Frase do dia

“O amor é tudo”
(Jesus Cristo)







quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Bom dia! Veja as manchetes e o resumos dos principais jornais desta quarta-feira, 14 de agosto. Obras da Joaquim Nogueira custarão quase R$ 6 milhões em Cabo Frio. Reuniões com moradores e comerciantes foram feitas para discutir projeto.

Avenida Joaquim Nogueira está passando por obras em Cabo Frio, RJ (Foto: Ariane Marques/G1)
Avenida Joaquim Nogueira está passando por obras em Cabo Frio, RJ (Foto: Ariane Marques/G1)
A via continuará com duas pistas, mas ganhará estacionamento e ciclovia
Do G1 Região dos Lagos
Com prazo de conclusão de 180 dias e previsão de investimento de quase R$ 6 milhões, as obras da Avenida Joaquim Nogueira, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, começaram nesta segunda-feira (12). A via continuará com duas pistas (sentido Avenida América Central e sentido Avenida Teixeira e Souza) mas, segundo a prefeitura, ganhará estacionamento no canteiro central e ciclovia nos dois sentidos.

O valor total destinado para a obra é de R$ 5.893,373,92. De acordo com o secretário de Comunicação da prefeitura, Edinho Ferrô, o estacionamento será feito com vagas disponíveis nos dois sentidos, sendo "dez vagas viradas para um lado e dez vagas viradas para o outro", explicou.
O projeto prevê adaptações para pessoas portadoras de deficiências em todo o trecho. As pistas, no entanto, continuarão nas mesmas proporções atuais, com duas faixas de rolamento de trânsito em cada sentido.
"Antes de aprovar a obra, o governo convidou comerciantes e moradores da avenida e discutiu amplamente o projeto. Inclusive, numa primeira reunião, foi aprovado um projeto de mão única (sentido América Central), e a América Central também seria mão única sentido trevo do Arraial. Depois, os comerciantes solicitaram uma nova reunião e, por unanimidade, aprovaram o atual projeto", disse o secretário de Comunicação.




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Folha de S.Paulo
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Agora S.Paulo
O Estado de S.Paulo

EUA dizem que espionagem ajudou a proteger brasileiros
O Globo

Fora dos trilhos: Trem-bala custará R$ 1 bi mesmo se não sair do papel
Valor Econômico

A "inflação da Copa" chega a 583% em hotéis
Correio Braziliense

Barbárie na Asa Sul: Moradora ataca colega, envolve em lençóis e toca fogo
Estado de Minas

A guerra das bananas
Zero Hora

Desvio na Procempa pode ser de R$ 50 mi
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Jornais internacionais
The New York Times (EUA)
Desconforto na Fundação Clinton sobre as finanças e ambições
The Washington Post (EUA)
EUA processa parar a fusão de companhias aéreas
The Guardian (Reino Unido)
Trabalhistas atacam custo da crise de vida "da Grã-Bretanha"
El País (Espanha)
Arenas e Cascos admitem sua total falta de controle nas doações ao PP
Clarín (Argentina)
Em apenas quatro horas matou três homens durante roubo


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O Globo

Manchete: Fora dos trilhos: Trem-bala custará R$ 1 bi mesmo se não sair do papel
Governo se divide sobre manter o projeto, cujos custos não param de subir.

Presidente de estatal diz que apenas o projeto executivo do Trem de Alta Velocidade (TAV), que conterá detalhes da parte de engenharia, como o número de túneis, pontes e estações, está orçado em R$ 900 milhões.

A insistência do governo em manter o polêmico projeto do trem-bala entre Rio, São Paulo e Campinas vai custar pelo menos R$ 1 bilhão aos cofres públicos até o ano que vem, mesmo que o Planalto desista de fato da obra, como admitiu anteontem o ministro César Borges. O cálculo considera o que já foi gasto com os estudos de viabilidade econômica e contratação de consultoria, além do valor do projeto executivo — que, segundo o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, tem custo de R$ 900 milhões. O leilão já foi adiado três vezes, agora por um ano. Ontem, a ministra Gleisi Hoffmann disse que “o governo não desistiu" mas apenas adiou a licitação. (Págs. 1 e 21 e editorial “A insistência no erro chamado trem-bala")

Gol acumula prejuízo de R$ 2 bi em apenas um ano e meio
Com a alta do dólar e do combustível, a Gol teve prejuízo de R$ 433 milhões de abril a junho, no 6º trimestre seguido de perdas, que acumulam R$ 2 bi. Nos EUA, o governo quer barrar a fusão da American Airlines com a US Airways. (Págs. 1, 21 e 22)
Um julgamento para a história: Mensalão retoma hoje à pauta do STF
Para Gilmar Mendes, objetivo de embargos de declaração foi protelar cumprimento de sentenças.

