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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Carne, feijão e ovo ajudam conter inflação da baixa renda em novembro

A inflação da cesta de produtos e serviços mais consumidos pelas famílias de menor renda desacelerou em novembro, com altas menos intensas nos preços dos alimentos, transportes, saúde e educação.
Segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas), o IPC (Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1), teve alta de 0,65% no mês passado, ante 0,73% em outubro. Com esse resultado, o indicador acumula avanço de 4,39% no ano e de 5,18% nos últimos 12 meses.
O índice mede a inflação para famílias com renda de até 2,5 salários mínimos mensais (R$ 1.695).
Em novembro e no acumulado em 12 meses, a inflação da baixa renda ficou abaixo da média. Isso porque a taxa medida pelo IPC-BR (das famílias com renda de até 33 salários) subiu 0,68%.Em 12 meses, esse indicador acumulou alta de 5,59%.
No índice da baixa renda, quatro das oito classes de despesa registraram taxas mais baixas. O grupo alimentação passou de alta de 1,13% para 0,80%, seguido de transportes (0,26% para -0,03%) saúde e cuidados pessoais (0,58% para 0,43%) e educação, leitura e recreação (0,60% para 0,51%).

Como fazer orçamentos

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Editoria de Arte/Folhapress
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Nesses grupos, os destaques partiram das carnes bovinas (3,36% para -0,03%), tarifa de ônibus urbano (0,49% para -0,06%), medicamentos em geral (0,24% para 0,06%) e show musical (0,86% para -1,12%), respectivamente.
Em contrapartida, ficaram mais caras as despesas diversas (0,26% para 1,26%), habitação (0,69% para 0,77%) vestuário (0,69% para 0,78%) e comunicação (0,44% para 0,77%).
Nessas classes de despesa, as principais influências partiram dos cigarros (zero para 1,93%), tarifa de eletricidade residencial (-0,05% para 1,87%), roupas (0,83% para 0,97%) e pacotes de telefonia fixa e internet (0,22% para 1,39%), nesta ordem.
Individualmente, os itens que mais contribuíram para a desaceleração dos custos para as famílias de baixa renda foram o leite longa vida (-1,25% para -1,87%), feijão carioca (-6,10% para -5,45%), ovos (-2,25% para -1,86%) e a paleta (6,49% para -2,32%).
Os maiores pesos positivos foram a tarifa de eletricidade, os cigarros, o aluguel (0,83% para 0,93%), tomate (21,32% para 12,83%) e refeições em bares e restaurantes (0,45% para 0,68%).
Folha uol
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