN Amro.
O ‘mutirão’ (até a consultoria do banco) foi pago com dinheiro público pelo governo federal, sob a supervisão das equipes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
Os resultados do trabalho levaram a dois eixos centrais da concepção tucana de desenvolvimento: o “Brasil em Ação” e o “Avança Brasil”.
Reconheça-se, tudo feito às claras, em perfeita sintonia entre o Estado brasileiro e a empresa guarda-chuva do sistema de espionagem em operação dupla no país.
Na pág. 166 de uma publicação do BNDES, a “contribuição” da Booz-Allen está explicitamente citada:
Uma análise de como a turma da versátil Booz-Allen teve robusta influência na modelagem do sistema financeiro nacional (leia-se, menos bancos públicos, conforme o cânone da concepção de Estado mínimo) pode ser avaliada aqui:
Um fato curioso e que não pode ser desconsiderado na avaliação criteriosa de uma incontornável CPI sobre o assunto: a ex-embaixadora dos Estados Unidos no Brasil Donna Hrinack, tão logo se despediu do cargo no país, sentou-se na cadeira de assessora qualificada da Kroll.
A Kroll, como se sabe, é uma empresa internacional de espionagem que operou a serviço de Daniel Dantas e de seu fundo, o Opportunity.
Trata-se, coincidentemente, de um dos braços financeiros mais importantes do processo de privatização no Brasil, estreitamente associado ao Citybank e, claro, a toda a “carteira” de acionistas que injetou dinheiro na farra neoliberal dos anos 90.
A Kroll foi usada para bisbilhotar autoridades e chegou a espionar ministros do governo Lula, como ficou evidente com a Operação Chacal, da Polícia Federal, deflagrada em 2004.
Como se vê, as revelações de Snowden, ao contrário do que sugere a nota de FHC, definitivamente, não deveriam soar como algo inusitado aos círculos do poder, em Brasília. Se assim são tratadas, há razões adicionais para suspeitar que um imenso pano quente será providenciado para evitar que as sombras fiquem expostas à luz.
A questão, repita-se, não se esgota em manifestar a indignação nacional pelo que Snowden denunciou.
O que verdadeiramente não se pode mais adiar é a investigação pública do que foi espionado, com que finalidade e a mando de quem.
Isso quem faz é uma Comissão Parlamentar de Inquérito”.
O Globo

Manchete: Um dia após o outro: Senado recua e proíbe parente como suplente
Aprovada também PEC que facilita apresentação de projetos de iniciativa popular.

Diante da repercussão negativa da votação na véspera, que mantivera o nepotismo, senadores aprovam novo projeto e agora proíbem, por unanimidade, a indicação de pais, filhos e irmãos para a suplência.

Menos de 24 horas depois de derrubarem a proposta de emenda constitucional que os proibia de escolher parentes como suplentes, os senadores aprovaram por unanimidade outra PEC, que agora proíbe o nepotismo e reduz de dois para um o número de suplentes. Mas o texto mantém o direito de "herdar" o mandato dos titulares em caso de vacância definitiva. A única abstenção foi de Edison Lobão Filho, suplente de seu pai, o ministro Edison Lobão (Minas e Energia). Ele é o único parente entre os atuais. Foi aprovada ainda PEC que facilita apresentação de projetos de iniciativa popular, reduzindo à metade número de assinaturas necessárias para o início da tramitação. A coleta de assinaturas poderá ser feita pela internet. (Págs. 1 e 3 e 4)

Divergência sobre a meia-entrada
Aprovado no Congresso, o Estatuto da Juventude é elogiado e criticado no meio artístico ao limitar em 40% o número de ingressos para estudantes. Também está previsto o meio-passe em transporte interestadual, o que pode incluir companhias aéreas. A presidente decidirá se veta esse trecho. (Págs. 1 e país, 4 e segundo caderno)
Enquanto isso, na velha guarda: Líderes tradicionais testam hoje as ruas
Após os protestos de junho puxados pelos jovens, centrais sindicais testam hoje seu poder de mobilização no Dia Nacional de Lutas, com atos e paralisações de serviços. (Págs. 1 e 6 a 8)