Os ministros do Supremo Tribunal Federal iniciam hoje a apreciação dos recursos dos réus condenados no mensalão, esquema de pagamento de propina a políticos aliados do governo Lula, entre 2003 e 2005. Inicialmente, serão julgados os embargos de declaração, usados para questionar supostas omissões ou contradições do acórdão. Ministros acreditam que esta parte poderá ser concluída rapidamente. Ontem, o Senado aprovou uma resolução que estende a exigência de ficha limpa aos servidores da Casa. (Págs. 1 e 8)
Lula defende aliança de Campos e Dilma
O ex-presidente Lula convidou publicamente o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, para tratar da eleição de 2014 e do apoio à reeleição de Dilma. (Págs. 1 e 4)
Alckmin decide processar a Siemens (Págs. 1 e 6)

Orçamento impositivo: Câmara impõe derrota ao Planalto
Numa derrota para a presidente D Uma, a Câmara aprovou ontem, em primeiro turno, a PEC que obriga o governo a pagar emendas parlamentares. O Palácio do Planalto queria vincular 50% do valor das emendas para a Saúde, mas não houve acordo nem com a sua base. (Págs. 1 e 3)
Ganho turbinado: Lucro do BB bate recorde: R$ 10 bi (Págs. 1 e 23)

Concessionário fica: Maracanã não será devolvido (Págs. 1 e caderno esportes)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: EUA dizem que espionagem ajudou a proteger brasileiros
Em visita ao Brasil, secretário de Estado defende coleta de informações’ e afirma que País terá explicações

Mesmo cobrado pela presidente Dilma Rousseff e pelo chanceler Antonio Patriota, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, defendeu em Brasília o que chamou de “coleta de informações” promovida pela Casa Branca. Kerry, que ontem encerrou visita à América do Sul, afirmou que a medida ajudou a proteger cidadãos, incluindo brasileiros. Ele garantiu que o Brasil receberá as respostas que quiser sobre a interceptação de dados. “Estamos convencidos de que a nossa coleta de informação ajudou a proteger nossa nação de uma série de ameaças e também protegeu brasileiros”, disse, ao responder a jornalistas sobre o programa americano de espionagem. Em audiência no Palácio do Planalto, Dilma Rousseff cobrou esclarecimentos sobre o episódio e lembrou a necessidade de a Casa Branca dar garantias de que os dados dos brasileiros serão protegidos de violações. (Págs. 1 e Internacional A9 e A10)

Visto americano

O governo disse que avança a negociação com os EUA para afrouxar a exigência de visto de brasileiros. John Kerry espera chegar “um dia" à isenção do visto. (Págs. 1 e Metrópole A18)
Alckmin vai à Justiça contra Siemens, mas mantém contrato
Um dia após obter na Justiça acesso às investigações do Cade sobre formação de cartel no fornecimento de trens do Metrô e da CPTM, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou que processará a Siemens. Apesar disso, os contratos em vigor serão mantidos. Alckmin também deixou clara a estratégia de dividir o ônus das denúncias com o governo federal ao citar licitações em outras capitais. (Págs. 1 e Política A4)
Planalto quer Saúde na verba para emendas
Após fracassar na negociação com a base para derrubar a proposta de Orçamento impositivo, o governo escalou o ministro Alexandre Padilha (Saúde) para pedir vinculação de parte dos recursos à sua pasta. A mudança na Carta obrigaria o governo a fazer execução orçamentária equivalente a 1% da receita líquida do ano anterior. (Págs. 1 e Política A8)
Fotolegenda: Mais Médicos e política em SP
O governador Geraldo Alckmin, a presidente Dilma Rousseff e o ministro Alexandre Padilha (Saúde) participam de solenidade em Itapira (SP): durante o evento, Dilma fez elogios ao programa Mais Médicos, que Padilha (PT), possível adversário de Alckmin (PSDB) na disputa pelo governo de SP em 2014, quer usar como carro-chefe de campanha. (Págs. 1 e Política A6)
Senado eleva a US$ 1,2 mil gasto em free shop
O Senado aprovou a ampliação do limite de compras em free shops (isentas de tributos) de US$ 500 para US$ 1,2 mil. O projeto vai agora para a Câmara. As regras para os gastos realizados no exterior não foram modificadas. (Págs. 1 e Economia B4)
Venda de ações fez lucro do BB crescer 148%
Influenciado pela venda das ações da BB Seguridade, o lucro líquido do Banco do Brasil cresceu 148,4% em 1 ano. O BB reforçou sua política de oferta de crédito, na contramão dos bancos privados, que reduziram estimativa de concessões. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)
Israel liberta palestinos antes de negociações (Págs. 1 e Internacional A11)

