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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Protestos e violência contra jornalistas trazem à tona discussão sobre a liberdade de informar

Luiz Gustavo Pacete
Os meios de comunicação brasileiros, à época das revoluções árabes, em 2010, repercutiram os protestos realizados em busca de democracia. Logo depois, em 2011, a ocupação da Praça Tahrir e a queda do ditador egípcio, Hosni Mubarak, tomaram novamente a cena mobilizando correspondentes, motivando coberturas ao vivo, cadernos especiais e análises que transitavam da política à sociologia.

Crédito:Marcelo Camargo/ Abr
Como elemento importante de cada uma dessas revoluções estava o novo e, à época, ainda pouco popular, mundo das redes sociais. Cerceados por regimes ditatoriais ou imobilizados por linhas editoriais “contestáveis”, os grandes veículos do mundo deixaram uma lacuna que foi preenchida por blogueiros e ativistas que conseguiram mostrar o que acontecia em seus países.

Anos depois, a imprensa brasileira assiste a cenas parecidas. Apesar de cultura e contexto histórico diferentes, não faltaram comparações entre os protestos no Brasil, desde o início de junho, e as revoluções no mundo árabe. Por aqui, as semelhanças vão desde as mobilizações via redes sociais até a enxurrada de conteúdo produzido e disseminado por não jornalistas na web.

Diferentemente de outros países, em que os grandes veículos estavam censurados, no Brasil a cobertura tradicional ajudou a amplificar o que
estava limitado ao mundo digital. No saldo dos episódios, a conta da liberdade de informação ficou negativa. De um lado, pela violência da polícia contra cidadãos e jornalistas. Do outro, pela violência de grupos infiltrados responsáveis pela depredação de equipamentos de emissoras e agressão a repórteres.

Leia a reportagem completa na edição 291 de julho de IMPRENSA.
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