A voz rouca dos prefeitos
Aplaudida no início do seu discurso, em que anunciou um pacote R$ 20,4 bilhões para os municípios, a presidente Dilma Rousseff acabou vaiada por prefeitos ontem em Brasília. Eles queriam o aumento de repasses do Fundo de Participação dos Municípios, o que a presidente não concedeu. (Págs. 1 e 5)
'Invasão' americana: Amorim: rede cibernética é vulnerável
O ministro da Defesa, Celso Amorim, reconheceu, em audiência no Senado, que a proteção cibernética do governo "ainda está na infância". Os EUA vão enviar uma equipe ao Brasil para prestar esclarecimentos às denúncias de espionagem aos brasileiros, publicadas pelo GLOBO. (Págs. 1 e 29 e 30)
Mudança para o Marco Civil
Empresas como Google, Facebook e Twitter teriam de armazenar aqui informações de usuários brasileiros. (Págs. 1 e 28)
Decisão unânime do BC: Inflação provoca nova alta de juros
Para tentar manter a inflação sob controle, a diretoria do Banco Central decidiu, por unanimidade, subir em 0,5 ponto, para 8,5% ao ano, a taxa básica de juros. (Págs. 1 e 21)
Jornada da Juventude: Catequese será em 26 línguas
A organização da Jornada Mundial da Juventude contratou 70 tradutores para ajudar a realizar a catequese — missas e pregações — em 26 idiomas. (Págs. 1 e 10)
Reação de investidor: Pedido bloqueio de bens de Eike (Págs. 1 e 27)


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O Estado de S. Paulo

Manchete: Senado recua e aprova regra que limita suplentes
Texto, que agora segue para a Câmara, acaba com a figura do segundo suplente e proíbe parentes na chapa

O Senado aprovou emenda constitucional que acaba com a figura do segundo suplente de senador e proíbe parentes na chapa. A proposta havia sido derrubada na terça-feira, com amplo apoio dos atuais suplentes, mas a repercussão foi negativa. Ontem, os senadores votaram novo texto, no qual foi retirada a possibilidade de eleição de um novo senador nos casos de afastamento definitivo do titular, o que serviu para acalmar os suplentes que hoje exercem mandato. Com isso, o primeiro suplente permanecerá no cargo até o final do mandato do titular. A proposta manteve a restrição de se colocar na chapa cônjuge ou parentes consanguíneos até o segundo grau. O projeto, que agora seguirá para a Câmara, foi aprovado por 60 votos a favor, apenas um contra - do senador Pedro Simon (PMDB-RS), que pediu para retificar o voto - é uma abstenção. (Págs. 1 e Política A4)

BC eleva juro em 0,5 ponto preocupado com dólar
Em decisão unânime, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou a taxa básica de juros da economia em 0,5 ponto porcentual, na terceira alta consecutiva, levando a Selic para 8,5% ao ano. Um fator que pesou ontem foi a escalada do dólar. No comunicado, o colegiado repetiu a justificativa da primeira alta de 0,5 ponto, dada em maio, de que a decisão ajudaria a colocar a inflação em declínio e asseguraria a continuidade da tendência em 2014. Analistas do mercado financeiro já contam com uma nova alta no fim de agosto. (Págs. 1 e Economia B1)

Análise: José Paulo Kupfer
Economia fraca pesou

Moderação da decisão tem a ver com a falta de vigor da economia e com as incertezas no mercado cambial. Quem queria alta maior concordou. (Págs. 1 e B1)

