Bom dia! Vamos com as machetes e o resumo dos principais jornais e revistas deste sábado, 14 de setembro. “P.I. – Palavras Improvisadas” chega a Cabo Frio. A peça estará em cartaz hoje, no Teatro Municipal

O espetáculo de humor improvisado, “P.I. – Palavras Improvisadas” estará em cartaz no Teatro Municipal de Cabo Frio,   neste sábado, 14, a partir das 20h. Formado por jovens humoristas que tem como característica o dinamismo e a criatividade, o grupo leva a platéia ao riso a todo o momento do espetáculo com os improvisos. 
Fazem parte da equipe os atores cabistas, Bruno Calhau, Rodolfo Vianna, Max Magalhães, Raffic Morais e o diretor e anfitrião do espetáculo, Cleber Mota. A produção é de Alessandra Teixeira. 
Além dos atores regionais, a peça também conta  com a participação especial da atriz comediante Sil Esteves, do canal “Parafernalha”. O valor do ingresso é R$ 30,00, lembrando que estudante paga apenas meia entrada. Ingressos antecipados no valor de R$ 15,00 somente na loja Mult Brands, no Shopping Ipanema Mal, no centro de Cabo Frio.
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O Estado de S.Paulo

Colegas pressionam Celso de Mello a recusar embargos
O Globo

Royalities: Assinatura de deputado em votação foi fraudada
Correio Braziliense

"Bombas" delivery
Estado de Minas

100 anos de poluição
Zero Hora

Celulares têm entrada fácil nas cadeias do RS
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Veja

Só depende dele: Quem é Celso de Mello, ministro a quem cabe decidir qual será o desfecho do julgamento do mensalão
Época
Capa - Edição 799 (Foto: ÉPOCA)
Os bairros com os lançamentos mais caros do país
E os que mais podem valorizar-se nos próximos anos
IstoÉ

Será que eles vão escapar?
Carta Capital
Mensalão sob pressão
Mensalão sob pressão: A manobra dos inventores da "opinião pública" adia a decisão sobre os recursos dos condenados. A palavra final cabe agora a Celso de Mello
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Jornais internacionais
The New York Times (EUA)
Negociações entre Estados Unidos e Rússia obtêm resultado na Síria
The Washington Post (EUA)
EUA não vão obrigar o uso da força em negociação com a ONU
The Guardian (Reino Unido)
Partido Liberal Democrata quer pressionar por aumento do salário mínimo
Le Monde (França)
Oposição na Síria deverá contar com a sua própria força contra Bachar Al-Assad
El País (Espanha)
Estados Unidos não vão insistir em resolução que autorize o uso da força na Síria
Clarín (Argentina)
Scioli endurece: "O Estado deve estar disposto a tudo"



O Globo

Manchete: Royalities: Assinatura de deputado em votação foi fraudada
Renan decide não anular sessão que derrubou vetos de Dilma.

Seis meses depois, Polícia Legislativa confirma erro grosseiro que envolve Zoinho, parlamentar do PR do Estado do Rio.

A Polícia Legislativa da Câmara atestou, em inquérito enviado ao Ministério Público Federal, que houve fraude na votação da sessão no Congresso que derrubou os vetos presidenciais à lei de redistribuição dos royalties do petróleo. A votação foi há seis meses, e o deputado federal Jorge Oliveira, o Zoinho (PR-RJ), que não estava presente, teve sua assinatura falsificada no plenário. O presidente do Senado, Renan Calheiros, disse que não anulará a sessão.(Págs. 1 e 23)
Cai mais um no Trabalho
Secretário que comandaria pente-fino nos convênios do Ministério se afastou após O GLOBO mostrar seu envolvimento com servidores acusados de desvios. (Págs. 1 e 8)
Após empate, Lula vai a Dilma
Um dia após o adiamento da decisão sobre embargos infringentes no STF, Lula foi a Brasília se reunir com Dilma e Rui Falcão. (Págs. 1 e 4, Merval Pereira e Míriam Leitão)
Obituário: Luiz Gushiken, ex-ministro (Págs. 1 e 6)

