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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Após vaga, Bota tem dia de definições e deve anunciar Eduardo Hungaro

Cuca, Tite e Autuori foram tentados, mas negociações não foram à frente. Proforte impacta orçamento para 2014, e elenco para Libertadores deve ser 'enxugado'

Por Rio de Janeiro
Eduardo Húngaro e Seedorf, botafogo (Foto: Satiro Sodré/SS Press)Eduardo Hungaro, ainda quando era auxiliar de Oswaldo de Oliveira, conversa com Seedorf no treino do Botafogo (Foto: Satiro Sodré/SS Press)
Depois de o Lanús ser campeão da Sul-Americana em cima da Ponte Preta, na quarta-feira, o Botafogo confirmou sua vaga na Libertadores depois de 17 anos ausente. Esta quinta-feira promete ser importante, com algumas definições, a começar pela grande chance de o novo técnico ser anunciado. O nome deve ser o de Eduardo Hungaro, que atualmente comanda os juniores e também participa ativamente do dia a dia do time profissional.


A ideia inicial era contar com um treinador mais experiente, mas negociações com os tentados pela diretoria não foram à frente: Paulo Autuori, Tite e Cuca. Este último, um dos preferidos da torcida. Depois de uma grande reformulação na área de preparação física, mais novidades devem ser anunciadas nesta quinta sobre a formação da comissão técnica. Auxiliar na época de Oswaldo de Oliveira, Jair Ventura não deve permanecer, por exemplo.       

Dentro de campo, a equipe já conseguiu algumas renovações importantes, como a de Bolívar e Edilson. A expectativa maior, no entanto, é saber se Seedorf seguirá no Glorioso em 2014. Neste caso, a vaga na Libertadores também ajudaria na permanência. A chegada de reforços de peso está complicada por causa da questão financeira. Até o momento, certo apenas Jorge Wagner, de 35 anos, que atualmente defende o Kashiwa Reysol.

O elenco alvinegro para a Libertadores deve ser "enxuto", já que orçamento sofreu um golpe inesperado. Para se enquadrar ao "Fair Play Financeiro", o clube teve que fazer ajustes por causa do Programa de Fortalecimento dos Esporte Olímpicos (Proforte), que propõe a renegociação das dívidas tributárias federais de entidades desportivas. 

As dívidas poderiam ser negociadas em até 20 anos, sendo que até 90% da parcela mensal seria paga com a concessão de bolsas a atletas de modalidades olímpicas e investimentos em equipamentos e infraestrutura. Os 10% restantes seriam pagos em dinheiro.
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