Celso Ming 
Gasolina sob pressão

Tanto para a Petrobrás como para o prefeito Haddad, o governo vem negando reajuste na gasolina, sob o argumento de que seria inflacionário. (Págs. 1 e Economia B2)
Roberto DaMatta 
Manifestações e passeatas

O pensamento moderno (que privilegia o indivíduo) tem dificuldade para entender algum movimento coletivo. A interligação nos deixa apalermados. (Págs. 1 e Caderno 2, C10)
Notas & Informações
O Congresso segue malvisto

Aversão aos integrantes da instituição que encarna a soberania popular pode enfraquecer a democracia. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Barbárie na Asa Sul: Moradora ataca colega, envolve em lençóis e toca fogo
Conhecida pelos colegas como ambiciosa, vaidosa e uma bem-sucedida garota de programa, a baiana Ananci Conceição de Jesus, 34 anos, morreu na madrugada de ontem de forma trágica. Flagrada por câmera em prédio da 415 Sul, Ellen Samara Moraes de Lucena, 33, confessou o assassinato. Contou, em depoimento, ter empurrado a suposta companheira escada abaixo após discussão e o fim do namoro entre as duas. Depois a chutou. Ao vê-la sem sentidos, envolveu-a com cobertores e sacos e a levou para o gramado da quadra lá fora. Em seguida, pegou álcool, jogou sobre a vítima e ateou fogo. A crueldade do crime estarreceu os vizinhos. A polícia apura também se a intenção de Ellen — que já tem passagem pela polícia por estelionato—era roubar Ananci. Colegas da jovem morta dizem desconhecer o suposto caso amoroso entre as duas. Além de Ananci, duas pessoas foram queimadas entre a noite de segunda-feira e a manhã de ontem no Distrito Federal. (Págs. 1 e 19 e 20)
Orçamento: Câmara aprova PEC das emendas
O Planalto ainda tentou negociar, mas os deputados aprovaram em primeiro turno, com 378 favoráveis, 48 contrários e uma abstenção, a proposta que obriga o governo a executar as emendas parlamentares individuais. Aliados tentarão garantir, no Senado, a destinação de 50% dos recursos à saúde. (Págs. 1 e 2)
Terceirizados levam calote na Esplanada
Contratadas por três ministérios, as empresas Adminas e Delta não pagaram os trabalhadores. Mesmo tendo repassado os recursos, a União terá que arcar com os salários atrasados. (Págs. 1 e 8)
Até US$1,2 mil no freeshop
Senado eleva o limite para as compras nos aeroportos nacionais. A moeda dos EUA bateu ontem em R$ 2,31. (Págs. 1 e 10)
Ainda é pouco, John Kerry
O secretário de Estado dos EUA usou o terror para justificar a espionagem, mas não convenceu a diplomacia brasileira. (Págs. 1 e 14)
Maduro busca superpoderes
Presidente venezuelano anuncia que pedirá “poderes especiais" à Assembleia Nacional. Ele diz precisar de apenas um voto para governar por decreto e combater a corrupção. Oposição critica manobra política. (Págs. 1 e 15)
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Valor Econômico

Manchete: A “inflação da Copa” chega a 583% em hotéis
As diárias que estão sendo cobradas nas reservas de hotéis para a Copa do Mundo incorporam um aumento de até 583% em relação às verificadas no mês passado. Foi o que concluiu a Embratur após um amplo levantamento nas 12 cidades-sede da Copa de 2014. Segundo a pesquisa, a tarifa média no Rio é de US$ 461, em comparação aos US$ 200 de Johannesburgo, na Copa da África do Sul (2010), e US$ 300 em Berlim, na da Alemanha (2006).