ONU: Assad ataca hospitais como tática
Segundo a organização, o bombardeio da infraestrutura hospitalar é política de Estado na Síria. (Págs. 1 e 32)
Leilão de estradas: só um trecho teve interessados
Apenas para um dos dois trechos a serem leiloados no dia 18 houve oito propostas. Governo ficou surpreso e suspeita de ação orquestrada de investidores. (Págs. 1 e 27)
PMs condenados pela morte de Juan
Quatro PMs foram condenados a penas de até 66 anos pelo assassinato de Juan Moraes, de 11 anos. (Págs. 1 e 16)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Colegas pressionam Celso de Mello a recusar embargos
Ministros afirmam que, além do desgaste do tribunal, nova análise de crimes poderá livrar parte dos condenados.

Ministros do STF contrários à realização de novo julgamento para 12 dos 25 condenados do mensalão usarão dois argumentos para tentar convencer o decano da Corte, Celso de Mello, a acompanhá-los na rejeição dos embargos infringentes: além do desgaste do tribunal, eles têm dito que são grandes as chances de haver absolvições caso os crimes passem por nova análise. A votação pela aceitação ou não dos embargos está empatada por cinco a cinco. Resta apenas o voto de Celso de Mello, previsto para quarta-feira. Ele já indicou que deverá votar pela aceitação do recurso. Alvo também dos advogados dos condenados, Celso de Mello foi aconselhado a sair de Brasília no fim de semana, mas resolveu permanecer na cidade. Ontem à tarde, ele esteve em seu gabinete no Supremo para despachar com assessores. (Págs. 1 e Política A4 e A6)
Parlamentares também fazem lobby
Integrantes da base aliada da presidente Dilma Rousseff usaram ontem a tribuna do Congresso para pressionar o ministro Celso de Mello a rejeitar os embargos infringentes. (Págs. 1 e A6)
EUA cedem a pressões e ataque à Síria fica distante
O governo dos EUA cedeu à pressão da Rússia e da opinião pública americana e abandonou a ideia de uma resolução na ONU que ameace o regime sírio com o uso da força caso não entregue armas químicas. Há sinais concretos de que a Casa Branca e o Kremlin caminham para acordo que colocará sob controle internacional o arsenal de Damasco. (Págs. 1 e Internacional A12 e A13)
Rússia quer Brasil na negociação 
País foi convidado a enviar inspetores para analisar armas químicas do regime de Assad, informou o Kremlin. (Págs. 1 e A8)
Polícia constata fraude em voto de royalties
Inquérito da Polícia Legislativa da Câmara comprovou que a assinatura do deputado federal Zoinho (PR-RJ) foi falsificada durante a sessão de apreciação dos vetos presidenciais à lei da nova distribuição dos royalties do petróleo, em março. A bancada do Rio defendeu a anulação da sessão, mas Renan Calheiros (PMDB-AL) descartou a possibilidade. (Págs. 1 e Política A10)
Mantega diz que política fez leilão fracassar
O programa de concessões em infraestrutura, a grande aposta do governo para deslanchar o crescimento da economia, não recebeu nenhuma proposta pelo trecho da BR-262, entre Espírito Santo e Minas Gerais. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ao Estado que a razão para a ausência de interessados pode ter sido política. (Págs. 1 e Economia B1)
Operação duvidosa dá prejuízo ao BNB (Págs. 1 e Economia B11)

Mais Médicos tem alta desistência (Págs. 1 e Metrópole A17)

Mortalidade infantil caiu 77% em 12 anos (Págs. 1 e Metrópole A21)

