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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Turismo de Cabo Frio lança Projeto “Esse Mar é Meu”

Moradores da cidade terão passeios marítimos com mergulho na Ilha dos Papagaios a preços populares
A Secretaria de Turismo de Cabo Frio está iniciando a divulgação do projeto “Esse Mar é Meu”, realizado em parceria com a Associação das Empresas de Turismo Náutico de Cabo Frio (AETURNAUT). O objetivo é oferecer aos moradores da cidade o conhecimento das belezas naturais de Cabo Frio.
 
O projeto consiste no oferecimento de passeios marítimos com saídas do Terminal de Transatlânticos ao custo de R$ 10, mais um quilo de alimento não perecível, que será destinado a uma entidade filantrópica. O público alvo deste projeto é composto pelos moradores de Cabo Frio, que serão identificados com carteira de identidade e comprovante de residência; ou carteira estudantil do município; ou Cartão Dignidade. Os menores de 12 anos só podem participar dos passeios acompanhados por um responsável.
Além do conhecimento das belezas naturais da cidade, o “Esse Mar é Meu” quer mostrar aos moradores o potencial que o turismo tem como gerador de emprego e renda, além de reconhecer a importância da preservação dos bens naturais para as futuras gerações.



De acordo com o projeto, os passeios acontecerão em todos os domingos deste ano, com exceção dos feriados prolongados, e terão a duração de 2h30 com cortesia de refrigerante e água mineral. O roteiro será completo, com direito ao mergulho na Ilha dos Papagaios, com saídas às 10h30 e 14h30.

Serão instalados pontos de venda no Terminal de Passeio de Barcos, no Boulevard Canal e no Terminal de Transatlânticos. Várias embarcações ficarão disponíveis para atender a demanda.

Para os coordenadores Executivos da Sectur, Aldenir Soares, Gilson Peres e Milton Roberto, a importância de conscientizar que há uma estreita relação entre turismo e meio ambiente – já que a atividade turística depende essencialmente dos atrativos turísticos e das atividades que estejam ligadas ao ambiente natural e ao patrimônio histórico-cultural, – é condição importante para o entendimento da atividade turística, já que, caso esses recursos sejam degradados ou destruídos, não poderá haver futuro para o turismo.

- O turismo pode incentivar e criar meios de manter e melhorar a qualidade ambiental da cidade, o que é fundamental para a qualidade de vida dos residentes locais. O entendimento dessa premissa pela população residente é fundamental para a sustentabilidade tanto do meio ambiente quanto do turismo – defende Aldenir Soares.

A turismóloga Vanina Navega ressalta que “toda cidade para ser boa para o turista tem que ser boa para a população que a habita”.

- A população tem que vivenciar a experiência turística para entender o prazer que é fazer um passeio de barco,  visitar o Forte São Matheus e conhecer a sua história, que é na verdade, o resgate da sua própria história como morador da cidade. A atividade turística não é excludente, pelo contrário, ela gera recursos para o benefício dos cidadãos. Ele deve ter acesso a tudo o que é disponibilizado para o turista – explica Vanina destacando que esta é apenas uma ação pontual para se instalar essa  premissa.

- As melhorias da cidade não são só para o turismo, ao contrário, o maior beneficiado é o morador, que usufrui o ano inteiro as melhorias da cidade,  melhorando a auto-estima da população – concluiu a turismóloga.

Texto e fotos: Telma Flora | Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Turismo 
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