O presidente do Embratur, Flávio Dino, está preocupado com o que os técnicos do órgão estão chamando de “inflação da Copa”. Ele teme que os altos preços dos hotéis possam não só prejudicar as vendas de pacotes para o evento como também fixar a imagem do Brasil como um destino turístico caro. “Isso justamente quando o país deve bater a barreira histórica de 6 milhões de turistas por ano”, disse Dino ao Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor. (Págs. 1 e A2)

Ex-diretor da Aneel vê Cesp e Cemig prejudicadas
Cemig e Cesp estão “cobertas de razão” na disputa com o governo federal sobre a renovação das concessões. Esse é o entendimento do procurador Julião Coelho, que renunciou ao mandato de diretor da Aneel. As duas estaduais de energia, controladas pelos governos de Minas e São Paulo, alegavam durante o processo de renovação antecipada das concessões o direito de prorrogar os contratos uma primeira vez, como fizeram todas as outras empresas até aquele momento, com o aval do Ministério de Minas e Energia.

O ex-diretor da agência afirma que a “expectativa de direito” é fundamental para dar estabilidade jurídica e regulatória ao setor. “Nessas usinas, os titulares tinham uma justa expectativa, uma legítima expectativa, de que teriam suas concessões prorrogadas”, disse ao Valor. (Págs. 1 e A3)
Fusão no setor de medicamentos
A Brasil Pharma, rede de varejo de farmácias controlada pelo banco BTG Pactuai, negocia com três das maiores distribuidoras de medicamentos do país — Profarma, PanPharma (ex-Panarello) e Santa Cruz — com o objetivo de unir as operações com uma dessas companhias nos próximos meses, apurou o Valor. As discussões tiveram início há cerca de três meses, de forma separada com cada distribuidora, e já avançaram “consideravelmente”, de acordo com fontes familiarizadas com a operação.

No momento, as conversas tentam quantificar os ganhos de sinergia para cada uma das possíveis parceiras. Caso o negócio seja concluído, será criada a maior rede de varejo e distribuição de medicamentos do Brasil, com faturamento superior a R$ 7 bilhões por ano. Procurados, representantes da Santa Cruz e PanPharma não confirmaram as negociações. Profarma e BR Pharma não se manifestaram até o fechamento desta edição. (Págs. 1 e B1)
Indústria de caminhões cresce e pede manutenção de incentivos
Após um 2012 marcado por interrupções na produção para se ajustar à demanda fraca, a indústria de caminhões entrou em fase de expansão. Em junho, a Ford começou a produzir extrapesados em São Bernardo do Campo (SP) e a International iniciou a operação de sua nova fábrica em Canoas (RS). A Scania parou a fábrica no ABC recentemente, mas para adequá-la a um mercado maior, no qual os caminhões pesados puxam a demanda. Nos próximos meses, a DAF começa a produzir no Paraná. (Págs. 1 e B8)
Como tratar o preterido na sucessão de executivo
Não são raros os casos em que empresas perdem alguns de seus melhores executivos quando eles são preteridos em uma escolha para presidente ou diretor. A partir de determinado nível de comando, muitos deixam a companhia após não serem escolhidos para posições de destaque. Os processos sucessórios costumam seguir regras que não conseguem agradar a todos os participantes. “Recentemente, conduzi um programa para escolher o presidente de uma empresa que fatura RS 15 bilhões por ano. Eram três candidatos internos. Um despontou e os outros dois preferiram deixara companhia”, diz Jacques Sarfatti, sócio da consultoria Russell Reynolds. (Págs. 1 e D3)
São Félix do Xingu enfrenta o passivo ambiental
O município de São Félix do Xingu tem minérios, madeira e o maior rebanho bovino do Pará. Foi também o primeiro da lista de 2008 do governo federal de grandes desmatadores da Amazônia, o que significou a proibição de crédito público aos produtores do município. Agora, São Félix do Xingu tenta reordenar a economia predatória e extrativista para um modelo sustentável, em um esforço planejado por governo e sociedade civil.