Rolf Kuntz: O consumo e o investimento
O governo festejou os dados do varejo, que surpreenderam o mercado financeiro, mas a indústria está mal e o investimento, bem fraco. (Págs. 1 e Espaço aberto A2)
Notas & Informações: Decisão adiada
O STF poderia ter resolvido na quinta-feira se aceita ou não os tais embargos infringentes. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: “Bombas” delivery
A venda ilegal de anabolizantes e esteroide proibidos pela Anvisa encontrou uma nova trincheira: a internet. Em busca de músculos fáceis, jovens se arriscam a ter problemas cardiovasculares, a perder a virilidade e até a vida. Nas redes sociais, criminosos que comercializam m drogas em Brasília chegam a oferecer facilidades, como a entrega em casa e o pagamento em maquinetas de cartão de crédito. (Págs. 1 e 24)
Quem assinou pelo deputado?
O Congresso investiga fraude na lista de votação dos vetos à Lei dos Royalties. O deputado federal Zoinho (PR-RJ) teve o nome inscrito na sessão, mas estava viajando. A presidência da Casa manteve o resultado. (Págs. 1 e 2)
Câncer mata ex-ministro Gushiken, 63
Um dos fundadores do PT, ex-deputado lutava contra tumor havia 12 anos e dedicou os últimos dias a se despedir dos amigos. (Págs. 1 e 5)
Justiça: Obra suspensa em hidrelétrica
A construção de Teles Pires, entre Pará e Mato Grosso, foi paralisada devido a problemas ambientais. (Págs. 1 e 13)
Economia: PIB em queda frustra o governo
Prévia do BC indica que o Brasil começou o terceiro trimestre no vermelho: PIB caiu 0,3% em julho. (Págs. 1 e 10)
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Estado de Minas

Manchete: 100 anos de poluição
Lei municipal de 1913 já proibia jogar detritos e esgoto no Arrudas, mas nunca foi respeitada até a morte do ribeirão.

A legislação para preservar o Arrudas foi sancionada pelo então prefeito de BH Olyntho Meirelles. Porém, mesmo com a previsão de multa aos infratores, o crescimento acelerado e a industrialização da capital, nos anos 1950, tornaram a degradação inexorável. Pouco depois as águas estavam podres. E assim continuam. Relatório do início do ano aponta níveis elevados de coliformes fecais, fósforo, manganês, detergente e outros poluentes. Fora o lixo. Triste cenário que se vê onde o ribeirão não foi canalizado, como no limite com Sabará. (Págs. 1 e 17)
Mensalão: Supremo acumula julgamentos decididos no voto de desempate
Palavra final em processos no STF foi necessária em casos como a validação da Lei Ficha Limpa e sobre a perda dos direitos políticos do ex-presidente Fernando Collor. (Págs. 1 e 3 e 4)
Mortalidade infantil cai 77% em 22 anos
Taxa nacional passou de 62 mortes de crianças menores de 5 anos a cada mil nascimentos em 1990 para 14, em 2012, segundo dados da Unicef e do Ministério da Saúde. Em Minas, queda foi de 61,4% no mesmo período. (Págs. 1 e 7)
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Jornal do Commercio

Manchete: Justiça do Trabalho "pega” a Telexfree
Empresa suspensa por suposta formação de pirâmide terá que indenizar divulgador, em Natal-RN. Justiça reconheceu vínculo trabalhista e defesa vai recorrer para evitar o efeito cascata. (Págs. 1 e economia 1)
Pressão sobre ministro contra os mensaleiros
Senadores independentes e da oposição pediram ontem que o ministro Celso de Mello rejeite embargos que podem reiniciar julgamento. (Págs. 1 e 5)
Mais Médicos fica só com 28,3% dos brasileiros inscritos (Págs. 1 e 9)

Mortalidade na infância tem queda de 77% em 22 anos
Relatório do Unicef mostra o Brasil com números significativos, entre 1990 e 2012. Entre fatores para a reação foram apontados a criação do SUS, melhoria nas condições sanitárias e no atendimento às mães. (Págs. 1 e 10)
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Zero Hora

Manchete: Celulares têm entrada fácil nas cadeias do RS
Em 2013, são apreendidos em média 27 aparelhos por mês nas penitenciárias. Apesar da maior fiscalização, crescimento, comparado a 2012, preocupa. (Págs. 1 e 33)
Mais Médicos: Desistência e decepção no interior do Estado
Quatorze cidades inscritas esperaram em vão a chegada de profissionais do programa. (Págs. 1 e 26)
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EBC Serviços
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