Dilma anuncia R$ 3 bi a prefeitos, mas é vaiada
Em reunião tensa com prefeitos de todo o País, a presidente Dilma Rousseff anunciou o repasse de R$ 3 bilhões para aliviar as dificuldades dos municípios em pagar despesas de custeio. Muitos vaiaram quando ela esqueceu de dizer que a ajuda equivalia a um reajuste do Fundo de Participação dos Municípios. (Págs. 1 e A6)
EUA enviarão ao Brasil grupo para esclarecer espionagem
Os Estados Unidos enviarão equipe de técnicos para responder a perguntas do governo brasileiro sobre a denúncia de espionagem de telefonemas e transmissões de dados no País. A decisão foi uma resposta formal à nota encaminhada pela presidente Dilma Rousseff. Segundo o Itamaraty, os americanos reconheceram como legítima a queixa, mas não admitiram ter cometido ilegalidade. O Brasil quer aumentar a pressão internacional na cúpula do Mercosul, amanhã. (Págs. 1 e Internacional A14)

Amorim admite vulnerabilidade

O ministro Celso Amorim (Defesa) admitiu em reunião no Senado que o Brasil é vulnerável em comunicações por depender de satélite estrangeiro. (Págs. 1 e A14)

Centrais unificam discurso antes de greve geral
Temendo um racha no “Dia Nacional de Lutas”, que pretende paralisar São Paulo hoje, a CUT, a Força Sindical e as demais entidades reuniram-se para unificar o discurso. Os militantes pretendem preservar a presidente Dilma e focar as críticas no Congresso Nacional. Ao todo, 35 pontos da capital e Grande São Paulo devem receber algum tipo de manifestação hoje. O movimento terá a adesão de trabalhadores de vários setores. O Metrô vai operar normalmente. Protestos também estão programados em cidades como Rio, Salvador, Porto Alegre e Manaus. (Págs. 1 e Política A8 a A10)
Esportes: MPF contesta Lei Geral da Copa
Em ação protocolada no STF, o Ministério Público Federal alega que dispositivos da Lei Geral da Copa são inconstitucionais e pede sua revogação. A lei proporciona à Fifa, entre outros itens, suspensão do pagamento de impostos e criação de zonas de exclusividade em cidades. (Págs. 1 e Esportes A23)
Preço do aparelho afasta brasileiro do 4G (Págs. 1 e Economia B13)


USP propõe eleição direta para reitor (Págs. 1 e Metrópole A22)


Médico espanhol pede ‘estrutura’
O conselho de médicos da Espanha quer saber quais condições seus profissionais teriam para trabalhar no País. Eles reivindicam que hospitais tenham estrutura. (Págs. 1 e Metrópole A20)
Governo egípcio prende líderes da Irmandade
O governo de facto do Egito anunciou ontem a prisão de líderes da Irmandade Muçulmana. O guia do grupo radical islâmico, Mohaméd Badie, é acusado de ter incitado seus militantes à violência, o que teria provocado a reação do Exército e a morte de 51 pessoas na segunda-feira. A Irmandade rejeitou fazer parte do governo provisório e manteve os protestos. (Págs. 1 e Internacional A11)
Eugênio Bucci: Saudade dos aviõezinhos da FAB
Dar um sentido mais republicano aos jatinhos é tarefa urgente, principalmente porque levam nas asas as cores da Bandeira Nacional. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Notas & Informações 
Um dia difícil

Manifestações previstas para hoje têm tudo para causar sérios transtornos nas grandes cidades. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Juro sobe, indústria cai e centrais vão às ruas
Mais de 6 milhões de trabalhadores devem aderir hoje ao Dia Nacional de Lutas, e os protestos ganharam combustível extra após um dia de más notícias na economia: o BC elevou a Selic para 8,5%, houve queda no emprego industrial e o dólar fechou em R$ 2,27, maior cotação desde 2009
(Págs. 1 e 9 a 12)