Os resultados já começam a surgir, mas não o suficiente para que São Félix saia da lista de municípios desmatadores. “Conseguimos reduzir o desmatamento, que em 2000 era de 2,5 mil km2 ao ano, para 162 km2. Isso não devia ser levado em consideração?” questiona o secretário de Meio Ambiente, Bruno Kono. O limite estabelecido pelo governo é de 40 km2 ao ano. Um critério contestado pelo prefeito, João Cleber (PPS): “Somos muito grandes e chegar a esse limite vai ser mais difícil para nós”. (Págs. 1 e B12)
MP quer punição à Samsung
O Ministério Público do Trabalho moveu ação civil pública contra a Samsung pelas más condições de trabalho dos empregados da empresa na fábrica da Zona Franca de Manaus. A ação pede uma indenização mínima de R$ 250 milhões. (Págs. 1 e B3)
Aviação Executiva
Com crescimento médio de 10% ao ano, o mercado brasileiro de aviação executiva continua sendo um dos mais atrativos para os grandes fabricantes internacionais de helicópteros, com uma frota de quase 2 mil aeronaves, a quarta maior do mundo. (Págs. 1 e Caderno especial)
Atraso em rapasse isenta de multa
Decisão do Tribunal Superior do Trabalho isenta hospital de multas aplicadas pela fiscalização por não cumprir o pagamento de direitos trabalhistas devido a atrasos no repasse de verbas do SUS pela União. (Págs. 1 e El)
Telecomunicações
Empresas de telecomunicações lideram os rankings de reclamações nos Procons de todo o país. Para o diretor do Departamento de Infraestrutura da Fiesp, Carlos Cavalcanti, as centrais de atendimento funcionam mais como escudo das operadoras do que para ajudar os clientes. (Págs. 1 e Caderno especial)
Ideias
Cristiano Romero

O BC não vai olhar para o que passou e a queda do IPCA de julho a zero não vai orientar a ação do Copom daqui em diante. (Págs. 1 e A2)

Virgílio Afonso da Silva

Para o governo, participação popular parece ser simplesmente convocar um plebiscito e a oposição está ainda mais perdida. (Págs. 1 e A5)
Cassação de liminares abre caminho para cobrança bilionária por térmicas (Págs. 1 e A3)

Fundos de pensão querem prazo maior para reduzir déficit (Págs. 1 e C3)

Emendas à LDO acabam com a contabilidade criativa, diz o Pedro Taques (Págs. 1 e A6)

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Estado de Minas

Manchete: A guerra das bananas 
Produtores nacionais reagem à pressão do Equador de desovar no Brasil excesso de oferta da fruta a preços mais baixos

Maior exportador mundial de banana, o Equador se ressente da redução das vendas para Estados Unidos e Europa devido à crise internacional. Para os equatorianos, a abertura do mercado brasileiro seria uma forma de reduzir as perdas. Mas a estratégia encontra forte resistência dos produtores nacionais, que, para evitar a concorrência, tentam travar a importação alegando perigo de introdução de pragas nas culturas locais.

O país vizinho, por sua vez, pressiona o governo brasileiro, depois de cumprir os requisitos fitossanitários exigidos pela Organização Mundial do Comércio. Para aumentar a resistência, os bananicultores tupiniquins ressaltam que o Brasil é o terceiro maior produtor da fruta e que, apesar do alto consumo interno, ainda exporta 5% do total. Por trás da briga está o preço da banana, que de um ano para cá subiu mais que a inflação. (Págs. 1 e 17)
O crack como ele é: O caminho de esperança
Terceira e última parte da reportagem do Estado de Minas que acompanhou por seis meses a trajetória de 10 viciados em crack mostra histórias daqueles que, a duras penas, estão se livrando da dependência. Depois de seis meses em tratamento, Carlos Ângelo Becalli voltou para casa e já conseguiu um emprego. Mas não baixa a guarda nem para bebida alcoólica. “Se beber meio copo de cerveja, é certo que volto para o crack.” Na pequena Gonzaga, de menos 6 mil habitantes, no Vale do Rio Doce, Marcus Vinícius Dias, de 31 anos, que já teve algumas recaídas, também tenta se manter “limpo” trabalhando comum irmão. A diarista Sandra Maria da Silva, de 42 anos, há um ano longe da pedra, é outra que dá exemplo de determinação. E ensina: “Não existe ex-drogada. É preciso vigiar a si mesma 24 horas”. (Págs. 1 e 25 a 27)
Câmara: Jorge Amado é novamente deputado
A Câmara devolveu, de forma simbólica, o mandato a parlamentares do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) cassados há 65 anos, no governo Eurico Gaspar Dutra. Entre eles, o escritor baiano, que morreu em 2001, e o ex-guerrilheiro Carlos Marighella, assassinado durante a ditadura militar. (Págs. 1 e 6)
Defesa: Laudo mostra que DNA não remunerou políticos
Publicitários mineiros acusados de envolvimento no mensalão apresentam perícia atestando que 85,34% dos R$ 78,3 milhões repassados à agência foram usados no pagamento de divulgadores de produtos do Banco do Brasil. (Págs. 1 e 4)
Copa: Férias de 30 dias na rede estadual
A Secretaria Estadual de Educação decretou o recesso entre 12 de junho e 13 de julho de 2014, período em que serão disputados jogos do Mundial. As redes municipal e particular ainda não definiram o calendário. (Págs. 1 e 28)
Calote na União: Terceirizadas recebem e não pagam empregados (Págs. 1 e 20)

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Jornal do Commercio

Manchete: Faxina geral na Zona Sul
Boa Viagem e Pina serão alvo, a partir de hoje, do projeto Bairro Legal, da PCR, que vai recolher carros estacionados de forma irregular e retirar construções e propaganda ilegais das calçadas. Ontem, houve ação na Tamarineira. (Págs. 1 e cidades 1 e 2)
Apreensões em Suape sobem 132%
Valor das cargas que a Receita se apropriou no porto chegou a R$ 14,9 milhões no primeiro semestre. Mais da metade foi por abandono. (Págs. 1 e economia 1)
Lula convida Eduardo para discutir 2014
Ex-presidente quer diálogo para manter o governador no palanque de Dilma. (Págs. 1 e 3)
Pirâmide é descoberta nos Bombeiros
Cerca de 600 soldados, cabos e oficiais foram vítimas do esquema financeiro, com rombos de até R$ 30 mil, dentro da corporação. (Págs. 1 e economia 3)
John Kerry defende espionagem
Para secretário de Estado dos EUA, dados ajudaram a proteger inclusive brasileiros. (Págs. 1 e 9)
TJPE festeja 191 anos de serviço público
Comemoração foi focada no futuro do Tribunal e teve missa e entrega de medalhas. (Págs. 1 e 8)
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Zero Hora

Manchete: Desvio na Procempa pode ser de R$ 50 mi
Com suspeitas de fraudes investigadas há meses,operação do Ministério Público vasculhou casas de pessoas ligadas à antiga cúpula da empresa. (Págs. 1, 4, 5 e 10)
Na Capital: TRE cassa mandato de vereador
Cássio Trogildo (PTB) é acusado de usar máquina pública na eleição de 2012.

Rosane de Oliveira: PTB de Porto Alegre vive um dia de cão. (Págs. 1, 8 e 10)
Mensalão: Julgamento é retomado oito meses depois
Na nova etapa, recursos da defesa dos 25 réus serão analisados. (Págs. 1 e 6)
Para Guaíba: Montadora planeja atrair mais parceiras
Fábrica de caminhões da China vai orientar missão a Pequim. (Págs. 1, 17 e 18)
Um projeto gaúcho para o espaço 
Grupo de empresas no Estado planeja construir satélite de uso militar. (Págs. 1 e 16)
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Brasil Econômico

Manchete: BB avisa que não pode mais reduzir os juros
Ao anunciar ontem um lucro recorde de R$ 10 bilhões no semestre, o Banco do Brasil garantiu que não há mais como diminuir as taxas cobradas de clientes nem o spread de suas operações. O lucro extraordinário inclui a venda de parte da BB Seguridade. (Págs. 1, 20 e 21)
Espião, espião, negócios à parte
O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, em encontro com o ministro Antonio Patriota, pediu que o Brasil não misture as denúncias de espionagem com negócios bilaterais. Como pano de fundo, está a negociação para a compra de 36 caças da Boeing pelo Brasil. (Págs. 1 e 30)
Varejo: Sede da Leader deve mudar para São Paulo
A transferência faria parte do plano de expansão nacional, que começa pelo interior paulista. A rede, fundada no Rio de Janeiro, hoje é controlada pelo BTG, que detém 70% do capital. (Págs. 1 e 10)
Startup
Eduardo Medeiros e Marcos Sterenkrantz, da Click Bus: ônibus na internet. (Págs. 1, 14 e 15)
Crescimento: PIB sem efeito positivo da agropecuária
O desempenho da agropecuária será negativo, de 1% a 2%, no terceiro trimestre deste ano, de acordo com projeção da FGV. Até março, o setor cresceu 9,7%, mas já deve apresentar um crescimento de 1,9% no segundo trimestre e setembro. (Págs. 1 e 3)
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EBC Serviços
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