Municípios: Dilma dá R$3 bilhões, mas não evita vaias
Além dos recursos liberados pela presidente, os 2,3 mil prefeitos em Brasília queriam o reajuste do Fundo de Participação, mas o tema não foi citado. No fim do encontro, Dilma ouviu queixas e aplausos. (Págs. 1 e 3)
Senado recua na PEC dos suplentes
Para salvar a “agenda positiva", a Casa votou novamente a proibição da eleição de parentes e a redução da chapa. (Págs. 1 e 2)
Novas batalhas para os médicos
A categoria prepara ações contra o programa de saúde do governo federal e também em defesa da Lei do Ato Médico. (Págs. 1 e 8 e visão do correio, 14)
Domésticas: FGTS menor causa polêmica
O governo vai mobilizar a base aliada contra a redução da alíquota do Fundo, aprovada na Câmara. Há o temor de que outras categorias peçam o benefício. (Págs. 1 e 11)
Brasil é presa fácil para espiões
O ministro da Defesa, Celso Amorim, afirmou que a segurança dos sistemas de informação do país é frágil. Ele pediu investimentos urgentes no setor de tecnologia. (Págs. 1 e 16)
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Valor Econômico

Manchete: Plano da Azul traz ao país a polêmica do 'supervoto'
Os planos de abertura de capital da Azul para captar R$ 1 bilhão com a venda de ações na bolsa de São Paulo podem ser frustrados, e não apenas por conta das condições de mercado. A companhia aérea propôs uma inovadora estrutura de capital, seu plano está sendo examinado com lupa pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pode ser barrado.

Por questões regulatórias brasileiras o fundador da Azul, David Neeleman, que é brasileiro, precisa garantir que o controle ficará em suas mãos. Para alavancar o negócio mesmo com essa limitação, a Azul criou uma "super-ação" preferencial, que concentra em 75 vezes o valor econômico do negócio. (Págs. 1 e B5)



Klabin busca sócio e pode desistir de oferta pública
A Klabin pretende desistir da proposta de aumento de capital de R$ 1,7 bilhão por meio de uma oferta pública para financiar parte de seu projeto de celulose. O Valor apurou que a companhia retomou as conversas com fundos de investimento para executar o projeto de R$ 6,8 bilhões. A possível desistência da oferta se deve ao enfraquecimento do mercado financeiro e do risco real de diluição dos acionistas controladores, caso a operação seja levada adiante com preço abaixo de R$ 12,40 por ação.

Segundo fontes do mercado, as negociações estão encaminhadas com um fundo de Cingapura. Dois grandes fundos dessa cidade-Estado asiática, Temasek e GIC, têm ativos brasileiros em seu portfólio. O primeiro já investiu na Odebrecht Óleo e Gás, Netshoes, Hidrovias do Brasil e Amyris Biotechnologies. O GIC tem participações na administradora de shopping centers Aliansce, no BTG Pactual e em projetos da incorporadora imobiliária Cyrela. (Págs. 1 e B7)

Contra protecionismo
Marcus Wallenberg, da família sueca que controla empresas como ABB, Electrolux e Ericsson, engrossou o grupo de empresários que pedem mais comprometimento do Brasil com a abertura da economia: "Acho que as autoridades estão conscientes da situação de protecionismo." (Págs. 1 e A13)
Coincidências preocupam Ardila, da GM
A trajetória de crescimento da economia brasileira teria seguido seu rumo, diz o presidente da General Motors na América do Sul, Jaime Ardila, não fosse a "infeliz coincidência" de tudo acontecer ao mesmo tempo. Mas, para ele, diante do quadro atual, muitos investimentos privados devem ser adiados. O executivo critica a demora no ajuste fiscal, que "poderia ter sido feito em 2008 ou 2009", e por meio do qual o país conseguiria, agora, não só compensar a retração no consumo como ter mais fôlego para definir prioridades para atender às reivindicações que surgiram com os protestos. Mas, diz o executivo, para investidores de longo prazo o Brasil ainda é um país estável e atraente. (Págs. 1 e A16)
Mais mestres e doutores são atraídos por empresas
O maior investimento em pesquisa e desenvolvimento por empresas, e em particular a construção de centros de pesquisa no país, abrem mais oportunidades para profissionais com mestrado e doutorado - seja para aqueles que sempre tiveram a atuação restrita à academia, seja para quem foi atrás de uma carreira de pesquisador na iniciativa privada de outros países.

GE, L'Oréal, IBM e Boticário são algumas das empresas que inauguraram ou anunciaram a construção de centros de pesquisa no Brasil recentemente. Dados do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação mostram que o número de profissionais com mestrado que atuam na iniciativa privada aumentou de 17%, em 1996, para 26%, em 2009. (Págs. 1 e D3)

Dilma anuncia apoio a prefeitos, mas é vaiada
A presidente Dilma Rousseff anunciou ontem medidas para beneficiar as prefeituras, mas não passou incólume à XVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Foi vaiada por parte dos prefeitos e vereadores presentes ao evento, depois de não conseguir deixar claro que o pacote lançado atende a algumas demandas do setor. As medidas somam cerca de R$ 20 bilhões e incluem verbas para ajudar no custeio das prefeituras de todo o país.

Dilma foi aplaudida ao chegar ao auditório, mas, aos poucos, a plateia começou a ficar impaciente com o fato de a presidente não tratar de uma de suas principais demandas: o aumento dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Por isso, recebeu vaias. (Págs. 1 e A8 e A11)

Venda de terras e gado banca plano de expansão da Paquetá
Tradicional fabricante de calçados de Sapiranga (RS), o grupo Paquetá levantou R$ 700 milhões com a venda de terras e cabeças de gado nos últimos dois anos. Esses recursos servirão para quitar empréstimos e bancar um plano de expansão no varejo de sapatos que vai exigir investimentos de R$ 400 milhões, diz Adalberto Leist, presidente da empresa, que faturou R$ 2,2 bilhões no ano passado. Até 2015, o Paquetá pretende ter 500 lojas - hoje são 349 - e receita de R$ 3,5 bilhões.

O grupo também está empenhado, neste ano, na melhoria da governança corporativa. Um conselho de administração com dois membros independentes foi formado. Atrelado ao órgão, o Paquetá montou um comitê de risco, um de pessoas e outro estratégico, todos com integrantes externos. (Págs. 1 e B4)

Vendas do varejo desaceleram
Reflexo da inflação e menor confiança do consumidor, as vendas no varejo tiveram em junho o crescimento mais baixo em relação a igual período do ano anterior da série iniciada em 2012 pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas. (Págs. 1 e A2)
PIB menor neste ano
O Comitê de Acompanhamento Macroeconômico da Anbima revisou para baixo, de 2,9% para 2,3%, a previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. (Págs. 1 e A3)
Desaceleração na China
A forte queda das exportações da China em junho, o pior resultado desde o começo da crise financeira global, em 2008, evidencia o enfraquecimento da demanda em geral e cortará mais a expansão do comércio mundial. (Págs. 1 e A13)
Pressão sobre preço do trigo
Prevista desde 2012, quando era evidente que a safra argentina seria pequena, a escassez de trigo no Brasil já se tornou uma realidade, fortalecendo a tendência de aumento de preços. (Págs. 1 e B14)
R$ 1 bi para armazenamento
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) criou um programa de R$ 1 bilhão para financiar a construção e ampliação de silos e estruturas de armazenagem de grãos. (Págs. 1 e B14)
Bancos insolventes da Europa
A Alemanha recusou proposta da Comissão Européia de criar uma só autoridade encarregada de recapitalizar ou liquidar bancos insolventes da zona do euro, tornando explícita a discórdia sobre a próxima etapa para região sair da crise. C12
Polo de Camaçari/Especial
A meta de estabelecer uma indústria âncora para gerar um ciclo sustentável de investimentos está transformando o complexo petroquímico baiano de Camaçari, plataforma industrial que está em plena transformação aos 35 anos. (Pág. 1)
Ideias
Ribamar Oliveira

O Fundo Social do pré-sal, criado para constituir poupança pública de longo prazo, está sendo desidratado. (Págs. 1 e A2)

Mário Mesquita

Mudanças redesenharão o comportamento da economia, abrindo espaço para sua “reindustrialização”. (Págs. 1 e A15)

Copom confirma expectativa e eleva a Selic em 0,5 ponto (Págs. 1 e C12)


Regras para leilão do pré-sal animam estaleiros, diz Augusto Mendonça (Págs. 1 e B4)


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Estado de Minas

Manchete: Iluminados 
Após apagão no Horto, Galo de Cuca, Guilherme e Victor brilha e alcança façanha inédita. (Págs. 1 e SuperEsportes Capa, 2 a 5 e 8)
Senado recua e corta suplentes
Sob forte repercussão negativa da derrubada de proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduzia o número de suplentes, na terça-feira, senadores aprovaram ontem, às pressas, texto similar. Em apenas meia hora, a Casa votou as mudanças que faziam parte da “agenda positiva” do Congresso em resposta às manifestações nas ruas. Os parlamentares aprovaram também PEC que facilita o envio de projetos de iniciativa popular ao Congresso. O texto reduz de 1% do eleitorado nacional para 0,5% o número de assinaturas necessárias para apresentar as propostas, o que corresponde a cerca de 650 mil pessoas. As duas medidas ainda precisam ser votadas na Câmara. (Págs. 1 e 3)
União: Prefeituras receberão R$ 3 bilhões
Parcelas de R$ 1,5 bilhão serão liberadas no mês que vem e em abril de 2014 para custeio de saúde e educação, anunciou a presidente Dilma Rousseff durante discurso a 4 mil prefeitos em Brasília. Como não fez referência ao pedido de aumento de 2,5% no FPM, ela foi vaiada por parte dos chefes de Executivo. (Págs. 1 e 8)
Desoneração de empresas é aprovada
Medida provisória garante redução de encargos sobre a folha de pagamento para mais de 10 setores da economia. Texto aprovado na Câmara permite que beneficiados deixem de pagar 20% de contribuição previdenciária sobre salários e passem a arcar com alíquota de 1% ou 2% sobre o faturamento bruto anual. Projeto será analisado pelo Senado. (Págs. 1 e 12)
Lei Seca improvisada no interior
As operações para flagrar motoristas alcoolizados ao volante, iniciadas em BH há dois anos e previstas para começar em agosto do ano passado no interior, só devem chegar às ruas em setembro. Mas os kits de fiscalização serão usados só a partir de dezembro, devido ao atraso na licitação e demora para plotagem de veículos. (Págs. 1 e 19)
Copom: Banco Central eleva taxa de juros para 8,5% (Págs. 1 e 10)


Pesquisa: Minas tem maior “longevidade” de pequena empresa (Págs. 1 e 13)


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Jornal do Commercio

Manchete: Centrais prometem parar o Brasil hoje 
Em Pernambuco, Dia Nacional de Lutas tem apoio de cerca de 400 sindicatos. Estão confirmadas duas manifestações: pela manhã, em Suape, e à tarde, no Centro do Recife. Rodovias serão fechadas

Categorias mobilizadas
Pautas vão de redução da jornada de trabalho a reajuste de aposentado. Veja quem deve aderir ao movimento.

Senado volta atrás
Após barrar na terça, Senado aprovou ontem PEC que acaba segundo suplente e proíbe parentes na mesma chapa.

Demissões revistas
A empresa Borborema recontratou 22 motoristas e cobradores demitidos ao fim da greve. (Págs. 1, 3 a 7 e Cidades, 6)

Propostas para fazer andar a Avenida Norte
Estado e PCR levaram projetos de metrô e de monotrilho para o governo federal. (Págs. 1 e Cidades 4)
Briga sindical causa tiroteio em São Paulo
Disputa pela entidade dos motoristas deixou oito feridos, sendo três a tiros. (Págs. 1 e 8)
Taxa Selic volta a subir e chega a 8,5% ao ano (Págs. 1 e Economia 1 e 2)


Pista do aeroporto do Recife terá interdições (Págs. 1 e Economia 6)


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Zero Hora

Manchete: 11 de julho - Dia de paralisações
Com protestos marcados para todo o Rio Grande do Sul, o Dia Nacional de Lutas pode interromper serviços caso se confirme a parada no sistema de transporte.

Bancos: Tendência é de que agências não abram.

Transporte: Ônibus intermunicipais têm circulação suspensa.

Comércio: Supermercados e shoppings vão abrir.

Escolas: Grande parte da rede privada não funcionará. (Págs. 1 e 4 a 12)

Terceira vez: Inflação faz juro básico subir para 8,5% ao ano
Preocupado com previsão de aumento de preços, Banco Central elevou índice em 0,5 ponto percentual. (Págs. 1 e 21)
Desempenho: Magistério aprova 16% em concurso
Índice subiu em relação a 2012, mas levanta dúvidas sobre preparo do exame e dos professores. (Págs. 1 e 33)
Fecha e abre: Interdição do CAFF é suspensa
Após 24 horas, TJ liberou Centro Administrativo, que não tem plano de prevenção de incêndio. (Págs. 1 e 28)
Sob críticas: Senado volta atrás e aprova novas regras à suplência
Cônjuge ou parente até segundo grau não poderá ser indicado a vaga. (Págs. 1 e 13)
Fotolegenda: Ativistas ocupam a Câmara
Dezenas de manifestantes do Bloco de Luta tomaram o plenário do Legislativo da Capital. Eles pedem passe livre para todos. (Págs. 1 e 35)
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Brasil Econômico

Manchete: País gastará menos R$ 2 bi com energia interligada
A linha de transmissão Tucuruí-Macapá-Manaus, que entrou em operação na última terça-feira após quatro anos de obra, encerra o isolamento energético das duas capitais. No ano passado, o país gastou R$ 4,7 bilhões com o subsídio à geração de energia em sistemas isolados. Ainda este ano, a economia com a redução do consumo de diesel por térmicas na região deve ser de R$ 1,9 bilhão. Entretanto, o Amazonas perderá R$ 262 milhões com ICMS da venda de óleo para térmicas. (Págs. 1 e 4 a 6)
Embalo com cachaça
John Travolta filma no Rio de janeiro a primeira campanha da cachaça Ypióca, após a compra da marca pela Diageo. O ator, que chegou ao Brasil em seu próprio avião, foi escolhido por sua popularidade. Segundo pesquisa, ele não sofre rejeição em qualquer uma das classes de consumidores. (Págs. 1 e 14)
Copom: Taxa básica sobe 0,5% e fica em 8,5% ao ano
A elevação dos juros foi unanimidade na reunião do Banco Central ontem e já era esperada pelo mercado financeiro. O dólar fechou em alta, cotado a R$ 2,273. (Págs. 1 e 22 a 25)
XVI Marcha: Prefeitos acham R$ 3 bi pouco e vaiam Dilma
A liberação da verba para custeio não conteve a reação dos políticos ao fato de a presidente não tocar no aumento do Fundo de Participação dos Municípios, como eles reivindicam. (Págs. 1 e 3)
Consumidor
Bancos brasileiros, elogiados pela organização estrutural, não conseguem eliminar as filas, diz Nadja Sampaio. (Págs. 1 e 21)
Mobilidade
Pedidos para investimentos em 8 estados já superam em R$ 2 bi o pacote de R$ 50 bi anunciado pelo governo. (Págs. 1 e 11)
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EBC Serviços
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